Fazendo Psicologia - Psicóloga Thaís Arcas

Fazendo Psicologia - Psicóloga Thaís Arcas Uma psicóloga nas redes sociais acolhendo as dores e educando sobre lutos, perdas e finais de ciclo Falar sobre luto pode ser esclarecedor e transformador.

Validar as dores desse processo de perda, acolher e reconhecer o pesar são movimentos muito potentes para o processo de construção de sentido diante do luto e reconstrução da vida diante do vazio ��

Atendimento em consultório particular a adolescentes e adultos. Atendimento para enlutados. Atendimento 100% on-line. Thaís C. Arcas de Felippe, psicóloga formada pela Universidade de Taubaté, pós-gra

duada em Psicologia Analítica pela Unisal, Mestre em Psicologia Clínica pela PUCSP e Aprimoramento em Luto pelo Instituto Quatro Estações. Contato: (12)9 88460789
thais_arcas@hotmail.com



Seja bem-vindo e sinta-se a vontade! :)

Sei que agora você deve estar lendo isso e não enxergando nenhuma dessas possibilidades. Pensando o quanto nada disso se...
27/06/2024

Sei que agora você deve estar lendo isso e não enxergando nenhuma dessas possibilidades. Pensando o quanto nada disso será possível para você.

Talvez seja impossível agora, mas poderá ser daqui um tempo.

Até esse tempo chegar: seja gentil com você mesma. O luto não deve ser apressado.

Conteúdo do post de tradução e adaptação dos relatos de

“Me sinto culpada por continuar a vida normalmente diante de uma tragédia dessa acontecendo tão próximo….”Frases como es...
19/06/2024

“Me sinto culpada por continuar a vida normalmente diante de uma tragédia dessa acontecendo tão próximo….”

Frases como essa já são bem comuns da clínica do luto e ao longo do último mês tem sido recorrentes, desde a tragédia do RS.

Essa vivência é a culpa do sobrevivente, e o que acontece é que encarar a perda do outro tão próxima te coloca no lugar de conexão e questionamento sobre a sua própria vulnerabilidade e mortalidade.

Essa culpa também surge diante de perdas trágicas ou violentas em que enlutado esteve junto do falecido e sobreviveu e sempre que ganhos e perdas são obrigados a conviver lado a lado.

O contraste assusta e muitas vezes paralisa. E porque essa culpa vem? Primeiro porque ao sentir empatia pela perda do outro você se coloca no lugar desse outro, e sofre pela ideia de possivelmente perder também, além de se sentir impotente.

Segundo que a nossa cultura tende a valorizar a conquista pelo esforço. Assim, se você sobrevive a um acidente ou sai ileso de uma tragédia, sente que só merece sua vida intacta pois deve ter feito algo de muito especial.

E é nessa lógica que mora o perigo, pois se tem uma coisa que a clínica do luto me ensina diariamente é o quanto a vida é aleatória e o luto não te escolhe por merecimento para visitar sua casa.

Com minhas pacientes que tem vivenciado essa culpa, tenho trabalhado na perspectiva de revermos essa lógica de merecimento buscando focar na possibilidade de praticar mais a gratidão e presença diante da vida de agora.

Para as pacientes que se viram mais paralisadas, pontuei sempre o questionamento seguinte: se você paralisa por se sentir impotente e se angustia por não conseguir ajudar, o que exatamente você alcança ao parar a sua vida? de que forma a sua paralisação reflete na realidade do outro?

Essas ações tem trazido acolhimento e reconhecimento da culpa, ao mesmo tempo que ajuda a manter a oscilação e movimento necessário do processo de luto!

Me conta aqui o quanto ela faz sentido para você também, e o quanto isso poderá ajudar seus pacientes da clínica.

A perda acontece em um momento. Muitas vezes bem breve e repentino.A vida estava tudo bem, e de repente não está mais. T...
13/06/2024

A perda acontece em um momento. Muitas vezes bem breve e repentino.

A vida estava tudo bem, e de repente não está mais. Tudo muda em um momento único.

Desse momento único, gera-se um processo (muitas vezes bem longo) que tem o propósito de proporcionar adaptação a todas as mudanças e transformações que surgiram a partir da perda inicial.

Esse processo é o luto.

