Dr. Marcos Travessa

Dr. Marcos Travessa Através do tratamento cirúrgico de doenças como endometriose, adenomiose, miomas, tumores ovaria

Acompanho com muito orgulho, desde a minha vida acadêmica, o trabalho do meu pai, Dr. Antonio Travessa que é referência em cirurgia ginecológica. Foi nesse acompanhamento que percebi o quanto as mulheres sofrem com problemas e sintomas decorrentes da endometriose, adenomiose, miomas e outras doenças ginecológicas que afetam sua saúde, qualidade de vida e chances de engravidar. Sempre buscando o aperfeiçoamento da técnica cirúrgica, ao concluir minha graduação na Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública, realizei a pós-graduação em Ginecologia / Obstetrícia na Universidade Federal da Bahia, a seguir, me especializei em cirurgia geral com área de atuação em cirurgia videolaparoscopia seguido da formação em cirurgia robótica e me mantenho atualizado sobre as mais modernas técnicas e ferramentas para ajudar minhas pacientes a recuperarem seu bem-estar, saúde e seus sonhos.

25/03/2026

Quando a endometriose compromete o ovário e forma um endometrioma, a decisão terapêutica se torna especialmente delicada, principalmente quando há desejo de engravidar. Estamos diante de um cenário que exige equilíbrio entre dois objetivos igualmente importantes: controlar a doença e preservar a função ovariana.

O endometrioma pode impactar a qualidade do tecido ovariano ao longo do tempo. Por outro lado, qualquer intervenção sobre o ovário precisa ser planejada com cautela, já que existe o risco de redução da reserva ovariana. Por isso, a decisão não deve ser automática nem baseada apenas na presença da lesão.

É fundamental avaliar idade, reserva ovariana, extensão do acometimento, sintomas, histórico reprodutivo e, sempre que necessário, integrar a equipe que acompanha a fertilidade. Em determinados casos, discutir estratégias de preservação antes de qualquer procedimento pode oferecer mais segurança e previsibilidade para o futuro reprodutivo.

No endometrioma associado à infertilidade, não existe resposta única.
Existe análise cuidadosa, decisão compartilhada e estratégia individualizada.

Dr. Marcos Travessa
CRM-BA 17076
RQE 9717/21284

24/03/2026

Em algumas situações, o cuidado não pode esperar que todas as respostas estejam formalmente registradas em um exame ou laudo definitivo. Quando há sintomas consistentes e impacto real na qualidade de vida, a condução pode começar de forma estruturada, mesmo enquanto a investigação diagnóstica está em andamento.

Isso não significa agir sem critério. Pelo contrário. Significa utilizar ferramentas seguras, como ajustes de hábitos de vida e estratégias medicamentosas bem indicadas, para avaliar a resposta clínica da paciente. Em muitos casos, essa abordagem ajuda não apenas a aliviar sintomas, mas também a esclarecer o comportamento da condição ao longo do tempo.

A realidade é que o diagnóstico formal de endometriose ainda enfrenta desafios, e atrasos são frequentes. Nesse cenário, deixar a paciente sem orientação até que todas as confirmações estejam concluídas pode prolongar sofrimento desnecessário.

O cuidado responsável equilibra investigação adequada com intervenção prudente.
Tratar com estratégia, mesmo durante o processo diagnóstico, é uma forma de oferecer assistência mais humana e eficaz.

Dr. Marcos Travessa
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RQE 9717/21284

Em condições de evolução crônica na saúde da mulher, a qualidade do cuidado não está apenas em identificar um diagnóstic...
23/03/2026

Em condições de evolução crônica na saúde da mulher, a qualidade do cuidado não está apenas em identificar um diagnóstico, mas em definir uma condução clara e consistente ao longo do tempo. Sem estratégia, o acompanhamento perde sentido e as decisões se tornam fragmentadas.

Tecnologias e abordagens modernas ampliam as possibilidades de tratamento, mas não substituem critério médico, experiência clínica e indicação responsável. Quando esses elementos estão alinhados, cada decisão passa a ter um propósito: controlar a progressão da condição, preservar função, proteger a qualidade de vida e oferecer segurança à paciente.

Condições complexas não comportam conduções genéricas.
Elas exigem planejamento, acompanhamento e decisões bem fundamentadas.

