Larissa Machado

Larissa Machado Trabalho com o propósito de favorecer a construção de ambientes familiares e escolares respeitosos, cooperativos, empáticos e éticos.

Atendimento individual de orientação parental e workshop e cursos de formação para famílias e escolas.

03/10/2025

Viva a nossa Tempo de Criança!
Hoje é dia de celebração, gratidão e uma imensa alegria! 🧡💙

Hoje a Tempo de Criança completa 46 anos. São quase cinco décadas de uma história que não se escreve apenas em datas, ma...
03/10/2025

Hoje a Tempo de Criança completa 46 anos. São quase cinco décadas de uma história que não se escreve apenas em datas, mas em sonhos, coragem e amor. Para mim, celebrar esse aniversário é mais que comemorar: é sentir a força de um legado que carrego no coração e que me inspira a cada dia.

Meu primeiro agradecimento é para minha mãe e minha tia. Foram elas que, com coragem e determinação, plantaram essa semente e me mostraram o que é acreditar de verdade na educação e na infância. Inúmeras vezes pude ver o brilho nos olhos delas diante das conquistas da escola, a paixão com que falavam daquilo que estavam construindo e o amor incondicional que tinham pela Tempo de Criança. Cresci contagiada por essa energia e inspirada por essa fé, que me impulsionou a seguir esse caminho e a assumir a responsabilidade de levar adiante essa missão.

Hoje, olho para trás e reconheço cada pessoa que passou pela nossa história, deixando sua marca. Agradeço aos que estão conosco no presente, fortalecendo a caminhada diária, e também aos que chegaram recentemente, confiando em nosso propósito e se unindo a essa grande família.

Celebrar 46 anos é honrar o passado, viver intensamente o presente e acreditar no futuro que juntos podemos construir. É saber que a escola que nasceu de um sonho continua viva, pulsante e em movimento, transformando vidas todos os dias.

Peço a Deus que nunca nos falte sabedoria e amor para continuar no ofício de educar em tempos tão difíceis. Que possamos manter aceso o brilho nos olhos, a coragem de enfrentar os desafios e a certeza de que cada criança que passa por aqui é parte da nossa razão de existir.

💙🧡 Viva a Tempo de Criança! Viva esses 46 anos de história! 💙🧡

03/10/2025

🌱💰 Projeto: Dinheiro não dá em árvore
Educação Financeira e Sustentabilidade caminhando juntas!

Na nossa escola, acreditamos que formar cidadãos conscientes vai muito além dos conteúdos acadêmicos. É preparar para a vida, ensinando valores, responsabilidade e escolhas conscientes.

O projeto une educação financeira e sustentabilidade, mostrando que atitudes simples do dia a dia podem transformar o futuro:
✨ poupar antes de gastar
✨ evitar o consumo por impulso
✨ reutilizar e reaproveitar
✨ cuidar do meio ambiente
✨ praticar o consumo consciente

Tudo isso com base na filosofia dos 5Rs: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar.

Queremos que nossas crianças entendam que dinheiro não surge do nada — é fruto de esforço e planejamento — e que o planeta também não tem recursos infinitos.

Nosso compromisso é com a formação de uma nova geração: mais consciente, sustentável e preparada para lidar com os desafios do mundo com inteligência financeira e responsabilidade ambiental. 🌎✨

Na escola, já estamos acostumados a tratar os erros acadêmicos como parte da aprendizagem. Quando uma criança erra, junt...
22/09/2025

Na escola, já estamos acostumados a tratar os erros acadêmicos como parte da aprendizagem. Quando uma criança erra, junto com ela, retomamos o raciocínio, refletimos sobre o que foi pensado e, a partir disso, ela corrige e avança. O erro, nesse contexto, é oportunidade de aprender.
Mas quando se trata de conflitos de convivência, como uma briga ou uma ofensa, por que a lógica muda? Ainda é comum recorrer à “bronca”, a intervenções autoritárias, como se, por si só, fossem capazes de ensinar. No entanto, esse caminho raramente gera transformação real. Muitas vezes, o que f**a é apenas raiva, revolta ou a sensação de injustiça. O foco deixa de ser o conflito em si e passa a ser o “castigo” recebido.
A neurociência ajuda a compreender por que isso acontece. Situações de conflito ativam a amígdala cerebral, responsável por respostas impulsivas ligadas ao instinto de luta ou fuga. Nesse estado, predominam emoções como medo e agressividade, e a criança não consegue refletir de forma consciente. Quando recorremos a intervenções autoritárias, reforçamos esse estado defensivo. Já a mediação abre espaço para que o córtex pré-frontal entre em ação. É nessa região que estão o raciocínio, a empatia, o autocontrole e a tomada de decisão.
No processo de mediação, a criança é convidada a escutar e a se expressar, compreender diferentes pontos de vista e pensar em reparações possíveis. Esse movimento transforma o conflito em experiência de aprendizagem socioemocional, tão importante quanto qualquer conteúdo acadêmico. A diferença é clara: a punição ensina a obedecer por medo; a mediação ensina a assumir responsabilidade pelas próprias atitudes e escolhas.
Quando a escola adota essa prática, constrói um clima mais favorável à aprendizagem, reduz violência, bullying e problemas comportamentais, fortalece vínculos e promove a cultura da paz. Nesse contexto, o aluno não apenas reconhece seus atos, mas também se implica na reparação dos danos emocionais ou materiais causados, aprendendo a lidar com as consequências de forma responsável e construtiva. Afinal, quem se sente respeitado, seguro e pertencente, tende a aprender mais e melhor.

