29/04/2026
Se você acompanha o universo da neurodivergência, já deve ter notado que o termo "Asperger" está aparecendo cada vez menos. Mas você sabe o porquê dessa mudança?
Historicamente, o termo era usado para descrever indivíduos no espectro que não apresentavam atraso na fala ou na cognição. No entanto, desde 2013 (com a atualização do manual DSM-5), essa nomenclatura foi oficialmente descontinuada pela comunidade científica.
Entenda os principais motivos:
O Espectro é Único: A ciência entendeu que o autismo não é uma linha reta do "leve" ao "grave", mas um espectro vibrante. Dividir em categorias separadas criava barreiras artificiais que não refletiam a realidade das necessidades de suporte de cada pessoa.
O Diagnóstico Unificado: Hoje, todos os perfis estão sob o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Isso garante que o foco seja nas habilidades e nos níveis de suporte (1, 2 ou 3) que a pessoa precisa em diferentes áreas da vida.
Muitas pessoas que receberam o diagnóstico de Asperger no passado ainda se identificam com o termo — e o seu histórico deve ser respeitado! Mas, para novos diagnósticos e tratamentos, falamos em TEA Nível 1 de Suporte.
Independentemente do nome, nosso foco continua o mesmo: celebrar as potências e oferecer o apoio necessário para que cada criança alcance seu máximo potencial! 🚀
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