E ele leva tempo, leva sofrimento, dor, mudança, alegria também, transformações, novas perdas, choro, sorriso, revisão de vida. Leva muita coisa. Tudo isso de forma bagunçada sem seguir ordem.

Sobretudo, leva tempo e espaço. É necessário espaço de vida e espaço emocional para que o luto possa acontecer.

Não espere que um enlutado se recupere no tempo que você acha que é prudente. No espaço de vida que é confortável para você. Na ordem que você acha que deve acontecer. Não espere que o luto do outro aconteça do jeito que você entende como correto e adequado.

Não espere ordem diante dessa adaptação e construção. O luto vai se mostrar na dor que vem, passa, volta, dói de novo, se aquieta e se revolta. Nesse ciclo de movimento e repetição. Sem linearidade ou recaídas. Apenas movimentos.

Movimentos que exigem de você, enquanto psicóloga, suporte, acolhimento e compaixão!

Você está preparada para lidar e ajudar o paciente a integrar essa desordem? Responda nos comentários: SIM ou NÃO.

Cada jornada de luto é única. A forma como cada pessoa vivencia a perda depende de diversos fatores, incluindo sua histó...
07/06/2024

Cada jornada de luto é única. A forma como cada pessoa vivencia a perda depende de diversos fatores, incluindo sua história de vida, vínculos, crenças e cultura.

O luto não segue um roteiro pré-determinado e não pode ser encaixado em um padrão.

Cada pessoa sente e expressa o luto de maneira diferente. O que funciona para um pode não funcionar para outro.

As práticas e rituais de luto variam enormemente entre culturas e até mesmo dentro de comunidades. Compreender e respeitar essas diferenças é crucial.

As crenças que dão base para a construção de significado da perda também se mostram muito diferentes a depender da religião de cada um.

O modo principal de enfrentamento do luto carrega muito do que cada indivíduo aprende dentro do sistema social e familiar. Todas as histórias e silêncios sobre m*rt3 ensinam demais.

Como psicóloga, é seu dever reconhecer e honrar essa individualidade, oferecendo um espaço seguro e acolhedor para que cada paciente possa viver seu luto da maneira que precisa.

É seu papel também saber avaliar todos esses contextos para que você consiga apurar de forma mais assertiva as necessidades de cada paciente, e saber qual a melhor forma de intervir sobre elas.

Para oferecer um atendimento de excelência é preciso dominar todas essas facetas do luto e da avaliação. Posso te ensinar o caminho para isso e te ajudar a alcançar reconhecimento na prática clínica!

Comente ACOLHER LUTO para saber mais.

Todas essas são frases de autoafirmação, autocompaixão e encorajamento que eu usei ao longo da minha trajetória até aqui...
04/06/2024

Todas essas são frases de autoafirmação, autocompaixão e encorajamento que eu usei ao longo da minha trajetória até aqui.

Ao me especializar em luto, cada passo desafiador reforçou minha compreensão e minha capacidade de conectar com aqueles em dor.

Enfrentei meus medos e minhas inseguranças, e aprendi que minha sensibilidade ao luto é uma ponte para a empatia verdadeira e o cuidado eficaz.

Estas afirmações eu sempre usei e repeti pra mim mesma como forma de reforçar a confiança e a resiliência na minha prática clínica. Use-as você também para o mesmo objetivo, e me conta aqui nos comentários qual delas você mais gostou!

Como psicóloga especializada em luto, aprendi ao longo de minha jornada - pessoal e profissional - que o luto tem muitas...
28/05/2024

Como psicóloga especializada em luto, aprendi ao longo de minha jornada - pessoal e profissional - que o luto tem muitas faces e camadas diferentes. Hoje, quero compartilhar com você a importância de reconhecer os diferentes tipos de luto para uma avaliação mais precisa e empática em sua prática clínica.

Tipo Instrumental

É o enlutado fazedor de coisas. Este tipo lida com o luto de maneira prática, cuidando dos arranjos do funeral ou rapidamente organizando pertences da ex-namorada. É uma forma ativa de processar a perda, não necessariamente defensiva, mas como sua forma confortável de lidar com as emoções intensas.

Tipo Emocional

O enlutado que prioriza sentir. Muitas vezes julgado como sensível, emocionado ou apegado demais, este tipo se envolve de forma mais profunda com suas emoções, revisitando memórias e expressando mais abertamente sua tristeza. Este processo pode ser muito saudável e necessário dentro da dualidade do luto.

