Psicóloga Stefanny Fernandes

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Stefanny Fernandes Lima da Silva
Psicóloga | CRP 06/169139
- Terapia Cognitivo-Comportamental
- Atendimento Online e Presencial (Sorocaba/SP)
- Informações e agendamentos: (15) 988009414

Viver é incerto e nossos processos são complexos.Iniciar uma caminhada em relação à alguma mudança ou transformação tamb...
10/06/2021

Viver é incerto e nossos processos são complexos.

Iniciar uma caminhada em relação à alguma mudança ou transformação também.

É um caminho tortuoso, sem linhas diretas ou simples, o que nos frustra.

As vezes saímos do caminho, nos perdemos em meio a tantos fatores, tantos desafios, tanto desconhecido.

Mas mesmo assim, de alguma forma, continuamos.

Observamos, reconhecemos nossos erros, aprendemos, recomeçamos.

Nos damos conta de que sempre podemos ressignif**ar e, mesmo que não esteja em nosso controle resolver ou arrumar o que não nos agrada, podemos sempre buscar compreender – o que signif**a pra você, para mim, pra nós.

Tudo faz parte do processo, e o processo tem muita potência.

Isso não é bonito?

🦋

Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

A um tempinho atrás eu fiz uma publicação onde falei um pouco sobre a importância da prática da autocompaixão – conceito...
06/06/2021

A um tempinho atrás eu fiz uma publicação onde falei um pouco sobre a importância da prática da autocompaixão – conceito que fala sobre o desenvolvimento de um olhar mais gentil a respeito de si mesma, com os ângulos positivos e negativos que compõem sua existência.

Hoje compartilho com vocês mais algumas afirmações que podem ajudar na jornada de aceitação e gentileza com você mesma.

Nos dias que estamos vivendo percebo que a autocobrança parece fazer parte de nosso cotidiano, e ela têm sua função – afinal, todos queremos ser capazes de fazer um bom trabalho, causar uma boa impressão e dar conta de todas as demandas o tempo todo.

E além disso, a cobrança também vêm de fora – em nossos trabalhos, relações e ambientes. Dá a impressão de que temos que ser perfeitos, e quando tal perfeição não é alcançada, o diálogo crítico internalizado fala mais alto e nos punimos.

As afirmações sugeridas aqui podem de início parecer um pouco genéricas ou clichês, mas vemos que essa prática pode ser um recurso bem interessante para entender e internalizar um outro tipo de diálogo – desta vez, mais generoso e acolhedor, que aos poucos pode te ajudar a naturalizar um modo mais amoroso de enxergar a si mesma e a sua jornada.

Caso faça sentido para você, te convido a praticar este exercício, repetindo as afirmações para si mesma. Pode ser em frente ao espelho, sozinha ou para outra pessoa, em voz alta, em pensamento, por escrito - f**a a seu critério, do modo em que que você se sentir mais confortável. Depois me conta como foi ☺️

Resgato aqui um trechinho do meu outro post que acredito que deva ser reforçado – “Praticar a autocompaixão não signif**a ignorar o mundo e os limites físicos e emocionais que se impõem sobre nossas vidas diariamente - mas sim que nos valorizamos e nos fortalecemos apesar deles.”

Agora me diz: o que você achou das afirmações? Você percebe essa cobrança internalizada? F**a à vontade pra comentar!

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Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

Recebi a primeira dose da vacina e estou sentindo muitas coisas: alegria, alguns efeitos colaterais e consciência da con...
02/06/2021

Recebi a primeira dose da vacina e estou sentindo muitas coisas: alegria, alguns efeitos colaterais e consciência da contradição que se dá pela imunização ainda ser um privilégio para poucos brasileiros.

Que todos possam sentir a felicidade e o alívio de serem vacinados, e que logo logo possamos ter esperança de dias melhores!

Viva o SUS!!!

Hoje, dia 28 de maio, é o dia internacional da higiene menstrual.Confesso que esse termo – higiene menstrual – não me ag...
28/05/2021

Hoje, dia 28 de maio, é o dia internacional da higiene menstrual.

Confesso que esse termo – higiene menstrual – não me agrada muito, pois me remete à noção de que o sangue menstrual é sujo, algo a ser limpo e higienizado. O que, em uma visão crítica, sabemos que se relaciona mais a um estigma social do que a realidade.

Por esse motivo, muitas pessoas envolvidas no ativismo menstrual trocam “higiene menstrual” por “dignidade menstrual” – o que faz mais sentido em minha opinião.

O objetivo do dia de hoje é colocar em pauta a questão da pobreza menstrual e a desigualdade existente em relação ao acesso à produtos menstruais por populações vulneráveis, o que ocasiona condições insalubres e perigosas à saúde destas pessoas.

