Villa Feet Podologia

Villa Feet Podologia A Villa Feet Podologia é uma empresa especializada em promover saúde para os pés de seus clientes

12/11/2017

Aqui temos o Tratamento de Micose com Laserterapia. Este processo é realizado através da tecnologia de laser para o tratamento local de infecções por fungos e bactérias.
O laser atravessa a lâmina da unha e atinge o seu leito resultando num aquecimento do material fúngico. A exposição do fungo a altas temperaturas inibe o seu crescimento e causa dano e morte celular do fungo. Neste método de tratamento não há contato da ponteira do equipamento com a unha ou a pele,o que resulta num procedimento limpo, simples e de acordo poucas sessões com intervalo de algumas semanas, seguido de acompanhamento para observar o crescimento da unha.

10/10/2015
02/05/2015

Bom dia...

18/03/2015
03/12/2014

Filaríase: elefantíase

A filariose ou elefantiase é a doença causada pelos parasitas nemátodes Wuchereria bancrofti, Brugia malayi e Brugia timori, comumente chamados filária, que se alojam nos vasos linfáticos causando linfedema. Esta doença é também conhecida como elefantíase, devido ao aspecto de perna de elefante do paciente com esta doença. Tem como transmissor os mosquitos dos gêneros Culex, Anopheles, Mansonia ou Aedes, presentes nas regiões tropicais e subtropicais. Quando o nematódeo obstrui o vaso linfático, o edema é irreversível, daí a importância da prevenção com mosquiteiros e repelentes, além de evitar o acúmulo de águas paradas em pneus velhos, latas, potes e outros.

As formas adultas são vermes nemátodes de secção circular e com tubo digestivo completo. As fêmeas (alguns centímetros) são maiores que os machos e a reprodução é exclusivamente sexual, com geração de microfilárias. Estas são pequenas larvas fusiformes com apenas 0,2 milímetros.

Mosca Chrysomya, varejeira


Ciclo de Vida

As larvas são transmitidas pela picada dos mosquitos e da mosca Chrysomya conhecida como Mosca Varejeira. Da corrente sanguínea elas dirigem-se para os vasos linfáticos, onde se maturam nas formas adultas se***is. Após cerca de oito meses da infecção inicial, começam a produzir microfilárias que surgem no sangue, assim como em muitos órgãos. O mosquito é infectado quando pica um ser humano doente. Dentro do mosquito as microfilárias modificam-se ao fim de alguns dias em formas infectantes, que migram principalmente para a cabeça do mosquito.



Progressão e sintomas

O período de incubação pode ser de um mês ou vários meses. A maioria dos casos é assintomática, contudo existe produção de microfilárias e o indivíduo dissemina a infecção através dos mosquitos que o picam.

Os episódios de transmissão de microfilárias (geralmente a noite, a depender da espécie do vetor) pelos vasos sanguíneos podem levar a reações do sistema imunitário, como prurido, febre, mal estar, tosse, asma, fatiga, exantemas, adenopatias (inchaço dos gânglios linfáticos) e com inchaços nos membros, escroto ou mamas. Por vezes causa inflamação dos testículos (orquite).


A longo prazo, a presença de vários pares de adultos nos vasos linfáticos, com fibrosação e obstrução dos vasos (formando nódulos palpáveis) pode levar a acumulações de linfa a montante das obstruções, com dilatação de vasos linfáticos alternativos e espessamento da pele.

Esta condição, dez a quinze anos depois, manifesta-se como aumento de volume grotesco das regiões afetadas, principalmente pernas e escroto, devido a retenção de linfa. Os vasos linfáticos alargados pela linfa retida, por vezes arrebentam, complicando a drenagem da linfa ainda mais. Por vezes as pernas tornam-se grossas, dando um aspecto semelhante a patas de elefante, descrito como elefantíase.



Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é pela observação microscópica de microfilárias em amostras de sangue. Caso a espécie apresente periodicidade noturna, é necessário recolher sangue de noite, de outro modo não serão encontradas. A ecografia permite detectar as formas adultas. A serologia por ELISA também é útil.

São usados antiparasíticos como mebendazole. É importante tratar as infecções secundárias.



Prevenção

Há um programa da OMS que procura eliminar a doença com fármacos administrados como prevenção e inseticidas. É útil usar roupas que cubram o máximo possível da pele, repelentes de insetos e dormir protegido com redes.

Início de tratamento , após avaliação do  quadro clínico do paciente , constatamos a patologia de elefantíase , seguido ...
03/12/2014

Início de tratamento , após avaliação do quadro clínico do paciente , constatamos a patologia de elefantíase , seguido de atrofiamento de todas as lâminas .... feito assepsia ,onicotomia , emolientado , desbastamento ungueal , para correção da espessura....
Paciente sem queixas a relatar quanto a dores... afirma que a patologia ja existente de elefantíase , ja tem a mais de 20 anos .... apresentando tinhapeds/frieiras interdigitais , em todos os artelhos e hálux E . D
Podologo Pedro Rodrigues e
Podologa Ana Maria Rodrigues.

A filaríase, filariose ou elefantíase é uma doença parasitária, considerada como doença tropical infecciosa, causada por nematóides filariais da superfamília Filarioidea, também conhecida como Filariae[1] . A forma sintomática mais conhecida da doença é a filaríase linfática, popularmente chamada de elefantíase em referência do inchaço e engrossamento da pele e tecidos subjacentes, que foi a primeira, entre as enfermidades infecciosas transmitidas por insetos, a ser descoberta.

15/10/2014

Endereço

Rua Sebastiao Barreto 336w Centro
Tangará Da Serra, MT
78300000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Villa Feet Podologia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria