Psicóloga Roberta Braga

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Hoje é véspera das minhas férias e, se eu pudesse, entregaria uma flor para cada pessoa que esteve nos meus dias em dois...
26/12/2025

Hoje é véspera das minhas férias e, se eu pudesse, entregaria uma flor para cada pessoa que esteve nos meus dias em dois mil e vinte e cinco.

Tanta gente querida, tanta gente por quem sinto amor, tanta gente que me ofereceu parte do próprio tempo, tanta gente que confiou no meu fazer, no que estudo, no que invisto energia.

Acenderei uma vela, intencionando que a vida siga sendo generosa com vocês. Muito obrigada! 💛

Agradeço também a quem me acompanha nessa rede social, mesmo de longe, com respeito e carinho. Que nos aproximemos!

Estarei off, me colocando no corpo, nos tédios, no silêncio, no tempo que é meu, na preguiça demorada, nos encontros. Retorno a este espaço no dia 11 de janeiro.

Desejo uma boa travessia, por aí! Nos vemos do outro lado. ✨

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25/12/2025

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O Natal chegou. Amo os enfeites nas portas, as árvores iluminadas, a ideia da troca de lembranças, de colocar tempo nas ...
24/12/2025

O Natal chegou. Amo os enfeites nas portas, as árvores iluminadas, a ideia da troca de lembranças, de colocar tempo nas relações por onde circulam amor e respeito. É bonito. Mas preciso dizer que não gosto de datas que me obrigam a fazer algo porque sim. Me fiz livre.

A gente sabe de todo o rolê capitalista em cima desses dias, o que acaba sequestrando o sentido, a simplicidade e o silêncio que precede fecundações. Eu fico muito pra dentro nesse período, naturalmente. E me olho. E convido minha família a se olhar também. Porque nascer é comprido.

É, vai ser mais um Natal em solitude por aqui, me dando o direito de dizer sim ou não aos roteiros, aos automatismos. Eu não vou me contorcer para fazer o que todo mundo faz, se não sentir, desde o corpo, que quero ir por ali. Como diria Nilton Bonder, algumas desobediências são gestos vitalizados, de respeito por si.

Talvez eu compre flores para o que pari de vida esse ano. Talvez queira comer algo diferente. Vou meditar, provavelmente. Talvez escreva. Vou fazer uma chamada de vídeo com minha família mais tarde. Vou precisar fechar alguns trabalhos. Quero ter um espaço para aninhar em mim a Espiritualidade que tanto me emocionou e amparou.

Eu não vou desejar um Feliz Natal, porque não sei se você celebra essa data. Eu desejo que encontre um tempo para pousar em si, com honestidade. E que, nesse pouso, recapture cuidado, estando só ou entre suas pessoas queridas. Desejo conforto!

Na incubadora do descanso que criei nesse ano, através das revisitas ao modo offline semanalmente, descasquei novos sent...
23/12/2025

Na incubadora do descanso que criei nesse ano, através das revisitas ao modo offline semanalmente, descasquei novos sentidos do tempo e ofereci corpo para uma espontaneidade achatada nessa sociedade de tantas imagens e cronômetros.

Que raro que é encontrar com o corpo que só acontece. Quando estamos sob a guiança de um sistema com numerosos tentáculos e sem pegar distâncias, que raro que é.

Se não colocarmos criticidade nessa maquinaria de alienações, a gente perde movimento orgânico, perde contato com a gestão do próprio tempo, perde autoescuta, perde sensibilidades.

O nosso tempo e a nossa atenção se tornaram mercadorias, nosso corpo: uma via promissora de lucro, nossa vida vai seguindo um script com sonhos que nem são os nossos sonhos, com necessidades que nem são as nossas, com a falta de uma verdade sentida e parida em nome de si.

As redes sociais foram centralizadas de um modo que a vida tem girado em torno delas. Elas não são ‘um dentre os muitos aspectos e prazeres de uma vida’, mas a vida propriamente dita, que vira simulacro. Eu repito: a vida tem girado em torno de plataformas digitais.

