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Familiaridade“Vocês serão meus amigos...” (João 15.14).“... eu os tenho chamado de amigos...” (João 15.15).Não existem t...
18/04/2017

Familiaridade
“Vocês serão meus amigos...” (João 15.14).

“... eu os tenho chamado de amigos...” (João 15.15).

Não existem tantos amigos como a areia no mar. Verdadeiros amigos são raros. Sejam amigos de escola, de férias, de prática de esportes ou da vida profissional – o “prazo de validade” muitas vezes é muito curto. No mais tardar, quando os interesses comuns foram gastos, a amizade também termina. O que resta então são apenas decepções. “Longe dos olhos, longe do coração.” Tudo acontece rapidamente. Mas esse comportamento não é demasiadamente humano?

Afinal, porque cultivamos uma amizade? Qual é a base da confiança? A maioria das amizades não se cria porque há a possibilidade de obter vantagens? Os motivos até podem ser louváveis. As amizades surgem devido às mais diversas razões. No entanto, porque a expectativa de ambos é muito elevada, surgem as desilusões. Todavia, como isso é diferente com o Senhor Jesus!

O fiel Senhor Jesus se dirige amorosamente aos seus discípulos e lhes assegura sua amizade. Na verdade, é algo incompreensível! O Rei dos reis e Senhor dos senhores se inclina até nós para nos recepcionar calorosamente como seus amigos. Que privilégio! O sangue de Jesus é a garantia para essa maravilhosa certeza! Você consegue compreender o significado dessa apreciação? No entanto, existe uma condição para isso. O Senhor Jesus disse: “Vocês serão meus amigos, se fizerem o que eu ordeno” (João 15.14). No entanto, alegro-me também com a sua íntima familiaridade, pois ele diz: “... eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu tornei conhecido a vocês” (verso 15). Davi confirma isso no Salmo 25.14, com as palavras: “O Senhor confia os seus segredos aos que o temem”. Que manifestação amorosa do Senhor Jesus para os seus amigos!

Todavia, não é correto se tratamos a esse Deus santo como um “amigo qualquer” e não dedicamos a ele o respeito e a honra devida. É doloroso quando cristãos se dirigem em oração ao Senhor ressurreto, simplesmente invocando-o como “Jesus”, sendo que um filho de Deus deveria se dirigir a ele pronunciando respeitosamente e com amor: “Senhor Jesus!”. Ele recebeu o título honorífico “Senhor” após sua ressurreição, como sinal de vitória sobre o pecado, a morte e o Diabo. Na verdade, somente com a pronúncia do maravilhoso nome “Senhor Jesus Cristo” é possível reconhecer a santa veneração que se demonstra a ele. Não é em vão que a Bíblia diz: “... ninguém pode dizer: ‘Jesus é Senhor’, a não ser pelo Espírito Santo” (1Coríntios 12.3).

Para o inimigo é um horror quando os filhos de Deus se orgulham com esse nome. Por isso ele se esforça para não permitir que em nossa vida se veja algo da gloriosa vitória de nosso maravilhoso Senhor Jesus na cruz. Se apenas estivéssemos mais conscientes da dignidade com que somos enobrecidos por nosso Senhor quando nos chama de “seus amigos”! Nossas orações então não seriam feitas com mais fé e nosso coração não teria uma expectativa maior?

Como é consolador, apesar de todas as necessidades, dificuldades e tentações, ter a fidelidade do Senhor Jesus assegurada.
Nunca se esqueça disso: ele chama de amigos aos que lhe obedecem! E, quando nos chama de amigos, ele nos eleva para si diante do seu santo trono. Ele revela as maravilhas do seu glorioso plano de salvação conosco e com a Igreja através do mundo. Pelo fato de que nos considera seus amigos, a obediência de cada um de nós à sua Palavra deveria ser algo óbvio. Na condição de beneficiados com a graça, podemos olhar para o rosto simpático do Salvador e esperar pela sua volta com grande alegria. Como é consolador, apesar de todas as necessidades, dificuldades e tentações, ter a fidelidade do Senhor Jesus assegurada.