Tipo Misto

O enlutado que oscila entre fazer e sentir. Este tipo consegue balancear a ação prática com a expressão emocional, permitindo-se momentos de dor e reflexão, mas também tomando atitudes mais concretas quando necessário.

Eu deixo aberto e registrado aqui que claramente sou do tipo emocional, e reconhecer isso em primeiro lugar foi fundamental para minha prática clínica. Como profissional, preciso estar ciente do meu próprio estilo de luto para não projetar minhas expectativas nos pacientes.

Identificar nosso próprio estilo de lidar com o luto pode transformar a forma como conduzimos nossas sessões. Você se reconhece mais no tipo instrumental, emocional ou misto? E seus pacientes, que tipos você atende mais frequentemente em sua clínica?

Como psicóloga encantada por entender e acolher as complexidades do luto, percebi ao longo de minha jornada - tanto pess...
21/05/2024

Como psicóloga encantada por entender e acolher as complexidades do luto, percebi ao longo de minha jornada - tanto pessoal quanto profissional - que nem todas as faces do luto são visíveis ou óbvias.

Minha própria experiência de vida, marcada por minha sensibilidade intensa diante de perdas e mudanças, me ensinou que o luto vai muito além da morte física.

Existem lutos que não gritam, mas sussurram em silêncios que só o coração atento pode ouvir - são perdas simbólicas, como a perda de um sonho, de uma identidade ou até mesmo da esperança. Esses lutos, por não serem sobre a morte concreta, muitas vezes passam despercebidos a escuta e olhar de quem não se aprofunda para essa visão.

O luto não se manifesta apenas através de lágrimas ou saudades. Pode vir disfarçado de irritabilidade, desânimo, ou até um aparente desinteresse pela vida. Essas manifestações menos óbvias podem ser facilmente mal interpretadas ou ignoradas se não houver um entendimento profundo e uma sensibilidade apurada por parte da psi.

Durante minha formação, tive muitos receios e dúvidas, alimentados por vozes que questionavam minha escolha de me especializar em luto. No entanto, ao confrontar essas vozes com estudos e prática clínica, descobri que lidar com o luto é lidar com a essência da humanidade — complexa, multifacetada e profundamente impactante.

É preciso dominar a arte da delicadeza e da sensibilidade, para perceber e se dar conta de que há um pouco de luto em cada caso que se atende, em cada filme que se assiste, em cada livro que se lê e cada conversa que se tem.

O ser humano é feito de muitos recortes de seus lutos. Comente ACOLHER LUTO para saber como posso te ajudar a desenvolver e aprimorar a sua visão para o luto, e transformar sua prática clínica.

Eu quero compartilhar com você algo que tem aprimorado o meu manejo clinico.Tenho estudado sobre o funcionamento do cére...
13/05/2024

Eu quero compartilhar com você algo que tem aprimorado o meu manejo clinico.

Tenho estudado sobre o funcionamento do cérebro humano diante de eventos estressores e traumáticos, e quanto mais estou nesse universo, mais me fascino com a complexidade da nossa mente.

1. Há um universo particular na mente de cada um

Todas as pessoas que conhecemos e convivemos estão representadas em nossa “rede neural”.
Quando perdemos alguém, essa pessoa ainda ocupa um espaço em nossa mente. O cérebro, então, inicia uma busca incessante pelo ente querido perdido, o que explica por que muitos enlutados agem em procura da pessoa perdida chamando por ela, colocando o lugar na mesma de jantar ou achando que a viu na rua.

2. A interpretação neural do silêncio

A ausência física de alguém que ainda existe na mente do enlutado pode ser interpretada de forma primitiva como uma rejeição, um "ghosting" por parte do falecido.
Isso pode provocar sentimentos de raiva no enlutado, um que requer nossa atenção sensível e cuidadosa

3. Energia mental no luto

Durante o luto, o cérebro do enlutado está sobrecarregado tentando aprender a viver nessa nova realidade sem a pessoa amada, o que esgota a energia mental - deixando pouco para outras tarefas mentais.
Por isso, as intervenções cognitivas podem parecer frustrantes durante este tempo, pois o foco do cérebro está totalmente voltado para a adaptação à perda.