Viver espaços e relações com presença, introverter a atenção, se demorar no silêncio são experiências cada vez mais precarizadas. E, antes que entenda que isso aqui é um texto de demonização, quero dizer que gosto de estar aqui e que podemos, sim, encontrar ninhos, inspirações e crescimentos nas mídias sociais.

O que quero é lembrar que existe uma vida e existe um corpo debaixo de todas essas camadas de distrações que nos retiram de nós. Mas a boa notícia é que, sim, podemos estar aqui garantindo a intimidade com o suficiente e com a soberania desse corpo vivo.

Numa investigação por outros usos do tempo, arranhamos as estruturas que adoecem, a vida se amplifica e o corpo se despe, enfim, de tanta demanda por performance.

[esse é um texto-convite, mas também um aviso: estarei off do dia 27 de dezembro ao dia 10 de janeiro] 🪽

A vida acontecendo bonita na última semana:1. Confra Psi - feliz em tê-las por perto nesse caminho;2. Um tipo de present...
22/12/2025

A vida acontecendo bonita na última semana:

1. Confra Psi - feliz em tê-las por perto nesse caminho;
2. Um tipo de presentinho que gosto de dar é beleza e recordação de vida;
3. Encontro com a queridona que fez uma massagem maravilhosa no dia do meu aniversário, em Lençóis. Das coisas boas de viajar sozinha, são as pessoas que ficam;
4. Uma boa leitura com recordação do corpo vivo;
5. Sentindo o vento e suas danças;
6. A última cartinha do primeiro lote, após 2 anos e 7 meses;
7. Diário novo e lindo, pra seguir me acompanhando.

💜

Fim do ano chegou e considero bom colocarmos uma lente de aumento no suficiente. Percebo, inclusive, que é uma das princ...
21/12/2025

Fim do ano chegou e considero bom colocarmos uma lente de aumento no suficiente. Percebo, inclusive, que é uma das principais dificuldades de uma sociedade que tem em seus contornos a configuração capitalista. E, dentre as consequências do não reconhecimento do suficiente, posso citar a perda do contato com os próprios valores, com o descanso, com o corpo sensível, com o senso de limite, com os questionamentos.

Em um dos livros de Brené Brown encontrei uma pergunta que me colocou curiosa e adaptei para que vocês, quem sabe, convidem alguma curiosidade pra mais perto também. De vez em quando trago aqui: eu criei o que chamei de Lista do Suficiente - como lugar de revisita - para lembrar quem sou, para recordar que a simplicidade é um valor pra mim, para entender que já tem muita coisa boa disponível todos os dias. Tem sido exercício importante nessa maré de estímulos.

Quando você considera que um dia ou uma semana ou um mês foi bom, quais foram as condições específicas que aconteceram, que trouxeram a sensação do ‘bom’? Construa uma lista e veja o que aparece no corpo.

Eu começo:

1. Quando consigo ter momentos de silêncio;
2. O dia ensolarado e fresco;
3. Dormir bem;
4. Quando estudo algo interessante;
5. Fazer contato com a beleza (seja na natureza, nos amores, nas artes);
6. Corpo disposto e saudável;
7. Quando nenhuma notícia desagradável chegou;
8. Estar entre pessoas com quem sinto conforto;
9. Ler um livro que traz um modo poético de dizer algo comum;
10. Quando sinto conexão espiritual com a vida.

Quando você considera que um dia ou uma semana ou um mês foi bom, quais foram as condições específicas que aconteceram, que trouxeram a sensação do ‘bom’? - Preciso dizer que vou gostar de saber de algum item da sua lista do suficiente. Se quiser, comenta aqui embaixo. 👇🏽❣️

Estarei em pausa do dia 27 de dezembro ao dia 10 de janeiro - nesse período estarão suspensos os atendimentos clínicos, ...
20/12/2025

Estarei em pausa do dia 27 de dezembro ao dia 10 de janeiro - nesse período estarão suspensos os atendimentos clínicos, o envio de cartas terapêuticas e as supervisões. As respostas no WhatsApp acontecerão mais lentamente e não acessarei o Instagram. Ficarei interessada na vida que acontece fora daqui, mas volto. 💛

se deixa ventar também.
19/12/2025

se deixa ventar também.

