Ana Bárbara Bremm - Psicanalista

Ana Bárbara Bremm -  Psicanalista Psicanalista
Atendimento: Adulto e Adolescente

30/04/2026

Você só para quando já está no limite?

Isso pode não ser sobre rotina.
Pode ser sobre uma cobrança interna que nunca se satisfaz.

O que, em você, não permite parar antes?

Se isso faz sentido pra você, talvez seja importante não atravessar isso sozinha.

Muitas pessoas vivem com uma sensação constante de cobrança.Como se nunca fosse o suficiente.Mas nem sempre essa cobranç...
24/04/2026

Muitas pessoas vivem com uma sensação constante de cobrança.
Como se nunca fosse o suficiente.

Mas nem sempre essa cobrança vem de fora.
Às vezes, ela está dentro.
E aparece de forma sutil, como pensamentos que parecem normais:
“eu deveria estar melhor”
“isso não foi suficiente”
“eu preciso fazer mais”

E, mesmo quando você já fez muito, essa voz continua dizendo que falta algo.

Isso pode estar ligado a uma exigência interna que não se satisfaz.

Uma forma de cobrança que não reconhece o que já foi feito apenas aponta o que ainda falta.
E, com o tempo, isso cansa.

Não só pelo que você faz, mas por nunca conseguir sentir que foi suficiente.
Por isso, talvez a questão não seja apenas fazer mais.
Mas começar a observar:

- como você fala consigo mesmo
- o que você exige de si
- e se existe espaço para reconhecer o que já é suficiente

Porque, quando essa voz começa a ser percebida, ela também pode começar a perder força.
E, às vezes, esse é um processo que não se faz sozinho.

22/04/2026

Nem sempre a angústia vem do mundo externo, muitas vezes, ela nasce dessa exigência interna que não permite descanso.

Aquela voz que cobra, compara, exige… e que, no fundo, nunca te deixa sentir que é suficiente.

Neste vídeo, eu falo sobre essa voz e sobre como ela te mantém sempre em falta. ✨

20/04/2026

Há, em cada relacionamento , algo de muito íntimo que nos convoca. Sempre, amamos no outro aquilo que, de algum modo, reencontra algo profundo de nós mesmos,uma marca, um traço, uma falta, um modo de desejar.

Em muitos casos, não revivemos apenas aquilo que temos de mais vivo e verdadeiro, mas também os nossos pontos mais sensíveis: feridas antigas, conflitos não elaborados, traumas que insistem em retornar na cena amorosa.

Às vezes, não escolhemos apenas quem amamos.
Escolhemos, o lugar onde nossas questões mais profundas voltam a se apresentar.

Muitas vezes, a sensação é de que o problema está no outro.Na pessoa que não corresponde,na relação que não dá certo,na ...
15/04/2026

Muitas vezes, a sensação é de que o problema está no outro.
Na pessoa que não corresponde,
na relação que não dá certo,
na história que se repete.

E isso pode até parecer verdade… no início.
Mas, em alguns casos, o que se repete não é apenas quem você encontra.

É o lugar de onde você se coloca quando encontra alguém.

Como se, em cada relação, algo seu entrasse em cena novamente:
a tentativa de ser escolhido,
de ser suficiente,
de fazer dar certo… dessa vez.

E, mesmo mudando as pessoas,
a sensação acaba voltando.

Na psicanálise, isso pode ser entendido como uma repetição.

Não porque falta consciência,
mas porque há algo que insiste, como uma tentativa de resolver, no outro, algo que ainda não encontrou outro caminho de solução em você.

Por isso, talvez a pergunta comece a mudar.
Não apenas: “por que isso sempre acontece comigo?”
Mas:
“de que lugar eu entro nas minhas relações?”
“O que eu posso resolver em mim que se projeta nas relações?”
Porque, quando esse lugar começa a ser percebido…
a repetição também pode começar a se deslocar e ser elaborada.

13/04/2026

Às vezes parece que o problema são as pessoas que você encontra.

