Educação Física e Fisioterapia. Aliadas na sua Saúde

Educação Física e Fisioterapia. Aliadas na sua Saúde INVISTA NA SUA SAÚDE: Procure sempre um profissional qualificado especializado em Educação Física e Fisioterapia. Tenha resultados!

😔 A dor crônica e a hipertensão arterial (HAS) são condições prevalentes e frequentemente coexistem, formando uma sinerg...
29/09/2025

😔 A dor crônica e a hipertensão arterial (HAS) são condições prevalentes e frequentemente coexistem, formando uma sinergia que amplia o impacto negativo na saúde. Estudos mostram que até 40% das pessoas com dor crônica apresentam HAS, reforçando a interconexão entre os sistemas cardiovascular e regulador da dor.

🗣 Em indivíduos saudáveis, estímulos dolorosos ativam mecanismos hemodinâmicos que elevam a pressão arterial e reduzem a percepção da dor — um fenômeno conhecido como hipoalgesia relacionada à pressão arterial. Entretanto, na presença de dor crônica, esse mecanismo torna-se disfuncional, podendo levar à hipersensibilidade dolorosa e ao agravamento da hipertensão.

📊Diversos fatores contribuem para essa relação, como exaustão dos mecanismos noradrenérgicos, alterações na sensibilidade dos barorreceptores, inflamação sistêmica e fatores psicossociais como estresse, ansiedade e privação do sono. Esses processos criam um ciclo de retroalimentação no qual a dor crônica favorece a elevação da pressão arterial, enquanto a HAS contribui para maior disfunção nos sistemas de modulação da dor.

😷 O exercício físico surge como uma intervenção central, capaz de reduzir tanto a intensidade da dor quanto os níveis pressóricos. Essa melhora ocorre por meio da hipoalgesia induzida pelo exercício, da regulação autonômica e de alterações neuroquímicas associadas ao controle da dor. Práticas complementares, como exercícios respiratórios e meditação, também demonstram benefícios para o manejo conjunto da dor crônica e da HAS.

O manejo fisioterapêutico deve considerar estratégias integradas, que incluam educação em saúde, identificação dos fatores de risco comuns, um exame minucioso e a promoção de reavaliações contínuas para permitir o avanço de um manejo adequado que leve a desfechos positivos para o paciente com dor crônica e HAS. Com isso, é possível quebrar o ciclo de reforço entre dor crônica e HAS, promovendo melhor qualidade de vida e prognóstico para os pacientes.

🔎 Tudo Sobre Dor ✍

Tudo Sobre Dor 🗣️ Obrigatoriamente o tratamento das crônicas é multimodal;✔️ Em muitos casos, além de multimodal, o trat...
24/09/2025

Tudo Sobre Dor

🗣️ Obrigatoriamente o tratamento das crônicas é multimodal;

✔️ Em muitos casos, além de multimodal, o tratamento das dores crônicas é multidisciplinar; e

✔️ Um dos poucos tratamentos indispensáveis, além de bons hábitos (sono e saúde mental, dentre outros), para o controle das dores crônicas, é tornar o paciente ativo objetivando a prática de exercício físico.

👉🏻 O comportamento inativo é um fator de risco para o desenvolvimento de algumas subcategorias de dores crônicas.

👉🏻 Igualmente, quando a dor aguda se faz presente, em alguns casos, o comportamento inativo é um fator de risco para transição entre dores agudas e crônicas.

👉🏻Da mesma forma, quando a dor é crônica, o comportamento inativo auxilia na manutenção, gravidade, flare-up e aumento dos campos receptivos da dor.

👉🏻Por fim, o comportamento inativo também pode reduzir o tamanho de efeito de outros tratamentos para o controle da intensidade da dor.

Tudo Sobre Dor  ✍ 🗣️ O exercício físico atua em vias similares aos fármacos inibidores da recaptação de serotonina e nor...
24/09/2025

Tudo Sobre Dor ✍

🗣️ O exercício físico atua em vias similares aos fármacos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN) e antidepressivos para o controle da intensidade da dor.

👉🏻 Por exemplo, indivíduos sedentários apresentam maior atividade da proteína SERT (ler definição abaixo e imagem 2). Nesse caso, possuindo menos serotonina na fenda sináptica. Assim, tendo um prejuízo na inibição descendente, haja vista que essa monomania faz parte dos neurotransmissores que compõe o sistema modulatório descendente da dor. Em contrapartida, indivíduos ativos fisicamente têm uma menor atividade da proteína SERT. Nesse caso, possuindo mais serotonina na fenda sináptica. Desta forma, tendo uma maior funcionalidade do sistema modulatório descente da dor. Em outras palavras, uma maior inibição descendente.

