Nutricionista Sônia S Santos

Nutricionista Sônia S Santos ➡️ Nutrição Científica & Personalizada, Emagrecimento Saudável Sutentável
➡️ CRN-3 90424/P
📍 Taubaté | Online p/ todo Brasil
👇 Agende sua consulta:

VOCE SABE CALCULAR A GLICEMIA MEDIA ATARVES DA GLICADA?A HbA1c (Hemoglobina Glicada) reflete a glicemia média dos último...
27/03/2026

VOCE SABE CALCULAR A GLICEMIA MEDIA ATARVES DA GLICADA?

A HbA1c (Hemoglobina Glicada) reflete a glicemia média dos últimos 2 a 3 meses, não os picos ou quedas do dia a dia.

Existe uma formula de como calcular essa glicemia média:

Fórmula ADAG (%): Glicemia média (mg/dL) = 28,7 × HbA1c(%) − 46,7

Ex.: HbA1c 7%
Entao: 28,7 X 7 - 46,7 glicemia média = 154,2 mg/dL

Mas Atenção: anemia, hemoglobinopatias e tempo de vida dos glóbulos vermelhos podem alterar o resultado.

A HbA1c é essencial para avaliar o controle a longo prazo, mas monitoramento diário e acompanhamento profissional ainda continuam indispensáveis.

Você sabia disso?

Dra. Sonia Santos
Nutricionista | CRN-3 90424
WhatsApp 12-991290012


NEM TODO PACIENTE COM DIABETES QUE CONTROLA DEMAIS A GLICEMIA ESTA SEGURO Existe um comportamento bem descrito na litera...
25/03/2026

NEM TODO PACIENTE COM DIABETES QUE CONTROLA DEMAIS A GLICEMIA ESTA SEGURO

Existe um comportamento bem descrito na literatura como aversão à hiperglicemia ou hyperglycemia aversiveness: que é um medo excessivo de qualquer elevação da glicose.

Na prática, isso aparece assim: desconforto com valores levemente acima de 100–120 mg/dL, necessidade de corrigir imediatamente e um medo constante de “sair do controle”

À primeira vista, parece disciplina.
Mas fisiologicamente, não é tão simples.

Estudos mostram que pacientes com essa aversão tendem a: corrigir glicemias de forma agressiva, aumentar risco de hipoglicemia podendo gerar mais variabilidade glicêmica

E isso pode ter um impacto direto no metabolismo.

Oscilações frequentes da glicose aumentam a produção de radicais livres, ativam vias inflamatórias e estão associadas a maior risco de complicações, um mecanismo bem descrito em trabalhos de Antonio Ceriello.

Além disso, esse padrão se relaciona com o chamado diabetes distress, um estado de sobrecarga emocional ligado ao controle da doença, que já foi associado a pior controle glicêmico em estudos publicados no Diabetes Care.

Agora o ponto mais importante:

As diretrizes não recomendam glicemias perfeitas.
A American Diabetes Association e a Sociedade Brasileira de Diabetes orientam foco em:
➡️ tempo no alvo (70–180 mg/dL)
➡️ redução de hipoglicemias
➡️ estabilidade glicêmica

Controle não é rigidez extrema, controle é previsibilidade metabólica.

Buscar números perfeitos o tempo todo pode na prática, aumentar exatamente o risco que o paciente está tentando evitar.

Você observa o padrão da sua glicose, ou reage a cada número isolado?

Dra Sonia Santos
Nutricionista
CRN-3 90424
WhatsApp 12-991290012


MEDIR A GLICEMIA PÓS-REFEIÇÃO É FUNDAMENTAL NO DIABETESMuitas pessoas avaliam o controle do diabetes apenas pela glicemi...
24/03/2026

MEDIR A GLICEMIA PÓS-REFEIÇÃO É FUNDAMENTAL NO DIABETES

Muitas pessoas avaliam o controle do diabetes apenas pela glicemia de jejum. Porém, fisiologicamente, os maiores picos glicêmicos acontecem no período pós-prandial.

