Consultorio de Nutrição Dra. Daniela Regina

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Aspectos negativos de se alimentar em frente ao computador ou televisãoNão é nenhuma grande novidade que a quantidade de...
02/05/2017

Aspectos negativos de se alimentar em frente ao computador ou televisão

Não é nenhuma grande novidade que a quantidade de comida que uma pessoa ingere em uma refeição é um critério fundamental para saber como ela se sentirá depois que terminar de comer. Se ela fizer um prato contendo um quilo de comida rica em gordura, certamente o resultado será uma sensação de inchaço e desconforto.

No entanto, algumas horas depois da refeição, se lembrar do que você comeu é tão importante quanto a refeição propriamente dita. É sabido que pessoas que se distraem demasiadamente enquanto estão se alimentando não formam memórias suficientes sobre o que comeram e acabam se condicionando a uma fome irregular durante o período pós-refeição.

Dentre os pontos negativos em se comer em frente ao computador ou à televisão estão diminuição do relaxamento, sociabilidade e saciedade. A importância de se manter refeições em família, principalmente entre crianças e adolescentes, vem sendo fortemente estudada e as pesquisas afirmam que o ato de se alimentar em família está frequentemente associado com uma melhor ingestão alimentar, incluindo maior consumo de grãos, frutas, vegetais, vitaminas e minerais, bem como uma diminuição da ingestão de bebidas alcoólicas.

Com relação ao relaxamento, sabemos que quando não relaxamos aumentamos a secreção de alguns hormônios, tais como adrenalina e cortisol, que podem influenciar de maneira negativa a forma como aproveitamos os nutrientes da refeição.

A saciedade também f**a prejudicada, pois a pessoas tendem a não prestar atenção ao que e quanto está comendo enquanto f**am em frente ao computador ou à TV. Nesse sentido, pesquisas tem demonstrado que essa prática leva a um maior consumo de alimentos nas refeições seguintes. Isso provavelmente acontece porque quando comemos inconscientemente, o nosso cérebro não registra o ato da refeição, acabando por estimular a compulsão e uma maior ingestão de alimentos.

Em um estudo realizado com famílias de baixa renda foram feitos recordatórios de 24 horas, antropometria e refeições familiares gravadas em vídeo. As refeições gravadas em vídeo foram codif**adas para avaliar se a família estava apagando a TV ou não. Os resultados do estudo mostraram que a TV está muito presente nas refeições em família e mesmo que as famílias não estejam prestando atenção ela está ligada, isso pode ocasionar em um aumento da ingestão de alimentos sem a atenção plena da quantidade que se está ingerindo. Portanto, o ideal é estimular as refeições à mesa, em ambientes tranquilos, sem televisão e computador, promovendo assim hábitos de vida saudáveis e melhorando a qualidade da refeição e consequentemente melhorando a qualidade de vida!

Referências Bibliográf**as:

EISENMANN, J.C.; BARTEE, R.T.; WANG, M.Q. Physical activity, TV viewing, and weight in U.S. youth: 1999 Youth Risk Behavior Survey. Obes Res; 10(5): 379-85, 2002.
MENDONZA, A.J.; ZIMMERMAN, F.J.; CHRISTAKIS, D.A. Television viewing, computer use, obesity, and adiposity in US preschool children. Int J Behav Lei Phys Nutr Activity; 44(4); 2007.
TROFHOLZ, A.C. et al. Associations between TV viewing at family meals and the emotional atmosphere of the meal, meal healthfulness, child dietary intake, and child weight status. Appetite; 108:361-366, 2017.
CHAPMAN, C.D. et al. Watching TV and food intake: the role of content. PLoS One; 9(7):e100602, 2014.
BOURN, R. et al. Watching reality weight loss TV. The effects on body satisfaction, mood, and snack food consumption. Appetite; 91:351-6, 2015..
ANDERSON, G.H. et al. Mealtime exposure to food advertisements while watching television increases food intake in overweight and obese girls but has a paradoxical effect in boys. Appl Physiol Nutr Metab; 40(2):162-7, 2015.
VIK, F.N.; BJORNARA, H.B.; OVERBY, N.C.; et al. Associations between eating meals, watching TV while eating meals and weight status among children, ages 10–12 years in eight European countries: the ENERGY cross-sectional study. Int J Behav Lei Phys Nutr; 10:58, 2013.

