Dr. Marcos Travessa

Dr. Marcos Travessa Através do tratamento cirúrgico de doenças como endometriose, adenomiose, miomas, tumores ovaria

Acompanho com muito orgulho, desde a minha vida acadêmica, o trabalho do meu pai, Dr. Antonio Travessa que é referência em cirurgia ginecológica. Foi nesse acompanhamento que percebi o quanto as mulheres sofrem com problemas e sintomas decorrentes da endometriose, adenomiose, miomas e outras doenças ginecológicas que afetam sua saúde, qualidade de vida e chances de engravidar. Sempre buscando o ap

erfeiçoamento da técnica cirúrgica, ao concluir minha graduação na Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública, realizei a pós-graduação em Ginecologia / Obstetrícia na Universidade Federal da Bahia, a seguir, me especializei em cirurgia geral com área de atuação em cirurgia videolaparoscopia seguido da formação em cirurgia robótica e me mantenho atualizado sobre as mais modernas técnicas e ferramentas para ajudar minhas pacientes a recuperarem seu bem-estar, saúde e seus sonhos.

30/04/2026

Antes de qualquer procedimento, é fundamental que a paciente compreenda como será conduzido todo o processo, desde o pré-operatório até o acompanhamento após a cirurgia.

Conhecer a equipe envolvida, entender o papel de cada profissional e esclarecer dúvidas sobre o procedimento são etapas importantes para que a decisão seja tomada com mais segurança. Esse alinhamento inicial já faz parte do cuidado.

Após a cirurgia, o acompanhamento também não segue um modelo único. A necessidade de retorno, o tipo de seguimento e as próximas condutas variam conforme a resposta ao tratamento, os sintomas e o momento de vida da paciente.

Esse ponto é central: não existe uma única forma de conduzir a endometriose. Cada decisão precisa considerar fatores como desejo reprodutivo, intensidade dos sintomas e contexto clínico individual.

Quando o tratamento é ajustado à realidade de cada paciente, o cuidado deixa de ser padronizado e passa a ser mais direcionado, coerente e efetivo.

Dr. Marcos Travessa
CRM-BA 17076
RQE 9717/21284

Em cenários mais complexos, o maior risco não está apenas na presença da doença, mas na forma como ela é conduzida ao lo...
28/04/2026

Em cenários mais complexos, o maior risco não está apenas na presença da doença, mas na forma como ela é conduzida ao longo do tempo. Quando não há uma leitura completa do quadro, decisões podem ser tomadas de forma parcial, sem considerar o impacto funcional e as possíveis repercussões futuras.

A condução adequada exige integração entre avaliação clínica, exames bem indicados e planejamento individualizado. Cada escolha precisa levar em conta não apenas o momento atual, mas também as consequências a médio e longo prazo, especialmente quando estruturas sensíveis estão envolvidas.

Mais do que intervir, é preciso saber quando, como e por quê intervir.
É isso que diferencia uma decisão técnica de uma decisão estratégica.

26/04/2026

Trechos de nossa participação no Primeiro Curso de Anatomia Pélvica Robótica da América Latina. Parabenizar ao .academy pela estrutura de excelência disponibilizada e os organizadores .marcoaureliopinho Gratidão, ainda, a pelos registros de imagem.

18/04/2026

A ausência de sintomas não significa ausência de relevância clínica.

Em muitos casos, alterações como o mioma permanecem estáveis por longos períodos e não interferem diretamente na rotina. No entanto, isso não elimina a necessidade de acompanhamento. O comportamento dessas lesões pode mudar ao longo do tempo, tanto em volume quanto em impacto funcional.

O acompanhamento permite identificar essas mudanças de forma antecipada e ajustar a condução quando necessário. É isso que evita decisões tardias e amplia as possibilidades de tratamento, caso surja alguma indicação.

Além disso, cada caso precisa ser interpretado dentro de um contexto mais amplo: idade, fase da vida reprodutiva, planos futuros e características específicas da lesão. Esses fatores são determinantes na definição da estratégia ao longo do tempo.

Nem toda condição exige intervenção imediata.
Mas toda condição identificada exige acompanhamento com critério.

Dr. Marcos Travessa
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17/04/2026

Em quadros mais intensos de dor, é comum que a paciente passe a enxergar o problema como algo que precisa ser resolvido de forma definitiva e imediata. Com o tempo, o sofrimento constante pode levar a decisões mais radicais, muitas vezes motivadas pelo desgaste físico e emocional acumulado.

O papel do médico, nesse contexto, não é apenas executar uma conduta, mas ajudar a organizar o raciocínio diante das possibilidades. Nem sempre é necessário escolher entre caminhos extremos. Em muitos casos, é possível estruturar uma estratégia que trate a doença, controle os sintomas e, ao mesmo tempo, preserve perspectivas futuras.

Isso exige planejamento, análise individualizada e, principalmente, alinhamento de expectativa. Cada decisão precisa considerar não apenas o momento atual, mas também os impactos a médio e longo prazo.

Cuidar bem também é evitar decisões tomadas sob exaustão.
É construir caminhos que respeitem tanto o presente quanto o futuro da paciente.