Dr. Marcos Travessa
CRM-BA 17076
RQE 9717/21284

20/03/2026

Um dos grandes desafios no cuidado da saúde da mulher não está apenas no diagnóstico ou no tratamento, mas no contexto em que essa mulher está inserida. Crenças culturais, normalização da dor menstrual e falta de informação ainda fazem com que sintomas importantes sejam minimizados, inclusive dentro do próprio ambiente familiar.

Quando a dor é tratada como algo “normal” ou desconsiderada, a investigação tende a atrasar e o impacto da condição se acumula ao longo do tempo. Isso compromete qualidade de vida, rotina, saúde emocional e, em muitos casos, projetos reprodutivos. Informação insuficiente gera silêncio, e silêncio prolonga o sofrimento.

Promover acesso à informação de qualidade é parte essencial do cuidado. Esclarecer, desmistificar e ampliar o entendimento sobre condições como a endometriose permite que mais mulheres sejam ouvidas, investigadas no tempo certo e conduzidas de forma adequada. O apoio do entorno, quando baseado em conhecimento, também se torna um fator de proteção.

Cuidar bem da saúde da mulher começa por quebrar tabus.
Informação correta encurta caminhos e muda desfechos.

19/03/2026

Na medicina, decisões não devem ser guiadas apenas por números isolados. Exames laboratoriais são ferramentas importantes, mas eles não substituem a avaliação clínica, os sintomas apresentados e o contexto de vida de cada paciente. Quando o cuidado se baseia apenas em resultados no papel, o risco é tratar dados, e não pessoas.

Em situações que envolvem alterações hormonais, especialmente quando se considera reposição, a condução exige ainda mais critério. Não se trata apenas de corrigir um valor alterado, mas de avaliar riscos, benefícios e impacto a longo prazo, sempre de forma individualizada. Dose, indicação e tempo de uso precisam ser cuidadosamente ponderados, e essas decisões não devem ser automáticas.

A segurança do tratamento está diretamente ligada ao acompanhamento adequado. Monitorar, reavaliar e ajustar condutas ao longo do tempo permite reduzir riscos e identificar precocemente possíveis intercorrências. Quando o cuidado é estruturado e compartilhado, as decisões se tornam mais conscientes e a paciente se sente parte ativa do processo.

Tratar bem é equilibrar ciência, critério e acompanhamento contínuo. É assim que se constrói um cuidado mais seguro e responsável.

Dr. Marcos Travessa
CRM-BA 17076
RQE 9717/21284

18/03/2026

No cuidado de condições crônicas como a endometriose, decisões isoladas raramente trazem bons resultados a longo prazo. Ajustes alimentares, por exemplo, são frequentemente iniciados a partir de tentativas individuais, baseadas em experiências pessoais ou informações encontradas na internet. O problema é que retirar um alimento não significa, necessariamente, manter o equilíbrio nutricional.

Quando mudanças na alimentação são feitas sem orientação adequada, o risco não está apenas em perder benefícios importantes daquele alimento, mas em criar déficits que podem impactar energia, imunidade, inflamação e resposta ao tratamento. O alívio de um sintoma pontual não garante que o corpo esteja sendo adequadamente nutrido.

Por isso, o acompanhamento nutricional faz parte de uma condução mais responsável. Um plano alimentar bem estruturado considera as necessidades individuais, os sintomas, a tolerância alimentar e o contexto clínico de cada paciente, ajudando a reduzir inflamação sem comprometer a saúde global.

Cuidar bem não é apenas retirar o que faz mal.
É saber o que precisa ser mantido, ajustado e equilibrado para que o tratamento funcione de forma segura e sustentável ao longo do tempo.

No cuidado dos miomas, a decisão não deve se basear apenas no que aparece no exame, mas no impacto real que a condição e...
17/03/2026

No cuidado dos miomas, a decisão não deve se basear apenas no que aparece no exame, mas no impacto real que a condição exerce sobre a vida da mulher ao longo do tempo. Quando sintomas persistentes são minimizados ou tratados de forma isolada, o acompanhamento perde consistência e as decisões tendem a se repetir sem resolver o problema.

A condução adequada exige avaliação individualizada, correlação entre sintomas e achados de imagem, além de consideração dos objetivos reprodutivos e do momento de vida da paciente. Tecnologias e abordagens modernas ampliam as possibilidades de tratamento, mas não substituem critério médico, experiência clínica e indicação responsável.

Miomas não se tratam com decisões genéricas.
Eles exigem estratégia, acompanhamento e escolhas bem fundamentadas, feitas no tempo certo.