Mas, com o tempo, uma dúvida mais incômoda aparece:
o que, em mim, se repete toda vez que eu me relaciono?

Neste vídeo, eu falo sobre isso.
F**a até o final

10/04/2026

Quando amar vira dependência, tudo passa a girar em torno do outro: do que sente, do que faz, do quanto está presente.

E então surge a ansiedade — porque qualquer distância parece abandono, e qualquer silêncio, rejeição.

Mas isso não é só sobre o outro. Pode ser uma forma de amar construída lá atrás, mais ligada à necessidade do que ao desejo.

Perceber isso pode ser o primeiro passo para começar a se relacionar de outro lugar.

Nem sempre é fácil perceber quando o amor começa a se confundir com dependência.No início, pode parecer apenas conexão, ...
08/04/2026

Nem sempre é fácil perceber quando o amor começa a se confundir com dependência.

No início, pode parecer apenas conexão, cuidado, intensidade.

Mas, com o tempo, a relação pode começar a ocupar um espaço maior do que deveria, como se o seu bem-estar dependesse do outro.

E aí surgem alguns sinais:
a necessidade constante de confirmação,
a ansiedade quando o outro se afasta,
o medo desproporcional de perder.

Mas é importante dizer:
precisar do outro não é o problema.

Relacionamentos envolvem troca, apoio, presença.

A questão começa quando uma parte de você só se sustenta através do outro.

Esse carrossel é um convite para você olhar com mais cuidado para o lugar que ocupa nas suas relações.

Porque, muitas vezes, não é sobre “não dar certo com alguém”…
mas sobre como você entra nesses vínculos. ✨

07/04/2026

Vontade de estar perto, de conversar o tempo todo, de se sentir importante para o outro…
mas, aos poucos, você começa a perceber que precisa disso para se sentir bem.

Se a pessoa demora a responder, você se angustia.
Se está mais distante, você sente insegurança.
Se não recebe atenção, parece que algo desmorona por dentro.

E então vêm as cobranças, o medo de perder, a ansiedade…
enquanto a relação começa a pesar.

Isso é mais comum do que parece e muitas vezes não é sobre o outro, mas sobre o lugar que você ocupa dentro da relação.

Neste vídeo, eu explico melhor por que isso acontece e o que pode estar por trás desse tipo de vínculo.

Assista até o final ✨

03/04/2026

Nem tudo que te afeta pode ser medido pelo olhar do outro.

Há experiências que tocam mais fundo e isso não é sobre fraqueza, nem sobre “ser sensível demais”.

Algumas situações do presente encontram pontos da sua história que ainda carregam sentido, mesmo que não estejam tão acessíveis.

Por isso, a intensidade não vem apenas do que aconteceu.
Vem também do que foi despertado.

Neste vídeo, eu falo sobre por que certas reações não são exagero e como elas podem ser um convite para escutar o que, em você, insiste em se dizer.

Assista até o final. ✨

Tem momentos em que você se percebe diferente… e nem sabe exatamente por quê.Uma irritação que surge sem aviso.Uma sensi...
01/04/2026

Tem momentos em que você se percebe diferente… e nem sabe exatamente por quê.

Uma irritação que surge sem aviso.
Uma sensibilidade que se intensifica.
Um silêncio que, por dentro, soa quase como rejeição.

E, então, a pergunta aparece às vezes em forma de incômodo, às vezes em forma de angústia:
“Por que estou reagindo assim?”

Durante a perimenopausa, o corpo atravessa mudanças hormonais importantes.
Mas não é só o corpo que se transforma.

Há algo dentro de você que também muda.

Porque quando o corpo entra em mudança, a forma como você se percebe e se sustenta no mundo também pode se desestabilizar.

Aquilo que antes parecia sob controle…
já não responde da mesma maneira.

E isso pode tocar em pontos muito mais profundos:
na imagem que você tem de si,
no lugar que ocupa nas relações,
na forma como se sente vista ou não.

Em períodos de transição, não é incomum que o que estava silencioso comece a falar mais alto.

Não como um problema a ser corrigido…
mas como algo que pede escuta.

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