Dra Daniela Piccoli

Dra Daniela Piccoli Atendimento exclusivo e personalizado, aliando técnica, experiência profissional e empatia. Esp Pré Natal/ Gestação/ Infertilidade
Adolescência

29/05/2026

Tem um segundo que tudo muda.
O choro, o alívio, o encontro… e o mundo nunca mais é o mesmo.

Quem também já viveu esse momento consegue explicar essa sensação? 🥹

Ela compartilhou uma experiência que surpreendeu muita gente. Halle Berry contou quando sentiu dor durante a relação e c...
27/05/2026

Ela compartilhou uma experiência que surpreendeu muita gente. Halle Berry contou quando sentiu dor durante a relação e chegou a receber um diagnóstico de herpes. Depois, descobriu que o que estava acontecendo, na verdade, era consequência da menopausa.

Esse tipo de confusão não é raro, e revela o quanto ainda existe desinformação sobre os sintomas dessa fase.

Com a queda do estrogênio, ocorre uma alteração importante na mucosa vaginal, conhecida como síndrome geniturinária da menopausa. A região pode ficar mais fina, menos lubrificada e mais sensível, o que leva a dor durante a relação, ardência, infecções recorrentes e desconforto persistente.

Muitas mulheres passam por isso em silêncio, outras recebem diagnósticos equivocados, e muitas acreditam que precisam simplesmente “aceitar”.

Mas não é assim.

De acordo com a North American Menopause Society e publicações no Journal of Women’s Health, esses sintomas têm tratamento e podem ser significativamente melhorados com abordagem adequada, que pode incluir terapia hormonal, hidratantes vaginais ou tratamentos locais.

Menopausa não é só ausência de menstruação. Ela pode impactar diretamente a qualidade de vida, inclusive na intimidade.

E isso precisa ser falado com mais naturalidade e menos julgamento.

Referências:
North American Menopause Society (NAMS). 2020 Position Statement on GSM.
Faubion SS et al. Genitourinary syndrome of menopause. Mayo Clinic Proceedings, 2017.

Durante a gestação, o corpo da mulher passa por uma reorganização completa para sustentar o desenvolvimento do bebê, e a...
25/05/2026

Durante a gestação, o corpo da mulher passa por uma reorganização completa para sustentar o desenvolvimento do bebê, e alguns nutrientes deixam de ser apenas “importantes” para se tornarem verdadeiramente essenciais nesse processo.

Entre os principais, alguns merecem atenção especial:

💊 Ácido fólico: fundamental nas primeiras semanas, participa da formação do tubo neural e está diretamente associado à prevenção de malformações como a espinha bífida.
💊 Ferro: acompanha o aumento do volume sanguíneo da gestante e é essencial para evitar anemia e garantir oxigenação adequada para o bebê.
💊 Vitamina D: atua no desenvolvimento ósseo, mas também tem papel importante na imunidade e na saúde metabólica da mãe.
💊 Vitamina B12: essencial para formação do sistema nervoso e produção de células sanguíneas, especialmente relevante em mulheres com baixa ingestão de alimentos de origem animal.
💊 Cálcio: contribui para a formação óssea do bebê e ajuda a proteger a saúde óssea materna ao longo da gestação.

Mas aqui tem um ponto importante: suplementação não deve ser feita de forma genérica.

As necessidades variam de acordo com exames, alimentação, fase da gestação e histórico da paciente. O excesso ou a reposição inadequada também pode trazer riscos, por isso a condução precisa ser individualizada.

Cuidar da gestação não é só acompanhar o crescimento do bebê, é garantir que o ambiente onde ele está se desenvolvendo tenha tudo o que precisa.

Você já está acompanhando seus níveis de vitaminas durante a gestação?

22/05/2026

Engraçado como eles escolhem “a pessoa favorita” sem explicar nada 😅

Aqui ficou bem claro quem ganhou esse título…

Na sua família, quem é o escolhido?

Angélica já contou publicamente que enfrentou a menopausa precoce, e um dos pontos que mais chamou atenção foi a mudança...
20/05/2026

Angélica já contou publicamente que enfrentou a menopausa precoce, e um dos pontos que mais chamou atenção foi a mudança no humor. Irritação, impaciência, respostas mais intensas do que o habitual, inclusive dentro de casa, com o marido.

Esse tipo de relato é muito mais comum do que parece, só que raramente é associado à causa real.

