Dra Rafaela Ramos blog

Dra Rafaela Ramos blog Acolher mulheres promovendo saúde e bem estar

Cabelo caindo MUITO depois do parto? Calma… você não vai f**ar careca. Respira. O que acontece chama eflúvio telógeno pó...
26/03/2026

Cabelo caindo MUITO depois do parto? Calma… você não vai f**ar careca. Respira.
O que acontece chama eflúvio telógeno pós-parto. É uma queda intensa, mas temporária, que costuma começar entre 2 e 4 meses após o nascimento do bebê, tem pico por volta do 3º ou 4º mês e melhora gradualmente até normalizar, geralmente dentro de 1 ano.
Na gestação, o estrogênio f**a alto e mantém muitos fios na fase de crescimento. Resultado? Cabelo mais cheio, brilhante e com pouca queda. Mas depois do parto, esse hormônio despenca… e todos os fios que “deveriam” ter caído durante a gravidez caem quase ao mesmo tempo. Assusta muito, mas é esperado.
Enquanto normalmente perdemos de 50 a 100 fios por dia, no pós-parto essa perda pode passar de 300 fios. O ralo entupindo, o cabelo na escova, no travesseiro, no banho… é clássico. Geralmente a queda é difusa, principalmente nas têmporas e na linha frontal, dando a sensação de falhas, mas não é calvície.
Procure avaliação se a queda começou antes de 2 meses, dura mais de 12 meses ou vem acompanhada de cansaço extremo, palpitações ou outros sintomas. Nesses casos, pode haver anemia, alterações da tireoide ou deficiência de vitaminas, que são comuns no puerpério.
Não existe forma de evitar totalmente, porque é um processo fisiológico. Mas alguns cuidados ajudam:
✨ Alimentação rica em proteínas, ferro, vitaminas do complexo B, zinco e ômega 3
✨ Manter as vitaminas do pós-parto quando indicadas
✨ Tratar anemia ou outras deficiências
✨ Usar xampu suave, evitar água muito quente
✨ Pentear com delicadeza e evitar tração (coques e rabos apertados)
Dietas restritivas, estresse extremo e químicas agressivas podem piorar a queda. E muitos tratamentos famosos não têm evidência forte nessa fase. O que realmente faz diferença é nutrição, saúde e tempo.

A melhor parte? Vai parar. O cabelo volta a crescer. E aquela “franjinha” de fios novos que aparece depois é o sinal de que tudo está se recuperando. 🌱
Mais uma fase do puerpério. Mais uma prova de que o corpo feminino é resiliente, sábio e cheio de recomeços.

Quando a menstruação volta após o parto? Depende. Cada corpo tem seu próprio tempo.Se você está amamentando, principalme...
23/03/2026

Quando a menstruação volta após o parto? Depende. Cada corpo tem seu próprio tempo.

Se você está amamentando, principalmente de forma exclusiva, a prolactina permanece alta e inibe a ovulação. Por isso, é comum f**ar meses sem menstruar. Algumas mulheres passam 6 meses, outras 1 ano ou mais sem ciclo, e isso pode ser normal. O método da amenorreia lactacional (LAM) pode atuar como anticoncepcional natural quando há amamentação exclusiva, em livre demanda, bebê com menos de 6 meses e ausência de menstruação. Ainda assim, não é 100% seguro.

Na amamentação mista, a menstruação costuma retornar antes, geralmente entre 3 e 6 meses. Após o desmame, o ciclo tende a voltar em 4 a 8 semanas, conforme os hormônios se reorganizam.

Se não estiver amamentando, o mais comum é a menstruação retornar entre 6 e 8 semanas após o parto, podendo acontecer antes ou depois. A primeira menstruação pode ser diferente: mais intensa ou mais leve, com cólicas diferentes e até irregular. Nos primeiros meses, é normal o ciclo oscilar enquanto o corpo busca equilíbrio.

Um ponto essencial: é possível ovular antes da primeira menstruação. Ou seja, pode haver gravidez mesmo sem o retorno do ciclo. Por isso, não espere menstruar para iniciar um método contraceptivo se não deseja engravidar. Existem opções compatíveis com a amamentação, como minipílula, implante, DIU, injetáveis só com progesterona e pr********vo. Pílulas com estrogênio geralmente são evitadas nos primeiros meses.

A fertilidade pode voltar antes do esperado. Amamentar não impede gravidez. O ideal é planejar intervalo de 18 a 24 meses entre gestações para recuperação completa do corpo. A consulta pós-parto é o momento ideal para discutir planejamento familiar.

Cada mulher vive essa fase de forma única. Respeite seu tempo.

