Renato.psicoterapeuta

Renato.psicoterapeuta Página destinada a conversarmos sobre saúde mental.

10/05/2026

Nadar é bom demais 😀

10/05/2026

Existe uma romantização muito grande em torno da maternidade.

Como se toda mãe precisasse ser forte o tempo inteiro.
Como se não pudesse cansar, falhar, sentir medo ou simplesmente precisar de colo também.

Mas talvez o que muitas mães mais precisem hoje não seja serem chamadas de guerreiras…
e sim serem enxergadas com mais humanidade.

Porque por trás da mulher que cuida, organiza, protege e sustenta tantas coisas diariamente…
existe alguém que também se sobrecarrega, se culpa, se perde de si às vezes e tenta continuar enquanto cuida da existência de outro alguém.

Ser mãe não deveria significar deixar de ser pessoa.

Talvez amar uma mãe também seja isso:
olhar para ela com mais delicadeza, mais escuta e menos exigência.

Nem toda mãe consegue dar conta de tudo o tempo inteiro.
E ainda assim, muitas seguem oferecendo presença, amor e cuidado da forma que conseguem.

E isso também é amor.

Feliz Dia das Mães para todas que continuam tentando, sentindo, aprendendo e existindo dentro dessa travessia tão humana. 🤍

08/05/2026

POV: eu tentando permanecer positivo enquanto a vida resolve testar absolutamente todos os meus limites ao mesmo tempo.

Igual o Olaf atravessando tudo sem desistir… meio perdido, meio surtando, mas ainda tentando continuar.

E talvez seja assim que muita gente esteja vivendo hoje:
tentando manter o bom humor,
seguir funcionando, continuar “forte”, mesmo emocionalmente exausto por dentro.

Só que existe uma diferença entre persistir e se abandonar no processo.

Na terapia, a gente entende que saúde emocional não é fingir que está tudo bem o tempo inteiro. É conseguir reconhecer o próprio limite sem sentir culpa por isso.

Porque até quem tenta iluminar tudo ao redor, às vezes também precisa de colo, pausa e cuidado.

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06/05/2026

Tem comportamentos que a sociedade aprendeu a chamar de “normais”…
mas que, muitas vezes, são formas de sobrevivência emocional.

Pedir desculpas o tempo todo.
Ter medo de incomodar.
Sentir culpa ao descansar.
Precisar agradar para não ser abandonado.
Viver em estado de alerta, mesmo quando “está tudo bem”.
Rir enquanto algo por dentro queria apenas parar e respirar.

Às vezes, isso é chamado de personalidade.
Mas nem sempre é só um “jeito de ser”.
Às vezes, é a maneira que alguém encontrou para continuar existindo emocionalmente.

Porque o sofrimento nem sempre chega como uma grande tragédia visível.
Às vezes, ele nasce em pequenas ausências.
Na invalidação repetida.
Nas críticas constantes.
Na sensação silenciosa de que nunca foi realmente seguro ser quem se é.

E talvez uma das partes mais difíceis seja esta:
quando alguém vive assim por tempo suficiente, começa a acreditar que essa forma de sobreviver é sua identidade.

Mas sobrevivência não é essência.

Reconhecer isso não é se vitimizar.
É começar a olhar para si com menos culpa… e mais consciência.

Porque talvez algumas feridas não peçam julgamento.
Peçam presença.

02/05/2026

Você abre a conversa, começa a escrever, e, de repente, percebe: essa pessoa não te chamou o dia inteiro.

E algo acontece aí, no seu corpo, no seu pensamento, na sua emoção.

Na terapia, a gente não olha só para o que o outro fez ou deixou de fazer. A gente olha para o que isso mobiliza em você, aqui e agora.

O impulso de mandar mensagem não é só sobre o outro. É uma figura que emerge: vontade de contato, necessidade de reconhecimento, talvez medo de não ser importante.

E quando você pausa… percebe que talvez esteja tentando sustentar sozinho algo que precisa de dois.

Não mandar também é um gesto.
Um ajuste de contato.

Não como punição…
mas como consciência de si.

Porque, às vezes, o mais importante não é ser respondido.
É não se abandonar no processo.

Compartilhe com quem precisa ouvir isso!

29/04/2026

Tem coisas que a gente aprende…
antes mesmo de entender.

