17/12/2025
Hoje meu corpo virou página e tambor: defendi a dissertação de mestrado. Saí com o peito quente, a cabeça leve e a certeza de que essa conquista não cabe num diploma, ela mora na pele, no passo, na respiração.
O Div3rso foi (e é) meu terreiro de troca: roda que sustenta, abraço que orienta, presença que lembra que ciência também é corpo, vínculo e comunidade. Caminhei melhor porque caminhei em coletivo.
Agradeço também à UNOESTE, chão de trabalho e suporte durante todo o processo.
E que banca… eu fui acolhido do jeito mais bonito: Deivison Nkosi, Flavia Fernando e Thiago Fidalgo, obrigado pelo cuidado, pela generosidade e pelas contribuições densas, daquelas que fazem a gente crescer por dentro e por fora. Vocês não só avaliaram: vocês nutriram.
Meu imenso agradecimento ao Emiliano de Camargo, que me coorientou nessa dissertação, pela firmeza e assertividade que tanto ajudaram a lapidar as categorias raciais neste trabalho.
E, sobretudo, minha gratidão maior: Luciana Surjus, minha orientadora a quem reforço o que já disse ao vivo. Obrigado pela firmeza, pela escuta, pela ética, pela liderança, pelo afeto e por acreditar no trabalho quando eu estava no modo “isso vai dar ruim” (mas não deu 😄). Luciana, minha gratidão é do tamanho do mar daqui, e com a mesma teimosia de onda: volta sempre. Obrigado, gente. Hoje eu celebro com vocês. Axé pra nós!
Hoje eu celebro. Amanhã eu sigo, com o corpo inteiro na luta e na alegria. Axé.