30/03/2026
Esses dias encontrei um velho companheiro de jornada: um caderno simples, cheio de rabiscos, bonecos de palito e nomes de posturas escritos sem muita preocupação. Mas ali dentro tinha muita presença.
Naquela época, meu estudo era assim. Eu sentia no corpo e depois tentava traduzir no papel. Não tinha perfeição, não tinha estética, tinha verdade. Cada desenho era uma tentativa de entender, cada sequência um jeito de organizar o que eu estava vivendo na prática.
Foi assim que comecei a construir minhas aulas, de forma simples, experimentando, errando, ajustando e seguindo. Aos poucos, isso foi moldando a minha forma de ensinar e também a minha forma de me relacionar com o yoga.
Revisitar esse caderno me trouxe uma sensação muito boa. Me lembrou que o caminho não precisa ser bonito para ser verdadeiro. Muitas vezes, o que sustenta tudo é justamente o que nasce sem pretensão, mas com presença.
Hoje , após 6 anos como professor de yoga, eu olho para isso com gratidão. Nada foi em vão. Cada traço, cada anotação, cada tentativa… tudo foi parte do processo que me trouxe até aqui.
E no fim, a essência continua a mesma: sentir, viver e estar presente.
Gratidão ao meu querido Mestre .jahnu que com entusiasmo, carinho e disciplina me mostrou uma forma de ver e viver o caminho do yoga.🙏🤍