Psicóloga Shana Sebben Lovatto -Tapejara/RS e Região

Psicóloga Shana Sebben Lovatto -Tapejara/RS e Região Psicóloga - CRP: 07/19514
Psicoterapia, Aval. Psicossocial e Psicológica, Orientação Vocacional

A forma como a gente lida com trabalho, descanso e tempo não é só uma questão de organização ou disciplina. Tem muito a ...
27/04/2026

A forma como a gente lida com trabalho, descanso e tempo não é só uma questão de organização ou disciplina. Tem muito a ver com o que acontece dentro da nossa cabeça, mesmo sem a gente perceber. Quando alguém passa a romantizar a produtividade, ou seja, achar bonito e até admirável estar sempre ocupado — e começa a ver o lazer como algo ruim ou como "tempo perdido", isso pode ser um sinal de um conflito interno.

Dentro da gente, existe uma espécie de “voz interna” que cobra, exige e critica. Em algumas pessoas, essa voz é muito rígida. Ela faz a pessoa acreditar que só tem valor quando está produzindo, rendendo ou sendo útil. Aí descansar começa a dar culpa. Tirar um tempo livre parece errado, como se fosse preguiça ou perda de tempo. O lazer deixa de ser algo natural e vira quase um “erro”.

Muitas vezes, essa necessidade de estar sempre ocupado também funciona como uma fuga. Quando a pessoa para, pode acabar entrando em contato com sentimentos difíceis, como vazio, ansiedade, insegurança ou falta de sentido. Então, sem perceber, ela se mantém ocupada o tempo todo para não ter que lidar com isso. O problema é que essa estratégia cobra um preço alto. A mente não funciona bem sem pausa. A gente precisa de momentos de descanso, de fazer coisas por prazer, sem objetivo produtivo. É no lazer que surgem ideias, criatividade e até formas de entender melhor o que sentimos. Quando isso é deixado de lado, começam a aparecer sinais de desgaste: cansaço extremo, irritação, ansiedade e depressão.

No fim das contas, tratar o lazer como algo inútil e colocar a produtividade acima de tudo não torna ninguém mais realizado, pelo contrário, deixa a pessoa mais vulnerável a problemas de saúde mental. Aprender a desacelerar, respeitar os próprios limites e valorizar momentos de descanso não é fraqueza, é necessidade. É isso que ajuda a construir uma vida mais equilibrada e saudável. Além disso é importante pensar: "será que você está fugindo de que, quando se afunda apenas no trabalho?"

Em momentos de ansiedade ou agitação mental, é comum sentir que os pensamentos estão fora de controle. A técnica de anco...
22/04/2026

Em momentos de ansiedade ou agitação mental, é comum sentir que os pensamentos estão fora de controle. A técnica de ancoragem surge como uma ferramenta poderosa para trazer a mente de volta ao presente e recuperar o equilíbrio emocional. A ancoragem consiste em usar estímulos simples - físicos, sensoriais ou mentais - para "ancorar" nossa atenção no aqui e agora. Isso ajuda a reduzir a intensidade das preocupações e a criar uma sensação de segurança interna.

3 técnicas práticas de ancoragem:

- Respiração consciente: inspire profundamente, contando até 4, segure por 2 segundos e expire contando até 6. Esse ritmo ajuda a regular o corpo e acalmar a mente.

- Técnica dos 5 sentidos: observe ao redor e identifique 5 coisas que você vê, 4 que pode tocar, 3 que ouve, 2 que sente o cheiro e 1 que saboreia. Esse exercício traz foco imediato ao presente.

- Palavra ou frase de apoio: escolha uma expressão curta e positiva, como "eu estou seguro" ou "vai passar", e repita mentalmente sempre que sentir a mente acelerada. Essas práticas simples podem ser incorporadas no dia a dia e funcionam como pequenas pausas de autocuidado. A psicoterapia pode potencializar esse processo, ajudando a compreender os gatilhos da ansiedade e a desenvolver estratégias personalizadas. Cuidar da mente é também aprender a se ancorar no presente.

Receber este prêmio de destaque profissional é uma honra imensa e um momento de profunda gratidão. Agradeço a todos que ...
17/04/2026

Receber este prêmio de destaque profissional é uma honra imensa e um momento de profunda gratidão. Agradeço a todos que fizeram parte da minha trajetória pelo apoio, confiança e aprendizado constante. Este reconhecimento não é apenas meu, mas de todos que contribuíram para que eu chegasse até aqui. Sigo motivada a evoluir, enfrentar novos desafios e continuar entregando o meu melhor. Muito obrigada!

Na Psicologia, a gente aprende que o desejo de ser amado nasce lá atrás, nas primeiras relações da vida, ainda bebês, qu...
13/04/2026

Na Psicologia, a gente aprende que o desejo de ser amado nasce lá atrás, nas primeiras relações da vida, ainda bebês, quando ser aceito signif**ava, quase literalmente, sobreviver. Por isso, é tão forte essa vontade de agradar, de não decepcionar, de caber no que o outro espera. Só que, quando você cresce, continuar vivendo só pra garantir amor dos outros pode virar uma armadilha.