👉🏻 A proteína SERT (transportador de serotonina) é uma proteína transportadora de monoaminas responsável pela recaptação da serotonina (um neurotransmissor crucial) da fenda sináptica de volta para o neurônio pré-sináptico, sendo assim um alvo de medicamentos como os ISRSs (inibidores seletivos de recaptação de serotonina), usados no tratamento da depressão e outros transtornos neuropsiquiátricos.

Tudo Sobre Dor ✍ 🧠 Neurônios liberam o hormônio corticotropina (CRH) no núcleo paraventricular (NPV) do hipotálamo são c...
22/09/2025

Tudo Sobre Dor ✍

🧠 Neurônios liberam o hormônio corticotropina (CRH) no núcleo paraventricular (NPV) do hipotálamo são conhecidos por desempenhar um papel na resposta ao estresse por meio da ativação do eixo HPA.

💫Os circuitos cerebrais relacionados à dor se sobrepõem às regiões cerebrais relacionadas ao estresse, indicando que estímulos de estresse podem induzir hiperalgesia (maior sensibilidade a dor). Há relatos que estímulos estressores aumentam a sensibilidade à dor. Além disso, um estudo recente mostrou que a ativação do NPV pelo CRH, acompanhada do circuito estresse-ansiedade, prolonga a dor pós-cirúrgica.

🌀A ativação dos neurônios CRH hipotalâmicos pelo estresse agrava a dor crônica. Por outro lado, o exercício melhora a dor crônica por meio da ativação do sistema β-endorfínico endógeno, o qual está associado à ativação dos sistemas dopaminérgicos.

💠A liberação de CRH modula a função dos neurônios de dopamina na área tegmentar ventral (ATV). Também foi relatado que neurônios dopaminérgicos ativados na ATV suprimem indiretamente a atividade do CRH no NPV. Assim, neurônios CRH e neurônios dopaminérgicos da VTA podem contribuir para a modulação da dor por meio de sua interação mútua. Portanto, é possível que a modulação da atividade do CRH no NPV esteja parcialmente envolvida na HIE por meio da ativação dos neurônios de dopamina na VTA durante o exercício moderado.

🕃 Além disso, os neurônios dopaminérgicos na ATV podem apresentar um padrão de inervação que suprime indiretamente a atividade dos neurônios CRH no NPV do hipotálamo, sugerindo que o estado de euforia que surge com a ativação dos sistemas dopaminérgicos pelo exercício atenua reações emocionais negativas e a exacerbação da dor crônica causada pelo estresse.

📝 A atividade física ajuda a manter o sistema equilibrado! 😉

Tudo Sobre Dor ✍ 🗣  As informações relacionadas à dor são processadas em várias regiões, incluindo o córtex somatossenso...
21/09/2025

Tudo Sobre Dor ✍

🗣 As informações relacionadas à dor são processadas em várias regiões, incluindo o córtex somatossensorial, córtex pré-frontal, córtex cingulado, hipotálamo, tálamo e tronco cerebral. Essas regiões estão fortemente associadas a processos autonômicos. Assim, os componentes do corpo interagem com o sistema nervoso autônomo (SNA) e a dor, e essas interações podem diferir significativamente na presença da dor. Em especial, a hiperatividade do sistema nervoso simpático (SNS) induzida pela dor crônica, ativa aferências nociceptivas, o que pode contribuir para o aumento da resposta de dor generalizada, hiperalgesia e alodínia.

🌀 Por outro lado, também foi demonstrado que a dor crônica (DC) reduz a sensibilidade às respostas dolorosas e às respostas autonômicas, como diminuição da variabilidade da frequência cardíaca, redução da sensibilidade barorreflexa e aumento da latência de resposta do SNS. Como resposta a essa disfunção autonômica no contexto da dor crônica, o exercício físico moderado (EFM) é considerado um tratamento eficaz em pacientes com dor persistente. Em geral, o EFM desloca o equilíbrio autonômico para a dominância simpática, e a respiração lenta ou profunda após o exercício desloca ainda mais esse equilíbrio para a dominância parassimpática, sugerindo que o EFM auxilia na recuperação do equilíbrio alterado do sistema nervoso autônomo.

