Clínica de Endocrinologia- Dr Jader Resende e Dra Bruna Resende

Clínica de Endocrinologia- Dr Jader Resende e Dra Bruna Resende Endrocrinologia e Metabologia
Saúde
Emagrecimento
Obesidade
Distúrbios da Puberdade e do Crescimen

Dr Jader Resende- CRMMG 11370
Graduação:
* Faculdade de Ciências Médicas-MG
Residência:
* Endocrinologia- Hospital Felício Rocho

Dra Bruna Resende- CRMMG 52916
Graduação:
* UFMG
Residência:
* Clínica Médica- Hospital das Clínicas- UFMG
* Endocrinologia- Hospital das Clínicas- UFMG
Pós graduação
* Mestrado (em andamento)- UFMG

A recente notícia de que a influenciadora Thais Carla está utilizando auxílio medicamentoso após sua cirurgia bariátrica...
26/02/2026

A recente notícia de que a influenciadora Thais Carla está utilizando auxílio medicamentoso após sua cirurgia bariátrica acendeu um debate importante: o tratamento da obesidade não termina no centro cirúrgico. 🩺✨

A ciência é clara: a obesidade é uma doença crônica. Isso significa que o corpo possui mecanismos biológicos complexos que lutam para manter o estoque de gordura. A cirurgia bariátrica altera a anatomia e os hormônios, mas para muitos pacientes, o uso das "canetas emagrecedoras" (análogos de GLP-1) torna-se um aliado vital para controlar o reganho e manter o metabolismo equilibrado.

Não existe "caminho mais fácil", existe o caminho da saúde e da evidência científica. Menos julgamento, mais informação! 💡

BemEstar Ciencia Endocrinologia

Sério: quando foi que “em fase de estudos” virou sinônimo de “pode usar”?A retatrutida está chamando atenção porque, nos...
23/02/2026

Sério: quando foi que “em fase de estudos” virou sinônimo de “pode usar”?
A retatrutida está chamando atenção porque, nos ensaios, a perda de peso parece grande. Mas isso NÃO significa que dá pra sair aplicando por conta própria ,e muito menos comprando “caneta” de procedência duvidosa. A Retatrutida não foi liberada para venda por nenhuma agência regulatória pois ainda está em fase de estudos (e ainda não temos dados sobre a segurança).

O meu alerta aqui é simples:
✅ Medicina não é trend.
✅ Emagrecimento não pode ser uma aposta.
O que eu vejo na prática (e que ninguém posta)
Gente passando mal de verdade: náusea, vômitos, diarreia/constipação, fraqueza.
Desidratação (principalmente quando a pessoa vomita/tem diarreia e “segura” água/comida).
E o medo maior: compra clandestina (dose errada, armazenamento errado, produto falsificado, “misturas” sem controle).
“Mas GLP-1 também tem efeitos colaterais…”
Sim... por isso não é pra usar sem avaliação, ajuste de dose, orientação de alimentação/hidratação, exame, histórico clínico e acompanhamento.
E no caso da retatrutida, tem mais um detalhe: ainda falta resposta de longo prazo fora do cenário controlado de estudos.
Sinais de alerta (não ignore)
Procure atendimento se tiver:
🚨 dor abdominal forte e persistente, especialmente se vier com vômitos
🚨 vômitos repetidos, incapacidade de manter líquidos
🚨 sinais de desidratação (tontura, urina muito escura, fraqueza intensa)
🚨 dor no lado direito do abdome, febre ou icterícia (olhos amarelados)
Emagrecer com segurança não é só “aplicar e esperar”.
É diagnóstico, indicação correta, plano alimentar, ajuste de dose, avaliação de efeitos e estratégia pra manter resultados com saúde.
Se você quer entender se existe indicação pra você (e quais opções são realmente seguras e aprovadas), me chama no direct ou agenda sua consulta.
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Você já viu o título: “Esses alimentos são cancerígenos… segundo a OMS” — e aqui vai o que isso significa na prática 👇✅ ...
19/02/2026

Você já viu o título: “Esses alimentos são cancerígenos… segundo a OMS” — e aqui vai o que isso significa na prática 👇

✅ O que entra como “carne processada” (Grupo 1 – IARC/OMS)
São carnes curadas, defumadas, salgadas ou com conservantes (ex.: nitrito/nitrato) para durar mais.
Exemplos do dia a dia: bacon, presunto/apresuntado, peito de peru/blanquet, mortadela, salame/pepperoni, salsicha, linguiça/calabresa, nuggets e hambúrguer industrializado (muitos), enlatados cárneos e defumados.

