Renata Mafra Terapias

Renata Mafra Terapias Se você busca uma educação mais humana, criativa e conectada ao seu propósito, convido você a embarcar nessa jornada comigo.

30/12/2025

É isso wue desejo para 2026. E você?

O feminicídio de Tainara Souza Santos não é um caso isolado.É um grito.Tainara Souza Santos, 31 anos, tinha nome, histór...
26/12/2025

O feminicídio de Tainara Souza Santos não é um caso isolado.
É um grito.

Tainara Souza Santos, 31 anos, tinha nome, história, vínculos e sonhos.
Ela morreu na quarta-feira (24), após ficar 25 dias internada, depois de ser atropelada e arrastada por um homem na Marginal Tietê.

Quando uma mulher é assassinada por ser mulher, não falhamos apenas com ela.
Falhamos como sociedade.

O feminicídio não nasce do nada.
Ele é fruto de uma cultura que normaliza o controle, o silenciamento e a violência, psicológica, emocional e física.
Uma cultura que ainda ensina mulheres a suportar e homens a dominar.

Por isso, nenhuma mudança real virá apenas da indignação individual.

É preciso movimento coletivo.
É preciso romper o silêncio.
É preciso educação, políticas públicas eficazes, responsabilização real dos agressores e redes de apoio que funcionem antes que a violência chegue ao fim irreversível.

Falar sobre Tainara não é sensacionalismo.
É memória.
É denúncia.
É compromisso.

Enquanto uma mulher não puder viver sem medo, nenhuma de nós está realmente segura.

Que o nome de Tainara Souza Santos não seja esquecido.
Que essa dor gere consciência.
Que essa consciência vire ação.

🖤 Por Tainara. Por todas. Pelo fim do feminicídio.





O corpo guarda histórias que a mente sozinha não dá conta.Aqui, a escuta é profunda, o ritmo é respeitadoe o cuidado aco...
25/12/2025

O corpo guarda histórias que a mente sozinha não dá conta.
Aqui, a escuta é profunda, o ritmo é respeitado
e o cuidado acontece por inteiro.

Terapia Somática • Psicanálise • Educação Socioemocional
Atendimentos online e presenciais

O corpo guarda histórias que a mente sozinha não dá conta.Aqui, a escuta é profunda, o ritmo é respeitadoe o cuidado aco...
25/12/2025

O corpo guarda histórias que a mente sozinha não dá conta.
Aqui, a escuta é profunda, o ritmo é respeitado
e o cuidado acontece por inteiro.

Terapia Somática • Psicanálise • Educação Socioemocional
Atendimentos online e presenciais.

Novos começos, mais presença e cuidado.A partir de fevereiro, estarei atendendo online e presencialmente em Caxambu e Sã...
25/12/2025

Novos começos, mais presença e cuidado.

A partir de fevereiro, estarei atendendo online e presencialmente em Caxambu e São Lourenço, ampliando o espaço de escuta, acolhimento e transformação.

Atendo como Terapeuta Somática, Psicanalista e Educadora Socioemocional, integrando corpo, mente e emoções em um processo profundo, respeitoso e individual.

Se você sente que é tempo de olhar para si com mais consciência, presença e verdade, esse caminho pode começar agora. 🤍

📍 Presencial - Caxambu | São Lourenço
💻 Atendimentos online
📩 Informações e agendamentos por direct ou link na bio

SãoLourenço ConsciênciaCorporal CuidadoIntegral

24/12/2025

Vivemos um tempo curioso e perigoso.
Um tempo em que o simbólico tem ocupado o lugar do real.

Recentemente, vimos pessoas boicotando Havaianas por causa de uma fala em um comercial. Não por uma prática concreta de exploração, não por um dano ambiental comprovado, não por uma violação real de direitos. Mas por uma interpretação simbólica, por uma frase, por um signo lido como ameaça à própria identidade.

