10/05/2026
Tem um tipo de mãe que ninguém celebra direito hoje.
Não porque ela não mereça.
Porque ela está ocupada demais sobrevivendo pra parar pra receber flor.
Ela acorda antes de todo mundo.
Resolve o que ninguém viu que precisava ser resolvido.
Sustenta o que deveria ser dividido.
Sorri pra não assustar os filhos.
E engole, sozinha, o que seria pesado demais pra qualquer pessoa carregar.
Essa mãe não está apenas cansada do trabalho.
Ela está cansada de ser a única.
A única que aparece. A única que resolve. A única que não pode quebrar.
E no meio de tudo isso — entre uma conta e uma obrigação, entre uma batalha e outra — ela foi esquecendo de si mesma.
Não por fraqueza.
Por excesso de amor por todo mundo menos por ela.
Eu conheço essa mulher de perto.
Já fui ela. Em alguns dias ainda sinto o peso que ela carrega.
E foi exatamente por isso que construí o trabalho que faço hoje.
Porque mulher que carrega tudo sozinha não precisa de mais força.
Ela precisa de alguém que finalmente olhe pra ela e diga:
sua vez.
Se você se reconheceu aqui —
me chama no WhatsApp.
Não precisa explicar muito. Só chega.
Eu sei ouvir o que está nas entrelinhas.
🤍