17/03/2021
Há um ano a pandemia estava no início e eu disse que era preciso que as autoridades responsáveis pelo país tivessem discernimento para ver a gravidade da situação e enfrentar a questão. Pedia para que ficássemos em casa para controlar a circulação do vírus.
Havia o temor de que uma vacina poderia demorar anos para ser aprovada. O mais difícil se fez, em 9 meses tivemos várias vacinas, porém, elas não chegaram até a população brasileira e estamos nessa situação, uma dura realidade. Perto de 3.000 mortes por dia.
Sem vacinas suficiente, parte da população se mostrou sem compromisso com a vida, nem com a sua própria nem a com a dos seus familiares e, muito menos, com as vidas na sua comunidade. Segundo a OMS as campanhas de vacinação evitam pelo menos quatro (4) mortes por minuto, em todo o mundo. E ainda geram uma economia de R$ 250 milhões por dia.
Perdeu-se muito tempo, o que se materializa na perda de vidas, muitas vidas, enquanto se negava a eficácia da vacina.
O ano que passou foi terrível e este está sendo mais difícil ainda. Chegamos, agora, no pior nível da pandemia: pessoas já estão morrendo por falta de oxigênio ou na fila de espera por UTIs aqui na nossa região. Isso não pode ser visto como “uma fatalidade”, fomos exaustivamente alertados. Há um ano o perigo de chegarmos a isso foi alertado por médicos infectologistas, por pesquisadores no Brasil e no mundo. Fomos alertados que se não controlássemos a pandemia teríamos um colapso geral no sistema de saúde. Então não há que se falar em fatalidade, é uma verdadeira falta de empatia e demonstração de desprezo pela vida alheia.
Incentivar a vacinação de nossos conhecidos e familiares assim que as vacinas nos forem disponibilizadas e praticar o isolamento é o único caminho para que possamos vencer a pandemia.
Somos convidadas e convidados a valorizar a vida, abraçar o futuro com esperança, e
não desanimemos, pois Deus caminha conosco, e roguemos que ele permita que não nos falte alegria, mesmo nesse momento que é o mais trágico da nossa história.
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