Psicóloga - Rafaela Ferreira

Psicóloga - Rafaela Ferreira Atendimento clínico online e presencial em Taquaritinga, para crianças, adolescentes e adultos.

Você sabia que o Fevereiro Roxo é um movimento de conscientização sobre doenças crônicas e degenerativas? Lúpus, Fibromi...
01/02/2026

Você sabia que o Fevereiro Roxo é um movimento de conscientização sobre doenças crônicas e degenerativas? Lúpus, Fibromialgia e Alzheimer não têm cura, mas têm tratamento e acompanhamento que podem garantir mais qualidade de vida. Falar sobre o tema ajuda a combater o preconceito, incentivar o cuidado e fortalecer redes de apoio. Informação salva e acolhe 💜

A saudade é um sentimento que surge quando precisamos reorganizar internamente a ausência de algo que foi significativo....
30/01/2026

A saudade é um sentimento que surge quando precisamos reorganizar internamente a ausência de algo que foi significativo. Na psicologia, ela é compreendida como parte do processo de elaboração emocional das perdas — sejam elas concretas, como a perda de alguém, ou simbólicas, como o fim de uma fase, relação ou sonho.

Sentir saudade não significa estar preso ao passado, mas sim reconhecer que houve investimento emocional. É comum que a saudade venha acompanhada de tristeza, mas também de carinho, lembranças e até gratidão. Essa ambivalência é natural e faz parte da forma como o psiquismo integra aquilo que já não está mais presente da mesma maneira.

Quando a saudade é reprimida ou invalidada, o sofrimento tende a se intensificar. Dar espaço para esse sentimento permite que ele seja compreendido, ressignificado e, aos poucos, integrado à história pessoal. A psicologia não busca apagar a saudade, mas ajudar a pessoa a conviver com ela de forma menos dolorosa.

No Dia da Saudade, falar sobre esse sentimento é um convite ao acolhimento. Reconhecer a saudade como parte da experiência humana é também reconhecer a importância dos vínculos que nos constituem. Se quiser, posso criar um último com abordagem mais poética ou um mais clínico também 🤍

Medo do sucesso: quando dar certo também assustaNem sempre o medo está ligado ao fracasso. Para algumas pessoas, o que a...
27/01/2026

Medo do sucesso: quando dar certo também assusta

Nem sempre o medo está ligado ao fracasso. Para algumas pessoas, o que assusta é justamente dar certo. O sucesso pode trazer visibilidade, responsabilidades, expectativas e mudanças que tiram a sensação de controle.

Esse medo costuma aparecer de forma silenciosa: procrastinação, autossabotagem, dificuldade em finalizar projetos ou a sensação de não merecer conquistas. No fundo, existe o receio de decepcionar, de não sustentar o que foi alcançado ou de se afastar de quem se ama ao crescer.

Muitas vezes, o medo do sucesso está ligado a crenças antigas, como a ideia de que é perigoso se destacar ou de que crescer tem um preço emocional alto. Assim, permanecer no conhecido parece mais seguro do que avançar.

Reconhecer esse medo é um passo importante para quebrar ciclos de estagnação. Crescer não precisa significar perder quem você é — pode ser apenas a chance de ocupar, com mais segurança, o espaço que sempre foi seu.

Cansaço emocional de quem precisa ser sempre forte também é um tema de saúde mental.Assumir constantemente o papel de qu...
24/01/2026

Cansaço emocional de quem precisa ser sempre forte também é um tema de saúde mental.

Assumir constantemente o papel de quem sustenta, resolve e acolhe pode gerar sobrecarga emocional silenciosa. A dificuldade em demonstrar vulnerabilidade, pedir ajuda ou reconhecer os próprios limites favorece o esgotamento, a ansiedade e o afastamento de si mesmo.

Na psicologia, olhar para esse padrão é fundamental. Cuidar da saúde emocional inclui permitir-se descansar, dividir responsabilidades e compreender que força também está em reconhecer quando não se está bem.

🕊️ Dia Nacional de Combate à Intolerância ReligiosaEsta data existe para lembrar que a liberdade religiosa é um direito ...
21/01/2026

🕊️ Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Esta data existe para lembrar que a liberdade religiosa é um direito fundamental e que nenhuma crença deve ser motivo de discriminação, violência ou exclusão. Respeitar diferentes religiões não significa abrir mão da própria fé, mas reconhecer que cada pessoa tem o direito de viver e expressar sua espiritualidade de forma livre e digna.

Combater a intolerância religiosa é um compromisso diário, que começa no diálogo, na escuta e no acolhimento das diferenças. Que possamos escolher o respeito como base das nossas relações e contribuir para uma sociedade onde a diversidade seja vista como riqueza e não como ameaça. 🤍✨

Terapia é um espaço onde sua história pode ser dita sem julgamentos.Um lugar seguro para falar sobre o que pesa, o que c...
15/01/2026

Terapia é um espaço onde sua história pode ser dita sem julgamentos.
Um lugar seguro para falar sobre o que pesa, o que confunde e até aquilo que você nunca conseguiu nomear.
Ali, não existe certo ou errado sobre sentir — existe escuta, acolhimento e respeito pelo seu tempo.

Na terapia, você não precisa se explicar o tempo todo, nem ser forte o tempo inteiro.
Você pode ser quem é, com suas dores, dúvidas e contradições.
É nesse espaço de confiança que a sua história começa a fazer mais sentido e novas formas de lidar com ela podem surgir.

Muitas vezes, o medo de errar, de fracassar ou até de dar certo faz com que a pessoa se sabote sem perceber. Procrastina...
13/01/2026

Muitas vezes, o medo de errar, de fracassar ou até de dar certo faz com que a pessoa se sabote sem perceber. Procrastinar, desistir no meio do caminho ou duvidar constantemente de si são formas silenciosas de autossabotagem.
Esse comportamento geralmente nasce de crenças antigas, experiências passadas e da ideia de que não se é bom o suficiente. Assim, evitar tentar parece mais seguro do que correr o risco de se frustrar.
Reconhecer esses padrões é o primeiro passo para quebrá-los. Quando você entende o que está por trás da autossabotagem, passa a ter mais escolhas e menos repetições.
Cuidar da saúde mental também é aprender a parar de lutar contra si mesmo.
Se quiser, posso sugerir apenas o tema, outro texto, ou adaptar o tom para algo mais curto ou mais profundo.

Você se abandona para não ser abandonado?Às vezes, na tentativa de manter alguém por perto, você se cala, se adapta dema...
10/01/2026

Você se abandona para não ser abandonado?

Às vezes, na tentativa de manter alguém por perto, você se cala, se adapta demais, ignora o que sente e atravessa seus próprios limites. Vai ficando pequeno para caber no outro, acreditando que, assim, não será deixado.

Mas toda vez que você se abandona, algo em você se perde. O afeto que exige silêncio, dor ou negação de quem você é não é cuidado, é medo de ficar só.

Relacionamentos saudáveis não pedem que você desapareça para existir neles. Eles acolhem, respeitam e permitem que você seja inteiro.

Talvez o maior desafio não seja evitar o abandono do outro, mas aprender a não se abandonar no processo. 🌻

O Janeiro Branco nos convida a encarar a saúde mental com a seriedade que ela exige. Emoções ignoradas, sobrecargas cons...
06/01/2026

O Janeiro Branco nos convida a encarar a saúde mental com a seriedade que ela exige. Emoções ignoradas, sobrecargas constantes e silêncios prolongados não desaparecem com o tempo — eles se acumulam. Cuidar da mente é reconhecer limites, validar sentimentos e compreender que o equilíbrio emocional é construído diariamente.

Falar sobre saúde mental é também falar sobre prevenção, responsabilidade e qualidade de vida. Buscar apoio profissional não é sinal de fragilidade, mas de consciência e cuidado. A atenção à saúde emocional precisa estar presente em todas as fases da vida e em todos os contextos.

Que o Janeiro Branco seja um marco de conscientização, mas que o compromisso com a saúde mental permaneça durante todo o ano. Cuidar da mente é essencial para sustentar escolhas, relações e bem-estar.

Recomeçar nem sempre é virar a página com entusiasmo. Às vezes, é apenas continuar, respirando um pouco melhor do que on...
03/01/2026

Recomeçar nem sempre é virar a página com entusiasmo. Às vezes, é apenas continuar, respirando um pouco melhor do que ontem. No início de um novo ano, é comum surgir a pressão por metas, mudanças rápidas e resultados imediatos, mas a saúde mental não se constrói na pressa.

Recomeçar com gentileza é reconhecer o próprio ritmo, respeitar os limites e entender que cada pessoa inicia o ano de um ponto diferente. Nem todo mundo chega inteiro, descansado ou cheio de planos — e tudo bem. Autocuidado não é cobrança disfarçada de motivação, é acolhimento real do que se sente.

Que este começo de ano seja menos sobre exigir transformação e mais sobre criar espaço para ela acontecer. Cuidar da saúde mental é permitir-se evoluir sem violência interna, sabendo que pequenos passos também são progresso. Porque começar o ano com gentileza consigo mesmo já é, por si só, um grande avanço.

Que o novo ano seja um espaço de recomeços possíveis, não de cobranças excessivas. Um ano em que você possa ir com calma...
01/01/2026

Que o novo ano seja um espaço de recomeços possíveis, não de cobranças excessivas. Um ano em que você possa ir com calma, respeitar seus limites e reconhecer que nem todo crescimento é visível, mas ainda assim é real.

Que haja mais gentileza consigo mesmo, mais escuta das próprias emoções e menos comparação com o caminho do outro. Que você entenda que mudar também inclui pausar, e que seguir em frente nem sempre é acelerar, mas continuar com consciência.

Que este novo ano não exija perfeição, apenas presença. E que, mesmo nos dias difíceis, você se lembre de que cuidar da saúde mental é um compromisso contínuo — não só com o futuro, mas com quem você é agora.

O fim de ano costuma ser cercado por expectativas: estar feliz, em paz, realizado, cercado de pessoas e conquistas. A id...
30/12/2025

O fim de ano costuma ser cercado por expectativas: estar feliz, em paz, realizado, cercado de pessoas e conquistas. A ideia de que tudo precisa fazer sentido nesse período cria um cenário idealizado que, muitas vezes, não corresponde à realidade emocional de quem vive esse momento.

Enquanto as expectativas prometem celebração e fechamento perfeito de ciclos, a realidade pode trazer cansaço, frustrações, lutos, conflitos familiares ou simplesmente a sensação de que foi um ano difícil demais. Quando essas duas coisas se chocam, surge a culpa por não se sentir como “deveria”.

Mas sentir diferente do esperado não significa fracasso. A vida real não segue roteiros de datas comemorativas. Há anos que são sobre sobreviver, aprender, resistir — e isso também é crescimento. Nem todo fim de ano é leve, e tudo bem que não seja.

Talvez o convite seja ajustar as expectativas à realidade, acolhendo o que existe de verdade dentro de você agora. Fechar o ano com honestidade emocional, sem máscaras e sem cobranças excessivas, pode ser o cuidado mais importante para atravessar esse período com mais saúde mental.

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