19/07/2024
Os estudos sobre Psiquismo Fetal ainda são bem recentes no mundo, mas já nos trazem diversas informações e curiosidades sobre o desenvolvimento de um psiquismo do feto ainda na vida intrauterina.
Através de estudos realizados pela pesquisadora e psicanalista Alessandra Piontelle e também com os avanços da tecnologia nessa área, Alessandra pôde observar o comportamento dos fetos através das ultrassonografias realizadas durante toda a gestação de diversas mulheres e também no acompanhamento pós-parto, até os 3 anos de idade da criança.
Estudos revelaram que as crianças, após o nascimento, apresentavam os mesmos comportamentos semelhantes como na vida intrauterina, como agitação, movimentos repetitivos ou até brincadeiras entre gêmeos.
Aqui no Brasil, a pesquisadora Joanna Wilheim traz o conceito de que o psiquismo fetal começa desde que as duas células se encontrarm, ou seja, óvulo e espermatozoide se juntam formando o embrião e não somente a partir do momento em que o embrião se torna feto.
Ela diz então que existe uma memória celular, que já existe antes mesmo da concepção, são chamados de registros mnêmicos.
❗️Algumas curiosidades sobre o desenvolvimento fetal:
➡️ A partir da 7° semana, o feto já desenvolve o olfato e o paladar.
➡️ A partir da 14° semana, o feto já desenvolve a audição, o que facilita a interação entre mãe e bebê e pai e bebê, pois ele já consegue ouvir e aprende a distinguir os sons e o tom de voz de seus principais cuidadores.
➡️ A partir da 18° semana o feto já desenvolve o sentido do tato, mostrando interesse em passar as mãos pela placenta, por exemplo.
➡️ E por último a visão é desenvolvida após a 24° semana, onde ele já se mostra mais sensível a luz, por exemplo, e consegue enxergar dentro placenta, mesmo que de forma embaçada.
✨️É sempre importante destacar que quanto mais estudos tivermos sobre o assunto, mais conhecimentos e intervenções poderemos realizar de forma prematura, afim de evitar futuros transtornos emocionais no feto, principalmente no que diz respeito à interação entre mãe e bebê.
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Psicóloga Bianca Iori de Oliveira
CRP 06/142118