Manteiga ou margarina: qual escolher?O brasileiro é um ávido consumidor de manteigas e margarinas e o setor industrial s...
02/05/2017

Manteiga ou margarina: qual escolher?

O brasileiro é um ávido consumidor de manteigas e margarinas e o setor industrial sempre lança novos produtos no mercado. Historicamente, a manteiga se transformou em uma das grandes vilãs no cardápio, por ser rica em ácidos graxos saturados. Já a margarina, que não contém gordura saturada por ser de origem vegetal, foi considerada uma alternativa mais saudável. Porém, os estudos constantemente comprovam o contrário, sendo a manteiga indicada como uma opção mais saudável em relação à margarina.

Durante o processo de fabricação da margarina ocorre a hidrogenação dos óleos vegetais, com formação de ácidos graxos trans. O processo é realizado para se obter produtos sólidos ou semissólidos com maior es­tabilidade em relação à oxidação. Essas substâncias são responsáveis pelo aumento dos níveis plasmáticos do LDL-colesterol e diminuição do HDL-colesterol, representando fator de risco para desenvolvimento de aterosclerose, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares. Além disso, deixam o organismo mais vulnerável a condições inflamatórias.

Não podemos esquecer que a manteiga e a margarina são conhecidamente produtos ricos em gorduras e consumidos muitas vezes de forma excessiva. Dessa forma, se associadas a uma desequilibrada e rica em outros tipos de lipídios, além de um hábito de vida sedentário, esses dois produtos podem levar o indivíduo a desenvolver obesidade ou, ainda que dentro do peso, ao acúmulo do LDL-colesterol nas artérias. As complicações de saúde não demoram a aparecer nesse quadro. Para os obesos, insere-se mais um agravante: o tecido adiposo libera substâncias pró-inflamatórias que os predispõe a futuros eventos cardiovasculares. Além disso, estudos recentes mostram que a liberação dessas substâncias também está relacionada com o desenvolvimento de Diabetes Melittus tipo II, mesmo em indivíduos sem evidências de resistência à insulina.

Há diversas margarinas consideradas menos impactantes na saúde, como as com fitoesteróis e as sem gordura trans. Ainda assim, os aditivos químicos estão presentes em grande quantidade nesses produtos e trazem consequências para o organismo, muitas vezes imperceptíveis em curto prazo. Além disso, dependendo de como essa margarina é utilizada em preparações culinárias, pode trazer outros malefícios devido ao aumento de produtos de oxidação dos fitoesterois presentes. Como alternativa ao processo de hidrogenação, desenvolveu-se a margarina produzida por meio de interesterif**ação, que já recebe críticas pesadas e é até considerada mais impactante na saúde do que o processo de hidrogenação.

A manteiga, apesar de ter a gordura saturada, tem papel importante em diversas funções no nosso organismo em pequena quantidade, principalmente devido à presença de butirato. Já no caso da margarina, a gordura trans é produzida pelo homem e não é necessária ao corpo. Assim, ela não traz nenhum benefício.

É importante lembrar que a OMS (Organização Mundial da Saúde) estabelece que o consumo de gordura trans deve ser inferior a 1% das calorias diárias ingeridas. Já a ingestão das gorduras saturadas não deve ultrapassar 7% das calorias diárias, segundo a National Cholesterol Education Program – Adult Treatment Panel III.

Esses dados reforçam a importância de consumir moderadamente a manteiga e de evitar a margarina. A grande questão, talvez de toda a Nutrição, é educar para que haja um equilíbrio da ingestão de produtos. Não é uma tarefa fácil vencer a barreira cultural e retirar o pão com manteiga ou margarina da mesa. Além disso, muitas das opções de substituições delas causam estranhamento, como queijo de búfala, de cabra, tofu, tahine, óleo de coco, pasta de grão de bico, geleia (sem açúcar e adoçante) e azeite de oliva extravirgem, entre outros.

De modo geral, considerar o equilíbrio, a individualidade bioquímica e o consumo de mais alimentos in natura é a melhor opção, sendo estes pilares fundamentais da nutrição funcional para atingir a vitalidade positiva.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

GERMAN, J.B.; DILLARD, C.J. Satured fats: what dietary intake? Am J Clin Nutr; 80(3): 550-559, 2004.
MIGUEL, A.C.M.G. Efeitos da suplementação de manteiga e margarinas no metabolismo lipídico e inflamação de portadores de síndrome metabólica que mantiveram seus hábitos usuais de vida. Tese (Doutorado) - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo, São Paulo. 141f, 2009.
NUNES, G.F.M.; PAULA, A.V.; CASTRO, H.F. Modif**ação bioquímica da gordura do leite. Nova; 33(2): 431-437, 2010;
RIBEIRO, A.P.B.; MOURA, J.M.L.N.; GRIMALDI, R. et al. Interesterif**ação química: alternativa para obtenção de gorduras zero trans. Q**m Nova; 30(5): 1295-1300, 2007.
SUNDRAM, K.; KARUPAIAH, T.; HAYES, K.C. Stearic acid-rich interesterified fat and trans-rich fat raise the LDL/HDL ratio and plasma glucose relative to palm olein in humans. Nutrition & Metab; 4:3, 2007.
FARIÑA, A.C. et al. Influence of trans fatty acids on glucose metabolism in soleus muscle of rats fed diets enriched in or deprived of linoleic acid. European Journal Of Nutrition; 1:13, 2017.
MOZAFFARIAN, D. Natural trans fat, dairy fat, partially hydrogenated oils, and cardiometabolic health: the Ludwigshafen Risk and Cardiovascular Health Study. European Heart Journal; 37(13):1079-81, 2016.
HOSSEINPOUR-NIAZI, S. et al. Is the metabolic syndrome inversely associates with butter, non-hydrogenated- and hydrogenated-vegetable oils consumption: Tehran lipid and glucose study. Diabetes Research And Clinical Practice; 112:20-9, 2016.

Composição Nutricional do Jambolão            O jambolão é uma planta típica da região sudeste do Brasil, sendo todas as...
02/05/2017

Composição Nutricional do Jambolão

O jambolão é uma planta típica da região sudeste do Brasil, sendo todas as suas partes utilizadas, popularmente, para tratamento e prevenção de diversas doenças devido aos compostos bioativos que apresenta – especialmente as antocianinas, superando as concentrações deste composto em alimentos como açaí, jabuticaba, mirtilo e amora1-3.

Este fitoquímico tem ganhado muito destaque na literatura científ**a por atuar como um importante agente antioxidante4. Para ilustrar esta propriedade, um estudo experimental indicou que a administração do extrato do fruto do Jambolão – por conter maior concentração de antocianinas em comparação às outras partes da planta – reduziu a inflamação e estresse oxidativo em fígado de ratos induzidos a danos hepáticos5.

Ainda, um estudo in vitro identificou que as antocianinas presentes no fruto do Jambolão exercem efeito apoptótico de células tumorais, podendo prevenir a evolução de alguns tipos de câncer6.

Além das antocianinas, outros compostos presentes no Jambolão são sugeridos como benéficos. Um estudo conduzido em modelo animal atribuiu o efeito antioxidante do Jambolão à miricetina, que foi associada à redução do risco de doenças metabólicas como diabetes7. Para enfatizar este efeito, um estudo realizado com 27 pacientes diagnosticados com diabetes tipo 2 mostrou que o consumo de infusão das folhas do Jambolão, por 28 dias, foi capaz de reduzir a glicemia de jejum de forma signif**ativa8.

Assim, seu consumo é considerado seguro, podendo fazer parte dos hábitos alimentares do brasileiro como uma rica fonte fitoquímicos que auxiliam na manutenção de nosso equilíbrio orgânico.



