22/12/2017
O Natal chega todos os anos, à mesma hora, no mesmo dia.
E ainda assim, previsível como é, desperta-nos, motiva-nos, leva-nos a reflectir e a pensar, anima ou entristece-nos. Todos os anos, esta data vem recheada de sensações, emoções e sentimentos antagónicos: felicidade e tristeza, ansiedade e paz, preenchimento e vazio, calor e frio.
Com diferentes signif**ados – consoante as pessoas, as histórias, os passados, o momento actual, o futuro que se aproxima – o Natal provoca sentimentos ambivalentes e ambíguos em muitas das pessoas que o vivem.
É a saudade que se instala, por todos os Natais passados, felizes, que nunca se irão repetir, nem nunca sairão da memória. É a expectativa de um novo amanhã (talvez melhor, talvez pior), a incerteza do que virá, os desejos de um futuro melhor. É o regresso àqueles que amamos e que nos amam, o reatar das ligações signif**ativas. É a curiosidade das prendas a caminho, o dar e o receber. É a alegria de reunir a família e/ou a tristeza de reunir a família. É tudo e não é nada. É bom e mau. Positivo e negativo.
De todas as festas do ano, o Natal é sem dúvida a que cria maior alteração emocional, quer positiva, quer negativa, em todas as pessoas que vivem esta época. Mas porquê?
Textinho que vale a pena:http://milrazoes.blogs.sapo.pt/31356.html
E chegou mais um Natal, época festiva e de comemoração dos afectos para uns, mas de isolamento e maior solidão para outros. Mais ou menos festivos, ...