Após a refeição, a glicose aumenta, e a resposta do organismo depende de fatores como: sensibilidade à insulina, função das células beta, composição da refeição (carboidratos, fibras, gorduras, proteínas) e velocidade de absorção intestinal.

Medir a glicemia 2 horas após comer permite avaliar:

* Picos glicêmicos pós-prandiais
* Resposta individual aos alimentos
* Necessidade de ajustes na alimentação

Mesmo com a glicemia de jejum dentro da meta, podem ocorrer elevações significativas ao longo do dia, impactando diretamente o controle metabólico.

Controle glicêmico não é só jejum. Entender o que acontece depois do prato dá autonomia alimentar e permite identificar quais alimentos mais influenciam sua glicemia.

➡️ E você, costuma medir sua glicemia após as refeições?

Essas práticas fazem parte do meu acompanhamento nutricional personalizado. Posso te ajudar a compreender melhor seu metabolismo e ajustar sua alimentação de forma individualizada.

Dra. Sonia Santos
Nutricionista
CRN-3 90424
WhatsApp: 12-99129-0012
A GLICEMIA PÓS-REFEIÇÃO É FUNDAMENTAL NO DIABETES

Muitas pessoas avaliam o controle do diabetes apenas pela glicemia de jejum. Porém, fisiologicamente, os maiores picos glicêmicos acontecem no período pós-prandial.

Após a refeição, a glicose aumenta, e a resposta do organismo depende de fatores como: sensibilidade à insulina, função das células beta, composição da refeição (carboidratos, fibras, gorduras, proteínas) e velocidade de absorção intestinal.

Medir a glicemia 2 horas após comer permite avaliar:

* Picos glicêmicos pós-prandiais
* Resposta individual aos alimentos
* Necessidade de ajustes na alimentação

Mesmo com a glicemia de jejum dentro da meta, podem ocorrer elevações significativas ao longo do dia, impactando diretamente o controle metabólico.

Controle glicêmico não é só jejum. Entender o que acontece depois do prato dá autonomia alimentar e permite identificar quais alimentos mais influenciam

JEJUM INTERMITENTE NO DIABETES: FUNCIONA? SIM. É PARA TODOS? NÃO.O jejum intermitente tem sido muito divulgado como solu...
24/03/2026

JEJUM INTERMITENTE NO DIABETES: FUNCIONA? SIM. É PARA TODOS? NÃO.

O jejum intermitente tem sido muito divulgado como solução para o diabetes.
Mas é preciso separar evidência científica de simplificação.

Primeiro ponto:
Os estudos sobre autofagia, amplamente citados, foram conduzidos em modelos celulares (como leveduras).
Isso não significa que protocolos de jejum em humanos reproduzam automaticamente esses efeitos clínicos.

Segundo ponto:
Em humanos, o jejum intermitente pode trazer benefícios metabólicos — principalmente quando gera **déficit calórico e perda de peso**.

Mas ele **não é superior**, de forma consistente, a outras estratégias alimentares com o mesmo objetivo.

Diretrizes como:
• Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)
• American Diabetes Association (ADA)
• EASD / Diabetes UK

não recomendam o jejum como estratégia obrigatória, e sim **individualização do plano alimentar**.

Agora, o ponto crítico:

Para pessoas com diabetes em uso de medicação (especialmente insulina ou sulfonilureias), o jejum pode aumentar o risco de:

• hipoglicemia
• hiperglicemia de rebote
• maior variabilidade glicêmica

Isso ocorre porque o organismo continua produzindo glicose (via fígado) enquanto a ação dos medicamentos pode não estar ajustada ao período de jejum.

Ou seja:
não é apenas “ficar sem comer”.
Existe toda uma regulação hormonal envolvida.