4. Resposta ao estresse extremo

O luto é percebido pelo cérebro como um evento extremamente estressante, ativando as respostas de luta ou fuga.
Isso afeta diretamente os processamentos cognitivos e executivos, alterando o comportamento e a capacidade de funcionamento normal do seu paciente.

Diante desses conhecimentos, reflito aqui com você o quanto o luto é um processo muito mais complexo do que vemos – o que exige a mesma complexidade e delicadeza de nossas intervenções.

Sem conhecer sobre como o luto funciona e quais dimensões da vida ele afeta, a intervenção pode até ser muito bem elaborada, mas não será eficiente.

Se você quer aprender a dominar a arte do acolhimento a casos de luto, comente aqui “ACOLHER LUTO” e aguarde uma mensagem minha no seu direct.

Como alguém que sempre sentiu profundamente cada perda e mudança, entendi que o luto não é apenas uma experiência pessoa...
09/05/2024

Como alguém que sempre sentiu profundamente cada perda e mudança, entendi que o luto não é apenas uma experiência pessoal, mas também coletiva. Hoje, quero compartilhar com vocês aprendizados e observações sobre o conceito de luto coletivo!

O Luto coletivo ocorre quando uma comunidade inteira sente a perda de algo ou alguém significativo. Isso pode ser devido à morte de uma figura pública, tragédias grandes ou eventos que tocam a vida de muitos, trazendo um senso de perda compartilhada e experiências de luto unificadas.

Podemos ter de exemplo aqui nomes e eventos como: Boate Kiss, Paulo Gustavo, 11 de setembro, Chapecoense, Marília Mendonça, Brumadinho, tantas escolas atacadas.....

Nós nos conectamos com a perda coletiva porque ela ressoa com nosso senso de humanidade e pertencimento. Ela nos lembra de nossa própria vulnerabilidade, mortalidade e a falta de controle sobre a vida. Esses momentos reavivam perdas pessoais anteriores, intensificando nossa resposta emocional.

E o luto coletivo não apenas nos afeta como indivíduos; ele se infiltra em nossa prática clínica. Pacientes podem reviver lutos pessoais antigos em resposta a uma perda de grande representatividade na mídia, o que pode complicar ou reativar processos de luto “adormecidos”.

Como psicóloga, você precisa entender como o luto coletivo pode afetar seus pacientes e a você mesma. Reconhecer isso te permite abordar essas emoções com maior profundidade e clareza, apoiando melhor seus pacientes que estão lidando com as reverberações de uma perda coletiva ou pública.

Minha sensibilidade às perdas me levou a perceber que o luto é um quebra-cabeça complexo de emoções, não apenas as que vivemos, mas também as que compartilhamos coletivamente. Isso me motivou a ensinar e capacitar outros profissionais ampliarem a visão e enxergar essas dimensões, para oferecer um acolhimento mais profundo e compreensivo a cada paciente.

Se você psi deseja aprofundar sua compreensão sobre o luto, seja pessoal ou coletivo, e melhorar suas habilidades de acolhimento, comente aqui 'ACOLHER LUTO' para receber minhas orientações no seu direct!

Por que "Superar" não é a resposta ao tratar casos de luto?Ao lidarmos com o luto, é crucial abandonar a ideia de que de...
07/05/2024

Por que "Superar" não é a resposta ao tratar casos de luto?

Ao lidarmos com o luto, é crucial abandonar a ideia de que devemos ajudar o paciente a superá-lo. Falar em superação sugere deixar algo para trás, como se o luto do paciente fosse apenas um obstáculo a ser ultrapassado. Mas a verdade é que o luto não é algo a ser superado, é algo a ser integrado.

Essa noção de superação está enraizada nas expectativas de que a teoria das fases do luto seja uma forma válida de trabalhar na clínica (afinal, trabalhar com algo delimitado e norteador traz um alívio né?), e do quanto a sociedade espera que o enlutado seja forte e resiliente e supere sua perda.

Seguir essas lógicas pode levar a intervenções clínicas que prejudiciais ao paciente - a pressão para ser forte e resiliente só adiciona mais peso à carga emocional do enlutado.

A chave dessa troca proposta está em mudar nosso foco de superação para integração. O luto não será deixado para trás – uma vez que a perda é vivida, o luto se torna uma parte intrínseca da vida do paciente. A verdadeira jornada de cuidado na terapia é que o paciente aprenda a viver e conviver com o luto, aceitando-o como parte do seu caminho e de sua história.