Porque, no fundo, quando você se desrespeita pra ser aceito, você manda uma mensagem silenciosa pra si mesmo: “eu valho menos do que preciso”. E isso vai corroendo por dentro, mesmo que por fora pareça que está tudo bem. Ter respeito por si mesmo é conseguir sustentar quem você é, mesmo correndo o risco de não ser amado por isso. É entender que amor que exige que você se diminua não é amor, é dependência, é medo, é repetição de velhas histórias. E não estamos falando aqui sobre mudar pois, muitas vezes precisamos mudar coisas em nós para estarmos em um relacionamento porque muitas coisas que fazemos podem não ser saudáveis para nossas relações. Estamos falando em respeito por si mesmo, em não se diminuir para caber.

Então, por mais difícil que seja, seu respeito por si mesmo precisa vir primeiro. Porque, no fim das contas, o amor mais constante que você vai ter na vida é o seu. E se você abre mão dele, nenhum outro preenche esse vazio. Esse texto te tocou? Então agende seu horário pelo WhatsApp: (54) 9 9 9658 4761 e vem pra Psicoterapia!

Você já se sentiu dividido entre dois sentimentos ao mesmo tempo? Como querer e não querer, amar e se irritar, sentir fa...
08/04/2026

Você já se sentiu dividido entre dois sentimentos ao mesmo tempo? Como querer e não querer, amar e se irritar, sentir falta e, ao mesmo tempo, precisar de distância? Essas contradições fazem parte da vida emocional e têm nome: ambivalência. Elas nos lembram que os sentimentos humanos nem sempre seguem uma lógica simples. Podemos sentir amor e raiva, alegria e culpa, gratidão e cansaço, tudo coexistindo dentro de nós. Isso não signif**a confusão ou fraqueza; signif**a apenas que somos emocionalmente complexos. Muitas vezes, tentamos forçar uma escolha entre o "sim" e o "não", entre o "gosto" e o "não gosto", como se houvesse só uma resposta certa. Mas há muitas verdades no meio do caminho. Entre o preto e o branco, existe uma infinidade de tons de cinza, e é justamente nesse "meio do caminho" que mora o equilíbrio emocional.

Aceitar que é possível sentir coisas opostas ao mesmo tempo é uma prova de maturidade. É o primeiro passo para não se punir por "sentir demais" ou por não saber exatamente o que se quer. Porque, na maioria das vezes, não saber também faz parte do processo de se entender. Negar o conflito só aumenta o sofrimento. Já olhar para ele com cuidado, curiosidade e compaixão abre espaço para o autoconhecimento e para uma relação mais leve com as próprias emoções.

Esse respeito às emoções aparentemente opostas também pode levar a decisões mais equilibradas e cuidadosas, tanto para você quanto para as pessoas com quem se relaciona. A psicoterapia é um espaço seguro para explorar essas ambivalências com acolhimento e sem julgamentos. Um lugar para ouvir o que cada emoção tenta dizer, além do simples "sim" ou"não". Vamos falar sobre isso? Agende seu horário pelo WhatsApp: (54) 9 9658 4761

A frase “um novo começo pode não ser um novo lugar. Pode ser apenas um novo jeito de olhar” toca numa ideia central: não...
06/04/2026

A frase “um novo começo pode não ser um novo lugar. Pode ser apenas um novo jeito de olhar” toca numa ideia central: não é o mundo que muda primeiro, é a forma como a gente se coloca diante dele. Popularmente, a gente costuma pensar que pra recomeçar precisa mudar tudo: cidade, trabalho, relacionamento… como se o problema estivesse sempre “lá fora”. Mas a Psicologia mostra que muita coisa se repete justamente porque a gente leva a si mesmo pra onde for. Ou seja, muda o cenário, mas o roteiro interno continua parecido.

Esse “novo jeito de olhar” fala de algo mais profundo: olhar pra si, reconhecer padrões, entender por que certas situações sempre voltam com faces diferentes. Às vezes, o “recomeço” de verdade acontece quando a pessoa percebe, por exemplo, que sempre escolhe o mesmo tipo de relação, ou reage do mesmo jeito diante de frustrações. Não é confortável, mas é transformador perceber.

É como se a lente estivesse meio embaçada, mas não porque o mundo é sempre ruim, e sim porque tem algo ali, dentro da gente, que filtra tudo de um jeito específico. Quando essa lente muda, o mesmo lugar pode ganhar outro sentido. Então, esse novo começo não é mágico, nem instantâneo. Ele exige um certo enfrentamento interno: rever histórias, encarar sentimentos, questionar certezas. Só que, quando isso acontece, até o que parecia sem saída pode abrir outras possibilidades.

No fim das contas, a frase lembra que fugir nem sempre resolve. Às vezes, o que a gente mais precisa não é de um novo caminho… mas de um novo olhar sobre o mesmo caminho. A Psicoterapia pode te ajudar, e muito, avaliar e transformar seu caminho. Vem comigo?