Conclusão:

O jejum intermitente pode ser uma ferramenta.
Mas não é essencial, não é superior a outras estratégias e **não deve ser iniciado sem avaliação individual**, principalmente em quem usa medicação.

Controle do diabetes não é sobre modismo.
É sobre segurança, previsibilidade metabólica e estratégia.

Dra Sonia Santos
Nutricionista | Pós-graduada em Bioquímica e Fisiologia e DCNT
CRN-3 90424
📲 WhatsApp: (12) 99129-0012
📩

VOCÊ SABE O QUE É SÍNDROME METABÓLICA?E POR QUE ISSO TEM TUDO A VER COM O DIABETES?A síndrome metabólica é um conjunto d...
21/03/2026

VOCÊ SABE O QUE É SÍNDROME METABÓLICA?
E POR QUE ISSO TEM TUDO A VER COM O DIABETES?

A síndrome metabólica é um conjunto de alterações metabólicas que aumentam o risco de doenças crônicas, especialmente o diabetes tipo 2 e as doenças cardiovasculares.

Ela é caracterizada pela presença de fatores como:
• Aumento da gordura abdominal
• Glicemia elevada
• Triglicerídeos elevados
• HDL reduzido
• Pressão arterial elevada

Ou seja, não se trata de uma doença isolada, mas de um estado de disfunção metabólica sistêmica.

O que acontece no organismo?

• O excesso de gordura visceral promove inflamação crônica de baixo grau
• Há prejuízo na sinalização da insulina (resistência à insulina)
• A glicose permanece elevada por mais tempo na circulação
• O pâncreas aumenta a secreção de insulina (hiperinsulinemia compensatória)
• Com o tempo, ocorre sobrecarga metabólica e progressão da disfunção

Esse é um dos principais mecanismos envolvidos no desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Muitas pessoas já apresentam esse quadro sem diagnóstico, e é justamente nesse estágio que a prevenção é mais eficaz.

Referência científica:

• International Diabetes Federation
• American Heart Association
• Metabolic Syndrome: A Comprehensive Perspective Based on Interactions Between Obesity, Diabetes, and Inflammation

Síndrome metabólica é o elo entre estilo de vida e doenças crônicas.
A identificação precoce pode mudar completamente o prognóstico.

Se você quer entender seu metabolismo de forma individualizada e baseada em ciência, procure acompanhamento profissional.

Dra Sonia Santos
Nutricionista
CRN-3 90424
Pós-graduada em Bioquímica e Fisiologia e Doenças Crônicas Não Transmissíveis

📲 WhatsApp: 12-991290012
📷 Instagram:

Um prato no Facebook não conta a história metabólica de ninguémNa Nutrição clínica, não avaliamos apenas um prato, um nú...
19/03/2026

Um prato no Facebook não conta a história metabólica de ninguém
Na Nutrição clínica, não avaliamos apenas um prato, um número ou um exame isolado. Avaliamos o contexto.

Uma glicemia ainda elevada pode representar uma grande evolução clínica, quando comparada a valores anteriores muito mais altos. O mesmo vale para pressão arterial, peso corporal ou mudanças no padrão alimentar. Em saúde, muitas vezes o progresso acontece de forma gradual, e tá tudo bem!

Outra questão importante é que mudanças radicais na alimentação podem funcionar para algumas pessoas, mas não para todas. Na prática clínica, o comportamento alimentar costuma passar por estágios de mudança, e isso é bem documentado. O paciente primeiro compreende o que precisa ser feito, depois começa a testar pequenas mudanças, ajusta rotinas e, com o tempo, consolida novos hábitos.

Esse processo faz parte do trabalho do nutricionista e de outros profissionais de saúde: avaliar o momento do paciente e saber conduzir a evolução de forma possível dentro da realidade dele.

