03/04/2026
Hoje parei para pensar e vi o quanto estou satisfeito e em paz com meu corpo e com a minha relação com a comida. Como de tudo, sem peso na consciência, não passo vontade, muito menos fome. Logicamente, meu conhecimento sobre nutrição é peça-chave nesse processo. Tenho um corpo que me possibilita treinar pesado, fazer musculação, correr; tenho muita energia para trabalhar e estou sempre animado — e isso não tem preço!
Até porque, como você pode ver nessas fotos, nem sempre foi assim. Sempre fui uma criança/adolescente acima do peso, com problemas de autoestima e uma relação conturbada com a comida. A comida era minha válvula de escape para tudo: se estava alegre, comia em exagero para comemorar; se estava triste, comia para aliviar o desconforto. E, logicamente, comecei a sofrer as consequências disso…
Lembro que morava em um sobrado e, com 12 anos, ficava ofegante ao subir as escadas. Era o último a ser escolhido no futebol, pois não conseguia correr devido ao excesso de peso. Aos 16 anos, estava pesando 104 kg e resolvi colocar um ponto final nisso!
Sofri fazendo dieta restritiva e, em decorrência disso, vivia doente, fraco, com fome e sofrendo com o efeito sanfona.
Então comecei a estudar sobre alimentação, e toda essa luta me motivou a fazer Nutrição.
Hoje sou muito privilegiado por poder ajudar pessoas que estão em lutas semelhantes. Acho que tenho sucesso no que faço, pois, além de ter o conhecimento, já senti essa dor na pele!
Enfim, queria compartilhar com você um pouco da minha história. Quem teve ou tem problemas com comida vai entender a minha satisfação!
Eu decidi colocar um ponto final na minha obesidade — e essa decisão precisa partir unicamente da pessoa.
Se você está decidido(a) a mudar, mas não sabe o caminho, será um prazer poder te ajudar!