Eliana Guimarães - Psicóloga

Eliana Guimarães - Psicóloga Psicóloga Clínica com licenciatura e formação em Gestalt-terapia pelo Instituto Pieron de São Paulo.

CLÍNICA PSICOLÓGICA INTEGRARE



- Atendimento psicológico a adultos, adolescentes, crianças, casais e grupos

- Cursos e palestras sobre comportamento, autoconhecimento e transtornos psicológicos

- Terapias alternativas e complementares: Reiki e Florais/ Constelação Familiar

- Orientação psicológica on-line (autorizado pelo Conselho Federal de Psicológica)

- Tratamento de depressão, ansieda

de, estresse, transtorno bipolar, fobia, síndrome do pânico, TOC, transtorno alimentar (anorexia, bulimia, compulsão alimentar), alcoolismo, dependência química, problemas se***is, autoestima, traumas, medo
de dirigir, timidez, luto, dificuldades de relacionamento, orientação profissional e vocacional, psicossomatizações e outros. Responsáveis:

Eliana Guimarães de Almeida
CRP: 06/55327-7


Sidney Rosa Cunha
CRP: 06/53823-3


Agendamentos:
(11) 99493-2210



Endereço:

* Rua América do Sul, 250 - Parque Novo Oratório - Santo André - SP



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26/04/2026
O PSICÓLOGOQuando alguém procura um psicólogo, muitas vezes chega com a expectativa de encontrar um especialista cheio d...
24/04/2026

O PSICÓLOGO

Quando alguém procura um psicólogo, muitas vezes chega com a expectativa de encontrar um especialista cheio de técnicas e respostas prontas. Mas, antes de qualquer método, o que realmente faz diferença é encontrar um ser humano disposto a acolher outro ser humano. É nesse encontro que nasce a confiança necessária para atravessar momentos de dor e angústia.

A técnica tem seu valor, claro, mas ela só ganha sentido quando é atravessada pela compaixão. Não se trata de sentir pena ou diminuir a capacidade do outro, mas de reconhecer que todos nós compartilhamos a mesma condição humana: frágil diante das demandas da vida, mas também capaz de se reinventar.

A compaixão abre espaço para a empatia, e a empatia é o solo fértil onde a relação terapêutica pode florescer. Quando alguém se sente verdadeiramente visto e compreendido, encontra forças para transformar sua dor em caminho de crescimento. É como se o acolhimento fosse o primeiro passo para que a técnica possa, de fato, ajudar.

No fundo, o que buscamos não é apenas solução para nossos problemas, mas alguém que nos lembre que não estamos sozinhos. O terapeuta, nesse sentido, é um companheiro de jornada, alguém que segura a lanterna enquanto caminhamos por trechos escuros da nossa própria história.

E aqui f**a o convite: pense em como você tem se permitido ser acolhido e também em como acolhe os outros. Quantas vezes você já ofereceu presença, escuta e compaixão sem precisar de grandes respostas? Essa reflexão pode revelar que, muitas vezes, o que mais cura não é a técnica, mas a humanidade compartilhada.

E se em algum momento você sentir que a dor é grande demais para carregar sozinho, lembre-se: buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Permitir-se ser acompanhado pode abrir caminhos que sozinho talvez você não enxergue.

O MAIOR INIMIGOÀs vezes, o inimigo que tanto tememos não está fora, mas dentro de nós. Ele aparece como aquela voz dura ...
20/04/2026

O MAIOR INIMIGO

Às vezes, o inimigo que tanto tememos não está fora, mas dentro de nós. Ele aparece como aquela voz dura que nos critica, como o olhar interno que nos julga sem piedade. Descobrir isso pode ser assustador, mas também libertador: afinal, não há batalha mais importante do que aprender a se reconciliar consigo mesmo.

É curioso pensar que o mendigo mais pobre, o caluniador mais insolente, o adversário mais feroz, podem ser partes nossas que pedem atenção. São fragmentos esquecidos, sentimentos rejeitados, dores que nunca receberam ternura. E, como qualquer ser humano, eles também precisam da esmola da nossa bondade.

Amar o inimigo interno não signif**a concordar com ele, mas reconhecer sua existência. É olhar para nossas sombras e dizer: “Eu vejo você, e mesmo assim não vou te abandonar”. Esse gesto abre espaço para que a dor se transforme em aprendizado e para que a raiva se torne energia de mudança.

No fundo, acolher o inimigo dentro de nós é acolher nossa humanidade inteira. É aceitar que somos feitos de luz e sombra, de grandeza e fragilidade. E que só quando nos tratamos com compaixão podemos realmente crescer, sem precisar esconder partes de quem somos.

Aqui f**a o convite: reflita sobre quais inimigos você carrega dentro de si. Quais vozes internas você tem ignorado ou combatido sem escuta? O que aconteceria se, em vez de lutar, você oferecesse bondade a essas partes? Talvez aí esteja o início de uma verdadeira reconciliação.

E se em algum momento essa jornada parecer pesada demais, lembre-se: buscar ajuda é um ato de coragem. Compartilhar suas sombras com alguém de confiança pode abrir caminhos que sozinho você não enxergaria. Ninguém precisa enfrentar seus inimigos internos sem companhia.

O início de uma relação costuma ser marcado pela admiração mútua. Mas, com o tempo, surgem os defeitos — inevitáveis em ...
16/04/2026

O início de uma relação costuma ser marcado pela admiração mútua. Mas, com o tempo, surgem os defeitos — inevitáveis em qualquer ser humano. Alguns podem ser aceitos sem grandes impactos, outros, porém, corroem a confiança e minam o vínculo. A intimidade só se fortalece quando há sinceridade e quando os limites de cada um são reconhecidos.
A idealização é natural nos primeiros momentos: enxergamos o parceiro como quase perfeito. Mas essa visão não resiste ao tempo. O fim da idealização é uma crise inevitável, e dela pode nascer uma relação mais madura ou o rompimento.
Aceitar defeitos não signif**a tolerar tudo. Há falhas que se tornam obstáculos intransponíveis, como dependências destrutivas. O amor não deve ser confundido com cegueira; ele precisa de lucidez para sobreviver.
Quando os parceiros conseguem olhar para si e para o outro sem máscaras, nasce uma relação mais sólida. A confiança deixa de ser fantasia e passa a se apoiar na sinceridade. É nesse terreno que o vínculo pode crescer com raízes profundas.
Mas a estabilidade não é um ponto final. É apenas um degrau. Superar a idealização é o primeiro obstáculo; outros virão. O casal que entende isso se prepara para enfrentar crises futuras sem medo, sabendo que cada desafio pode ser também uma oportunidade de fortalecimento.
Aqui f**a o convite: reflita sobre como você tem lidado com os defeitos e fragilidades nas suas relações. Você os vê como ameaças ou como parte inevitável da condição humana? Essa resposta pode definir não apenas a duração, mas a qualidade do vínculo que você constrói.

Endereço

Rua Alvarez De Azevedo, 210/Sala 11
Santo André, SP
09020-140

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