Referências Bibliográf**as

CHAGAS, V.T.; FRANÇA, L.M.; MALIK, S. et al. Syzygium cumini (L.) skeels: a prominent source of bioactive molecules against cardiometabolic diseases. Front Pharmacol; 6:259, 2015.
AVYANAR, M.; SUBASH-BABU, P.; IHNACIMUTHU, S. Syzygium cumini (L.) skeels.; a novel therapeutic agent for diabetes: folk medicinal and pharmacological evidences. Complement Ther Med; 21(3):232-43, 2013.
TROJAN-RODRIGUES, M.; ALVES, T.L.; SOARES, G.L. et al. Plants used as antidiabetics in popular medicine in Rio Grande do Sul, Southern Brasil. J Ethanopharmacol; 139(1): 155-63, 2012.
LAGO, E.S.; GOMES, E.. SILVA, R. et al. Physical-chemical, caloric and sensory characterization of light jambolan (Syzygium cumini Lamarck) jelly. Ciênc. Tecnol. Aliment.; 31(3): 666-673, 2011.
DONEPUDI, A.C.; ALEKSUNES, L.M.; DRISCOLL, M.V. et al. The traditional ayurvedic medicine, Eugenia jambolana (Jamun fruit), decreases liver inflammation, injury and fibrosis during cholestasis. Liver Int; 32(4):560-73, 2012.
CHAREPALLI, V.; REDDIVARI, L.; VADDE, R. et al. Eugenia jambolana (Java Plum) fruit extract exhibits anti-cancer activity against early stage human HCT-116 colon cancer cells and colon cancer stem cells. Cancers (Basel).; 8(3):E29, 2016.
BALDISSERA, G.; SPEROTTO, N.D.; ROSA, H.T. et al. Effects of crude hydroalcoholic extract of Syzygium cumini (L.)Skeels leaves and continuous aerobic training in rats with diabetes induced by a high-fat diet and low doses of streptozotocin. J Ethnopharmacol; 194:1012-1021, 2016.
TEIXEIRA, C.C.; FUCHS, F.D.; WEINERT, L.S. et al. The eff**acy of folk medicines in the management of type 2 diabetes mellitus: results of a randomized controlled trial of Syzygium cumini (L.) Skeels. J Clin Pharm Ther; 31(1):1-5, 2006.

A importância da hidrataçãoAo iniciar uma dieta, a maior preocupação é em relação aos alimentos que serão consumidos, ma...
01/05/2017

A importância da hidratação
Ao iniciar uma dieta, a maior preocupação é em relação aos alimentos que serão consumidos, mas o que poucos lembram, é que os líquidos que são ingeridos ao longo do dia também fazem a diferença na balança. Mesmo nas estações mais frias, a hidratação é essencial para manter nosso organismo funcionando.

Beber no mínimo 2 litros de água por dia é uma atitude que fará toda a diferença. Mas, além da água, quais outras bebidas também são importantes? Conheça um pouco mais sobre elas:

- Água: líquido essencial para todos os processos que ocorrem em nosso organismo. A água participa da digestão, eliminação das toxinas, e é importante para regular a temperatura corporal, além de umedecer mucosas como olhos, nariz e boca.

- Água de coco: pode ser utilizada principalmente para quem prática atividades físicas, isso porque, além de hidratar, a água de coco irá fornecer carboidratos (nutriente responsável em fornecer energia ao nosso corpo), além de repor sais minerais que são perdidos com o suor. No entanto, a bebida possui valor calórico e não substitui a ingestão de água.

- Chás de ervas: podem ser grandes aliados de quem quer emagrecer, já que apresentam baixo valor calórico. Além disso, possuem efeitos diuréticos colaborando para amenizar o problema de quem sofre de retenção de líquidos.



- Suco de fruta natural: são ótimas fontes de vitaminas, minerais e fibras essenciais ao funcionamento adequado do organismo. Os sucos naturais irão ajudar a aumentar a ingestão de líquidos, mas também não devem substituir a ingestão de água. Dê preferência por sucos em que há adição de água, pois assim, você irá ingerir menos calorias. Por exemplo, para o preparo de um suco de laranja, é preciso cerca de 4 unidades de laranja, por isso, embora seja uma bebida bastante saudável é mais calórica. Já um suco de abacaxi em que há menor concentração da fruta e mais água, apresenta menor valor calórico. As melhores opções são limão, abacaxi, maracujá, melancia, melão, acerola, adoçados com adoçante.

- Suco de frutas com verduras ou legumes: a combinação de verduras e legumes com sucos de frutas torna a bebida muito mais rica em nutrientes, isso porque, cada alimento é responsável em fornecer algum nutriente em específico ao nosso organismo, por isso, a combinação irá aumentar o valor nutritivo, sem impactar no valor calórico da bebida, já que a maioria dos vegetais são compostos basicamente por água. Por exemplo, o suco de laranja é fonte de vitamina C e ao combiná-lo com a couve, iremos fornecer ao nosso corpo cálcio, fibras e potássio.

- Vitamina de frutas: para quem tem rejeição ao leite puro, uma excelente forma de introduzi-lo na alimentação é batê-lo com alguma fruta, dessa maneira é possível aumentar a ingestão de cálcio, mineral importante encontrado nos leites e derivados, e que é essencial para saúde e manutenção óssea. Todas as frutas podem ser utilizadas, desde que com moderação. As mais comuns são banana, morango, mamão, maçã, maracujá. Para não comprometer o emagrecimento e mesmo assim ter uma vitamina igualmente nutritiva, a dica é substituir o leite integral pela versão desnatada. Também vale trocar o açúcar pelo adoçante ou mesmo, aproveitar o próprio sabor doce das frutas e não adoçar a bebida.

Ingestão de cálcio e vitamina D protege crianças contra a obesidade
01/05/2017

Ingestão de cálcio e vitamina D protege crianças contra a obesidade

Na lancheira escolar, mais alimentos saudáveis e menos açúcarOs números preocupam! Em 2014, mais de quarenta milhões de ...
01/05/2017

Na lancheira escolar, mais alimentos saudáveis e menos açúcar
Os números preocupam! Em 2014, mais de quarenta milhões de crianças com menos de cinco anos foram diagnosticadas como obesas. É o que afirma o relatório da Comissão Para Erradicar a Obesidade Infantil, vinculada à Organização Mundial de Saúde (OMS). Também consta que essa epidemia de obesidade tem o potencial de negar muitos dos benefícios alcançados nos últimos anos em relação à saúde no mundo.A alimentação realizada na escola tem um impacto considerável para a saúde. Trata-se de uma refeição realizada diariamente e o planejamento para que ela seja saudável é muito importante para garantir uma alimentação adequada nos primeiros anos da vida.Planejando o lanche
A lancheira precisa estar cheia de produtos que contenham nutrientes na sua composição natural, como leite, frutas, pães e alguns vegetais. É uma excelente ideia priorizar os alimentos da época, que tendem a estar mais frescos e são mais baratos. No caso das frutas, o ideal é que haja diversidade e muitas cores. Não esqueça dos sucos de frutas naturais, chás feitos em casa e água de coco, conforme o gosto, mas é importante que a água seja utilizada como a principal fonte de hidratação, principalmente para as crianças.O Ministério da Saúde orienta, que no caso das crianças com menos idade, o açúcar refinado seja expressamente evitado, afinal, nesse período da vida a percepção do paladar está se estruturando na criança e, assim, estão se formando os gostos alimentares, que darão origem aos hábitos que a acompanharão por toda a vida. O açúcar é um carboidrato presente em inúmeros alimentos e, se por um lado, os carboidratos são a mais importante fonte de obtenção de energia do nosso corpo, consumi-os excessivamente leva costumeiramente ao sobrepeso, à obesidade e à diabetes.

Riscos
O consumo de produtos cuja base é o açúcar refinado deve ser sempre moderado, pois representa riscos evidentes à saúde. A obesidade é apenas um deles. Mas há riscos também de doenças cardiovasculares, diabetes e outras, incluindo alguns tipos de câncer. Isso sem esquecer o dano que o açúcar refinado causa aos dentes. No plano da saúde mental, também há contraindicações. A criança que consome alimentos desse tipo com frequência e em excesso pode ter sua capacidade de concentração bastante reduzida, apresentar comportamento hiperativo e se mostrar usualmente irritadiça. É que a ingestão desses produtos pode ter relação com o aumento da concentração de hormônios, como a adrenalina e insulina, que levam a criança a uma excitação hiperativa.
Outro ponto a ser considerado é que o açúcar refinado possui uma propriedade indesejável sob o ponto de vista nutricional. O processo de refinamento indica que houve uma redução de seu valor nutritivo, o que signif**a dizer que esse tipo de açúcar, que é o mais consumido, alimenta muito pouco e, por outro lado, é uma das principais causas do sobrepeso e da obesidade. Tanto é assim que a OMS recomenda que a ingestão de açúcar refinado não ultrapasse 10% do consumo diário de calorias.

