09/01/2026
Eu sou mulher.
E existir sendo quem eu sou, por inteiro, já é um ato de coragem.
Exalar a minha essência é não me calar, não me encolher e não pedir permissão para sentir. É me permitir ser verdade em uma sociedade ainda carregada de preconceitos, tabus e julgamentos, principalmente quando o assunto é o corpo feminino, o prazer e a sexualidade.
Falar sobre mim é falar sobre muitas mulheres. Mulheres que foram ensinadas a sentir culpa, vergonha ou medo por serem quem são. Eu escolhi outro caminho: o da consciência, do autoconhecimento e da liberdade. Reconhecer meu corpo, meus desejos e meus limites é um processo de cura diária.
Como sexóloga, eu vejo o quanto o silêncio adoece. Quebrar tabus não é escandalizar, é libertar. É levar informação, acolhimento e respeito para mulheres que por muito tempo foram ensinadas a se desconectar de si mesmas.
Eu exalo minha essência quando me posiciono, quando educo, quando acolho e quando mostro que ser mulher não é um erro, é potência. Minha voz existe para lembrar que sentir é natural, que o prazer é legítimo e que a mulher não precisa se encaixar em padrões para ser respeitada.
Eu sou Juliana Graça.
E minha missão é ajudar mulheres a se reconectarem com quem elas sempre foram.