27/06/2022
⚠️Sendo a segunda enfermidade neurodegenerativa mais comum no idoso, é de origem neurológica 🧠, degenerativa, crônica e progressiva, a doença de parkinson atinge a substância negra do sistema nervoso central, devido à diminuição de dopamina.
⚠️Fatores de risco: idade avançada🧓🏼👵🏼, predisposição genética, exposição a produtos químicos ( pesticidas ou herbicidas) e poluentes industriais☢️, gerando um aumento no estresse oxidativo🆘.
⚠️Sintomas:
1️⃣Tremor ao repouso e nas extremidades distais (mãos e pés)
2️⃣Rigidez de membros ( geralmente no início do movimento, com dificuldade de movimentação harmônica)
3️⃣Bradicinesia (movimentos lentos, passos curtos, dificuldade de manejar objetos nas mãos)
4️⃣Instabilidade postural (anteriorização do tronco ).
😨Metade dos pacientes relatam que antes do diagnóstico do parkinson, já sentiam o tremor mas que não era visível e com a progressão da doença tornou-se evidente.
⚠️Geralmente na fase final, observa-se presença de transtorno neurocognitivo maior (popular, mas em desuso: demência).
👩🏼⚕️Tratamento: geralmente o tratamento é misto, feito com medicamentos de preservação e neuroproteção, fonoaudiologia e fisioterapia. A fisioterapia capacita e promove adequação do paciente para os desafios da doença, levando em consideração o quadro clínico apresentado e potencializando os movimentos ainda íntegros, melhora mecanismos fisiológicos como a capacidade cardiorrespiratória🫀, controle dos esfíncteres, aumento da capacidade pulmonar🫁, melhora do equilíbrio💃🏼🕺🏼, desenvolvimento das fases da marcha 🚶🏼♀️e feedbacks sensorial e tátil 🙌.
O acompanhamento multiprofissional é de extrema importância, promovendo o bem estar social, melhora da qualidade de vida e longevidade do paciente.
Fonte:
Brazilian journal pf development. Doença de parkinson: revisão de literatura. Curitiba, v7, n.5, o.47677-47698 may 2021.
Hospital Israelita A. Einstein. Parkinson: novidades sobre a doença e informações gerais.