Muitas vezes, pequenas mudanças já representam um avanço importante. E sim, estamos falando de também de saúde. Quem trabalha na prática clínica sabe que o cuidado em saúde é mais complexo do que análises simplificadas ou julgamentos baseados em recortes isolados. Eu já fui assim, um pouco antes de me formar, até começar os estágios em rede pública, onde existem muitas histórias diferentes, com padrões alimentares diferentes, contexto social e financeiros diferentes.

Sem compreensão do contexto e sem acolhimento, dificilmente haverá adesão. E sem adesão, não existe tratamento eficaz.

Dra. Sonia Santos
Nutricionista — CRN-3 90424
WhatsApp 12-991290012

Seu intestino e seu sono podem influenciar o quanto você sente fome.Muitas pessoas acreditam que o apetite depende apena...
16/03/2026

Seu intestino e seu sono podem influenciar o quanto você sente fome.

Muitas pessoas acreditam que o apetite depende apenas de disciplina ou força de vontade. Porém, do ponto de vista da fisiologia e da bioquímica, a regulação da fome envolve diversos sistemas do organismo.

Dois fatores importantes nesse processo são a microbiota intestinal e a qualidade do sono.

A microbiota intestinal é composta por trilhões de microrganismos que vivem no trato gastrointestinal. Essas bactérias fermentam fibras alimentares e produzem metabólitos chamados ácidos graxos de cadeia curta, como acetato, propionato e butirato.

Esses compostos estimulam a liberação de hormônios intestinais, como GLP-1 e PYY, que participam da regulação da saciedade e da comunicação entre intestino e cérebro, no chamado eixo intestino-cérebro.

O sono também exerce um papel importante nesse processo. A privação de sono pode provocar alterações hormonais associadas ao aumento do apetite. Estudos mostram que dormir pouco está relacionado a:

• aumento da grelina (hormônio da fome)
• redução da leptina (hormônio da saciedade)

Essas alterações podem favorecer maior ingestão alimentar e maior preferência por alimentos altamente palatáveis.

Isso mostra que o comportamento alimentar é resultado de um conjunto de fatores fisiológicos e metabólicos. Alimentação, microbiota intestinal, sono, atividade física e estilo de vida estão interligados.

Cuidar da saúde metabólica envolve olhar para o organismo de forma integrada.

Referências científicas:

Spiegel K. et al. Sleep loss and metabolic regulation.
St-Onge MP. Sleep and metabolic health.
Cryan JF & Dinan TG. The gut-brain axis.
American Diabetes Association – Standards of Care.

Dra. Sonia Santos
Nutricionista – CRN-3 90424
Pós-graduada em Bioquímica e Fisiologia da Nutrição e Doenças Crônicas Não Transmissíveis

WhatsApp: 12 99129-0012
Instagram:

Pode incomodar quem transformou dieta em torcida organizada, mas a fisiologia não muda por causa de opinião na internet....
14/03/2026

Pode incomodar quem transformou dieta em torcida organizada, mas a fisiologia não muda por causa de opinião na internet.

Diabetes tipo 2 não é simplesmente “comer carboidrato”.

A doença envolve um conjunto de alterações metabólicas:
• resistência à insulina
• aumento da produção de glicose pelo fígado
• disfunção das células beta do pâncreas
• excesso de gordura hepática e visceral
• fatores genéticos e inflamatórios

Reduzir carboidratos pode ajudar no controle glicêmico em alguns casos, mas isso não significa que eliminar arroz, feijão ou fruta eesolve a fisiopatologia da doença.

Aliás, nenhuma diretriz séria afirma isso. Nem a Sociedade Brasileira de Diabetes, nem a American Diabetes Association.

Ciência não é ideologia alimentar.

E antes que alguém diga que estou defendendo carboidrato: nutrição clínica baseada em evidências não escolhe lados de dieta, ela escolhe o que funciona metabolicamente para cada paciente.

Agora quero saber:

Quem aqui realmente acredita que o problema do diabetes é só o carboidrato?