Aprende que precisa ser mais quieto…
mais fácil…
mais “certo”.

E sem perceber, começa a se afastar de quem é…
pra tentar ser alguém que finalmente seja aceito.

Isso vai virando um padrão.

Você se ajusta…
se molda…
se esforça…

e ainda assim sente que nunca é suficiente.

Porque não é sobre você.

É sobre uma expectativa que nunca foi sua…
mas que você passou a carregar.

Talvez hoje não seja o dia de melhorar quem você é…

mas de perceber
onde você aprendeu a se abandonar.

Isso fez sentido pra você?
Comenta “fez” ou me conta: em que momento você começou a sentir que precisava ser diferente?

24/04/2026

Você já viveu o momento em que ficar começou a doer mais do que ir?

Tem relações que não continuam.
Não porque faltou tentativa,
mas porque algo no contato já não se sustenta.

E é estranho…
quando quem já foi abrigo
vira silêncio.

Não porque deixou de importar,
mas porque a forma de estar junto mudou.

Alguns encontros não continuam.
E ainda assim, deixam marcas.

Marcas que revelam limites.
Que mostram até onde você vai —
e onde você começa.

Não é sobre transformar o outro em aprendizado.
É sobre perceber o que acontece com você
quando algo termina.

Talvez não seja sobre entender o fim.
Mas sobre sentir o que ele provoca
no seu agora.

💭 O que tem ficado em você, depois do que acabou?

22/04/2026

Você já passou por isso… de se doar tanto em um relacionamento e, ainda assim, sentir que nunca é suficiente?

Tem gente que chama isso de amor…
mas, muitas vezes, é só desgaste emocional que foi normalizado.

Você se adapta, tenta entender, insiste…
e, mesmo assim, continua se sentindo sozinho dentro da relação.

Isso não é parceria.
É sobrecarga.

Relacionamento saudável não é sobre aguentar mais um pouco.
É sobre presença, troca e responsabilidade compartilhada.

Quando só um está tentando, o encontro já se perdeu.

E talvez o que mais doa não seja perder alguém…
mas perceber que você estava sustentando algo que nunca foi construído a dois.

💭 Às vezes, amar também é reconhecer o limite, e parar de insistir onde não há reciprocidade.

Se isso fez sentido pra você, comenta: eu entendi.

17/04/2026

Você pode observar quando começa a insistir por algo que talvez não esteja disponível no outro.

Nem sempre a presença vem como você espera e perceber isso também faz parte do contato.

Há relações em que o interesse se mostra com mais clareza. Em outras, você pode se perceber tentando sustentar sozinho algo que não se constrói a dois.

Perceber esse movimento em si mesmo pode ser um convite a voltar para o que você sente, precisa e valoriza.

Cuidar da própria dignidade não é se fechar. É reconhecer onde há troca e onde há esforço solitário.

Quando você se posiciona com mais consciência, algo no campo também se reorganiza.

15/04/2026

Se não te machuca mais, será que curou ou você só se acostumou?

Tem dores que deixam de gritar, mas continuam ali, silenciosas, moldando escolhas, relações e até a forma como você se enxerga.

Se acostumar não é o mesmo que resolver. E ignorar não é o mesmo que superar.

Às vezes, o que parece força, é só um jeito de não sentir.

💬 E você, tem algo que parou de doer, ou você só aprendeu a conviver com isso?

Se fez sentido pra você, talvez seja hora de olhar pra isso com mais cuidado.

10/04/2026

Muito se fala sobre o amor romântico… Mas pouco se fala sobre o amor que te sustenta em silêncio.

Aquele que chega em forma de amizade. Que não cobra perfeição.
Que não exige versões melhores suas, só a sua presença.

Amigos que ficam, que escutam, que seguram você nos dias em que tudo parece pesado demais.

Na perspectiva da terapia, o que amplia nossa consciência também nasce no encontro. E, muitas vezes, é nesse vínculo simples, verdadeiro e sem idealizações… que a gente se reorganiza por dentro.

Nem todo amor é paixão. Mas todo amor que é presença… transforma.

💬 Quem é aquela amizade que já te salvou em um dia difícil?

Se isso fez sentido pra você, me chama no direct.

Endereço

Santa Luzia, MG

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