E aqui está o ponto central:
quando reagimos apenas ao símbolo, perdemos a capacidade de lidar com a realidade.

Enquanto discutimos slogans, seguimos aceitando jornadas exaustivas, precarização do trabalho, alimentos ultraprocessados, relações adoecidas, violência cotidiana e um corpo cada vez mais desconectado da própria percepção. O real segue acontecendo, silencioso, enquanto brigamos por narrativas.

O símbolo é importante. Ele comunica, provoca, revela valores.
Mas ele não pode substituir a experiência concreta.

Boicotar uma marca por uma fala não transforma, por si só, a estrutura que adoece pessoas. Não muda a forma como vivemos, consumimos, trabalhamos ou nos relacionamos. Muitas vezes, apenas alivia a sensação de pertencimento a um lado sem exigir qualquer transformação real.

Viver o real é mais exigente.
É olhar para o próprio corpo, para as próprias escolhas, para os impactos cotidianos que produzimos. É sustentar contradições. É agir onde dói de verdade e não apenas onde é confortável se posicionar.

Quando ficamos presos ao simbólico, o corpo vira espectador.
Quando voltamos ao real, ele se torna participante.

Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja escolher um lado em uma guerra de símbolos, mas voltar a sentir, perceber e agir no que é concreto.
Porque o mundo não muda no discurso que viraliza,
ele muda na vida que se vive.

E isso, infelizmente, não cabe em um comercial.

13/12/2025

Mais atualizações no Coletivo Cultural A Casa que Roda.

A história de Emilia Clarke, talentosíssima, reconhecida mundialmente e, ao mesmo tempo, sobrevivente de dois aneurismas...
10/12/2025

A história de Emilia Clarke, talentosíssima, reconhecida mundialmente e, ao mesmo tempo, sobrevivente de dois aneurismas, nos lembra de algo que esquecemos com frequência: o corpo sempre fala. A questão é se estamos ouvindo.

Antes da fama, Emilia era apenas uma jovem artista buscando espaço. Depois de “Game of Thrones”, tornou-se símbolo global. Mas no auge dessa visibilidade, enfrentava dores, tensão extrema, sobrecarga, expectativas inalcançáveis e um trauma neurológico que quase tirou sua vida.

Ela seguiu, silenciosamente, ultrapassando limites que nenhum corpo deveria sustentar sozinho. E esse é um ponto que atravessa qualquer pessoa, em qualquer profissão: a resistência não é sinônimo de saúde.

É aqui que a terapia somática entra.

Enquanto muitas abordagens focam apenas na mente, a somática lembra que estresse crônico, exaustão emocional e sobrecarga de performance se manifestam fisicamente, muito antes de virarem adoecimento.

O corpo responde ao que tentamos “racionalizar”:
• tensão constante no pescoço e ombros,
• dificuldade de respirar fundo,
• fadiga persistente,
• insônia,
• sensação de “desligamento”,
• lapsos de memória,
• irritabilidade sem motivo claro.

São alertas. E ignorá-los tem custo.

A somática nos convida a reconectar sensação, emoção e presença.
A baixar a guarda interna.
A reconhecer limites antes que eles sejam rompidos.
A transitar do modo sobrevivência para o modo existência.

Emilia Clarke reconstruindo sua vida após traumas cerebrais não é apenas uma história de superação, é um lembrete poderoso: não precisamos esperar o corpo quebrar para começar a cuidar dele.

No trabalho, na liderança, no empreendedorismo ou na vida pessoal, autoconsciência corporal é uma das habilidades mais estratégicas que podemos ter.

E, muitas vezes, é o que impede que o excesso vire adoecimento.

Saúde somática não é luxo. É prevenção. É maturidade emocional. É sustentabilidade humana.

E você?
Como tem escutado o seu corpo nos últimos meses?

#

Endereço

EStrada Dos Vicentes
Soledade De Minas, MG
37478000

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