Mais do que a dificuldade de acesso aos absorventes – que possuem sobre sua venda impostos altíssimos no Brasil – também se trata da falta de acesso à água corrente, acesso a um banheiro e saneamento básico, papel higiênico e outros itens necessários à uma higiene íntima adequada aos menstruadores nos espaços em que habitam.

Nesta data trazemos luz à urgência de tirarmos a menstruação dos espaços privados e tomar ações para trazê-la aos espaços públicos e políticos.

É sobre a saúde e a vida de muitas pessoas que menstruam e que têm seus direitos humanos violados regularmente. É sobre saúde pública e o direito à dignidade de todos os corpos.

No dia de hoje discutimos a importância de quebrarmos os silêncios colocados em torno da menstruação e todas as práticas de interdição relacionados ao tema.

É urgente a necessidade de pressionarmos as autoridades governamentais a respeito da política de impostos sobre os produtos menstruais, lutando para tornar gratuita a distribuição destes itens tão essenciais a tantas pessoas.

Caso você queira saber mais sobre esse assunto tão urgente e importante, sinta-se a vontade para deixar um comentário por aqui ou me enviar uma mensagem.

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Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

lembra o tempoem que você sentiae sentirera a forma mais sábiade sabere você nem sabia?(Alice Ruiz)🍃Em que momento deixa...
25/05/2021

lembra o tempo
em que você sentia
e sentir
era a forma mais sábia
de saber
e você nem sabia?

(Alice Ruiz)

🍃

Em que momento deixamos de confiar em nossos sentimentos, que por tanto tempo foram nossa maior fonte de conhecimento do mundo lá fora?

Quando, em meio a necessidade de fazer sentido lógico de nossas vidas, perdemos o contato com a simplicidade e sutileza que, dizem os sábios, vem do coração?

Pare um momento e preste atenção em si - além dos ruídos, das demandas, dos pensamentos que parecem tão urgentes. Escute o seu corpo: o que ele está te dizendo?

Agora uma leve provocação: será que você realmente precisa de todas as respostas?

Ou ainda... Quantas dessas respostas você já sabe, de uma maneira ou de outra?

- foto manchadinha e antiga, de uma época em que o urgente era o presente e nada mais -

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Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

- Sobre vulnerabilidade -🍃Alguns autores falam de como as relações da modernidade se dão muitas vezes em um nível superf...
20/05/2021

- Sobre vulnerabilidade -

🍃

Alguns autores falam de como as relações da modernidade se dão muitas vezes em um nível superficial, onde os interesses se dão de maneira furtiva e as conexões carecem de profundidade.

Não sei dizer se se isso se encaixa a uma grande maioria, se é uma tendência ligada a tal época ou tal contexto. Mas sei de uma coisa: conhecer alguém – e, em seu lugar, se deixar ser conhecida também - pode ser uma coisa assustadora.

Quando nos relacionamos com outras pessoas – seja qual for a natureza destas relações – nos deparamos com a possibilidade de não sermos aceitas.

Nos despindo de todas as máscaras que vestimos todos os dias – que, tal como armaduras de batalha, nos protegem de tanto – nos colocamos à mercê do olhar do outro.

E há a possibilidade deste olhar não ser gentil... até porque, quando refletimos, vemos que muitas de nossas sombras não são aceitas nem por nós mesmas.

Quando expressamos nossos sentimentos sempre existe a chance de que eles não sejam correspondidos – e isso nos coloca em um lugar extremamente vulnerável, um local onde a convenção nos coloca desconfortáveis em relação ao nosso íntimo, humano em sua essência.

Mas de forma paradoxal, é neste mesmo local, que nos faz vulneráveis, que cultivamos a intimidade e o pertencimento.

É onde, ao arriscarmos a coragem de sentir e aceitar a integralidade do nosso ser – a luz junto com a sombra, o que é bonito com o que nos parece feio – temos a oportunidade de clamar um conhecer profundo e signif**ativo de nós mesmas e de outras pessoas.

É o lugar de onde, ao nos tornarmos abertas e disponíveis à grande provação de sermos vistas, podemos nos dar a chance de colhermos as recompensas de amar e sermos amadas.

E, se eu puder dar um palpite... isso começa por você e pela sua relação consigo mesma.

Pois, como diria Brené Brown: como você pode se permitir ser amada sem se permitir ser vista?

🔸Me diz: essa postagem fez sentido pra você? Qual é o papel da vulnerabilidade em sua vida e em seus relacionamentos? Coloca aí nos comentários.

- arte de Louise Bourgeois -

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Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

“Dizem que sou loucoPor pensar assimSe eu sou muito louco por eu ser felizMas louco é quem me diz,E não é feliz...”🌱Hoje...
19/05/2021

“Dizem que sou louco
Por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz,
E não é feliz...”