Agende seu horário pelo WhatsApp (54) 9 9658 4761

A Páscoa, pra muita gente, é tempo de renovação, de recomeço, de dar aquela respirada fundo e pensar na vida. E, olhando...
05/04/2026

A Páscoa, pra muita gente, é tempo de renovação, de recomeço, de dar aquela respirada fundo e pensar na vida. E, olhando pela psicanálise, isso tem tudo a ver com o que a gente carrega por dentro. Sabe aquelas coisas mal resolvidas, sentimentos guardados, culpas ou mágoas? Então… a Páscoa pode ser vista como um convite simbólico pra “ressuscitar” partes da gente que f**aram esquecidas ou machucadas.

Na psicanálise, a gente aprende que não dá pra simplesmente esconder o que sente, uma hora isso volta. Por isso, esse período também pode ser um bom momento pra olhar pra dentro, encarar o que incomoda e tentar se entender melhor. É tipo limpar a casa por dentro, sabe? Jogar fora o que não serve mais e abrir espaço pra coisa nova.

No fim das contas, mais do que chocolate, a Páscoa pode ser sobre se dar uma chance de mudar, de se perdoar e de seguir mais leve. Porque renascer, às vezes, começa com uma conversa sincera com a gente mesmo.

Feliz Páscoa! Feliz ressurreição!

Se conhecer é como entrar numa casa cheia de cômodos que você nunca explorou direito. Alguns são claros e acolhedores, o...
31/03/2026

Se conhecer é como entrar numa casa cheia de cômodos que você nunca explorou direito. Alguns são claros e acolhedores, outros guardam bagunças, medos e lembranças que a gente preferia deixar fechadas. A psicanálise fala muito disso: olhar para dentro não é só encontrar respostas bonitas, mas também encarar aquilo que incomoda.

Esse caminho traz descobertas importantes, como por exemplo entender por que você sente, pensa e age de certas formas, mas também traz desafios, porque nem sempre é fácil aceitar tudo que aparece. Ainda assim, é justamente aí que mora o CRESCIMENTO.

Não precisa correr. Se conhecer não é uma corrida, é um processo. É dar um passo de cada vez, respeitando o seu tempo, percebendo seus limites e suas forças. Com calma, você vai se tornando mais consciente de si mesmo, e isso já é, por si só, uma grande transformação. Então, vem comigo embarcar nesse caminho que te leva para dentro de você?

Quantas noites mal dormidas, ou nem dormidas,  ainda vão precisar acontecer até você parar e escutar o que tá aí dentro ...
30/03/2026

Quantas noites mal dormidas, ou nem dormidas, ainda vão precisar acontecer até você parar e escutar o que tá aí dentro pedindo atenção? A gente vai empurrando: diz que é só uma fase, que amanhã melhora, que é frescura, cansaço, coisa da cabeça. Mas o corpo cobra, a mente insiste, o incômodo f**a cutucando. E quanto mais você ignora, mais alto isso fala. Às vezes na ansiedade, às vezes no silêncio pesado, às vezes naquele vazio difícil de explicar.

Não é fraqueza olhar pra dentro. Não é exagero admitir que algo não tá bem. Pelo contrário: é coragem. Porque encarar o que incomoda dá trabalho, mexe com a gente, desmonta certezas. Mas também abre caminho pra mudança, pra cuidado, pra um jeito mais leve de existir.

Talvez não seja sobre esperar a próxima noite ruim. Talvez seja sobre começar agora, com um pouco mais de honestidade consigo mesmo, com um pouco mais de escuta, com um pouco mais de acolhimento. Porque o que você sente importa, mesmo quando ninguém vê.

25/03/2026
Na vida afetiva e nos relacionamentos (não só amorosos, mas em todos: familiares, sociais, de amizade, etc.,) a gente co...
23/03/2026

Na vida afetiva e nos relacionamentos (não só amorosos, mas em todos: familiares, sociais, de amizade, etc.,) a gente costuma se apegar muito mais ao que deseja do que ao que de fato acontece. Quando alguém manda sinais confusos, responde às vezes, some outras, demonstra interesse num dia e indiferença no outro, é comum que a nossa mente tente “traduzir” isso como um talvez, um quase, ou até um “sim escondido”. Mas, olhando pela lente da psicanálise, isso diz mais sobre o nosso desejo do que sobre o outro.

O ser humano tem uma tendência de preencher faltas com fantasias. Ou seja, diante de um vazio de resposta clara, a gente inventa sentido. E quase sempre inventa a favor daquilo que quer viver. Só que essa construção, embora confortável no início, pode nos manter presos a relações onde não há reciprocidade real. O “sim” verdadeiro não precisa ser decifrado. Ele aparece no gesto, na constância, na presença. Não deixa a pessoa ansiosa tentando interpretar cada detalhe. Já o sinal confuso gera dúvida, e a dúvida constante é, por si só, uma forma de resposta, ainda que não seja a que gostaríamos.

Aceitar o confuso como um “não” é, na prática, um exercício de respeito próprio. É sair da posição de quem espera ser escolhido para a de quem também escolhe. Porque, no fundo, quando alguém quer, isso se mostra. O resto é silêncio disfarçado de possibilidade. E aprender a ouvir esse silêncio, sem precisar traduzi-lo em esperança, é um passo importante de maturidade emocional.

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