Dra. Sonia Santos
Nutricionista – CRN-3 90424
WhatsApp: 12-99129-0012
Instagram:

POR QUE DUAS PESSOAS PODEM COMER O MESMO ALIMENTO E TER RESPOSTAS GLICÊMICAS DIFERENTES?Na prática clínica isso acontece...
11/03/2026

POR QUE DUAS PESSOAS PODEM COMER O MESMO ALIMENTO E TER RESPOSTAS GLICÊMICAS DIFERENTES?

Na prática clínica isso acontece com frequência. Duas pessoas consomem o mesmo alimento, na mesma quantidade, e a glicemia pode subir de forma diferente. Isso ocorre porque o metabolismo humano varia entre indivíduos.

Alguns fatores explicam essa variabilidade metabólica:

➡️ Resposta das células beta do pâncreas:
As células beta pancreáticas são responsáveis pela produção de insulina. A quantidade e a velocidade dessa secreção variam entre indivíduos. Quando a resposta das células beta é menor ou mais lenta, a glicemia pode subir mais após a ingestão do mesmo alimento.

➡️ Composição da refeição:
A resposta glicêmica não depende apenas de um alimento isolado, mas da composição da refeição em quantidads adequads. Fibras, proteínas e gorduras podem retardar o esvaziamento gástrico e reduzir a velocidade de absorção da glicose.

➡️ Microbiota intestinal:
As bactérias intestinais participam do metabolismo dos nutrientes e da regulação metabólica. Diferenças na microbiota podem influenciar a forma como cada organismo responde aos alimentos.

➡️ Estado metabólico individual:
Fatores como atividade física, qualidade do sono, nível de estresse, massa muscular e composição corporal também influenciam a resposta glicêmica.

Por isso, na prática clínica os profissionais de saúde frequentemente sempre orientam a aferição da glicemia em determinados momentos. Esse acompanhamento ajuda a entender como o organismo de cada pessoa responde aos alimentos e permite ajustar a alimentação de forma individualizada.

Cada metabolismo é único, e o tratamento nutricional deve respeitar essa individualidade.

Referências científicas
Zeevi D et al. Personalized Nutrition by Prediction of Glycemic Responses. Cell. 2015.
Berry SE et al. Human postprandial responses to food and potential for precision nutrition. Nature Medicine.

Dra. Sonia Santos
Nutricionista – CRN-3 90424
WhatsApp: 12-99129-0012
Instagram:

POR QUE A FISIOLOGIA NÃO CABE EM 30 SEGUNDOS?Nos últimos anos se popularizaram vídeos curtos nas redes sociais, explican...
10/03/2026

POR QUE A FISIOLOGIA NÃO CABE EM 30 SEGUNDOS?

Nos últimos anos se popularizaram vídeos curtos nas redes sociais, explicando nutrição e metabolismo em poucos segundos. O problema é que a fisiologia humana é um sistema altamente integrado, e dificilmente pode ser reduzida a frases isoladas.
Os vídeos curtos podem ser uma ótima ferramenta de informação, o problema é quando isso é ligada à desinformação.

Quando um trecho de explicação é retirado do contexto, ele pode até parecer correto. Mas isso não significa que represente a realidade completa do funcionamento do organismo.

O metabolismo envolve múltiplos processos simultâneos:
Regulação hormonal, Metabolismo energético, Sinalização celular, Interação entre órgãos como fígado, músculo, tecido adiposo e intestino, Influência de fatores como sono, inflamação, genética e estilo de vida

Na ciência, analisamos contexto, quantidade e interação entre mecanismos. Já nas redes sociais, muitas vezes vemos apenas uma parte da explicação.

É assim que surgem as chamadas meias verdades científicas, frases que parecem técnicas, mas que ignoram variáveis importantes da fisiologia.

Quando um conceito complexo é simplificado demais, ele pode gerar interpretações equivocadas e até influenciar decisões alimentares baseadas em informação incompleta.

Informação em saúde exige algo que raramente cabe em um vídeo de poucos segundos: como contexto fisiológico e interpretação crítica das evidências científicas.