A oscilação hormonal, especialmente a queda do estrogênio, tem impacto direto no sistema nervoso central. Esse hormônio participa da modulação de neurotransmissores como serotonina, dopamina e GABA, que estão ligados ao humor, à sensação de bem-estar e ao controle emocional. Quando esses níveis começam a variar, o cérebro responde, e o comportamento muda junto.

Por isso, não se trata de falta de paciência, fraqueza emocional ou “temperamento difícil”. Existe uma base biológica consistente por trás dessas mudanças.

Estudos publicados pela North American Menopause Society mostram que mulheres no período de transição menopausal têm maior risco de sintomas como irritabilidade, ansiedade e até episódios depressivos, especialmente quando há variações hormonais mais abruptas.

Entender isso muda a forma como a mulher se enxerga, e também como ela é cuidada. Porque quando você nomeia o que está acontecendo, você sai da culpa e entra no cuidado.

Referências:
North American Menopause Society (NAMS). Menopause Practice: A Clinician’s Guide, 2022.

Freeman EW et al. Associations of hormones and menopausal status with depressed mood in women. Arch Gen Psychiatry, 2006.

A menopausa não acontece de um dia para o outro. E ela não afeta só o ciclo menstrual.Quando os ovários começam a reduzi...
19/05/2026

A menopausa não acontece de um dia para o outro. E ela não afeta só o ciclo menstrual.

Quando os ovários começam a reduzir progressivamente a produção hormonal, o corpo inteiro sente. Sono, metabolismo, temperatura corporal, humor, composição corporal, libido, memória e saúde óssea passam por mudanças importantes.

O problema é que muitas mulheres cresceram ouvindo que isso era apenas “normal da idade”, sem entender o que realmente estava acontecendo no próprio corpo.

Hoje sabemos que a menopausa merece acompanhamento individualizado, avaliação clínica séria e uma abordagem baseada em evidências.

E não existe fórmula única.

Algumas mulheres se beneficiam muito da terapia hormonal. Outras não têm indicação. Algumas terão sintomas intensos. Outras quase nenhum.

Por isso informação importa tanto.

📚Referências científicas:
• The Menopause Society (2024)
• Endocrine Society Clinical Practice Guidelines (2024)
• The Lancet Healthy Longevity (2024)
• JAMA Review on Menopause Management (2023)

"NUNCA PENSEI QUE ENGRAVIDAR FOSSE TÃO DIFÍCIL..."Existe um tipo de risco que não faz barulho, não aparece de uma vez e,...
18/05/2026

"NUNCA PENSEI QUE ENGRAVIDAR FOSSE TÃO DIFÍCIL..."

Existe um tipo de risco que não faz barulho, não aparece de uma vez e, muitas vezes, só é percebido quando o plano de engravidar não acontece como esperado.

A fertilidade feminina não depende de um único fator, ela é resultado de um conjunto de condições que envolvem função hormonal, saúde metabólica, integridade das trompas, qualidade dos óvulos e o ambiente uterino. E o mais importante é que muitos desses fatores podem ser silenciosos por anos.

Infecções ginecológicas não tratadas, especialmente as que sobem pelo trato reprodutivo, podem causar doença inflamatória pélvica e levar a alterações nas trompas, dificultando o encontro entre óvulo e espermatozoide. Condições como a endometriose, mesmo em estágios iniciais, já estão associadas a inflamação local e alterações no ambiente pélvico que impactam a fertilidade.

Além disso, infecções sexualmente transmissíveis como clamídia e gonorreia frequentemente não apresentam sintomas, mas estão entre as principais causas de dano tubário em mulheres jovens. Paralelamente, fatores como idade, resistência à insulina, obesidade e inflamação crônica também interferem diretamente na ovulação e na qualidade oocitária.

Isso significa que esperar um sintoma claro nem sempre é o melhor caminho. Muitas vezes, cuidar da fertilidade começa antes mesmo da tentativa de engravidar, com avaliação adequada e decisões precoces.

Cuidar do corpo hoje é, sim, cuidar do seu futuro reprodutivo.

Se você pensa em engravidar em algum momento da sua vida, vale olhar para isso com mais atenção agora, não depois.

Agende sua consulta.

📚Referências científicas:
– Practice Committee of the American Society for Reproductive Medicine. Fertility evaluation of infertile women. Fertil Steril. 2021. https://doi.org/10.1016/j.fertnstert.2021.08.036

– Hsu AL, Khachikyan I, Stratton P. Invasive and non-invasive methods for the diagnosis of endometriosis. Clin Obstet Gynecol. 2010. https://doi.org/10.1097/GRF.0b013e3181db7bfb

– Tsevat DG et al. Sexually transmitted diseases and infertility. Am J Obstet Gynecol. 2017. https://doi.org/10.1016/j.ajog.2016.08.008

Existe uma ideia muito comum de que fertilidade é algo que se resolve quando a decisão de engravidar acontece.Mas, na pr...
16/05/2026

Existe uma ideia muito comum de que fertilidade é algo que se resolve quando a decisão de engravidar acontece.

Mas, na prática, não funciona assim.

Entre querer e conseguir, existe um intervalo que nem sempre é visível, e muitas vezes ele começa a mudar antes mesmo da tentativa.

A fertilidade feminina está diretamente relacionada à quantidade e à qualidade dos óvulos, que diminuem com o passar do tempo. Esse processo é natural e progressivo, mas não acontece de forma igual para todas as mulheres. Enquanto algumas mantêm uma boa reserva por mais tempo, outras já apresentam redução antes mesmo dos 35 anos.

Dados do American College of Obstetricians and Gynecologists mostram que a chance de gestação começa a cair de forma mais significativa a partir dos 35 anos, com impacto mais acentuado após os 40. E o ponto mais importante é que essa mudança nem sempre vem acompanhada de sintomas claros.

Ou seja, muitas mulheres só descobrem quando começam a tentar.

Por isso, olhar para a fertilidade não é antecipar um problema, é entender o seu corpo com mais clareza para tomar decisões com mais segurança.

Você não precisa ter todas as respostas agora, mas precisa ter acesso à informação certa no momento certo.

Porque, na fertilidade, o tempo entre querer e conseguir não é igual para todo mundo.

Se você quer entender como está a sua fertilidade hoje e quais caminhos fazem mais sentido para o seu momento, o acompanhamento individual faz toda a diferença. Agende sua consulta pelo link da bio.

Família também é saúde. E às vezes a gente só entende isso depois de adulta, quando percebe que muitos dos nossos hábito...
15/05/2026

Família também é saúde. E às vezes a gente só entende isso depois de adulta, quando percebe que muitos dos nossos hábitos, emoções, relações com o corpo e até com a comida começaram dentro de casa.

É na família que aprendemos sobre afeto, rotina, cuidado, escuta, presença e pertencimento. E isso influencia diretamente nossa saúde hormonal, emocional e física ao longo da vida. Estudos em neurociência e saúde da mulher mostram que vínculos seguros e ambientes emocionalmente acolhedores ajudam até na redução do estresse crônico e da inflamação no organismo.

Por isso, neste Dia da Família, talvez o maior presente seja desacelerar um pouco e lembrar que saúde não é feita só de exames e consultas. Ela também mora nas conversas à mesa, nas risadas compartilhadas, nos abraços demorados e no sentimento de ter um lugar seguro para voltar.

Que a sua família, do jeito que ela é, continue sendo um espaço de amor, apoio e crescimento 🤍

Feliz Dia da Família!

15/05/2026

Cada primeira palavra carrega um pedacinho de quem eles mais amam 🥹

Aí na sua casa foi o quê primeiro: mamãe, papai, vovó ou… cachorro? 😂

Muita gente acha que a dor no quadril da gestação acontece apenas pelo peso da barriga. Mas a história é bem mais comple...
14/05/2026

Muita gente acha que a dor no quadril da gestação acontece apenas pelo peso da barriga. Mas a história é bem mais complexa.

Durante a gravidez, o corpo feminino passa por mudanças hormonais e biomecânicas enormes. Hormônios como a relaxina ajudam a aumentar a flexibilidade dos ligamentos da pelve para preparar o corpo para o parto. Ao mesmo tempo, o centro de gravidade muda, a musculatura precisa se adaptar e algumas articulações passam a receber muito mais carga.

Uma das regiões que mais sofre com isso é a articulação sacroilíaca, responsável pela conexão entre a coluna e a pelve.

Resultado?
Dor no quadril, lombar, virilha, sensação de pressão, pontadas e dificuldade para mudar de posição são sintomas extremamente comuns na gestação.

Mas importante: dor intensa não deve ser ignorada. Em muitos casos, acompanhamento multiprofissional, exercícios orientados e fisioterapia pélvica ajudam muito na qualidade de vida da gestante.

Referências científicas:
• American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG, 2024)
• Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy (2023)
• BJOG: An International Journal of Obstetrics & Gynaecology (2024)
• European Guidelines for Pelvic Girdle Pain in Pregnancy (atualizações recentes)

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