25/03/2026

Quando a endometriose compromete o ovário e forma um endometrioma, a decisão terapêutica se torna especialmente delicada, principalmente quando há desejo de engravidar. Estamos diante de um cenário que exige equilíbrio entre dois objetivos igualmente importantes: controlar a doença e preservar a função ovariana.

O endometrioma pode impactar a qualidade do tecido ovariano ao longo do tempo. Por outro lado, qualquer intervenção sobre o ovário precisa ser planejada com cautela, já que existe o risco de redução da reserva ovariana. Por isso, a decisão não deve ser automática nem baseada apenas na presença da lesão.

É fundamental avaliar idade, reserva ovariana, extensão do acometimento, sintomas, histórico reprodutivo e, sempre que necessário, integrar a equipe que acompanha a fertilidade. Em determinados casos, discutir estratégias de preservação antes de qualquer procedimento pode oferecer mais segurança e previsibilidade para o futuro reprodutivo.

No endometrioma associado à infertilidade, não existe resposta única.
Existe análise cuidadosa, decisão compartilhada e estratégia individualizada.

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24/03/2026

Em algumas situações, o cuidado não pode esperar que todas as respostas estejam formalmente registradas em um exame ou laudo definitivo. Quando há sintomas consistentes e impacto real na qualidade de vida, a condução pode começar de forma estruturada, mesmo enquanto a investigação diagnóstica está em andamento.

Isso não significa agir sem critério. Pelo contrário. Significa utilizar ferramentas seguras, como ajustes de hábitos de vida e estratégias medicamentosas bem indicadas, para avaliar a resposta clínica da paciente. Em muitos casos, essa abordagem ajuda não apenas a aliviar sintomas, mas também a esclarecer o comportamento da condição ao longo do tempo.

A realidade é que o diagnóstico formal de endometriose ainda enfrenta desafios, e atrasos são frequentes. Nesse cenário, deixar a paciente sem orientação até que todas as confirmações estejam concluídas pode prolongar sofrimento desnecessário.

O cuidado responsável equilibra investigação adequada com intervenção prudente.
Tratar com estratégia, mesmo durante o processo diagnóstico, é uma forma de oferecer assistência mais humana e eficaz.

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Em condições de evolução crônica na saúde da mulher, a qualidade do cuidado não está apenas em identificar um diagnóstic...
23/03/2026

Em condições de evolução crônica na saúde da mulher, a qualidade do cuidado não está apenas em identificar um diagnóstico, mas em definir uma condução clara e consistente ao longo do tempo. Sem estratégia, o acompanhamento perde sentido e as decisões se tornam fragmentadas.

Tecnologias e abordagens modernas ampliam as possibilidades de tratamento, mas não substituem critério médico, experiência clínica e indicação responsável. Quando esses elementos estão alinhados, cada decisão passa a ter um propósito: controlar a progressão da condição, preservar função, proteger a qualidade de vida e oferecer segurança à paciente.

Condições complexas não comportam conduções genéricas.
Elas exigem planejamento, acompanhamento e decisões bem fundamentadas.

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20/03/2026

Um dos grandes desafios no cuidado da saúde da mulher não está apenas no diagnóstico ou no tratamento, mas no contexto em que essa mulher está inserida. Crenças culturais, normalização da dor menstrual e falta de informação ainda fazem com que sintomas importantes sejam minimizados, inclusive dentro do próprio ambiente familiar.

Quando a dor é tratada como algo “normal” ou desconsiderada, a investigação tende a atrasar e o impacto da condição se acumula ao longo do tempo. Isso compromete qualidade de vida, rotina, saúde emocional e, em muitos casos, projetos reprodutivos. Informação insuficiente gera silêncio, e silêncio prolonga o sofrimento.

Promover acesso à informação de qualidade é parte essencial do cuidado. Esclarecer, desmistificar e ampliar o entendimento sobre condições como a endometriose permite que mais mulheres sejam ouvidas, investigadas no tempo certo e conduzidas de forma adequada. O apoio do entorno, quando baseado em conhecimento, também se torna um fator de proteção.

Cuidar bem da saúde da mulher começa por quebrar tabus.
Informação correta encurta caminhos e muda desfechos.

19/03/2026

Na medicina, decisões não devem ser guiadas apenas por números isolados. Exames laboratoriais são ferramentas importantes, mas eles não substituem a avaliação clínica, os sintomas apresentados e o contexto de vida de cada paciente. Quando o cuidado se baseia apenas em resultados no papel, o risco é tratar dados, e não pessoas.

Em situações que envolvem alterações hormonais, especialmente quando se considera reposição, a condução exige ainda mais critério. Não se trata apenas de corrigir um valor alterado, mas de avaliar riscos, benefícios e impacto a longo prazo, sempre de forma individualizada. Dose, indicação e tempo de uso precisam ser cuidadosamente ponderados, e essas decisões não devem ser automáticas.

A segurança do tratamento está diretamente ligada ao acompanhamento adequado. Monitorar, reavaliar e ajustar condutas ao longo do tempo permite reduzir riscos e identificar precocemente possíveis intercorrências. Quando o cuidado é estruturado e compartilhado, as decisões se tornam mais conscientes e a paciente se sente parte ativa do processo.

Tratar bem é equilibrar ciência, critério e acompanhamento contínuo. É assim que se constrói um cuidado mais seguro e responsável.

Dr. Marcos Travessa
CRM-BA 17076
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