Ao trocar "superar" por "integrar", aceitamos a realidade de que o luto não desaparecerá magicamente, mesmo com muita terapia. Pacientes podem carregar as consequências de suas perdas por anos, e é nossa responsabilidade oferecer apoio e compreensão.

Se você – psicóloga ou estudante de psicologia - deseja dominar os conceitos que te permitirão acolher melhor seus pacientes em luto, e ter uma prática clínica mais segura e empática, acesse o curso "Acolhendo o luto" através do link na nossa bio.

Juntas, podemos aprender a apoiar aqueles que enfrentam o desafio do luto com compaixão e respeito.

A aposentadoria pode se tornar um luto silencioso da vida que seu paciente queria viver e não viveuA aposentadoria pode ...
02/05/2024

A aposentadoria pode se tornar um luto silencioso da vida que seu paciente queria viver e não viveu

A aposentadoria pode ser um processo de luto silencioso para muitos pacientes. Como psicólogas, é essencial reconhecer e abordar esse aspecto em nossa prática clínica.

Embora seja uma transição para uma nova fase que possa representar descanso e que traga a perspectiva de “aproveitar a vida”, a aposentadoria pode acarretar diversas perdas significativas secundárias, tais como: rotina, sendo de identidade propósito, convívio social, financeira, entre outras.... gerando um profundo impacto emocional.

O processo em si da aposentadoria também desencadeia reflexões ao paciente sobre o significado do trabalho e da vida.

Se essas reflexões levarem a sentimentos de vazio e falta de propósito, o paciente poderá enfrentar um luto diferente e ainda mais silencioso - o luto pelo que não foi (de fato) vivido.

Lembrando que o luto não se restringe apenas à morte, mas também inclui perdas simbólicas - como a perda de sonhos não realizados.

Nesse contexto, ao se deparar com a possibilidade de começar a viver aquilo tudo que deixou pendente para o depois, ele pode se sentir perdido, sem um lugar definido no mundo e até com um sentimento de ter jogado sua vida fora.

Dentro do processo de luto, existe o "mini processo" da perda do mundo presumido, onde o paciente enfrenta a perda de um futuro imaginado e construído.

Na imersão "Luto sem Medo", abordarei esse tema e outros aspectos fundamentais de compreensão do acolhimento em casos de luto.

Esteja comigo ao vivo dia 4 de maio, das 9h às 13h para acessar as práticas fundamentais de uma clínica segura e empática a casos de luto.

As inscrições ainda estão abertas - comente "IMERSÃO" abaixo para garantir sua vaga e receber o link de convite via Direct.

O medo e a incerteza muitas vezes nos paralisam, impedindo-nos de oferecer o apoio que nossos pacientes precisam.Mas, e ...
25/04/2024

O medo e a incerteza muitas vezes nos paralisam, impedindo-nos de oferecer o apoio que nossos pacientes precisam.

Mas, e se eu te dissesse que existe uma maneira de transformar esse medo em confiança e habilidade?

A imersão Luto sem medo é uma jornada única e transformadora, projetada especificamente para psicólogas e estudantes de psicologia como você, que desejam entender melhor e aprender o processo de lidar com o luto em suas práticas clínicas.

É uma imersão para psicólogas e estudantes de psicologia que…

_ desejam conhecer mais sobre a prática clínica com casos de luto, mas não sabem nem por onde começar e se sentem perdidas nesse processo;

_ ainda sentem muito medo de lidar com o luto na clínica, pois se veem despreparadas para receber uma demanda tão desafiadora;

_ desejam aprender quais estratégias devem utilizar para começar a conduzir os casos de luto e não precisar encaminhar esses pacientes para outras profissionais;

_precisam aprender sobre o que fazer para além de dizer “sinto muito pela sua perda” para o paciente.



A imersão vai acontecer ao vivo dia 04 de maio, das 9h às 13h, no horário de Brasília através do Zoom.

Não deixe que o medo do desconhecido impeça você de se tornar a profissional que deseja ser.

Junte-se a nós e descubra o poder de olhar e cuidar do luto sem medo.

Inscreva-se agora mesmo através do link da bio!

Endereço

Taubaté, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Fazendo Psicologia - Psicóloga Thaís Arcas posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Fazendo Psicologia - Psicóloga Thaís Arcas:

Compartilhar