01/03/2026
Entre toques, lágrimas, risadas, choros, suor, frios e olhares, nos encontramos com a nossa cura, onde quer que ela esteja. Ela pode estar em um colo não recebido; em um abraço interrompido; em palavras que nunca foram ditas; em silêncios que doeram mais do que gritos.
Pode estar na infância que ainda pede cuidado, na mulher que aprendeu a ser forte demais, no corpo que fala aquilo que a boca calou. A cura pode morar na memória que evitamos visitar, mas que pulsa pedindo reconhecimento.
Às vezes, ela se revela no simples gesto de permanecer. Em ficar. Em sentir. Em permitir que o que dói tenha espaço para existir sem ser julgado.
Nos encontramos com a nossa cura quando nos autorizamos a descer às próprias profundezas com coragem e delicadeza. Quando deixamos cair as máscaras, as armaduras e as expectativas, e nos acolhemos exatamente como somos.
Porque a cura não é um destino distante… é um reencontro. Um retorno amoroso a nós mesmas.
Círculo de Cura: 26/02/26. Para ficar na memória ❤️⭕️