Achou que o inchaço iria desaparecer logo após o parto? Em muitas mulheres, ele pode até piorar nos primeiros dias. Isso...
20/03/2026

Achou que o inchaço iria desaparecer logo após o parto? Em muitas mulheres, ele pode até piorar nos primeiros dias. Isso acontece porque o corpo ainda está reorganizando tudo o que mudou durante a gestação. Após o nascimento, o organismo precisa eliminar os líquidos recebidos no soro, as medicações intravenosas e o excesso de volume sanguíneo da gravidez. Os hormônios também estão se ajustando, especialmente a progesterona, que favorece retenção de líquidos. Enquanto o útero diminui de tamanho, pode comprimir vasos e alterar a circulação, contribuindo para o edema.

O pico do inchaço costuma ocorrer entre o 3º e o 5º dia pós-parto. É mais comum nos pés, tornozelos e pernas, mas também pode atingir mãos, dedos e rosto. Geralmente melhora entre 1 e 2 semanas e tende a normalizar até cerca de 1 mês.

Algumas medidas ajudam: manter as pernas elevadas sempre que possível, evitar longos períodos em pé parada, fazer caminhadas leves e movimentar pés e mãos para estimular a circulação. Hidratação é essencial, mesmo parecendo contraditório, pois beber bastante água ajuda o corpo a eliminar o excesso de líquidos. Reduzir o sal, priorizar alimentos naturais e incluir proteínas na dieta também favorecem a recuperação. Em alguns casos, meias de compressão, massagens leves ou drenagem linfática, com liberação médica, podem ser indicadas.

O inchaço considerado normal é bilateral, sem dor intensa, sem vermelhidão e melhora ao elevar as pernas. Procure ajuda imediata se houver inchaço em apenas uma perna, dor forte, vermelhidão, falta de ar, dor no peito ou dor de cabeça intensa, pois pode indicar trombose ou pré-eclâmpsia pós-parto.

Na consulta de revisão, o médico avalia pressão e edema. Paciência: seu corpo levou 9 meses para mudar e precisa de tempo para se reorganizar.

A pega é TUDO para uma amamentação sem dor e eficiente! Quando o bebê pega o peito da forma correta, a ma**da flui, o le...
18/03/2026

A pega é TUDO para uma amamentação sem dor e eficiente!
Quando o bebê pega o peito da forma correta, a ma**da flui, o leite sai melhor e a mãe não precisa sofrer. Dor não é normal e não deve ser ignorada.

Na pega adequada, a boca do bebê f**a bem aberta, como um “peixinho”, com os lábios virados para fora. O queixo encosta na mama, o nariz f**a livre e as bochechas permanecem redondinhas, sem afundar. Ele não pega só o bico, mas abocanha boa parte da aréola, geralmente deixando mais aréola visível acima do que abaixo. Parece que o bebê está “abraçando” a mama com a boca.

Durante a ma**da, a sucção é rítmica e profunda. Você consegue ouvir a deglutição, perceber o movimento da mandíbula e até da têmpora ou orelha. Não há barulhos de estalos e, principalmente, não existe dor. No início pode haver um leve desconforto, mas ele melhora rápido.

Já na pega incorreta, o corpo avisa. Dor intensa, sensação de beliscão, fissuras, bico machucado ou rachado são sinais de alerta. O bebê costuma pegar só o bico, faz ruídos de estalo, f**a muito tempo no peito e parece nunca f**ar satisfeito. As bochechas podem f**ar encovadas e os lábios voltados para dentro.

Se a amamentação está doendo, algo precisa ser ajustado. Procure ajuda de uma profissional, porque pequenas mudanças fazem uma grande diferença. Amamentar pode e deve ser um momento de conexão, conforto e segurança para mãe e bebê.
Você não precisa passar por isso sozinha.

Depois que o bebê nasce, o corpo entra em um verdadeiro modo de reconstrução. O útero começa a voltar ao tamanho de ante...
16/03/2026

Depois que o bebê nasce, o corpo entra em um verdadeiro modo de reconstrução. O útero começa a voltar ao tamanho de antes da gestação e, nesse processo, acontece o sangramento chamado lóquios. Sim, ele ocorre tanto no parto normal quanto na cesárea.

Esse sangramento costuma durar em média 4 a 6 semanas, podendo chegar até 8. Cada mulher tem seu ritmo, e isso também é normal.

Nos primeiros dias, o fluxo é mais intenso e vermelho vivo, parecido com uma menstruação forte. Pode ter pequenos coágulos e exigir absorvente noturno. Aos poucos, ele vai mudando de cor e quantidade: passa para rosado ou acastanhado, depois amarelado e, por fim, esbranquiçado, até desaparecer. Essa evolução progressiva é um ótimo sinal de que o corpo está se recuperando.

Durante esse período, o útero também vai diminuindo de tamanho. Logo após o parto, ele é grande como um melão. Em cerca de uma semana, já desce até a altura do umbigo, depois para a região do púbis, e por volta de 6 semanas retorna ao tamanho habitual.

