Esllane Costa

Esllane Costa Re-construindo a AUTOESTIMA de Mulheres através da Terapia

05/05/2026

Aceitação não é sinônimo de passividade, conivência ou ausência de limites.

Aceitar a pessoa é respeitar a existência dela e colocar limites é respeitar a sua própria existência

As duas coisas caminham juntas.

Porque quando só existe aceitação sem limite, vira anulação.

E quando só existe limite sem aceitação, vira rigidez, afastamento, dureza.

O equilíbrio é esse lugar mais maduro, que você não dá pra mudar o outro, mas também não permite ser ferida pra manter o outro por perto.

Esllane Macedo
Psicóloga 01-26816
Psicoterapia Online e Presencial.

Ser mãe de dois, é que tenho pensado sobre isso esses dias...E tenho visto que é dividir o colo sem dividir o amor.É olh...
03/05/2026

Ser mãe de dois, é que tenho pensado sobre isso esses dias...

E tenho visto que é dividir o colo sem dividir o amor.

É olhar pra um que já tem histórias, manias, opiniões… e pra outro que ainda tá descobrindo o mundo e perceber que, mesmo sendo tão diferentes, os dois cabem inteirinhos dentro de mim.

É sentir, às vezes, um aperto por não conseguir estar 100% em tudo… mas também viver uma alegria difícil de explicar ao ver um cuidando do outro, criando laços que vão além de mim..

Ser mãe de dois tem sido sobre crescer junto.
É sair do controle e entrar mais no amor.
É entender que não é sobre dar o mesmo, é sobre dar o que cada um precisa.

E no meio da rotina, do cansaço e dos dias imperfeito tenho percebido que o que estou construindo aqui é algo que o tempo não apaga, é vínculo, é base, é amor que se multiplica...

Tenho sido grata por vivenciar tantos momentos lindos com meus filhos e com a minha familia.

Parei para pensar esses dias que a  maternidade é o que mais me desafia, e o que mais me emociona, é o que mais me forta...
06/04/2026

Parei para pensar esses dias que a maternidade é o que mais me desafia, e o que mais me emociona, é o que mais me fortalece, e, ao mesmo tempo, o que mais me vulnerabiliza.

Tem dias que eu me sinto forte, capaz, suficiente.
E tem dias que eu só queria um tempo, um respiro, um colo.

Porque a maternidade não é esse lugar constante de plenitude que, muitas vezes, tentam vender pra gente.

Ela é um território de contrastes.
É amor que transborda e também é cansaço que ninguém vê.
É certeza, e, ao mesmo tempo, um monte de dúvida.
E, no meio de tudo isso, ainda existe uma mulher tentando não se perder de si mesma.

Mas, no meio disso tudo, existe uma verdade: a gente continua.

Mesmo cansada.
Mesmo com dúvida.
Mesmo sem se sentir suficiente.

E talvez seja isso que ninguém fala, a gente não precisa dar conta de tudo pra estar fazendo o nosso melhor.

Você já é uma boa mãe (mesmo achando que não é). Ser uma boa mãe não significa ser perfeita, mas sim se importar, tentar e estar presente, mesmo com cansaço.

O simples fato de se preocupar com isso prova o seu amor e dedicação, lembre-se a maternidade não é sobre ser uma mãe perfeita, é sobre ser humana!

Me conta você já se sentiu assim, nesse contraste?

04/04/2026

Ensinar sobre gentileza vai muito além de falar ‘por favor’ e ‘obrigado’.

É ensinar que palavras têm peso.
Que elas podem aliviar ou ferir profundamente.

Mas existe algo ainda mais importante: a forma como a gente fala com a gente mesmo.
Porque quem cresce se ouvindo com dureza,
aprende que isso é normal.

E, sem perceber, reproduz isso com os outros.
Agora, quando alguém aprende a se olhar com mais carinho, com mais paciência, com mais respeito, isso transborda.

