Roberto Paes Psicanalista

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O inconsciente exerce um papel poderoso nos relacionamentos amorosos. Muitas vezes, sentimos uma atração intensa por pes...
02/04/2026

O inconsciente exerce um papel poderoso nos relacionamentos amorosos. Muitas vezes, sentimos uma atração intensa por pessoas que nos parecem “familiares”, mesmo sem perceber conscientemente o motivo.

Isso acontece porque o inconsciente reconhece padrões de comportamento, traços de personalidade ou dinâmicas que remetem a experiências anteriores, geralmente da infância ou de vínculos afetivos passados.

Essa familiaridade desperta emoções fortes, dando a sensação de que o encontro foi “destino”, quando na verdade é uma repetição de algo já vivido em outro contexto.

Esses vínculos emocionais criados pelo inconsciente podem ser tanto positivos quanto desafiadores. Por um lado, eles podem gerar conexões profundas e imediatas; por outro, podem nos levar a repetir ciclos de relacionamentos que reproduzem antigas feridas ou dificuldades.

Assim, compreender esse mecanismo é essencial para perceber que nem sempre o que parece inevitável ou mágico é realmente fruto do acaso: muitas vezes, trata-se da influência de memórias ocultas moldando nossas escolhas afetivas.

O inconsciente exerce uma influência poderosa e discreta sobre nossas escolhas. Ele funciona como um “guia silencioso”, ...
31/03/2026

O inconsciente exerce uma influência poderosa e discreta sobre nossas escolhas. Ele funciona como um “guia silencioso”, associando experiências passadas a emoções que moldam nossas reações diante de novas situações. Esse processo, muitas vezes automático, faz com que certos comportamentos pareçam naturais, mesmo quando são apenas repetições de padrões antigos. É uma forma de memória emocional que orienta nossas decisões sem que percebamos plenamente.

Por outro lado, essa atuação inconsciente pode ser tanto benéfica quanto limitadora. Ela nos ajuda a reagir rapidamente em situações familiares, mas também pode nos prender a hábitos ou atitudes que não são mais adequados ao presente. Reconhecer essa influência é um passo importante para ampliar nossa consciência e, assim, escolher de forma mais livre e intencional, rompendo ciclos que não nos favorecem.

No sábado (28/03/2026), entre 15h00 e 17h00, realizei o primeiro encontro do Café e Terapia, um projeto que tem por fina...
30/03/2026

No sábado (28/03/2026), entre 15h00 e 17h00, realizei o primeiro encontro do Café e Terapia, um projeto que tem por finalidade discutir assuntos que incomodam a nossa mente e encontrar soluções para estas questões.

Começamos a tarde com um café receptivo, em seguida explanei sobre o tema Propósitos, depois realizamos um exercício guiado para que os participantes se lembrassem ou criassem seus propósitos e para fechar o encontro debatemos sobre o assunto.

Em maio (ainda sem uma data definida, pretendo realizar o segundo encontro do Café e Terapia e, neste encontro, discutiremos o tema “Autoestima: aprenda a gostar de si mesmo”.

Assim que a data e local estiverem definidas divulgarei e começarei a receber as inscrições.

O inconsciente atua silenciosamente em nossas atitudes no ambiente de trabalho. Ele carrega memórias, experiências e emo...
26/03/2026

O inconsciente atua silenciosamente em nossas atitudes no ambiente de trabalho. Ele carrega memórias, experiências e emoções que moldam a forma como reagimos diante de desafios.

Assim, quando nos deparamos com uma situação difícil, podemos sentir coragem ou insegurança não apenas pelo momento presente, mas também por aquilo que já vivemos antes. Esse mecanismo interno influencia diretamente nossa postura, mesmo sem que tenhamos plena consciência disso.

Além disso, o inconsciente acaba sendo um fator determinante na construção da trajetória profissional. As escolhas que fazemos, os riscos que aceitamos ou evitamos e até a maneira como nos relacionamos com colegas e líderes são atravessados por esse repertório interno.

Dessa forma, o sucesso ou as dificuldades em nossa carreira não dependem apenas de habilidades técnicas ou planejamento racional, mas também da forma como o inconsciente orienta nossas decisões e comportamentos.

O inconsciente influencia nossas escolhas afetivas. Muitas vezes, sem perceber, somos atraídos por pessoas que despertam...
23/03/2026

O inconsciente influencia nossas escolhas afetivas. Muitas vezes, sem perceber, somos atraídos por pessoas que despertam emoções já conhecidas, porque nosso cérebro busca aquilo que lhe parece familiar. O problema é que nem sempre esses padrões são saudáveis: podem estar ligados a experiências antigas de dor ou frustração, e ainda assim nos sentimos “confortáveis” em repetir o ciclo.

Com isso, acabamos entrando em relacionamentos que reforçam comportamentos prejudiciais, como dependência emocional, ciúmes excessivos ou falta de respeito. O inconsciente nos prende a esses modelos porque eles parecem naturais, mas na prática perpetuam sofrimentos. Reconhecer esse mecanismo é o primeiro passo para quebrar o ciclo e abrir espaço para vínculos mais equilibrados e saudáveis.

Muitas das nossas escolhas não são totalmente conscientes. Em vez de serem fruto de uma análise racional, elas são influ...
19/03/2026

Muitas das nossas escolhas não são totalmente conscientes. Em vez de serem fruto de uma análise racional, elas são influenciadas por associações internas e automáticas, ligadas às nossas experiências passadas e às emoções que carregamos. Isso significa que, mesmo sem perceber, buscamos ambientes ou situações que nos tragam segurança e bem-estar.