Na escola, já estamos acostumados a tratar os erros acadêmicos como parte da aprendizagem. Quando uma criança erra, junt...
22/09/2025

Na escola, já estamos acostumados a tratar os erros acadêmicos como parte da aprendizagem. Quando uma criança erra, junto com ela, retomamos o raciocínio, refletimos sobre o que foi pensado e, a partir disso, ela corrige e avança. O erro, nesse contexto, é oportunidade de aprender.
Mas quando se trata de conflitos de convivência, como uma briga ou uma ofensa, por que a lógica muda? Ainda é comum recorrer à “bronca”, a intervenções autoritárias, como se, por si só, fossem capazes de ensinar. No entanto, esse caminho raramente gera transformação real. Muitas vezes, o que f**a é apenas raiva, revolta ou a sensação de injustiça. O foco deixa de ser o conflito em si e passa a ser o “castigo” recebido.
A neurociência ajuda a compreender por que isso acontece. Situações de conflito ativam a amígdala cerebral, responsável por respostas impulsivas ligadas ao instinto de luta ou fuga. Nesse estado, predominam emoções como medo e agressividade, e a criança não consegue refletir de forma consciente. Quando recorremos a intervenções autoritárias, reforçamos esse estado defensivo. Já a mediação abre espaço para que o córtex pré-frontal entre em ação. É nessa região que estão o raciocínio, a empatia, o autocontrole e a tomada de decisão.
No processo de mediação, a criança é convidada a escutar e a se expressar, compreender diferentes pontos de vista e pensar em reparações possíveis. Esse movimento transforma o conflito em experiência de aprendizagem socioemocional, tão importante quanto qualquer conteúdo acadêmico. A diferença é clara: a punição ensina a obedecer por medo; a mediação ensina a assumir responsabilidade pelas próprias atitudes e escolhas.
Quando a escola adota essa prática, constrói um clima mais favorável à aprendizagem, reduz violência, bullying e problemas comportamentais, fortalece vínculos e promove a cultura da paz. Nesse contexto, o aluno não apenas reconhece seus atos, mas também se implica na reparação dos danos emocionais ou materiais causados, aprendendo a lidar com as consequências de forma responsável e construtiva.

Na escola, já estamos acostumados a tratar os erros acadêmicos como parte da aprendizagem. Quando uma criança erra uma c...
20/09/2025

Na escola, já estamos acostumados a tratar os erros acadêmicos como parte da aprendizagem. Quando uma criança erra uma conta de matemática ou uma regra de português, não a punimos. Pelo contrário: paramos junto com ela, retomamos o raciocínio, refletimos sobre o que foi pensado e, a partir disso, ela corrige e avança. O erro, nesse contexto, é oportunidade de aprender.

Mas quando se trata de conflitos de convivência, como uma briga ou uma ofensa, por que a lógica muda? Ainda é comum recorrer à advertência ou à suspensão como se a punição fosse capaz, por si só, de ensinar. No entanto, esse caminho raramente gera transformação real. Muitas vezes o que f**a é apenas raiva, revolta ou a sensação de injustiça. O foco deixa de ser o conflito em si e passa a ser o castigo recebido.

A neurociência ajuda a compreender por que isso acontece. Situações de conflito ativam a amígdala cerebral, responsável por respostas impulsivas ligadas ao instinto de luta ou fuga. Nesse estado, predominam emoções como medo e agressividade, e a criança não consegue refletir de forma consciente. Quando aplicamos apenas a punição, reforçamos esse estado defensivo. Já a mediação abre espaço para que o córtex pré-frontal entre em ação. É nessa região que estão o raciocínio, a empatia, o autocontrole e a tomada de decisão.

No processo de mediação, a criança é convidada a escutar e a se expressar, compreender os diferentes pontos de vista e pensar em reparações possíveis. Esse movimento transforma o conflito em experiência de aprendizagem socioemocional, tão importante quanto qualquer conteúdo acadêmico. A diferença é clara: a punição ensina a obedecer por medo; a mediação ensina a assumir responsabilidade pelas próprias atitudes e escolhas.