A gentileza deixa de ser um esforço e passa a ser quem a pessoa é.
Por isso, talvez o maior ensino não seja só:
‘seja gentil com o outro’

Mas sim:

‘aprenda a não ser cruel com você’

Porque um coração que é tratado com cuidado…
também aprende a cuidar!

24/03/2026

O final 😍❤️🥹

E na verdade, até os cavalos sentem. Eles sentem medo, afeto, dor, ou seja, sentir faz parte da vida. O que nos torna humanos é aprender o que fazer com esses sentimentos
Meninos que aprendem a respeitar sentimentos hoje, se tornam homens que não machucam amanhã.

Eu aprendi a desenvolver o amor-próprio na minha vida adulta depois de anos de terapia e formação. Porque, até então, eu...
18/03/2026

Eu aprendi a desenvolver o amor-próprio na minha vida adulta depois de anos de terapia e formação. Porque, até então, eu nem sabia exatamente o que era amor-próprio.

Durante muito tempo, eu achava que amor-próprio era algo que algumas pessoas simplesmente tinham e outras não. Como se fosse um traço de personalidade, ou uma qualidade que nasce com a gente. Mas, na verdade, amor-próprio é algo que se aprende e, muitas vezes, se aprende depois de ter se perdido de si.

Eu precisei olhar para mim com mais verdade. Perceber em quantos momentos eu me silenciei para caber em lugares que não me acolhiam. Em quantas vezes eu me cobrei mais do que me compreendi. Em quantas situações eu me abandonei tentando ser suficiente para alguém.

E foi nesse processo de consciência que algo começou a mudar.

Na Gestalt Terapia que é a a minha prática clínica, aprendemos que tudo começa pela consciência. É no momento em que olhamos para nós mesmos com presença que percebemos como temos nos tratado.

E, muitas vezes, descobrimos que somos muito mais duros conosco do que seríamos com qualquer outra pessoa.

Praticar o amor-próprio não significa viver se elogiando o tempo todo ou ignorar nossas falhas.

Significa se relacionar consigo mesmo com honestidade e gentileza, é perceber quando você está cansada e respeitar seu limite. É reconhecer seus sentimentos sem se julgar por senti-los. É entender que você não precisa se violentar emocionalmente para caber em expectativas que não são suas.

Ser gentil consigo não é fraqueza. É maturidade emocional.

Porque, eu aprendi na prática que amar a si mesmo é isso: aprender a permanecer ao seu próprio lado, com verdade, respeito e presença.

Meus últimos looks escolhidos 🦋
10/03/2026

Meus últimos looks escolhidos 🦋

08/03/2026

Ver meu filho indignado diante de uma violência verbal contra uma mulher, ainda mais contra a própria mãe, me trouxe sentimentos muito mistos: orgulho, surpresa, preocupação com a intensidade da reação e até um eco de experiências passadas.

Ele reconhecer que aquilo não era aceitável.

A indignação dele é legítima; a violência como resposta é algo que estamos ensinando a ser transformado.

Não deveria ser normal um homem ou uma criança chamar uma mulher de “puta” ou qualquer outro termo ofensivo. Isso também é uma forma de violência

Precisamos EDUCAR meninos para se tornar um homem que respeita mulheres.

Feliz dia das Mulheres

23/01/2026

Dizem que eu estou me achando demais.
Mas, na verdade, as pessoas não estão acostumadas a ver uma mulher negra ocupando um lugar de presença, consciência e protagonismo.

Fui ensinada a me calar.
A ser boazinha.
A não incomodar.
A não ser vista.

Historicamente, fomos ensinadas a diminuir nossa voz, nosso brilho e nossa presença para caber em espaços que nunca foram feitos para nos acolher.

O que chamam de ‘estar se achando’ é, muitas vezes, uma mulher rompendo com séculos de silenciamento.

Ao escolher desenvolver consciência, amor próprio e presença,vai incomodar quem só te aceitava menor

E amar a si mesma significa parar de se encolher para caber.

Não é arrogância.
É consciência.
É amor próprio.
É reparação histórica.
É liberdade.

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