🌱

Hoje lembramos de todas, todos e todes que foram estigmatizados, marginalizados e despidos de sua identidade pelo simples fato de expressarem uma subjetividade que não se encaixa na norma e na estatística.

Por todos os que lutaram – e que lutam até hoje – pelo direito de serem quem são.

Pela liberdade,
Pela dignidade,
Pelo direito de terem direitos,
Para serem reconhecidos por o que são – pessoas.

Para nunca esquecermos que a liberdade é terapêutica.

Trancar não é tratar!
Manicômios nunca mais!

“Sim, sou muito louco! não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz... eu sou feliz!”

(Balada do louco - Os Mutantes)

🌱

Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

A potência da expressão dos sentimentos e da conexão com o outro, seja pela representação – reconhecer suas próprias exp...
10/05/2021

A potência da expressão dos sentimentos e da conexão com o outro, seja pela representação – reconhecer suas próprias experiências nas das outras pessoas – ou pela empatia - a habilidade de se colocar no lugar de outra pessoa sem necessariamente ter sentido o que ele sente na pele.

Quando comunicamos o que sentimos para as pessoas à nossa volta, especialmente sentimentos doloridos, damos a chance de que estas emoções se desenrolem de nossas mentes e criem outros sentidos fora de nossos corpos.

Permitimos, nesse exercício, que nossas cargas sejam compartilhadas – que as pessoas de nossas vidas tenham a oportunidade de nos compreenderem melhor, de saberem de onde viemos, de aprenderem um pouquinho a olhar o mundo por meio de nossos olhos. Podemos, dessa maneira, construir relações mais compreensivas, maduras e recíprocas.

Essa prática requer treino, pode ser difícil – afinal, muito em nossa sociedade diz que devemos resolver nossas questões sozinhos, que pedir ajuda é sinal de fraqueza – mas f**a mais fácil com o tempo e, se necessário, com o auxílio de um profissional da saúde mental.

Me diz: pra você, como é compartilhar suas experiências e seus sentimentos com as outras pessoas?

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Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

- sobre a angústia -🍃A angústia é assustadora, não é? Tememos que ela tome conta de nossos corpos e de nossos corações, ...
06/05/2021

- sobre a angústia -

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A angústia é assustadora, não é?

Tememos que ela tome conta de nossos corpos e de nossos corações, e tem vezes que ela é tão grande que nos custa muito conviver com ela.

A verdade é que não queremos sentir tristeza, pois é difícil. Dói. Ela demanda a nossa atenção, como uma criança grita – “estou aqui, presente em sua vulnerabilidade, faço parte de você! me note, me note!”

E muitas vezes a escondemos, jogamos pra baixo do tapete e nos distraímos com outra coisa. É natural e compreensível – não damos conta de lidar com sua profundidade até estarmos fortes o suficiente para isso.

Quando nos fortalecermos e desenvolvermos a coragem e os recursos necessários para lidar com a angústia, suas origens e signif**ados, vemos que existe muito potencial de movimentação dentro dela.

Afinal - quando algo nos machuca ou incomoda, é instintivo que queiramos descobrir o que causa este incômodo para que assim possamos buscar melhorar o que não nos faz bem, o que não está funcionando.

Se permitir sentir muito em uma era de cinismo e rigidez não é fácil, mas é o que nos faz – entre a beleza e a dor – seres humanos.

📍É importante a gente lembrar que nosso sofrimento não só começa e acaba em nossa individualidade, mas é atravessado por diversas demandas – internas, externas e coletivas. A angústia pode permitir movimento necessário, mas para lidar com ela precisamos de apoio, de recursos. Busque ajuda, se for necessário e possível. Você não está sozinha(o).

Pra você, o que a angústia movimenta?

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Stefanny Fernandes | Psicóloga
CRP 06/169139

Falar de luto virou cotidiano - o estamos vivendo, de uma maneira ou de outra, todos os dias. Luto coletivo e pessoal, j...
15/04/2021

Falar de luto virou cotidiano - o estamos vivendo, de uma maneira ou de outra, todos os dias. Luto coletivo e pessoal, juntos e ao mesmo tempo.

Temos o cansaço como o novo normal. Sobrecarga como a norma e o nosso desgaste dado como a consequência natural do processo. Será mesmo? Vale a pena, ou melhor, temos alguma alternativa?

Quantas perdas tivemos até esse momento - sejam elas pessoas, sonhos, projetos, estruturas?
Quanto choro tivemos que engolir para que nossas obrigações materiais pudessem ser cumpridas – para que ainda pudéssemos ser produtivos, a máxima de nosso valor em uma sociedade disfuncional?

O quanto perdemos neste não-sentir. Quantas conexões-relações-sentidos-histórias e todo o resto.