ÚLTIMA CHAMADA para o lab individual com uma vaga disponível! ✨Ainda dá tempo de agendar a primeira conversa para amanhã...
18/12/2025

ÚLTIMA CHAMADA para o lab individual com uma vaga disponível! ✨

Ainda dá tempo de agendar a primeira conversa para amanhã e o lab corporal para alguma data da próxima semana.

Abaixo, um pouco da história dessa proposta, para quem chegou aqui recentemente:

A ideia era estar em grupo presencialmente, mas não consegui formar o número mínimo de participantes. Naquela noite, acordei às 3h30 e não consegui dormir mais. Decidir nem sempre é simples, nem sempre é fácil — principalmente quando envolve o tempo de outras pessoas, investimentos financeiros e entusiasmo.

Já havia investido no espaço e na fotografia há meses. Poderia cancelar. Mas dois mil e vinte e cinco me soprou que preciso perseverar nas minhas faíscas, sem desviar os olhos dos meus desejos. E que a minha vida criativa também pode ter seu espaço quando não tem uma mão segurando a minha. Ativei a brasa.

Decidi percursar sozinha o que imaginei, criando um laboratório para integrar o que vivi de janeiro até aqui, desde o corpo. Gravei minha voz conduzindo a mim mesma, enquanto fui fotografada por Thai do 📷❣️

Do que não deu certo e do que deu muito certo, soltei as asas de um projeto inesperado: um Laboratório Corporal Individual como convite para seguir em processo de investigação e revisão de si, através do corpo — entre novembro e dezembro. Tenho uma vaga para a próxima semana e essa é última chamada.

Você escolhe o tema, o que quer que esteja presente e o que não quer que aconteça durante o lab: usos da voz, respirações, enraizamentos, danças, músicas, movimentações específicas, trabalhos artísticos, materiais. A construção é conjunta, em ambiente seguro.

É para se adubar, acreditar na semente, fortalecer uma raiz, perceber o que se move e o que não se move, parir possibilidades — abrindo a escuta sensível para o corpo vivo.

💛✨

As cartas terapêuticas Corpografias recordam a potência do corpo, com suas distintas formas de regulação, assim como cri...
17/12/2025

As cartas terapêuticas Corpografias recordam a potência do corpo, com suas distintas formas de regulação, assim como criam chamamentos para um contato genuíno com os modos de habitar a própria fisicalidade e de estar nas relações intercorporais.

Os estudos, conhecimentos e raízes na Gestalt-Terapia, Psicologia Corporal, Teoria Polivagal e práticas em dança, trouxeram fundamento para este trabalho.

Nesse recurso, é possível encontrar um total de 80 cartas com perguntas e/ou sugestões, para que uma ambiência de reconexão e um horizonte corporal diferente possam ser vislumbrados.

Na contemporaneidade, a sociedade ocidental estabelece para o corpo o lugar da máquina e do objeto, fabricando sintomas, sobrecargas e distanciamentos corporais. As cartas terapêuticas Corpografias, portanto, pretendem reavivar um corpo que é sensível, vibrátil, sábio e honesto. Um corpo vivo e companheiro nas experimentações, nos processos e movimentos existenciais.

Estamos no final do primeiro lote, com as últimas 07 cartas antes do reajuste no valor.

Para reservar, pode preencher a ficha de interesse disponível na BIO. Entrarei em contato contigo, em breve.

Investimento: R$80+frete

Desde que comecei a trocar sobre o corpo na clínica gestáltica, com colegas de diversas localidades e localizações inter...
16/12/2025

Desde que comecei a trocar sobre o corpo na clínica gestáltica, com colegas de diversas localidades e localizações internas, nunca mais deixei de fazer contato comigo de um modo nu, cru e honesto.