As cólicas pós-parto são comuns e, muitas vezes, f**am mais intensas durante a amamentação. Isso acontece porque a ocitocina, hormônio liberado quando o bebê mama, ajuda o útero a contrair e acelerar a recuperação. Apesar do desconforto, é um bom sinal.

O esperado é que o sangramento vá diminuindo aos poucos, tenha um cheiro característico, mas nunca fétido, e possa variar um pouco de um dia para o outro. Também é comum aumentar ao levantar ou durante a amamentação.

Procure ajuda imediatamente se houver sinais de alerta:
sangramento que enche um absorvente em menos de 1 hora, coágulos grandes, tontura, febre, dor abdominal intensa ou odor forte. Esses sintomas podem indicar hemorragia ou infecção e precisam de avaliação.

Para cuidar dessa fase, prefira absorventes externos, troque com frequência, mantenha higiene com água, use calcinhas de algodão e evite duchas. A relação sexual geralmente é liberada após cessar o sangramento e na consulta de revisão, por volta de 40 dias.

Seu corpo fez um trabalho gigantesco. Agora ele precisa de tempo, descanso e acolhimento para se reorganizar. Respeite esse processo com carinho.

Dia Mundial da Incontinência Urinária Um tema comum, mas ainda cercado de silêncio. E está tudo bem falar sobre isso!Per...
14/03/2026

Dia Mundial da Incontinência Urinária
Um tema comum, mas ainda cercado de silêncio. E está tudo bem falar sobre isso!
Perder urina não é “normal da idade”, nem algo que a mulher precisa aceitar calada. A incontinência urinária pode acontecer em diferentes fases da vida, especialmente após a gestação, parto, menopausa ou com o passar dos anos. E o mais importante: tem tratamento.
Muitas mulheres relatam escapes ao tossir, rir, correr ou até sentir aquela urgência repentina de ir ao banheiro. Isso acontece porque o assoalho pélvico pode enfraquecer, sofrer lesões ou perder elasticidade. Gravidez e parto são fatores comuns, mas não são os únicos.
O impacto vai além do físico. Pode afetar autoestima, vida social, atividade física e até a vida sexual. Por isso, buscar ajuda é um ato de cuidado consigo mesma, não de vergonha.
Hoje existem várias formas de tratamento:
exercícios do assoalho pélvico, fisioterapia pélvica, mudanças de hábitos, medicamentos e, em alguns casos, cirurgia. Cada mulher precisa de uma avaliação individualizada.
Se você percebe escapes, urgência frequente ou evita atividades por medo de perder urina, procure orientação. Não normalize o que pode ser tratado.
Cuidar da saúde íntima também é autocuidado. Seu corpo merece atenção em todas as fases da vida.

O corpo feminino é simplesmente extraordinário. O nascimento é uma verdadeira jornada, cheia de movimentos precisos que ...
13/03/2026

O corpo feminino é simplesmente extraordinário. O nascimento é uma verdadeira jornada, cheia de movimentos precisos que acontecem de forma natural para que o bebê encontre o melhor caminho até o colo da mãe.
Tudo começa com o encaixe, quando a cabecinha entra na pelve. Em algumas mulheres isso acontece semanas antes, em outras só no trabalho de parto. Muitas percebem que a barriga “desce” e a respiração f**a mais fácil.

Depois vem a descida, guiada pelas contrações e pelos puxos. Pode levar tempo, e paciência faz parte do processo.
Durante o caminho, o bebê faz movimentos incríveis. Ele flexiona a cabeça, colocando o queixo no peito para diminuir o diâmetro e facilitar a passagem. Em seguida, gira dentro do ca**l de parto em um movimento quase espiral, adaptando-se ao formato da pelve. Quando a cabeça aparece, acontece a extensão, aquele momento intenso e emocionante da “coroação”. Logo depois, a cabeça gira novamente para alinhar com os ombros, e então o corpo desliza. E de repente… nasceu.
A pelve feminina também participa ativamente. Com a ação do hormônio relaxina, as articulações f**am mais móveis, o cóccix se movimenta e o corpo cria espaço para a passagem. Por isso, posições verticalizadas, caminhar, balançar o quadril e se movimentar durante o trabalho de parto ajudam muito. Gravidade e movimento são grandes aliados.
A cabecinha do bebê também se adapta. Os ossos do crânio se sobrepõem temporariamente, o que pode deixar o formato diferente nos primeiros dias. Isso é normal e volta ao habitual rapidamente. Às vezes aparece um inchaço chamado bossa serossanguínea, que costuma desaparecer em até 48 horas.