✅ Bebidas alcoólicas (Grupo 1 – IARC/OMS)
Qualquer tipo: cerveja, vinho, destilados.

⚠️ Carne vermelha (Grupo 2A – provavelmente cancerígena)
Boi, porco, cordeiro, cabra.

🔎 Dica rápida de rótulo (pra identificar embutidos):
Se aparece nitrito/nitrato, “cura”, “defumado” e uma lista grande de aditivos → é carne processada com alta chance.

🧠 Sem terrorismo: risco é dose e frequência.
A ideia não é pânico — é rotina: embutido não é proteína do dia a dia; é exceção.

💡 Trocas simples (sem perder proteína e saciedade):
• Café/lanche: ovos, iogurte natural/greek, queijo, atum/sardinha em água, frango desfiado.
• Sanduíche: frango/carne preparada em casa, ovo, homus + salada.
• Churrasco: priorize carne in natura e use linguiça/bacon como “acompanhamento”, não base.

Comer menos (com conforto) raramente é “falta de força de vontade”. Na prática, é neurobiologia + ambiente + sono.📌 Por ...
10/02/2026

Comer menos (com conforto) raramente é “falta de força de vontade”. Na prática, é neurobiologia + ambiente + sono.

📌 Por que essas 6 estratégias funcionam?

Comer sentado, sem telas
A distração reduz a percepção de sinais de saciedade (interocepção) e favorece “calorias não percebidas”. Além disso, aumenta o eating in the absence of hunger (comer sem fome real).

Não chegar com fome em festas
Fome intensa aumenta a resposta de recompensa e reduz o controle inibitório, facilitando escolhas mais densas em energia. Um lanche proteico antes diminui o “rebote” de apetite.

Proteína em todas as refeições
Proteína é o macronutriente com maior efeito de saciedade: reduz grelina e aumenta hormônios intestinais anorexígenos (ex.: GLP-1, PYY, CCK), além de ter maior efeito térmico e ajudar na preservação de massa magra.

Não coloque as panelas na mesa
Ambiente é um “gatilho” potente: comida disponível e à vista aumenta consumo por cues visuais e repetição automática (padrão de hábito). Guardar é “tirar o estímulo”.

Pratos menores
A percepção de porção é influenciada por heurísticas visuais (ex.: ilusão de Delboeuf). Pratos grandes fazem porções parecerem menores, favorecendo servir e comer mais.

Dormir 7–9 horas
Privação de sono aumenta fome e preferência por alimentos ultrapaláveis: eleva grelina, reduz leptina (em alguns estudos) e piora o controle hedônico, além de aumentar impulsividade alimentar no fim do dia.

✅ Resultado: menos “comer no automático”, mais saciedade, melhor adesão — e isso é muito mais sustentável do que restrição extrema.

Hoje celebro você, pai. Meu maior exemplo de amor, comprometimento, ética e esforço. Tudo o que sou carrega um pouco do ...
28/01/2026

Hoje celebro você, pai. Meu maior exemplo de amor, comprometimento, ética e esforço. Tudo o que sou carrega um pouco do que aprendi com você. Obrigada por me inspirar todos os dias. Feliz aniversário! 🎉❤️

Você não está “sem força de vontade” — o que esse estudo mostra é que o corpo tende a recuperar peso quando o medicament...
24/01/2026

Você não está “sem força de vontade” — o que esse estudo mostra é que o corpo tende a recuperar peso quando o medicamento é interrompido. 📈

🔎 O que foi analisado?
Uma revisão sistemática com meta-análise reuniu 37 estudos (9.341 participantes) e mediu o que acontece depois que as medicações para controle do peso são suspensas.

📌 Principais achados (em números):
• Reganho médio: ~0,4 kg/mês após parar.
• Retorno ao peso basal: projetado em ~1,7 ano após a interrupção.
• Em ensaios clínicos, em ~1,4 ano o peso já não diferia entre quem usou o medicamento e o grupo controle.
• Os marcadores cardiometabólicos (glicose/HbA1c, colesterol, triglicérides e pressão arterial) foram projetados para voltar ao basal em até ~1,4 ano após parar.
• O reganho foi mais rápido após medicamentos do que após programas comportamentais, em cerca de +0,3 kg/mês — independente do quanto a pessoa emagreceu inicialmente.