Amém. Vem, Senhor Jesus! — Manfred Paul

Mais Escuro Que a NoiteThomas LachenmaierCientistas têm procurado há muito tempo o mais profundo Preto, para o qual have...
18/04/2017

Mais Escuro Que a Noite
Thomas Lachenmaier

Cientistas têm procurado há muito tempo o mais profundo Preto, para o qual haveria uma série de aplicações industriais. Eles o encontraram na natureza.

Pesquisadores norte-americanos, japoneses e britânicos ficaram bastante surpresos ao olharem pelo microscópio do National Physical Laboratory em Teddington, na Grã-Bretanha: tão preto eles nunca tinham visto. O que estava diante dos seus olhos era o Preto sobre as asas da borboleta azul da montanha (Papilio ulysses). Em contraste, o azul da borboleta traz um particularmente intenso brilho.

Em anos anteriores, os pesquisadores tentaram fazer um Preto singularmente escuro. Eles mergulharam chapas de alumínio em uma solução de níquel e fósforo, depositando depois em ácido nítrico. Foram necessários centenas de experimentos até que ficasse um revestimento extremamente escuro nas chapas. Se fôssemos iluminar uma dessas chapas revestidas, a sua superfície iria absorver quase toda a luz e muito pouco retornaria como reflexo. Mas a borboleta de Ulisses colocou este Preto na sombra. O seu Preto é composto a partir de pequenos tubos microscópicos densamente arranjados, denominados nanotubos. São “armadilhas luminosas” que asseguram que praticamente não haverá reflexo da luz.

A borboleta de Ulisses inspirou o físico nova-iorquino Shawn-Yu Lin. Ele desenvolveu um “nanopreto” que reflete apenas 0,045 por cento da luz que incide sobre ele. Um Preto puro é muito valioso para o revestimento de telescópios e outros instrumentos ópticos, pois sem luz difusa a qualidade da imagem não é afetada. Também na indústria solar são concebíveis aplicações. Um laboratório japonês trabalha no desenvolvimento de um Preto que não absorve apenas a luz, mas também a luz de ondas invisíveis, como o radar. Assim, aviões de combate não seriam mais localizados pelos radares. (Thomas Lachenmaier —

Todo Dia Com PazPorque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de...
18/04/2017

Todo Dia Com Paz

Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou
(Romanos 8:29-30).

O PROPÓSITO DE DEUS

O propósito eterno de Deus com os seus filhos nunca pode ser duvidado por causa de circunstâncias adversas em suas vidas. A descrição acima tem inicio com a onisciência de Deus e faz referência não apenas ao curso geral da história do mundo, mas tem (pessoas) específicas em mente, que foram previamente conhecidas. Nós devemos no lembrar que a "presciência" de Deus, é algo maior do que apenas conhecimento prévio. É parte do Seu conselho (Atos 2:23; 1 Pedro 1:20).

Aqueles que Deus dantes conheceu, Ele os apontou de antemão para serem conformes Seu Filho, o Homem glorificado no céu. Eles serão como Ele (1 João 3:2), no entanto ele continuará, é claro, sempre ocupando o primeiro lugar como o "primogênito de toda a criação" (Colossenses 1:15).

Esse conhecimento prévio e predestinação aconteceu na eternidade passada. O chamado efetivo de Deus e nossa justificação ocorrem no tempo presente, quando uma pessoa coloca sua fé no Senhor Jesus e em seu sangue expiatório.

O elo final da corrente encontra-se no futuro. Os crentes ainda não estão glorificados. Independentemente agora, como também nos quatro casos anteriores, o tempo passado é usado: "a estes também glorificou". Nesses versos, tudo está escrito da perspectiva de Deus e com Seu propósito em mente: a glorificação de Seus filhos é um fato incontroverso. Que segurança isso dá ao cristão em todas as áreas de sua vida.

Endereço

Senhor Do Bonfim, BA
48.970-000

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