Eu não me permitiria falar sobre corpo sem viver o que digo, o que sugiro enquanto experimento para outro corpo, sem sentir em mim o que conto acerca das erosões e recomposições possíveis nas fisicalidades.

E nessa não permissão de uma incoerência - nesse ponto bem específico da minha vida - sempre me pergunto como tenho vivido as minhas fronteiras: o contato com meus valores e crenças, com os confortos e desconfortos das familiaridades, com a surpresa e a ansiedade do desconhecido, com meus modos de expressão densos ou rarefeitos, com as minhas relações intra e intercorporal, minhas exposições, meus encolhimentos, minha rigidez e espontaneidade.

E, olha... continuo na experiência de juntar essas minhas poeiras e importâncias, conhecendo curiosamente a biografia do corpo que sou.

Me colocar na cena de vulnerabilidade, dizer de minhas vergonhas também para o grupo que me escuta e escutar as suas, dançar junto com a pessoa que atendo, sentir os arranhões das diferenças ou dos chamados inquietos por mudança e movimento. Ser vista como humana e arrancar a máscara, o roteiro, dar um abraço na juíza de dentro. É que tá tudo bem ser uma humana - tenho entendido.

E cada encontro, cada conversa, cada grupo, cada sessão do meu processo pessoal de terapia, cada atendimento do lugar de psicoterapeuta têm me transformado de uma maneira que nem eu imaginava. Tem sido fundo, turbulento, flutuante e fresco (tudo ao mesmo tempo).

Muita gente nova chegando nos últimos meses por aqui. Me sinto aberta às possibilidades de interações que teremos e tamb...
15/12/2025

Muita gente nova chegando nos últimos meses por aqui. Me sinto aberta às possibilidades de interações que teremos e também sinto que pode ser um bom início me apresentar. Nesse ponto, prefiro falar sobre como a vida tem passado no corpo, sobre os interesses que vivificam meus olhos e sobre os valores que sedimentam minhas relações, meu trabalho e minhas escolhas.

Sou Roberta Cecília e outros nomes que crio no caminho. Eu amo viver. Sinto, quase todos os dias, alguma sensação de agradecimento: pelo teto, pela possibilidade de me cuidar, pelo beija-flor que passou ali e foi bonito. Sinto a vida generosa. Curiosa que sou, busco experimentações e sempre cresço com elas. Amo viajar, ir a restaurantes novos, gosto de conhecer diferentes práticas corporais, aprecio o descanso e estar off com frequência. Me interesso fortemente pela beleza das coisas.

Como psicóloga, sinto um chamamento para estudos que envolvam o corpo e perco a noção do tempo quando leio sobre e me vivencio no corpo. Trabalho como psicoterapeuta desde 2017, como professora em cursos de formação e pós-graduação na Gestalt-Terapia, como facilitadora de laboratórios corporais (em grupo ou individualmente) e como supervisora centrando nas questões corporais. Também gosto de aninhar criações - em 2023, por exemplo, desenvolvi um recurso terapêutico em forma de baralho, com sugestões e/ou perguntas, chamado Corpografias, que já chegou em cerca de 200 pessoas, dentro e fora do país.

Valorizo o tempo, o amor, a simplicidade e a honestidade. Me inspiro quando encontro gentes espontâneas e que sabem reconhecer o suficiente. Valorizo a natureza e a respiração que acontece todos os dias, os movimentos que acontecem todos os dias, os apoios físicos que acontecem todos os dias. Valorizo gestos de atenção e cuidado. E respeito minha história, me entendendo desde um olhar compassivo, cada vez mais.

Que a gente possa construir uma relação — de longe ou de perto. É a parte boa de estar aqui, falando e conectando humanidades.

Boas-vindas!

Endereço

Rua Alceu Amoroso Lima, Edifício Mondial Salvador Office, Caminho Das Árvores
Salvador, BA
41820-770

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