Quando a escola adota essa prática, constrói um clima mais favorável à aprendizagem, reduz violência, bullying e problemas comportamentais, fortalece vínculos e promove a cultura da paz. Afinal, só aprende de verdade quem se sente respeitado, seguro e pertencente.

Mediar conflitos não é perda de tempo, é oportunidade de formar uma geração com mais humanidade.

🎧 Episódio no ar! Vai lá conferir, porque tá lindo!! Uma conversa gostosa, profunda e acolhedora entre eu e  (cineasta, ...
23/06/2025

🎧 Episódio no ar!

Vai lá conferir, porque tá lindo!!

Uma conversa gostosa, profunda e acolhedora entre eu e (cineasta, diretora, artista, fotógrafa e mulher multitalentosa) sobre infância, adolescência, vínculos familiares e os silêncios que afastam e machucam.

A partir da série Adolescência e de filmes como Precisamos Falar Sobre Kevin, Força Maior e Uma Família Normal, refletimos sobre autoridade, escuta, escola e afeto.

➡️ Assista no Spotify
https://lnkd.in/d_Q-NHxy

➡️ Assista no Youtube
https://lnkd.in/daXXcRSy

Dentro de um abraço a gente:Acolhe uma criança que choraColoca-a no coloEscuta com o coraçãoTraduz em palavras aquilo qu...
22/05/2025

Dentro de um abraço a gente:

Acolhe uma criança que chora
Coloca-a no colo
Escuta com o coração
Traduz em palavras aquilo que ela ainda não sabe dizer.
E, no abraço apertado, sussurra:
‘Estou aqui com você. Vai f**ar tudo bem.’

Esse é um daqueles momentos em que a gente confirma a nossa missão de vida…

Obrigada “meu menino” por esse abraço que nos fez tão bem!

Sim, precisamos fazer mais!Uma série necessária para refletir sobre aspectos essenciais da adolescência, especialmente s...
22/03/2025

Sim, precisamos fazer mais!

Uma série necessária para refletir sobre aspectos essenciais da adolescência, especialmente sobre o abismo que muitas vezes separa gerações – pais e filhos que convivem sem perceber o quanto estes estão vulneráveis e expostos a perigos, justamente no lugar que se imagina ser o mais seguro: dentro do próprio quarto.
Essa série presta um serviço à sociedade atual. Sua discussão é um dever de todos. Aborda temas como influências digitais, bullying, solidão, violência e misoginia. Mas, acima de tudo, escancara a urgência de que família e escola estejam atentos a essas questões, que atravessam a adolescência de forma intensa e exigem cuidado e atenção.
De uma potência imensa. Revira o estômago, emociona e, muitas vezes, choca, justamente por tocar no que há de tão humano em nós.
Quem nunca se perguntou se poderia ter feito mais por um filho? Quem nunca se culpou por achar que não fez o suficiente? Quem nunca se questionou: “Onde eu errei?”
Ninguém jamais dará conta de tudo. Sempre haverá faltas. Mas que elas não sejam de presença, de conexão.
Que não seja por acreditarmos que nossos filhos estão seguros dentro dos seus quartos, enquanto eles se perdem em meio ao labirinto de telas, conteúdos, algoritmos, solidão e angústias que não compartilham.
Que saibamos entrar em seus mundos, conhecer seus gostos, seus interesses, sua linguagem, seus códigos, para que possamos também conhecer um pouco de suas dores.
A conexão é a chave que abre a porta para uma vinculação genuína – aquela que constrói segurança, confiança e desejo de compartilhar vulnerabilidades.
A adolescência é uma fase de profundas transformações. É preciso estar atento e forte para ser sustentação e suporte.
Que essa série nos desperte para a importância de estarmos verdadeiramente presentes (pais, escola, comunidade, governo) na vida dos nossos adolescentes, não apenas observando de longe, mas nos fazendo acessíveis, disponíveis e confiáveis. Que possamos enxergar além das portas fechadas, ultrapassar as barreiras do silêncio e construir pontes de diálogo e acolhimento. Porque, no fim das contas, o que realmente pode protegê-los não é o controle, é a conexão.

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08/03/2025

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Hoje celebramos os sonhos de todas as meninas que um dia se tornarão grandes mulheres! Incentivamos cada uma a explorar seu potencial e a acreditar que podem ser o que quiserem. ✨ 🧡💙

Também agradecemos as mulheres que fazem a nossa escola, e que, com força, afeto e trabalho, encorajam os sonhos de cada menina que aqui estuda.

Feliz Dia Internacional da Mulher! 💖💖💖

Endereço

Salvador, BA

Horário de Funcionamento

Terça-feira 08:00 - 20:00
Quarta-feira 13:00 - 20:00

Telefone

+5571999649630

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