Dr. Marcos Travessa
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16/03/2026

No cuidado da endometriose, um dos erros mais comuns é tratar cada etapa como um ponto final. A cirurgia, quando indicada, pode ser decisiva para aliviar sintomas e tratar lesões, mas ela não encerra o processo. A endometriose é uma condição complexa, com múltiplas dimensões, e exige uma condução que vá além de intervenções isoladas.

Quando o tratamento não é estruturado, a paciente tende a se sentir desassistida. Falta continuidade, falta direcionamento e, muitas vezes, falta alguém que conecte as diferentes frentes do cuidado. Isso impacta diretamente a adesão ao tratamento, a evolução clínica e a qualidade de vida ao longo do tempo.

Uma condução mais eficaz passa pela integração de uma equipe que compreenda a endometriose de forma específica, respeitando suas particularidades. Esse acompanhamento contínuo permite ajustar estratégias, antecipar problemas e oferecer mais previsibilidade à paciente, que deixa de se sentir sozinha no processo.

Cuidar da endometriose não é apenas tratar a doença.
É construir um caminho consistente, que devolva segurança, autonomia e qualidade de vida.

Dr. Marcos Travessa
CRM-BA 17076
RQE 9717/21284

07/03/2026

No cuidado da endometriose, um dos erros mais comuns é tratar cada etapa como um ponto final. A cirurgia, quando indicada, pode ser decisiva para aliviar sintomas e tratar lesões, mas ela não encerra o processo. A endometriose é uma condição complexa, com múltiplas dimensões, e exige uma condução que vá além de intervenções isoladas.

Quando o tratamento não é estruturado, a paciente tende a se sentir desassistida. Falta continuidade, falta direcionamento e, muitas vezes, falta alguém que conecte as diferentes frentes do cuidado. Isso impacta diretamente a adesão ao tratamento, a evolução clínica e a qualidade de vida ao longo do tempo.

Uma condução mais eficaz passa pela integração de uma equipe que compreenda a endometriose de forma específica, respeitando suas particularidades. Esse acompanhamento contínuo permite ajustar estratégias, antecipar problemas e oferecer mais previsibilidade à paciente, que deixa de se sentir sozinha no processo.

Cuidar da endometriose não é apenas tratar a doença.
É construir um caminho consistente, que devolva segurança, autonomia e qualidade de vida.

04/03/2026

Quando a endometriose envolve o intestino, o planejamento da equipe é parte essencial do cuidado.
Casos mais complexos exigem profissionais que conheçam não apenas a técnica cirúrgica, mas também o comportamento específico da doença.

A integração entre especialistas que já trabalham juntos, compartilham experiência e alinham condutas permite decisões mais seguras e um procedimento mais harmonioso.

Também é comum existir receio em relação a possíveis intercorrências intestinais. Esse medo é compreensível, mas é importante lembrar que qualquer cirurgia abdominal envolve riscos, ainda que baixos, e que essas situações, quando ocorrem, costumam ser temporárias e tratáveis.

Mais do que focar no risco isolado, o que traz segurança é o preparo, a experiência da equipe e a clareza das informações ao longo de todo o processo.

Cuidado responsável é aquele que combina planejamento, equipe alinhada e decisões bem fundamentadas.

Dr. Marcos Travessa
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No cuidado com os miomas, a decisão vai muito além do que aparece no laudo.Ela começa na escuta atenta dos sintomas, pas...
03/03/2026

No cuidado com os miomas, a decisão vai muito além do que aparece no laudo.
Ela começa na escuta atenta dos sintomas, passa pela interpretação correta dos exames e exige uma análise cuidadosa do impacto funcional na vida da mulher.

Tecnologias e técnicas modernas ampliam as possibilidades de tratamento, mas não substituem critério médico, experiência da equipe e indicação precisa. Quando esses elementos estão alinhados, o tratamento deixa de ser uma resposta tardia ao problema e passa a integrar uma estratégia contínua de cuidado, voltada à preservação da qualidade de vida, da função reprodutiva e da segurança da paciente.

Miomas não devem ser avaliados apenas pelo tamanho.
Eles exigem contexto, individualização e decisões bem fundamentadas.

Endereço

Avenida Antônio Carlos Magalhães, 771, Edf Empresarial Torre Do Parque, 10 Andar, Salas 1008/1009, Itaigara
Salvador, BA
41800-700

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