💡 Tradução prática:
Medicação pode ser uma ferramenta excelente para perder peso e melhorar risco cardiometabólico, mas obesidade é crônica e recidivante — então, se o remédio sai, o plano precisa entrar: alimentação, atividade física, sono, saúde mental, estratégia de manutenção e acompanhamento.

Eu comia chocolate ao leite, paçoca, iogurte de morango e biscoito recheado quando era criança… e tô vivo 😅Mas uma coisa...
14/01/2026

Eu comia chocolate ao leite, paçoca, iogurte de morango e biscoito recheado quando era criança… e tô vivo 😅
Mas uma coisa mudou muito de lá pra cá: o rótulo.

📌 Chocolate ao leite: em muitos casos, saiu de “cacau + leite + açúcar” e virou uma fórmula pra baratear e padronizar textura, com mais gordura vegetal, aromatizantes e emulsificantes.

🥜 Paçoca: a “raiz” costuma ser simples (amendoim + açúcar + sal). Hoje, algumas versões entram com óleos/gorduras vegetais e aditivos pra durar mais e ficar sempre igual.

🍓 Iogurte de morango: às vezes tem pouco morango de verdade e muito “sabor morango” (aroma, corante, espessante). Não é proibir , é entender se você está comprando iogurte com fruta ou sobremesa saborizada.

🍪 Biscoito recheado: aqui a diferença costuma ser ainda mais gritante: recheios com gorduras e aditivos que deixam tudo mais “viciante” (hiperpalatável), e o pacote acaba rápido sem a gente perceber.

✅ Moral da história (sem terrorismo alimentar):
Não é nostalgia. É frequência + automático + rótulo.
Quanto mais curta e “comida de verdade” for a lista de ingredientes, melhor , e doces podem caber, desde que não virem rotina diária no piloto automático.

As Dietary Guidelines for Americans 2025–2030 se apresentam como um “reset” e resumem a mensagem em uma frase: “eat real...
13/01/2026

As Dietary Guidelines for Americans 2025–2030 se apresentam como um “reset” e resumem a mensagem em uma frase: “eat real food”, dieta baseada em alimentos integrais e densos em nutrientes, com redução forte de ultraprocessados (refinados, açúcar adicionado, excesso de sódio e aditivos).

📌 O que aparece como mudança prática no documento:

✅ 1) Proteína virou prioridade
A diretriz coloca proteína como foco do prato e traz uma meta explícita: 1,2–1,6 g/kg/dia (ajustável).

Inclui fontes animais (ovos, aves, frutos do mar, carne vermelha) e também leguminosas/nozes/sementes/soja.

✅ 2) Laticínios: preferência por “full-fat” sem açúcar
Quando consumir, o documento fala em full-fat dairy com zero açúcar adicionado e sugere 3 porções/dia como referência (para 2.000 kcal, ajustável).

✅ 3) Grãos continuam, mas com recado claro
Priorizar grãos integrais ricos em fibras e reduzir carboidratos refinados ultraprocessados (pão branco, crackers, prontos etc.).

✅ 4) Açúcar adicionado: tolerância quase zero
O texto é direto: “nenhuma quantidade de açúcar adicionado é recomendada” e ainda sugere um limite por refeição: até 10 g.

✅ 5) Sódio: o velho teto permanece
Para a pop**ação geral ≥14 anos: < 2.300 mg/dia, e reforça que ultraprocessados ricos em sódio devem ser evitados.

⚠️ O ponto que merece leitura crítica (e individualização): gorduras
O documento diz para priorizar azeite, mas lista também manteiga ou sebo bovino como opções, ao mesmo tempo em que mantém a recomendação de gordura saturada ≤10% das calorias/dia.

Na prática, isso abre discussão sobre coerência, qualidade da evidência e aplicabilidade no mundo real.

🍷 Álcool: pouco específico
A orientação é genérica (“consuma menos”) e lista grupos que devem evitar totalmente (gestantes, pessoas em recuperação de dependência, interações com medicações/condições etc.).

➡️ Minha leitura como endocrino: dá pra aproveitar o melhor (comida de verdade, proteína adequada, menos ultraprocessados) e, ao mesmo tempo, manter senso crítico com o que ficou “solto”, porque diretriz não substitui consulta, contexto metabólico e individualização.

Wegovy em comprimidos (semaglutida oral) já está no mercado americano, após aprovação pela FDA, a agência reguladora dos...
07/01/2026

Wegovy em comprimidos (semaglutida oral) já está no mercado americano, após aprovação pela FDA, a agência reguladora dos EUA, equivalente à Anvisa no Brasil. A posologia aprovada para adultos segue titulação mensal para reduzir eventos gastrointestinais: 1,5 mg VO 1x/dia por 30 dias, depois 4 mg/dia (dias 31–60), 9 mg/dia (dias 61–90) e manutenção 25 mg/dia a partir do dia 91.

A administração é em jejum, pela manhã, com até 4 oz (~120 mL) de água, sem outras bebidas; o comprimido deve ser deglutido inteiro e é necessário aguardar pelo menos 30 minutos antes de alimentação, outras bebidas ou outros medicamentos orais.

Se houver dose esquecida, a orientação é p**ar a dose e retomar no dia seguinte (sem dobrar).

Como todo agonista de GLP-1, requer prescrição e acompanhamento, e há contraindicações importantes (ex.: história pessoal/familiar de carcinoma medular de tireoide ou MEN2).

E no Brasil? A disponibilidade dependerá de avaliação regulatória e cronograma após decisão da Anvisa.

06/01/2026

Se você já tentou “comer menos” e mesmo assim travou… talvez o ponto não seja só o que você come — e sim como você come.
A EFCA ajuda a identificar padrões (fenótipos) de comportamento alimentar para personalizar a estratégia no tratamento da obesidade. Ela não diagnostica transtorno alimentar: ela descreve “jeitos de comer” que podem dificultar o controle.
🔎 Estratégias por fenótipo:
🍽️ Hiperfágico (porções grandes / dificuldade em parar)
• Priorize saciedade: proteína + fibra + volume (saladas/legumes) em todas as refeições.
• Porcione antes (sirva no prato; evite travessa/pacote na mesa).
• Ritmo conta: mastigue mais devagar e faça pausa de 10 minutos antes de repetir.
⏰ Desorganizado (p**a refeições / irregularidade)
• Crie horários âncora (2–3 refeições base, mesmo em dias corridos).
• Tenha um kit de emergência (opções rápidas planejadas) para não decidir com fome.
• Evite jejum longo “sem querer”: um lanche estruturado no horário crítico reduz exageros à noite.
⭐ Hedônico (come por prazer / estímulo)
• O ambiente manda: deixe “gatilhos” fora de casa e use porções individuais.
• Técnica da onda: espere 10 minutos antes de decidir — o desejo sobe e desce.
• Faça prazer planejado, com porção definida, e tenha versões melhores do “docinho/salgadinho”.
💛 Emocional (come por ansiedade/estresse/tédio)
• Identifique o gatilho: “o que eu estava sentindo 10 min antes?”
• Tenha um plano rápido de regulação: respiração, pausa, água, caminhada curta, banho, música.
• Se for frequente, vale suporte: sono, rotina e psicoterapia quando indicado.
⚠️ Compulsivo (perda de controle / episódios)
• Regularidade é base: p**ar refeições piora episódios.
• Reduza alimentos gatilho em casa e combine um plano de crise (pausar, sair do ambiente, pedir ajuda).
• Se recorrente, é sinal de investigar com mais profundidade e integrar cuidado médico + psicológico.
✨ A melhor estratégia é a que faz sentido para o seu padrão — e muda ao longo do tempo.

30/12/2025

Romã no Réveillon: tradição + saúde ✨
Na virada, muita gente come romã e guarda algumas sementes na carteira/bolsa como símbolo de prosperidade para o ano que começa.

E além do simbolismo, ela é uma fruta rica em antioxidantes e polifenóis, com potencial efeito anti-inflamatório e benefícios para a saúde cardiovascular.

✅ Dica prática: prefira comer a fruta (mais fibra e saciedade). Se for suco, escolha 100% e sem açúcar, sem exageros.

🍎 E não deixe só para a virada: coma romã o ano inteiro.
Que seu novo ano seja de saúde, constância e escolhas simples que fazem diferença.

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