Antes de aceitar qualquer explicação rápida sobre nutrição e metabolismo, vale sempre fazer uma pergunta simples: essa informação está explicando o sistema inteiro ou apenas um recorte dele?

Dra Sonia Santos
Nutricionista – CRN-3 90424
WhatsApp 12-991290012






Resistência insulínica e Pressão ArterialExiste um erro muito grande, quando a maioria pensa que a pressão arterial esta...
07/03/2026

Resistência insulínica e Pressão Arterial

Existe um erro muito grande, quando a maioria pensa que a pressão arterial esta somente relacionada a quantidade de sódio, obviamente os altos consumo ajudam, mas no contexto do diabetes e pré diabetes, essa relação pode estar causando alterações.

Resistência à insulina, faz com o pâncreas produza mais insulina, até aqui todos já sabem, então essa hiperinsulinemia pode aumentar a reabsorção de sódio pelos rins, estimulando o sistema nervoso simpático, aumentando o volume circulante, Resistência vascular periférica, resultando a elevação da pressão.

Por outro lado a resistência à insulina, também reduz o Óxido Nítrico, que ajuda na vasodilatação, o endotélio produzindo menor vasodilatação, aumenta a pressão por ser manter mais contraídos.

Olhar para o sódio da dieta, é extremamente importante, porém na nutrição clínica personalizada, o olhar é mais amplo, alguns outros nutrientes pode ajudar diretamente na fisiologia da pressão arterial.

➡️ Potássio: ajuda na excreção de sódio, reduzindo tensão das paredes vasculares, fontes como banana , batata doce, feijão, são interessantes manter na dieta.

➡️ Nitratos Naturais: São convertidos em Oxido Nítrico, relaxando a musculatura vascular e melhora da função do endotélio, fontes como Beterraba, Folhas Verdes e Vegetais.

➡️ Cálcio: também contribui para o relaxamento da músculo liso vascular, menor ingestão pode alterar os mecanismos da sinalização que participam do controle da pressão arterial, fontes como iogurte, queijos, sardinha, brócolis podem aliar no controle.

Além do controle glicêmico, é claro!

Em outras palavras, Fisiologia, Bioquímica não se limita a reduzir um único alimento, vai além de simplificações.

Dra Sonia S Santos

Nutricionista

CRN-3 90424

Brownie proteico de banana e cacauSeletividade alimentar muitas vezes está ligada à textura e aparência. Quando mantemos...
06/03/2026

Brownie proteico de banana e cacau

Seletividade alimentar muitas vezes está ligada à textura e aparência. Quando mantemos o formato de sobremesa, mas melhoramos a composição nutricional, conseguimos aumentar a adesão alimentar sem recorrer a ultraprocessados.

Ingredientes (2–3 porções)

* 2 bananas maduras
* 1 ovo
* 2 colheres de sopa de aveia em flocos finos
* 1 colher de sopa de cacau 100%
* 1 colher de sopa de pasta de amendoim
* 1 colher de sopa de farinha de linhaça
* 1 colher de chá de fermento químico
* 1 colher de sopa de chocolate 70% picado (opcional)

Modo de preparo

1. Amasse bem as bananas até formar um purê.
2. Misture o ovo e a pasta de amendoim.
3. Acrescente aveia, cacau e linhaça. Misture até formar uma massa homogênea.
4. Adicione o fermento por último.
5. Coloque em uma forma pequena ou ramequim untado.
6. Asse a 180 °C por cerca de 15–20 minutos.

Valor nutricional aproximado (por porção, considerando 3 porções)

Calorias: 140 kcal
Proteínas: 5 g
Carboidratos: 20 g
Fibras: 4 g
Gorduras: 5 g


Endereço

Rua Nestor Barbosa De Brito, 87 Jardim Das Bandeiras
Taubaté, SP
12010-130

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Nutricionista Sônia S Santos posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria