Psicóloga Daiane Oliva

Psicóloga Daiane Oliva Psicóloga Institucional e Clínica. Atendimento infantojuvenil e familiar.

Toda a criança que se encontra disponível para o processo de adoção carrega consigo o trauma do abandono.Tendo em vista ...
08/09/2020

Toda a criança que se encontra disponível para o processo de adoção carrega consigo o trauma do abandono.

Tendo em vista o abandono vivenciado e o sentimento de desamor pela família biológica, a criança cria medidas de proteção ancoradas pelo sentimento de catástrofe. Ou seja, se recusam a se vincular ao outro ou se desligam prematuramente a estes como forma de autopreservação, prevendo uma nova perda do objeto de amor - desta vez, os pais adotantes.

Podemos considerar essa dinâmica ao nos depararmos com os comportamentos expressados pela criança: destruir para não ser destruído, abandonar antes de ser abandonado.

Esses mecanismos evidenciam o grande sofrimento psíquico gerado pela marca do abandono inicial - ocasionado pela família de origem. E, são acionados diante da tentativa de diminuir as ansiedades e angústias perante a perda, que é experenciada como uma ameaça eminente.

Ao mesmo tempo em que há os sentimentos hostis relacionados à ameaça de vincular-se, há também um profundo desejo de vinculação.

O desejo de vinculação barrado por todos os sentimentos de ameaça de um novo abandono, à princípio não encontrarão vias de simbolização, pois, ainda não foram elaborados. Desta forma, esse desejo se manifestará muitas vezes por meio da agressividade.

É essencial que os pais adotantes possam validar a família de origem desta criança, lhe dando continência e sintonia. Conversar com um psicólogo a respeito das aventuras e desventuras, amores e desamores do processo de adoção, possibilitará a oportunidade de lidar com as inúmeras fases deste processo de maneira mais satisfatória.

Vamos juntos acolher as angústias e possibilitar repercussões positivas no mundo psíquico tanto da criança quanto do adulto?

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Acredito que o mais importante na relação mãe bebê, é que a nova mãe possa o mais breve possível, validar o seu bebê com...
06/09/2020

Acredito que o mais importante na relação mãe bebê, é que a nova mãe possa o mais breve possível, validar o seu bebê como digno de ser conhecido. Em um primeiro momento - logo após o nascimento - ser conhecido pelo alívio de sua chegada e, em um segundo momento, pelo amor.

Tantos são os palpites e aconselhamentos envoltos à maternidade, porém, ninguém jamais saberá tão bem quanto a própria mãe (àquela que apesar dos pesares, conserva a abertura para esse novo momento). A mãe deve procurar por si mesma conhecer o seu bebê, que desde a gestação, é um ser distinto de qualquer outro ser.

No melhor dos casos, durante a gestação, mãe e bebê já aprenderam bastante a respeito um do outro. A mamãe nutriu e o bebê foi nutrido, sentiu seus pequenos e intensos movimentos enquanto o bebê ouvia sua voz, a mãe sentiu e o bebê compartilhou deste sentimento.

Ao construírem juntos uma relação de intimidade, na qual durante todo um processo a mãe pôde genuinamente e naturalmente se tornar suscetível às necessidades de seu bebê; por meio do toque, da voz, de sua continência (ser continente para ele), o bebê encontra um alicerce seguro para a construção da sua personalidade, se desenvolvendo emocionalmente e nutrindo sua capacidade para suportar as frustrações - as tão necessárias frustrações.

A ideia não é instruir quanto ao que deve ser feito na relação mãe bebê, afinal, é exatamente quando a mãe confia em seu próprio discernimento, no seu próprio julgamento, que ela estará em sua melhor forma neste novo e intenso papel.

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É comum que em muitas situações os pais/responsáveis se vejam angustiados diante de algum questionamento infantil.Ao con...
03/09/2020

É comum que em muitas situações os pais/responsáveis se vejam angustiados diante de algum questionamento infantil.

Ao contrário do que se imagina, as crianças carregam consigo a incrível habilidade da percepção. Crianças observam e captam tudo o que acontece no ambiente.

Alguns temas dos quais atribuímos tamanha dificuldade, para as crianças não denotam tamanho grau. A dificuldade está no mundo interno do adulto e não na criança.

Por exemplo: status financeiro, questões relacionadas à origem, orientação sexual, diferentes estruturas familiares, etc...

Por isso, pais/responsáveis não se acanhem em dizer a verdade para os pequenos, afinal, tudo pode ser dito, desde que seja com amor.

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Olá! Sejam todos bem-vindos!Neste espaço vamos compartilhar vários pensamentos, ideias e muito amor! 🧠❤ .daianeoliva
03/09/2020

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