13/01/2026
O envio de amostras pode ser um diferencial no hora dos resultados de análises anatomopatológicas. Por isso hoje, a Dra. Andrea de Oliveira Cruz fala sobre a importância das boas práticas na coleta e envio de amostras, reforçando como cada etapa influencia diretamente a qualidade diagnóstica.
“Uma amostra bem coletada, devidamente identificada e encaminhada com as informações clínicas adequadas é o primeiro passo para um diagnóstico seguro. No laboratório, cada detalhe importa, e esse cuidado inicial, realizado ainda na clínica ou consultório, garante que tenhamos o material ideal para análise. Quando essa etapa é feita corretamente, reduzimos riscos de perda de qualidade e aumentamos a precisão do resultado.
Durante o processo de encaminhamento, é essencial atenção ao acondicionamento, ao tipo de fixador utilizado e ao tempo até o envio. Esses fatores são determinantes para a preservação dos tecidos e para a integridade da amostra, impactando diretamente no desempenho das técnicas que serão aplicadas no laboratório. Uma boa prática de transporte é um elo fundamental entre a coleta e o diagnóstico final.
Por fim, reforço que essa parceria entre clínica e laboratório fortalece a segurança do paciente. Quando cada etapa do fluxo é realizada com rigor e alinhamento técnico, o patologista recebe um material adequado e consegue entregar um laudo mais completo, contribuindo para decisões terapêuticas mais assertivas. Cuidado, comunicação e precisão formam a base de um diagnóstico confiável.”