📊 Além disso, já foi demonstrado que o EFM é eficaz não apenas no controle da dor, mas também na saúde mental e da função física, sugerindo a liberação de endorfinas endógenas que influenciam a atividade do SNA. Está bem documentado que os sistemas opioide endógeno, serotoninérgico (5-HT) e canabinoide estão envolvidos nos mecanismos analgésicos do sistema nervoso central.

📍 Em síntese, o EFM pode regular o SNA, ao interromper o ciclo de hiperatividade do SNS, igualmente reduzir atividade de aferentes nocicepetivos. Assim, contribuindo para redução da hipersensibilidade local e generalizada e aumento dos campos receptivos (espalhamento da dor).

Tudo Sobre Dor ✍ 📝 Novo estudo (PAIN, 2025) sugere criação da 7ª subcategoria de dor crônica secundária. No caso, dores ...
21/09/2025

Tudo Sobre Dor ✍

📝 Novo estudo (PAIN, 2025) sugere criação da 7ª subcategoria de dor crônica secundária. No caso, dores crônicas secundárias após infecção (ex.: Neuralgia pós-herpética, a dor neuropática associada ao HIV, infecções por HTLV-1 e hanseníase. Igualmente, COVID-19, Dengue e Chikungunya, etc).

📍Igualmente, os autores sugerem 3 critérios para diagnóstica-la na prática clínica.

✍ São eles:

Dor crônica secundária à infecção, definição:

A dor crônica relacionada à infecção (DRI) é aquela que dura mais de 3 meses e está associada a uma doença infecciosa diagnosticada. Trata-se de um grupo heterogêneo de condições de DRI dor crônica associadas a infecção aguda, crônica, curada, ou ainda em tratamento. A DRI pode persistir apesar do controle ou resolução da infecção. A dor pode ser nociceptiva, neuropática ou nociplástica, e também pode atender aos critérios diagnósticos de outros subgrupos de dor crônica.

📊 Critérios diagnósticos:

Critérios obrigatórios:
A) Dor crônica (persistente ou recorrente por mais de 3 meses);
B) Uma doença infecciosa foi diagnosticada;
C) Uma nova condição de dor crônica, ou agravamento claro de uma condição pré-existente de dor crônica, começou em associação com o início ou agravamento da doença infecciosa.

📈 Critérios de apoio (pelo menos um deve ser atendido):
D) As características da DRI são conhecidas por ocorrer no contexto da doença infecciosa diagnosticada;
E) Outras etiologias de dor foram descartadas ou consideradas improváveis; e
F) As principais características da dor crônica relacionada à infecção podem estar associadas aos efeitos clínicos ou aos eventos adversos do tratamento da doença infecciosa.

Tudo Sobre Dor ✍ 📝 Presume-se que, em pacientes com dores crônicas, a massa muscular possa diminuir à medida que a ativi...
21/09/2025

Tudo Sobre Dor ✍

📝 Presume-se que, em pacientes com dores crônicas, a massa muscular possa diminuir à medida que a atividade física é reduzida devido a incapacidade física.

💪 O sistema músculo esquelético (SME) desempenha um papel central não apenas no exercício físico (EF), mas também no metabolismo energético de todo o corpo.

🗓 Recentemente, o metabolismo energético mitocondrial tem sido implicado na manifestação da fibromialgia. Por outro lado, foi demonstrado que o EF melhora a função mitocondrial do SME, sugerindo que uma combinação de EF moderado e farmacoterapia pode ser eficaz para o tratamento da fibromialgia. Além disso, a proteína quinase ativada por AMP (AMPK), que é um sensor metabólico que regula a expressão e a função dos canais TRPA1, pode influenciar na sensibilidade à dor. Portanto, a manutenção da massa muscular e a melhora do metabolismo energético por meio do EF moderado são considerados uma terapia não-farmacológica eficaz para o controle da intensidade da dor.

📉 Além da diminuição de massa muscular como consequência da falta de movimento. A restrição física também pode ser uma causa de estresse, e já foi demonstrado que o estresse por contenção (gesso/ imobilizadores) afeta vários neurotransmissores e sistemas hormonais, resultando em alterações fisiológicas e psicológicas como resposta ao estresse durante o processo de adaptação. Esse tipo de estresse influencia a percepção da dor de duas formas: por meio da analgesia induzida pelo estresse e da hiperalgesia induzida pelo estresse, que dependem da causa do estresse.