O magnésio é o quarto mineral mais abundante no corpo. Ele já foi reconhecido como um cofator de mais de 300 reações enz...
01/05/2017

O magnésio é o quarto mineral mais abundante no corpo. Ele já foi reconhecido como um cofator de mais de 300 reações enzimáticas, sendo crucial para o metabolismo da adenosina trifosfato (ATP), síntese de DNA e RNA, replicação e síntese proteica. Além disso, é essencial para a regulação da contração muscular, pressão arterial, metabolismo da insulina, excitabilidade cardíaca, transmissão nervosa, condução neuromuscular, modulação da inflamação e qualidade do sono.

A deficiência de magnésio pode resultar em desordens neuromusculares, cardíacas ou nervosas. Por outro lado, vários estudos associam o magnésio com o tratamento de doenças como: diabetes, hipertensão, enxaqueca, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), doença de Alzheimer, asma, síndrome pré-menstrual, fibromialgia, dismenorreia, pré-eclâmpsia, arritmias, insuficiência cardíaca, entre outras desordens.

Onde encontrar o magnésio na alimentação?

O consumo de água é responsável por média 10% da ingestão diária de magnésio. A clorofila (e, portanto, verduras escuras como o espinafre) é a principal fonte de magnésio.

Nozes, sementes e cereais íntegros (não processados) também são ricos em magnésio. Alguns tipos de processamento de alimentos, como o refinamento de grãos em formas que removem o germe rico em nutrientes e farelo, reduzindo consideravelmente o teor de magnésio no alimento. Leguminosas, frutas, peixe e carne têm uma concentração intermediária de magnésio.

Texto elaborado por: Dra. Ana Paula Pujol

Colesterol pode aumentar até 10% depois das festas de final de anoRecomenda-se cuidar da alimentação para não elevar os ...
27/05/2016

Colesterol pode aumentar até 10% depois das festas de final de ano

Recomenda-se cuidar da alimentação para não elevar os níveis de colesterol.
As festas natalinas e a celebração do ano novo caracterizam-se pelos excessos. Durante estas festas, as pessoas costumam comer de forma abundante, beber muito álcool e reduzir a prática de exercícios físicos. De acordo com os especialistas, estes hábitos podem ajudar a aumentar em até 10% o nível de colesterol no sangue.
A Fundação Espanhola do Coração (FEC) realizou uma campanha de sensibilização depois das festas para lembrar as pessoas que é importante cuidar da saúde para evitar doenças cardiovasculares, principalmente quando se cometem excessos com a comida e bebida. Sob ohashtag (‘inimigo invisível’, na tradução ao português), publicaram-se mensagens na Internet recomendando manter uma alimentação equilibrada e cuidar do corpo com uma prática regular de exercícios físicos.
O Doutor Lorenzo Silva, secretário geral da FEC, manifesta que a mudança de hábitos durante as festas de fim de ano é muito signif**ativa. “Estas mudanças transitivas fazem que os níveis de colesterol flutuem e que possam aumentar em até 10%. É difícil objetivar onde se encontra o colesterol e perceber de uma maneira tangível estes aumentos, por isso consideramos que a hipercolesterolemia é o inimigo invisível do Natal”, ressaltou o especialista.
Silva destaca que, nos casos onde se identif**a um aumento de colesterol durante as festas, é necessário retomar hábitos de vida saudáveis e evitar os alimentos e comidas com altos conteúdos de gordura.
De acordo com a Guia Europeia sobre Prevenção de Doença Cardiovascular, para reduzir o risco de desenvolver doenças do coração, recomenda-se que o colesterol total não supere os 190mg/dl e o colesterol LDL (conhecido como “mau”) mantenha-se abaixo dos 115mg/dl.
As pessoas que desejam cuidar de sua saúde devem adotar algumas recomendações para reduzir o colesterol elevado:
– Fazer exercícios de forma regular, mantendo uma correta hidratação e bom descanso. Pode-se iniciar com uma caminhada de 30 minutos diários, por exemplo, ou subir escadas.
– Evitar ingerir álcool.
– Abandonar o consumo de tabaco.
– Adotar uma dieta mediterrânea.
A nutricionista Begoña Caneda destaca que “Combater o colesterol alto é mais fácil do que parece e não acarreta uma carga muito pesada para o dia a dia”.
Caneda recomenda aumentar o consumo de frutas e verduras, incorporando, por exemplo, alguma porção de fruta aos cereais do café da manhã ou ao iogurte no lanche da tarde, ou acrescentar uma salada na refeição, antes do prato principal. Deve-se considerar que cozinhar de forma saudável não deve ser tedioso, podem-se procurar receitas saudáveis e deliciosas na Internet e nas redes sociais.
Para combater o estresse e conseguir um nível adequado de descanso, a especialista recomenda praticar algumas técnicas de meditação e relaxamento.
As pessoas que têm níveis mais elevados de colesterol devem procurar consumir como parte de sua alimentação diária “alimentos redutores de colesterol alto, como os lácteos enriquecidos com esteróis vegetais, e as gorduras saudáveis que encontramos no azeite de oliva...

Açúcar e sacarina devem ser consumidos commoderaçãoOs adoçantes não são uma solução definitiva para o açúcar, é necessár...
27/05/2016

Açúcar e sacarina devem ser consumidos com
moderação

Os adoçantes não são uma solução definitiva para o açúcar, é necessário cuidar da dieta.
As pessoas que desejam controlar seu peso procuram consumir apenas pequenas quantidades de açúcar. Aqueles que desejam reduzir a ingestão de calorias sem sacrif**ar o sabor de seus alimentos optam por utilizar adoçantes, como a sacarina. Ambas as opções são válidas, mas os profissionais da saúde recomendam que o melhor é cuidar da dose de açúcar ou sacarina acrescentada aos alimentos.
Durante o último congresso da Sociedade Espanhola para o Estudo da Obesidade (Seedo), os especialistas discutiram sobre os benefícios de ingerir açúcar ou sacarina.
Miguel Ángel Martínez-González, professor de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade da Navarra, considera que os adoçantes podem proporcionar às pessoas uma “pequena ajuda”, mas pouco serve reduzir as calorias nas bebidas se não cuidarmos da dieta.Não tem sentido usar sacarina para o café depois de comer peru e doces no Natal, destaca o especialista.
O segredo está em manter o equilíbrio entre as calorias que ingerimos e a atividade física que realizamos. Pode-se dar preferência à sacarina por ter menor quantidade de calorias, mas no caso de uma pessoa magra e praticante de esportes, o professor recomenda o uso do açúcar.
Os profissionais da saúde concordam que é necessário controlar a dose de açúcar ou adoçantes que ingerimos, o problema está no excesso. Neste sentido, as bebidas açucaradas podem constituir um grande risco para a saúde, considerando que alguns estudos indicam que o consumo excessivo dessas bebidas aumenta o risco de padecer de obesidade, diabetes, osteoporose e outros males.
Carmen Gómez-Candela, chefe da Unidade de Nutrição Clínica e Dietética do Hospital Universitário La Paz, em Madri, opina que é preciso cuidar, inclusive, da quantidade de adoçantes ingeridos, considerando que este ingrediente é incorporado em muitos tipos de alimentos. A pesquisadora recomenda que as pessoas que decidem seguir uma dieta saudável consumam açúcar, porque os adoçantes “não deixam de ser aditivos artificiais”.

Feijões e grão-de-bico para perder pesoPesquisadores indicam que os legumes aumentam a sensação de saciedade e reduzem o...
27/05/2016

Feijões e grão-de-bico para perder peso

Pesquisadores indicam que os legumes aumentam a sensação de saciedade e reduzem o desejo de comer, permitindo baixar de peso de forma sustentada.
Uma pesquisa publicada na revista The American Journal of Clinical Nutrition indica que os grãos-de-bico, ervilhas e lentilhas são legumes que podem ajudar às pessoas a perder peso. O estudo está apoiado na análise de 21 ensaios clínicos relacionados ao consumo de legumes. Rusell de Souza, autor principal do estudo, indicou que incluir estes legumes na dieta não só ajuda uma pessoa a perder peso, mas “pode evitar que se volte a ganhar outra vez o peso perdido”.
Ao analisar a evolução do peso de 940 adultos, que incluíram em sua dieta (o equivalente a 3/4 de uma xícara) uma porção de legumes ao dia, identificou-se que as pessoas conseguiram perder em média 0,34 quilogramas em seis semanas sem evitar outros tipos de alimentos. A equipe de pesquisadores indicou que os legumes possuem um índice glicêmico baixo, portanto, são processados lentamente no aparelho digestivo e podem ser consumidos para substituir alimentos de origem animal ou gorduras não saudáveis.
A equipe de Rusell apontou que os legumes aumentam a sensação de saciedade. Com relação a este achado, Rusell destacou que a incorporação de legumes na dieta ajuda a manter a perda de peso porque reduz a influência da fome e o desejo de comer, os quais são as duas razões mais importantes do fracasso de 90% das dietas. Além dos benefícios indicados, o especialista ressaltou que os legumes, ao parecer, ajudariam a reduzir os níveis de colesterol “mau” (LDL).
Antonella Apicella, nutricionista de pacientes ambulatórios do Hospital Lenox Hill, da cidade de Nova Iorque, destacou que a fibra que estes alimentos contêm poderia ajudar a reduzir a absorção de gordura.
A nutricionista Dana Angelo White, nutricionista da Universidade de Quinnipiac, em Hamden, Connecticut, indicou que as pessoas não deram seu verdadeiro valor a estes alimentos. De acordo com a especialista, estes legumes “estão cheios de fibra, proteína, vitaminas e minerais”, e destacou que faz sentido que ajudem a perder peso e reduzir o peso das pessoas quando consumidos com regularidade.

Rótulos com advertências poderiam ajudar a reduzir a venda de bebidas açucaradasÉ necessário aplicar estratégias efetiva...
27/05/2016

Rótulos com advertências poderiam ajudar a reduzir a venda de bebidas açucaradas

É necessário aplicar estratégias efetivas para reduzir o consumo de bebidas açucaradas e proteger a saúde das crianças.
Na busca de estratégias para reduzir o consumo de bebidas açucaradas entre as pessoas, uma equipe de pesquisadores decidiu analisar o comportamento de compra de pais de família ao exibir rótulos de advertência, similares aos dos ci****os, nas garrafas de refrigerantes indicando que o elevado consumo de bebidas açucaradas pode causar cárie, incremento de peso e obesidade. Os resultados mostram que colocar rótulos pode ser uma estratégia efetiva, mas se requerem maiores esforços para reduzir o consumo de bebidas açucaradas entre a população.
A pesquisadora chefe, Christina Roberto, organizou a pesquisa on-line para analisar as reações de 2,400 pais que tinham ao menos um filho de 6 a 11 anos de idade. Realizaram-se compras simuladas on-line, dividindo os participantes do estudo em seis grupos para observar o processo de compras de bebidas. Um grupo não viu nenhum rótulo, outro grupo viu os rótulos de calorias, e os participantes dos outros quatro grupos viram vários rótulos nos quais se advertia sobre os perigos que implica o consumo elevado de bebidas açucaradas, indicando que o consumo desses produtos pode produzir aumento de peso, obesidade, cárie e diabetes tipo 2.
Os resultados do estudo indicam que 60% das pessoas que viram as embalagens de advertência evitaram comprar bebidas açucaradas. Já 60% dos que não viram nenhum rótulo e 53% das pessoas que viram o rótulo de calorias compraram bebidas açucaradas. Christina Roberto indicou que “os rótulos de advertência parecem ajudar de uma maneira que os rótulos com as calorias não o fazem”.
Roberto explicou que as bebidas açucaradas contêm até sete colheradas de açúcar por cada 192 mililitros, o que equivale a quase o dobro da ingestão diária de açúcar recomendada para crianças. Explicou-se que inclusive as bebidas esportivas poderiam ter níveis muito altos de açúcar.
40% continuam comprando bebidas açucaradas mesmo com as advertências. De acordo com os pesquisadores, o efeito dos rótulos teria um efeito similar que no caso do tabaco, pois os rótulos sobre as bebidas açucaradas seriam efetivos com alguns pais, mas não com todos.

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