Como prosseguimos? Buscando pontos de esperança em meio ao caos. Chorando a tristeza que demanda ser sentida. Deixando descansar o corpo que, diferente das complicações da mente, muitas vezes é simples em seus desejos e necessidades.

Alguns dias tristes, alguns dias felizes, outros tantos somente vividos.

E, em meio a todos, a luta que travamos para mudar o que não nos parece certo – em nós mesmos e ao nosso redor.
Aos que precisam mais (e quem sabe, nesse momento, sou eu que preciso?)

Treinar o olhar para ver, no céu nublado, a luz em meio ao cinza.

E seguimos, um passo atrás do outro, fazendo sentido daquilo que sentimos.

Às vezes é o suficiente. As vezes é o que basta.

- Para você, qual o sentido de seu luto? E o da sua luta?

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Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

“Quem ama não mata” – uma recomendação de podcast🍂O podcast Praia dos Ossos, produzido pela  contra a história de Ângela...
05/04/2021

“Quem ama não mata” – uma recomendação de podcast

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O podcast Praia dos Ossos, produzido pela contra a história de Ângela Diniz, uma socialite mineira que foi assassinada em 1976 por Doca Street, seu namorado. O crime ficou famoso como um dos primeiros casos de feminicídio – que é o nome quando uma mulher é morta pelo simples fato de ser mulher - a serem amplamente divulgados pela mídia brasileira, e feito famoso pela ampla popularidade que teve o assassino e o julgamento moral da vítima, a Ângela.

Em uma peça lindamente pesquisada, escrita e narrada, vemos (ou melhor, ouvimos) ao longo dos episódios a história vista de vários ângulos: a vida que Ângela teve como membro da alta sociedade da época, uma mulher que vivia sob seus próprios parâmetros – divorciando-se quando tal ação era mal vista pela sociedade “de bem”, engatando diversos envolvimentos românticos e ousando vivendo sua sexualidade de maneira livre.
Ao final do julgamento de sua morte Ângela foi a acusada, e não a vítima.

Sua vida e suas escolhas foram cruelmente jugadas pelos cidadãos “de bem” e pela mídia, que a culpabilizaram e tomaram o lado de seu assassino - este, sentenciado a menos de dois anos de prisão e utilizando o argumento da legítima defesa da honra – ou seja, Doca havia assassinado Ângela por ela ter ferido sua masculinidade – o que o ausentava da responsabilidade pelo crime.

O podcast nos mostra a repercussão ocasionada pelo assassinato de Ângela, com movimentos feministas tomando sua causa e militando pelo fim do feminicídio - de onde surgiu a frase “quem ama não mata” – e que fomentou uma discussão que dura até hoje, com a implementação das delegacias da mulher e da Lei do feminicídio.

Ainda somos diariamente julgadas pelo o que vestimos, pela vida que levamos, pela vida que nos é tirada. Mas uma coisa é certa, a qual me lembrei ao escutar o Praia dos Ossos: não desistimos de lutar, de acolher e de compreender que a luta feminista é nossa, e é por todas.

Você já ouviu o podcast, conhecia a história da Ângela Diniz? Me conta nos comentários.

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Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

- Retomando meu corpo –🌿No senso comum a menstruação é vista como um tabu, um estigma associado ao corpo feminino, compr...
31/03/2021

- Retomando meu corpo –

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No senso comum a menstruação é vista como um tabu, um estigma associado ao corpo feminino, compreendida pela sociedade como algo vergonhoso, um segredo, uma coisa da qual não se fala.

Vendo isso como a ordem natural das coisas, temos vergonha de falar sobre o nosso ciclo e nos afastamos do nosso corpo – até porque a sexualidade feminina ainda é muito anulada – e temos receio de buscar ajuda quando sentimos que algo está errado.

A sociedade nos diz que nosso sangue é sujo, impuro, e que somos seres voláteis, instáveis, quando na verdade não – somos cíclicas!

É claro que a gente leva em conta que não é um conto de fadas, não vou falar pra alguém que sofra muito menstruando que ela está errada, que precisa amar o seu sangue e esquecer todo o resto.

Mas é sobre a gente ter as informações necessárias para conhecer nosso corpo, nosso ciclo, e poder ter a nossa própria opinião sobre ele sem todos os tabus que essa sociedade patriarcal que a gente vive atribui ao nosso corpo.

Tem a ver com autonomia corporal, com o retomar da nossa própria narrativa como pessoas que menstruam. É sobre nosso reencontro com a nossa primeira morada – nossos corpos.

E você, como se conecta ao seu corpo e ao seu ciclo?

- o poema é da Rupi Kaur, sugestão do querido .psico –

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Stefanny Fernandes
Psicóloga | CRP 06/169139

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