📍 Tudo Sobre Dor ✍ O exercício físico pode ativar o sistema modulatório descendente da dor (SMDD) e induzir hipoalgesia ...
18/09/2025

📍 Tudo Sobre Dor ✍

O exercício físico pode ativar o sistema modulatório descendente da dor (SMDD) e induzir hipoalgesia (redução da intensidade da dor), conhecida como Hipoalgesia Induzida por Exercício (HIE). Há evidências de que indivíduos com dor crônica apresentam uma função reduzida do SMDD, e o exercício regular pode fortalecer sua atividade antinociceptiva ao longo do tempo. A HIE refere-se ao fenômeno em que a sensibilidade à dor diminui após a prática de exercício. E geralmente é quantificada aplicando-se um estímulo doloroso ao corpo (estimulo condicionante) antes e depois do exercício (estímulo teste) e medindo-se as mudanças na sensibilidade à dor, como aumento ou diminuição nos limiares. Esse fenômeno foi estudado pela primeira vez por Black et al. (1979), em um relato de caso no qual a corrida de longa distância aumentou os limiares de sensibilidade à dor.

Desde então, a HIE tem sido investigada tanto em indivíduos saudáveis quanto naqueles com dor. As evidências atuais sugerem uma resposta consistente de HIE em indivíduos saudáveis por meio de várias modalidades de exercício. No entanto, em pessoas com dor, a HIE apresenta maior variabilidade dependendo do tipo de exercício, da condição dolorosa e da localização da dor. Não está claro se os mecanismos envolvidos na HIE em indivíduos saudáveis são compartilhados ou diferem daqueles apresentados em pacientes com dor crônica.

As vias descendentes centrais opioides e canabinoides têm sido classicamente propostas como o principal mecanismo da HIE. Assim como vias serotoninérgicas e a interação entre modulação da dor e resposta cardiovascular, modulação condicionada da dor, resposta neuroendócrina ao estresse e o sistema neuroimune.

🧠Através da liberação de neuromoduladores, como endorfinas, endocanabinóides, dopamina e serotonina, o exercício promove...
18/09/2025

🧠Através da liberação de neuromoduladores, como endorfinas, endocanabinóides, dopamina e serotonina, o exercício promove efeitos hipoálgicos e analgésicos, igualmente aprimora a resiliência emocional e reduz a resposta de recompensa associada a comportamentos de adição, como o tabagismo.

✔️Seus efeitos no eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal reduzem os níveis de cortisol, enquanto a regulação da melatonina promove a sincronização circadiana e os estágios mais profundos do sono.

✔️Além disso, o exercício modula o apetite aumentando a sensibilidade à insulina e alterando hormônios como a leptina e a grelina, contribuindo para o controle do apetite e o equilíbrio energético, dentre outros.

✔️Dito isso, o exercício físico é um tratamento não-farmacológico recomendado e efetivo para as 11 subcategorias de dores crônicas reconhecidas pela literatura, e a razão para essa efetividade transcende o sistema musculoesquelético. Isso é, o exercício físico pode ser efetivo para o controle da intensidade da dor e função mesmo na ausência de alterações na força, flexibilidade ou resistência (desfechos biomecânicos), sinalizando os possíveis efeitos (mediadores) neurofisiológicos e psicossociais por trás da prática de exercício físico na condição de tratamento não-farmacológico.

Tudo Sobre Dor ✍

Tudo Sobre Dor ✍ 🧠O exercício físico (EF) é um tratamento não-farmacológico recomendado e efetivo para as 11 subcategori...
18/09/2025

Tudo Sobre Dor ✍

🧠O exercício físico (EF) é um tratamento não-farmacológico recomendado e efetivo para as 11 subcategorias de dores crônicas reconhecidas pela literatura (6 primárias e 5 secundárias), e a motivo para essa efetividade transcende o sistema musculoesquelético. Isso é, o EF pode ser efetivo para o controle da intensidade da dor e função mesmo na ausência de alterações na força, flexibilidade ou resistência (desfechos biomecânicos), sinalizando os possíveis efeitos (mediadores) neurofisiológicos e psicossociais por trás da prática de EF na condição de tratamento não-farmacológico.

✔️O provável fenômeno por trás da redução da intensidade da dor é reconhecido como a “Hipoalgesia Induzida pelo Exercício Físico (HIE)”, que é caracterizada pela redução da intensidade da dor que pode ocorrer durante ou após uma única sessão de EF, independentemente da modalidade.

A literatura sugere 6 grandes grupos de mecanismos por trás da HIE:
1) Ação no sistema das monoaminas, endocanabinóides, opióides endógenos, imunológico, autonômico e psicossocial.

✔️Contudo, em pessoas com dores crônicas, a HIE pode estar disfuncional, destacando os cuidados prévios a prescrição do EF para o controle da intensidade da dor. Em especial, ao objetivar ofertar uma primeira boa experiência (prática) com a aplicação do EF na condição de tratamento não-farmacológico, ou seja, não “errar a mão inicialmente” ao ofertar escapes de intensidade da dor (flare-ups).

A dor da espondilite anquilosante (EA), Espondiloartrite Axial, é uma dor crônica secundária musculoesquelética. O fenót...
17/09/2025

A dor da espondilite anquilosante (EA), Espondiloartrite Axial, é uma dor crônica secundária musculoesquelética. O fenótipo de dor predominante é nociceptivo inflamatório, alguns casos pode transitar para nociplástica aumentada.

É uma doença inflamatória crônica, imunomediada e sistêmica que acomete principalmente o esqueleto axial. Principais características clínicas:
1) dor com rigidez matinal,
2) limitação funcional progressiva, e
3) redução da qualidade de vida.

As regiões mais acometidas:
1) articulações sacroilíacas,
2) coluna vertebral,
3) quadris, e
4) enteses.

Manifestações extra-articulares incluem uveíte anterior, psoríase e doença inflamatória intestinal.

Entre os principais fatores de risco: presença do alelo HLA-B27 (90–95% dos pacientes), histórico familiar, alterações no microbioma intestinal, s**o masculino (predomínio em formas radiográficas), além de fatores ambientais como tabagismo, estresse mecânico e exposição a poluentes. O início geralmente ocorre antes dos 45 anos, com maior incidência entre 20 e 30 anos.

Do ponto de vista fisiopatológico, a EA envolve: 1) ativação da via IL-23/IL-17,
2) participação de TNF-α e NF-κB,
3) remodelamento ósseo patológico com formação de sindesmófitos e ossificação de ligamentos,
4) desequilíbrio oxidativo com produção de radicais livres e dano celular,
5) papel da angiogênese e fatores como VEGF na neoformação óssea.

Enquanto ao diagnóstico, dor em região lombosacra (início 30 min, melhora com exercício, não melhora com repouso). Exames de imagem são fundamentais: radiografias (sacroileíte estrutural, sindesmófitos), e em fases iniciais a ressonância magnética pode detectar inflamação antes das alterações radiográficas. Marcadores laboratoriais como PCR, VHS, dentre outros, podem estar alterados.

O tratamento não-farmacológico é multimodal e predominante periférico para a dor nociceptiva. Educação em saúde (controle do peso, cessar fumo e álcool), estilo de vida vida (sono, alimentação e saúde mental), exercício físico (variadas modalidades), cinesioterapia, terapia manual, agentes eletrofísicos (LASER e TENS), agulhamento, termoterapia (calor), órteses e TCC.

📍 Tudo Sobre Dor ✍️

🧠O exercício físico é um tratamento não-farmacológico recomendado e efetivo para as 11 subcategorias de dores crônicas r...
16/09/2025

🧠O exercício físico é um tratamento não-farmacológico recomendado e efetivo para as 11 subcategorias de dores crônicas reconhecidas pela literatura, e a razão para essa efetividade transcende o sistema musculoesquelético.

🏋 Isso é, o exercício físico pode ser efetivo para o controle da intensidade da dor e função mesmo na ausência de alterações na força, flexibilidade ou resistência (desfechos biomecânicos), sinalizando os possíveis efeitos (mediadores) neurofisiológicos e psicossociais por trás da prática de exercício físico na condição de tratamento não-farmacológico.

✔️O fenômeno por trás da redução da intensidade da dor é reconhecido como “Hipoalgesia Induzida pelo Exercício Físico (HIE)”, que é caracterizada pela redução da intensidade da dor que pode ocorrer durante ou após uma única sessão de exercício físico, independentemente da modalidade.

📍 Tudo Sobre Dor ✍

Endereço

Salvador, BA

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 21:00
Terça-feira 09:00 - 21:00
Quarta-feira 09:00 - 21:00
Quinta-feira 09:00 - 21:00
Sexta-feira 08:00 - 21:00
Sábado 08:00 - 12:00
Domingo 08:00 - 12:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Educação Física e Fisioterapia. Aliadas na sua Saúde posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar