Nutricionista Sônia S Santos

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CATÁBOLISMO NO DIABETESPor que você pode estar emagrecendo com a glicose alta?Quando a glicose não entra na célula por f...
27/04/2026

CATÁBOLISMO NO DIABETES
Por que você pode estar emagrecendo com a glicose alta?

Quando a glicose não entra na célula por falta ou baixa ação da insulina, o corpo entende que está sem energia. Como resposta, ele começa a quebrar gordura (lipólise) e músculo (proteólise) para sobreviver
Resultando na perda de peso, fraqueza e glicose ainda alta, aqui acontece:
– Perda de peso
– Fraqueza
– Glicemia elevada

Isso não é normal, é um sinal de descompensação do diabetes.

Em casos de Diabetes tipo 1 e também no Diabetes tipo 2 descontrolado, o problema não é apenas o que você come, é a dificuldade do corpo em utilizar a glicose.

O que fazer quando isso acontece?
Aqui entra o Ajuste do tratamento, monitoraramento sa glicemia, estar acompanhamento profissional

Se você está emagrecendo sem explicação, investigue.

Dra Sonia Santos
Nutricionista CRN-3 90424
WhatsApp: 12-99129-0012


Hipertensão e diabetes: uma combinação silenciosa e perigosa.Hoje, no Dia Nacional de combate à hipertensão arterial, va...
26/04/2026

Hipertensão e diabetes: uma combinação silenciosa e perigosa.

Hoje, no Dia Nacional de combate à hipertensão arterial, vale lembrar de quem tem diabetes precisa de atenção redobrada.

A resistência à insulina e a hiperglicemia crônica favorecem a disfunção endotelial, maior retenção de sódio e a ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona

Resultado? A pressão sobe e o risco cardiovascular dispara.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes e a American Diabetes Association, o controle da pressão arterial é tão importante quanto o da glicemia para prevenir infarto, AVC e a doença renal

Na prática clínica, isso signif**a: reduzir sódio, mas sem extremismos, priorizar alimentos in natura, ajustar carboidratos com estratégia e manter controle glicêmico consistente

Diabetes é uma doença metabólica sistêmica, e ter um olhar e cuidar da pressão é parte do tratamento.

Dra Sonia Santos
Nutricionista CRN-3 90424
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Fenômeno do amanhecer: por que sua glicose sobe mesmo sem você comer?Muitas pessoas acordam com a glicemia elevada e ach...
25/04/2026

Fenômeno do amanhecer: por que sua glicose sobe mesmo sem você comer?

Muitas pessoas acordam com a glicemia elevada e acham que erraram na dieta. Mas nem sempre é isso.

O fenômeno do amanhecer é uma elevação natural da glicose nas primeiras horas da manhã (geralmente entre 4h e 8h). Isso acontece por ação de hormônios como cortisol, glucagon e hormônio do crescimento, que estimulam o fígado a liberar glicose enquanto você ainda está em jejum.

Em pessoas com diabetes, esse mecanismo pode f**ar mais intenso, principalmente quando há resistência à insulina ou ajuste inadequado do tratamento.

Mas atenção: nem toda glicemia alta ao acordar é fenômeno do amanhecer. Existe também o Efeito Somogyi, esse menos frequente, porém ocorre após uma hipoglicemia durante a madrugada. Por isso, avaliar o padrão glicêmico é essencial.

O que pode ajudar na prática?

Ajuste do tratamento ,quando necessário,avaliando dose e horário de medicações ou insulina, conforme diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes e American Diabetes Association.

Ceia estratégica, também influenciam.
Uma pequena combinação de carboidrato + proteína pode ajudar a estabilizar a glicemia noturna em alguns casos.

Jantar equilibrado, aqui evitar excesso de carboidratos simples à noite e priorizar fibras e proteínas.

Exercício físico, principalmente no fim da tarde, melhora a sensibilidade à insulina.

E nao menos importante o sono adequado, dormir mal aumenta cortisol e pode piorar a glicemia pela manhã.

Importante,o fenômeno do amanhecer é hormonal e precisa de estratégia individualizada, aqui entra a ciência.

Se você acorda com a glicemia alta com frequência, vale investigar o padrão e ajustar sua conduta de forma direcionada.

Dra Sonia Santos
Nutricionista CRN-3 90424
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Você pode estar medindo sua glicemia errada… e nem sabe.Pequenos erros na aferição podem alterar o resultado em até 20–3...
23/04/2026

Você pode estar medindo sua glicemia errada… e nem sabe.

Pequenos erros na aferição podem alterar o resultado em até 20–30%, e isso muda completamente a decisão sobre alimentação e até o manejo da insulina.

➡️ Antes de medir:
Lave as mãos e seque bem. Resíduos de alimentos (principalmente frutas) podem aumentar falsamente a glicemia.

➡️ Na hora da coleta:
Prefira as laterais dos dedos e evite apertar.
Quando você pressiona demais, mistura o sangue com líquido intersticial, e o valor pode parecer menor do que realmente é.

➡️ Outro ponto importante:
Álcool não é proibido, mas precisa secar totalmente. Caso contrário, interfere na leitura.

➡️ Depois de medir:
O número isolado não diz quase nada.
O que importa é o padrão: horário, alimentação e uso de insulina.

Erros comuns que vejo na prática:
– Medir com a mão suja
– Apertar o dedo
– Ignorar o contexto da glicemia
– Confiar no número sem analisar o padrão

A glicemia não é só um número, ela é uma ferramenta de decisão clínica.

Se seus valores variam muito, o problema pode não ser apenas a alimentação, pode ser a forma como você está medindo.

Você lava a mão antes de medir ou só passa álcool?

Dra Sonia Santos
Nutricionista
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CORTISOL E GLICEMIA:  O Cortisol é um hormônio essencial para a sobrevivência.Ele não é o problema, aqui o problema é o ...
20/04/2026

CORTISOL E GLICEMIA: O Cortisol é um hormônio essencial para a sobrevivência.
Ele não é o problema, aqui o problema é o DESBALANÇO.

Qual é a relação do cortisol com a glicemia?
Estimula a Gliconeogênese, ou seja: o fígado produz mais glicose, mesmo sem você comer.
Ele reduz a ação da insulina resultando em mais resistência periférica, onde a glicose permanece alta no sangue.
Aumenta a quebra de proteínas (catabolismo)
Isso pode levar à perda de massa muscular, piorando ainda mais a sensibilidade à insulina.

E qual é a relevância na prática clínica?

Pacientes com estresse crônico, privação de sono ou inflamação persistente podem apresentar: Glicemia de jejum elevada, dificuldade de controle glicêmico mesmo com dieta e o aumento de gordura visceral

Mas antes que caiam no "simplismo", e importante ressaltar o cortisol NÃO causa diabetes sozinho.
Mas ele agrava um cenário já desregulado metabolicamente.

O que realmente ajuda no controle:
Sono adequado (regula eixo hormonal)
Alimentação estruturada (evita picos glicêmicos)
Exercício físico (melhora sensibilidade à insulina)
Redução de estresse crônico (impacto direto no eixo HPA)

Não adianta olhar só para o carboidrato e ignorar o hormonal, o controle glicêmico é integração entre fígado, músculo, pâncreas e sistema nervoso.

Se a glicemia não melhora, o problema pode não estar só no prato.

Dra Sonia Santos
Nutricionista Pós graduada em Bioquímica e Fisiologia da Nutrição e Doenças Crônicas Não Transmissíveis
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Panqueca de cacau LOW: É prática, mas o ponto principal não é a receita, é a estratégia metabólica por trás.Essa combina...
18/04/2026

Panqueca de cacau LOW:
É prática, mas o ponto principal não é a receita, é a estratégia metabólica por trás.

Essa combinação traz proteína (ovo + iogurte), fibras (linhaça + aveia) tem menor impacto glicêmico quando comparada a opções refinadas. Isso contribui para menor variabilidade glicêmica e maior saciedade,uns dos fatores centrais no manejo do diabetes.

Mas atenção: nenhuma receita isolada controla glicemia. O que controla é contexto: quantidade, horário, combinação alimentar, sensibilidade à insulina e individualidade metabólica.

Uso esse tipo de preparação pode ser utilizado como ferramenta dentro de um plano estruturado, não como solução universal.

Se testar, observe sua glicemia antes e após, isso vale mais do que qualquer teoria.

➡️ Repertório educativo (não é prescrição)

➡️Atendimento clínico individualizado

Dra Sonia Santos
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Diabetes e LDL: por que a meta é mais rigorosa?Se você tem diabetes, precisa entender isso com clareza: diabetes NÃO é s...
16/04/2026

Diabetes e LDL: por que a meta é mais rigorosa?

Se você tem diabetes, precisa entender isso com clareza: diabetes NÃO é só glicose alta.É uma condição metabólica que acelera o risco de doença cardiovascular.

E é exatamente por isso que o LDL “normal” para a população geral, NÃO se enquandra para quem tem diabetes.

Vamos entender o que acontece no organismo: ocorre a inflamação vascular crônica, há maior formação de LDL pequenas e densas (mais aterogênicas), e disfunção do endotélio, vasos mais vulneráveis.

Isso pode favorecer o processo de aterosclerose ao longo do tempo. Resultando no aumento do risco de infarto e AVC

Metas de LDL (diretrizes atuais):

* Sem doença: < 100 mg/dL (População Saudáveis)
* Com diabetes:
✔️ < 70 mg/dL (maioria dos casos)
✔️ < 55 mg/dL (alto risco cardiovascular)

Em alguns cenarios os médicos prescrevem estatina, porque ela: reduz o LDL, diminui inflamação vascula e Reduz risco de eventos cardiovasculares, prevenindo complicações futuras.

Diabetes + LDL elevado = risco cardiovascular aumentado
Mesmo que a glicose esteja controlada.

Quer analisar seus exames de forma completa e estratégica?

Me chama no WhatsApp:
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👩‍⚕️ Dra Sonia Santos
Nutricionista | Pós em Bioquímica e Fisiologia
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Por que o emagrecimento não é linear?Muita gente começa um processo de perda de peso esperando ver a balança cair todos ...
16/04/2026

Por que o emagrecimento não é linear?
Muita gente começa um processo de perda de peso esperando ver a balança cair todos os dias. Quando isso não acontece, vem a frustração. Mas a verdade é: o corpo não funciona como uma máquina previsível.

O emagrecimento depende de um déficit energético ao longo do tempo. Porém, a perda de peso corporal não reflete apenas gordura,está também associada a:

Retenção de líquidos:variações hormonais, consumo de sódio, estresse e até treino podem aumentar a retenção hídrica.

Glicogênio muscular: cada grama de glicogênio armazena água, alterando o peso rapidamente sem relação com gordura.

Adaptação metabólica: na redução do gasto energético, há alterações hormonais leptina, grelina e queda do NEAT (termogênese de atividade não exercícios)

Trânsito intestinal e inflamação: pode parecer bobagem mas também interferem diretamente no peso da balança.

Você pode estar emagrecendo e a balança não mostrar isso naquele momento.

Entao avalie assim: medidas, fotos, roupas, energia
e exames

Oscilar no emagrecimento NÃO é fracasso, oscilar é fisiologia.

Se você está cansado de achar que “não consegue emagrecer”, mas nunca entendeu como seu corpo realmente funciona…

👉 Comenta “METABOLISMO” aqui embaixo ou me chama no direct.

Eu vou te mostrar, de forma individualizada, o que está travando o seu resultado, e como corrigir com estratégia baseada em ciência.

Sem achismo. Sem dieta da moda. Sem terrorismo alimentar.

Dra Sonia Santos
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Folhas fazem mal por causa de oxalato?Na era da IA,ter que explicar isso 🫠🫠Essa é mais uma da série: pegar um mecanismo ...
15/04/2026

Folhas fazem mal por causa de oxalato?
Na era da IA,ter que explicar isso 🫠🫠

Essa é mais uma da série: pegar um mecanismo bioquímico isolado e transformar em terrorismo nutricional. Sim, folhas como espinafre têm oxalato. Isso é bioquímica básica.

Agora vamos para a fisiologia completa que muitos convenientemente ignoram?

No intestino, o oxalato se liga ao cálcio, formando um complexo insolúvel, que é eliminado nas fezes. Ou seja, em uma dieta equilibrada, com ingestão adequada de cálcio, a absorção de oxalato é limitada.

O corpo humano não é um tubo passivo. Existe regulação intestinal, renal e metabólica.

Agora o ponto que ninguém da Carnívora explica:

Se folhas fossem metabolicamente prejudiciais, por que padrões alimentares ricos em vegetais estão consistentemente associados a: melhor controle glicêmico, menor inflamação e o menor risco cardiovascular

Isso não é opinião. É epidemiologia + ensaio clínico + fisiologia integrada.

Outro detalhe ignorado: a folhas fornecem magnésio, potássio, fibras e compostos bioativos que modulam: sensibilidade à insulina, a microbiota intestinal e a resposta inflamatória

Excluir isso com base em UM composto é reducionismo bioquímico, a tal falácia de autoridade.

Agora a pergunta que f**a, você realmente está fazendo nutrição baseada em fisiologia, ou só repetindo recortes de mecanismo fora de contexto?

Nutrição não se faz demonizando alimentos.
Se faz entendendo o organismo como um sistema integrado.

Dra Sonia Santos
Nutricionista Pós graduada em Bioquímica e Fisiologia da Nutrição e Doenças Crônicas Não Transmissíveis
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Nem toda glicada boa signif**a controle ideal...Explico!Muita gente comemora quando a hemoglobina glicada baixa, e isso ...
14/04/2026

Nem toda glicada boa signif**a controle ideal...
Explico!

Muita gente comemora quando a hemoglobina glicada baixa, e isso é muito importante. Mas existe um ponto pouco discutido: a variabilidade glicêmica.

Você pode ter:
➡️ uma glicada aparentemente adequada
➡️ mas com picos e quedas frequentes ao longo do dia

E por que isso importa?
Oscilações glicêmicas estão associadas a:aumento do estresse oxidativo, maior ativação inflamatória
e dano endotelial, isso já é bem consolidado ma ciência

Mesmo quando a média da glicose parece controlada.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o manejo do diabetes não envolve apenas reduzir a glicada, mas também minimizar grandes variações glicêmicas.

Um exemplo:
Duas pessoas com a mesma glicada podem ter perfis completamente diferentes:
➡️ uma com glicose estável
➡️ outra com picos elevados e episódios de hipoglicemia

E isso impacta diretamente o risco metabólico, além disso, hipoglicemias recorrentes também não são benignas, podem afetar resposta hormonal, aumentar risco cardiovascular e piorar a percepção dos sintomas ao longo do tempo.

Mais importante do que apenas baixar a glicada ,é buscar previsibilidade e estabilidade glicêmica.

Não olhe só a média.
Olhe o comportamento da glicose.

Dra Sonia Santos
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PICO DE GLICOSE: O QUE REALMENTE IMPORTA?Existe muito medo em relação ao pico glicêmico de frutas como uva, manga ou até...
13/04/2026

PICO DE GLICOSE: O QUE REALMENTE IMPORTA?

Existe muito medo em relação ao pico glicêmico de frutas como uva, manga ou até da beterraba. Mas é importante entender a fisiologia antes de criar restrições desnecessárias.

Toda vez que ingerimos carboidrato, a glicose sanguínea sobe. Isso é uma resposta normal do organismo. A elevação pós-refeição é esperada. O que define risco metabólico não é a subida inicial, e sim a capacidade do corpo de trazer essa glicose de volta a níveis adequados.

Por isso a avaliação padrão é a glicemia pós-prandial em 2 horas, contadas a partir do início da refeição. Nesse intervalo, avaliamos a eficiência da ação da insulina e da captação periférica de glicose.

Medir com 1 hora pode mostrar apenas o momento de maior absorção intestinal. Não signif**a, isoladamente, descontrole.

Outro ponto importante: alimentos como frutas, legumes e verduras não são açúcar isolado. Eles contêm fibras, polifenóis, vitaminas e minerais que modulam a resposta metabólica. Quando combinados com proteína, gordura ou outras fontes de fibra (como aveia ou chia), ocorre:

– menor velocidade de esvaziamento gástrico
– absorção mais lenta de glicose
– menor amplitude de pico glicêmico

O índice glicêmico isolado não determina qualidade do alimento. O contexto da refeição e a capacidade metabólica individual são determinantes.

As diretrizes da American Diabetes Association reforçam que o controle glicêmico deve considerar padrão alimentar global, monitorização pós-prandial e individualização do plano alimentar, conforme publicado no periódico Diabetes Care.

Glicose subir após comer é fisiologia. Permanecer elevada por tempo prolongado é o que exige intervenção.

Educação reduz medo. Entendimento gera autonomia.

Se essa informação te ajudou, compartilhe no grupo para que mais pessoas compreendam como o corpo realmente

Dra Sonia S Santos
Nutricionista Especialista em Bioquímica e Fisiologia da Nutrição, e Doenças Crônicas Não Transmissíveis
CRN-3 90424

PICO DE GLICOSE: O QUE REALMENTE IMPORTA?Existe muito medo em relação ao pico glicêmico de frutas como uva, manga ou até...
13/04/2026

PICO DE GLICOSE: O QUE REALMENTE IMPORTA?

Existe muito medo em relação ao pico glicêmico de frutas como uva, manga ou até da beterraba. Mas é importante entender a fisiologia antes de criar restrições desnecessárias.

Toda vez que ingerimos carboidrato, a glicose sanguínea sobe. Isso é uma resposta normal do organismo. A elevação pós-refeição é esperada. O que define risco metabólico não é a subida inicial, e sim a capacidade do corpo de trazer essa glicose de volta a níveis adequados.

Por isso a avaliação padrão é a glicemia pós-prandial em 2 horas, contadas a partir do início da refeição. Nesse intervalo, avaliamos a eficiência da ação da insulina e da captação periférica de glicose.

Medir com 1 hora pode mostrar apenas o momento de maior absorção intestinal. Não signif**a, isoladamente, descontrole.

Outro ponto importante: alimentos como frutas, legumes e verduras não são açúcar isolado. Eles contêm fibras, polifenóis, vitaminas e minerais que modulam a resposta metabólica. Quando combinados com proteína, gordura ou outras fontes de fibra (como aveia ou chia), ocorre:

– menor velocidade de esvaziamento gástrico
– absorção mais lenta de glicose
– menor amplitude de pico glicêmico

O índice glicêmico isolado não determina qualidade do alimento. O contexto da refeição e a capacidade metabólica individual são determinantes.

As diretrizes da American Diabetes Association reforçam que o controle glicêmico deve considerar padrão alimentar global, monitorização pós-prandial e individualização do plano alimentar, conforme publicado no periódico Diabetes Care.

Glicose subir após comer é fisiologia. Permanecer elevada por tempo prolongado é o que exige intervenção.

Educação reduz medo. Entendimento gera autonomia.

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