15/03/2026
Muita gente se acostuma com a dor. Começa como um incômodo pequeno, depois vira algo frequente… e quando percebe, já está convivendo com ela há meses ou até anos. O problema é que, quando a dor passa de 3 meses, ela deixa de ser apenas um sinal passageiro do corpo e passa a ser considerada dor crônica. E quanto mais tempo ela permanece, mais ela influencia sua qualidade de vida.
~Veja algumas coisas importantes que você precisa entender:~
• Dor crônica não é apenas “uma dor que demora para passar”.
Quando a dor dura mais de 3 meses, o corpo começa a criar padrões de compensação. Você muda a forma de andar, de sentar e até de se movimentar para evitar o desconforto. Com o tempo, isso pode gerar novas dores.
Existe também uma adaptação do sistema nervoso, as fibras neurais continuam a levar a informação de dor, mesmo que o processo inflamatório não exista mais😱
• Tomar remédio pode aliviar, mas não resolve a causa.
O medicamento muitas vezes atua como um “apagador de incêndio”. Ele diminui o sintoma por um período, mas não corrige o que está gerando o problema no seu corpo.
• Seu corpo pode estar sobrecarregando outras estruturas.
Uma dor no joelho pode estar relacionada ao quadril.
Uma dor lombar pode ter relação com os pés.
Uma dor no pescoço pode vir de uma tensão exagerada no trabalho
*A falta de movimento adequado piora a dor.*
-Muitas pessoas começam a evitar movimentos por medo da dor. Só que o corpo precisa de mobilidade, força e estabilidade para funcionar bem.
-Cada dor tem uma história por trás.
Não existe tratamento padrão que funcione para todo mundo. É preciso entender como você se movimenta, como está sua postura e quais padrões seu corpo criou ao longo do tempo.
-Quanto antes você buscar ajuda, mais rápido tende a ser a melhora.
Quanto mais tempo a dor permanece, mais o corpo se adapta a ela. Por isso, investigar cedo pode evitar que o problema se torne ainda mais complexo.
Lembra de enviar esta mensagem para aquele amigo ou familiar que está com dor há mais de 3 meses
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