19/06/2024
Definir um nome, uma marca ou um título nos leva a uma viagem ao longo das escolhas e decisões que os posicionamentos nos exigem. Com clientes, o exercício de construir nuvens de palavras que representam o que precisam comunicar é um dos mais proveitosos e profundos, tanto para pessoas físicas quanto para organizações.
Sintetizar, trazer clareza e representação, no jeito que queremos ser vistos, falados e lembrados tem um tanto de estratégia, outro tanto de experiência reconhecida e validada do que fazemos e muito de uma certa poesia sobre o viver (e quem fazemos sendo enquanto vivemos).
Ao mesmo tempo que carimbar o que somos parece algo que nos limita e nos traduz como “aquilo que fazemos”, nos possibilita sermos muitos em uma só vida. Pessoas, carreiras, decisões em construção. E não conseguimos fugir totalmente de nos definirmos. Então, que possamos aproveitar esse processo.
Se um dia fui uma “acadêmica de teatro”, noutro baby sitter e hoje já preciso chamar a atenção das pessoas sobre ser “analista em neurocomunicação”, tudo isso apenas diz que essa vida tem um longo caminho de construção. Que cada história, mudança, aprofundamento e complexidade veio com muitas ações e decisões. E que podemos - e devemos - nos transformar.
Que no fundo somos pessoas vivendo trocas, experiências e relações, entregando bons aprendizados para o mundo, permitindo que os encontros e o mundo nos transforme.
Somos transformação. Para muito além dos carimbos.
Aliás, tem muitas mais em mim, que sequer já descrevi por aqui na rede social. Alguém arrisca dizer o que imagina que já fiz/vivi nesses 48 anos de existência feita de montanhas-russas?
Erica Gasparetto M.
🧠Neurocomunicação e Comportamento
🗣️Fono CRFa7-9742
👥Analista Comportamental 🤝🏼esp em Negociação