Eliciane Cruz Psicóloga

Eliciane Cruz Psicóloga Psicóloga clínica, escolar e institucional. Graduada em Psicologia há 26 anos e pós graduada em Neuropsicopedagogia.

Liberdade talvez não seja sobre f**ar, nem sobre ir embora, mas sobre não se abandonar em nenhum dos dois movimentos.A g...
29/04/2026

Liberdade talvez não seja sobre f**ar, nem sobre ir embora, mas sobre não se abandonar em nenhum dos dois movimentos.
A gente aprende, às vezes da forma mais dolorosa, que permanecer sem se ter é uma forma silenciosa de perda, e sair sem se perder é um ato de coragem rara.
Entrar na vida de alguém exige entrega, mas sair sem carregar pedaços que não nos pertencem exige consciência.
No fundo, não se trata do outro.
Trata-se da delicadeza, ou da falta dela, com que nos mantemos inteiros enquanto nos conectamos.
Será que sabemos amar sem nos diluir e partir sem nos despedaçar?
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CUIDE-SE: FAÇA TERAPIA!

Às vezes, nós ferimos enquanto tentamos amar, e amamos enquanto ainda estamos feridos.Somos esse paradoxo ambulante: ent...
28/04/2026

Às vezes, nós ferimos enquanto tentamos amar, e amamos enquanto ainda estamos feridos.
Somos esse paradoxo ambulante: entregamos dureza com mãos que, no fundo, só queriam tocar com cuidado.
E quando o outro nos alcança, mesmo de forma torta, traduzimos tudo como afeto, porque há em nós uma fome antiga de sermos vistos.
No meio das nossas contradições, confundimos ataque com aproximação, rejeição com interesse, ausência com mistério. Não porque sejamos ingênuos, mas porque sentir, para nós, nunca foi simples, foi sempre um território ambíguo, onde dor e desejo caminham lado a lado.
Talvez sejamos isso: intérpretes emocionais tentando dar sentido ao que nos atravessa, mesmo quando tudo chega embaralhado.
E, no fundo, f**a a pergunta: quantas vezes chamamos de amor aquilo que era apenas a nossa necessidade de acreditar que éramos amados?
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Amar nos desloca. Quando nos abrimos para o outro, seja num romance, numa amizade, na família ou até no cuidado com aqui...
27/04/2026

Amar nos desloca. Quando nos abrimos para o outro, seja num romance, numa amizade, na família ou até no cuidado com aquilo que escolhemos fazer da vida, algo em nós deixa de ser intacto. A gente se mistura, se expõe, se arrisca a não ser mais o mesmo. E há, sim, uma perda aí: da ilusão de controle, da rigidez, de quem éramos antes.
Mas quando escolhemos não amar, também nos perdemos, só que de um jeito mais silencioso. Vamos nos afastando da experiência viva, do encontro, da troca que nos transforma. Perdemos a chance de nos reconhecer no olhar do outro, de expandir quem somos através do vínculo.
No fundo, não há caminho sem risco. Amar pode nos quebrar, mas também nos revela. Não amar nos protege, mas também nos esvazia.
Então, a questão talvez não seja evitar se perder… mas escolher em que tipo de perda vale a pena se encontrar.
Em que medida temos permitido que o amor, em todas as suas formas, nos transforme de verdade?
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A tristeza não é apenas um peso, ela é um lugar. Um espaço interno onde nos encontramos sem distrações, sem máscaras, se...
26/04/2026

A tristeza não é apenas um peso, ela é um lugar. Um espaço interno onde nos encontramos sem distrações, sem máscaras, sem pressa.
É ali que tocamos partes de nós que a superfície não alcança. Nem toda dor pede para ser curada; algumas pedem para ser compreendidas.
Nós, que sentimos fundo, às vezes nos recolhemos não por fraqueza, mas por necessidade de escutar o que em nós ainda não tem nome.
A tristeza nos desacelera, nos aprofunda, nos humaniza.
Ela não nos afasta da vida, ela nos aproxima daquilo que é mais verdadeiro.
Mas até que ponto estamos dispostos a mergulhar em nós mesmos sem medo do que podemos encontrar?
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A imaginação das crianças não é fuga da realidade, é a forma mais pura de habitá-la. É ali que o mundo se expande, que o...
25/04/2026

A imaginação das crianças não é fuga da realidade, é a forma mais pura de habitá-la.
É ali que o mundo se expande, que o impossível ganha forma e que a vida deixa de ser rígida para se tornar possibilidade.
Nós, adultos, muitas vezes chamamos de fantasia aquilo que, na verdade, é uma inteligência sensível em ação.
Quando imaginamos, criamos pontes entre o que somos e o que ainda podemos ser. A criança não apenas br**ca, ela experimenta existências, testa limites, reorganiza medos e desejos com uma liberdade que desaprendemos ao longo do tempo.
Talvez crescer não devesse signif**ar abandonar essa potência, mas aprender a caminhar com ela de forma mais consciente.
O que em nós ainda é capaz de imaginar sem pedir permissão à realidade?
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O sofrimento, quando nos atravessa, não chega apenas para ferir, ele ilumina partes de nós que permaneciam adormecidas.É...
24/04/2026

O sofrimento, quando nos atravessa, não chega apenas para ferir, ele ilumina partes de nós que permaneciam adormecidas.
É no desconforto que percebemos nossas fragilidades, mas também nossas forças silenciosas.
Nós nos descobrimos mais verdadeiros quando já não conseguimos sustentar máscaras ou distrações.
Sofrer, então, não é um desvio da existência, mas uma via de acesso àquilo que somos em essência. E, por mais que resistamos, há uma honestidade no sofrimento que nos obriga a olhar para dentro.
Se aquilo que nos dói também nos revela, estamos realmente dispostos a enxergar o que existe em nós?
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A liberdade não nos promete grandeza, apenas nos entrega a responsabilidade de escolher melhor.Ela não nos salva de quem...
23/04/2026

A liberdade não nos promete grandeza, apenas nos entrega a responsabilidade de escolher melhor.
Ela não nos salva de quem somos, mas nos confronta com o que podemos nos tornar.
Somos livres não quando tudo é possível, mas quando reconhecemos que cada escolha nos esculpe, silenciosamente, no que insistimos em repetir ou transformar.
Se podemos ser melhores e ainda assim não somos, o que estamos fazendo com a nossa liberdade?
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Às vezes, quando hesitamos nas palavras, já anunciamos o peso do que vem.Nós sentimos antes de ouvir; pressentimos o des...
22/04/2026

Às vezes, quando hesitamos nas palavras, já anunciamos o peso do que vem.
Nós sentimos antes de ouvir; pressentimos o desconforto, como se o silêncio fosse mais honesto do que qualquer frase mal ajeitada.
No fundo, sabemos: não é a dificuldade de dizer que nos inquieta, mas a verdade que insiste em escapar.
E então, quantas vezes evitamos dizer, ou ouvir, aquilo que, no fundo, já sabemos?
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Nós nos orientamos pelo que já foi vivido, como se o passado fosse um mapa confiável do possível.Olhamos para trás em bu...
21/04/2026

Nós nos orientamos pelo que já foi vivido, como se o passado fosse um mapa confiável do possível.
Olhamos para trás em busca de limites e, muitas vezes, também de permissão.
O que já fizemos nos dá medida, mas também pode nos aprisionar em versões antigas de nós mesmos.
A existência humana, no entanto, não é apenas repetição; é também ruptura. Há algo em nós que insiste em ultrapassar o já conhecido, mesmo sem garantias.
Se tudo o que podemos fazer fosse apenas o que já foi feito, não haveria criação, nem transformação, apenas continuidade.
Entre o que fomos e o que ainda podemos ser, existe um espaço incerto, mas profundamente humano: o da escolha. E talvez seja ali que a vida realmente acontece.
Se nos guiamos apenas pelo que já fizemos, até onde estamos deixando de ir?
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Quando deixamos de negociar com desculpas, nos colocamos frente a frente com a própria responsabilidade de existir.Não h...
20/04/2026

Quando deixamos de negociar com desculpas, nos colocamos frente a frente com a própria responsabilidade de existir.
Não há mais para onde deslocar o peso das escolhas, ele passa a ser nosso, inteiro, intransferível.
Isso pode soar duro, mas também é profundamente libertador: ao abandonar justif**ativas, deixamos de nos esconder de nós mesmos.
Viver assim exige coragem, porque nos obriga a reconhecer tanto nossa potência quanto nossos limites sem suavizações.
Não se trata de rigidez ou autopunição, mas de um compromisso honesto com aquilo que fazemos com o tempo que nos foi dado.
No fim, ao recusarmos desculpas, escolhemos participar ativamente da nossa própria história, em vez de apenas reagir a ela.
Se tirarmos todas as desculpas, o que ainda sustenta aquilo que escolhemos ser?
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Às vezes, pedimos algo ao mundo como quem faz um gesto simples, quase inocente, sem perceber que certos desejos, uma vez...
19/04/2026

Às vezes, pedimos algo ao mundo como quem faz um gesto simples, quase inocente, sem perceber que certos desejos, uma vez lançados, ganham força própria.
Aquilo que parecia pequeno se transforma em excesso, eco, repetição. E então descobrimos: não é só sobre desejar, mas sobre sustentar o que desejamos.
Nós queremos, mas nem sempre estamos preparados para o retorno do que pedimos. Há uma ingenuidade no impulso, e uma surpresa, às vezes incômoda, na realização.
No fundo, não é o desejo que nos assusta, mas a responsabilidade de vê-lo acontecer.
Estamos mesmo conscientes do que pedimos… ou apenas desejando sem querer lidar com as consequências de sermos atendidos?
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Grande parte do que sentimos nasce antes mesmo de sabermos nomear o que sentimos.É nas primeiras relações que aprendemos...
18/04/2026

Grande parte do que sentimos nasce antes mesmo de sabermos nomear o que sentimos.
É nas primeiras relações que aprendemos, sem perceber, o que esperar do mundo, do outro e de nós mesmos. Ali se desenham nossas formas de amar, de temer, de confiar ou de nos proteger.
Crescemos, mudamos de cenário, mas muitas vezes seguimos reagindo com o mesmo roteiro emocional escrito na infância. A vida, então, se torna um delicado equilíbrio entre repetir o que nos formou e reinventar o que nos limita.
Talvez amadurecer seja isso: reconhecer de onde viemos emocionalmente, sem nos tornar reféns disso.
Se tanto do que sentimos foi aprendido tão cedo, até que ponto estamos vivendo de fato o presente e não apenas revivendo o passado?
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