Ao mesmo tempo, esse mecanismo psicológico também nos leva a evitar contextos que possam despertar lembranças dolorosas ou desconfortáveis. É uma forma de autoproteção emocional: o inconsciente atua como um filtro, afastando-nos de experiências que poderiam reativar sentimentos negativos. Assim, nossas decisões são moldadas por memórias e emoções que nem sempre estão presentes de forma clara na mente.

Em resumo, a frase mostra como o inconsciente exerce grande influência sobre o comportamento humano. O que parece ser uma escolha simples — como onde ir ou com quem estar — pode estar profundamente conectado a processos internos invisíveis. Isso revela que compreender nossas motivações exige olhar além da lógica e considerar também o papel das emoções e da memória.

O inconsciente pode ser um obstáculo silencioso no desenvolvimento profissional. Muitas vezes, mesmo possuindo preparo e...
17/03/2026

O inconsciente pode ser um obstáculo silencioso no desenvolvimento profissional. Muitas vezes, mesmo possuindo preparo e competência, deixamos que crenças limitantes nos façam duvidar de nossas capacidades. Esse mecanismo interno funciona como uma barreira invisível, que nos impede de assumir riscos e buscar oportunidades que poderiam nos levar a grandes conquistas.

O medo do fracasso é um dos principais gatilhos dessas crenças. Ele nos leva a evitar desafios, como se fosse mais seguro permanecer na zona de conforto. No entanto, essa postura conservadora pode resultar em estagnação, já que o crescimento profissional exige enfrentamento de dificuldades e disposição para aprender com erros e acertos.

Superar essas limitações passa por reconhecer que elas existem e questionar sua validade. Ao desenvolver autoconfiança e ressignificar o fracasso como parte natural do processo de evolução, abrimos espaço para explorar nosso verdadeiro potencial. Assim, o inconsciente deixa de ser um sabotador e se transforma em aliado na busca por realização e sucesso.

O  inconsciente atua silenciosamente nas nossas escolhas amorosas, moldando sentimentos de atração ou rejeição sem que p...
16/03/2026

O inconsciente atua silenciosamente nas nossas escolhas amorosas, moldando sentimentos de atração ou rejeição sem que percebamos. Isso acontece porque experiências passadas, mesmo aquelas que não lembramos de forma consciente, deixam marcas emocionais profundas.

Assim, quando encontramos alguém que nos lembra, de alguma forma, situações ou pessoas do nosso passado, o inconsciente desperta reações automáticas — seja de aproximação, por trazer uma sensação familiar e agradável, ou de afastamento, por evocar lembranças dolorosas ou desconfortáveis.

Esse processo mostra que nossas relações não são construídas apenas no presente, mas também carregam ecos de vivências anteriores. As memórias ocultas funcionam como filtros emocionais que influenciam a maneira como interpretamos gestos, palavras e comportamentos de quem está diante de nós.

Dessa forma, o inconsciente cria conexões invisíveis que podem fortalecer vínculos ou gerar barreiras, revelando que o amor não é apenas fruto da escolha racional, mas também de uma rede complexa de lembranças e emoções que moldam nossa forma de se relacionar.

As inscrições foram todas adquiridas. Para quem não pode se inscrever, em breve marcarei uma nova data. Obrigado.
12/03/2026

As inscrições foram todas adquiridas. Para quem não pode se inscrever, em breve marcarei uma nova data. Obrigado.

Não perca está oportunidade de descobrir quais são os seus propósitos... Restam apenas 5 vagas. Evento limitado a 20 pes...
12/03/2026

Não perca está oportunidade de descobrir quais são os seus propósitos... Restam apenas 5 vagas. Evento limitado a 20 pessoas.

Não perca a oportunidade de descobrir os seus propósitos e conquistar aquilo o que deseja. Increva-se
12/03/2026

Não perca a oportunidade de descobrir os seus propósitos e conquistar aquilo o que deseja. Increva-se

A frase destaca como nossas escolhas pessoais não são totalmente racionais ou conscientes, mas muitas vezes moldadas por...
11/03/2026

A frase destaca como nossas escolhas pessoais não são totalmente racionais ou conscientes, mas muitas vezes moldadas por experiências passadas que deixaram marcas emocionais. Quando sentimos prazer em determinada atividade ou relação, tendemos a buscar situações semelhantes no futuro. Da mesma forma, quando associamos algo à dor ou frustração, evitamos repetir esse caminho. Esse mecanismo inconsciente funciona como uma espécie de bússola interna, orientando nossas preferências sem que percebamos claramente o motivo.

Do ponto de vista psicológico, isso se conecta às teorias de condicionamento e memória afetiva. O cérebro registra não apenas o que aconteceu, mas também a carga emocional envolvida, criando associações duradouras. É por isso que hobbies, amizades ou até mesmo escolhas profissionais podem estar ligados a lembranças aparentemente banais, mas que carregam forte significado emocional. Assim, nossas decisões não são apenas fruto de lógica, mas também de um repertório emocional acumulado ao longo da vida.

Por outro lado, reconhecer esse processo pode ser libertador. Ao perceber que muitas de nossas preferências têm raízes inconscientes, ganhamos a chance de refletir sobre elas e, se necessário, ressignificá-las. Isso abre espaço para escolhas mais conscientes, permitindo que não sejamos apenas guiados por memórias de prazer ou dor, mas também por valores, objetivos e projetos de vida que escolhemos deliberadamente. Em última análise, compreender essa dinâmica nos ajuda a equilibrar instinto e razão na construção de quem somos.

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R. Javri, 181/Bloco B/Conj. 43/Vila Eldizia
Santo André, SP
09181-510

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