Cada parto tem seu próprio ritmo. A primeira vez pode demorar mais, os seguintes geralmente são mais rápidos, mas não existe regra. O mais bonito é lembrar que o bebê não é apenas “passageiro”: ele participa, gira, se ajusta e ajuda no próprio nascimento.

A natureza é sábia. Confie no seu corpo, confie no processo e permita que esse momento seja vivido com informação, respeito e acolhimento.

Saúde mental materna também é prioridade e precisa ser levada a sério. Muitas mulheres vivem o pós-parto em silêncio, ac...
11/03/2026

Saúde mental materna também é prioridade e precisa ser levada a sério.
Muitas mulheres vivem o pós-parto em silêncio, acreditando que tudo o que sentem é “normal” ou que precisam dar conta de tudo sozinhas. Mas nem sempre é assim, e falar sobre isso pode salvar vidas.
O baby blues é uma tristeza temporária e muito comum após o parto. Geralmente começa entre o 3º e o 5º dia, tem pico na primeira semana e melhora em até duas semanas. A mãe pode ter choro fácil, irritabilidade, ansiedade leve, alterações de humor e sensação de sobrecarga, mas ainda consegue cuidar do bebê. Isso acontece por causa da queda hormonal, do cansaço extremo e da grande mudança de vida. Descansar, aceitar ajuda, conversar sobre os sentimentos e não se cobrar perfeição fazem toda a diferença.
Já a depressão pós-parto é uma condição séria que precisa de tratamento. Pode surgir até um ano após o parto e não melhora sozinha. A tristeza é profunda e persistente, pode vir com culpa excessiva, sensação de incapacidade, dificuldade de conexão com o bebê, fadiga intensa, insônia, perda de apetite, isolamento e até pensamentos de morte ou de machucar a si ou o bebê. Nesses casos, é fundamental buscar ajuda imediatamente.
O tratamento existe e funciona.
Psicoterapia, medicação segura para quem amamenta, apoio familiar e grupos de suporte fazem parte do cuidado. Depressão pós-parto não é frescura, nem fraqueza, nem falta de amor. É uma doença e precisa de acolhimento.
Se você ou alguém próximo está passando por isso, procure ajuda.
Converse com seu obstetra, pediatra, psicólogo ou psiquiatra. Em momentos de crise, o CVV está disponível pelo 188.
Você não está sozinha. Cuidar da mãe também é cuidar do bebê.

10/03/2026
Episiotomia e laceração: você sabe a diferença? Esse é um tema que ainda gera muitas dúvidas no parto.Episiotomia é um c...
09/03/2026

Episiotomia e laceração: você sabe a diferença?
Esse é um tema que ainda gera muitas dúvidas no parto.
Episiotomia é um corte cirúrgico feito no períneo pelo profissional durante o parto. Antigamente era rotina. Hoje, não. Ela só deve ser realizada em caso de extrema necessidade.
Já a laceração é o rompimento natural dos tecidos durante a passagem do bebê. Pode variar de leve a mais profunda. A maioria é de 1º ou 2º grau, com boa recuperação. Lacerações mais graves são raras e recebem reparo cuidadoso.

O que a ciência mostra?
A laceração espontânea costuma ser menor e cicatrizar melhor do que a episiotomia. E a episiotomia de rotina não previne lacerações graves. Por isso, hoje ela não é recomendada de forma sistemática.

Dá para prevenir?
Algumas medidas ajudam: massagem perineal após 34 semanas, exercícios do assoalho pélvico, puxos espontâneos e compressas mornas durante o período expulsivo. Equipe experiente também faz toda diferença.

E a recuperação?
Gelo nas primeiras 24 horas, higiene com água morna, secar com cuidado, a**lgésicos prescritos, manter uma alimentação balanceada, rica em fibras e demais nutrientes, manter-se sempre bem hidratada é essencial. Em geral, a dor melhora em 1 a 2 semanas e a cicatrização completa ocorre em torno de 4 a 6 semanas.

Procure avaliação se houver dor intensa persistente, vermelhidão crescente, secreção com mau cheiro, febre ou abertura dos pontos.
E um ponto importante para tranquilizar: nem toda mulher passa por isso. Muitas não precisam de episiotomia e nem de pontos

Informação traz segurança. Segurança transforma o parto.

Hoje celebramos a força que constrói, acolhe, transforma e renasce todos os dias. 🌷O Dia da Mulher não é apenas sobre fl...
08/03/2026

Hoje celebramos a força que constrói, acolhe, transforma e renasce todos os dias. 🌷
O Dia da Mulher não é apenas sobre flores, é sobre respeito, dignidade, cuidado e reconhecimento. É sobre a mulher que sonha, que trabalha, que cuida, que luta, que ama… e que muitas vezes faz tudo isso ao mesmo tempo.
Como médica, tenho o privilégio de acompanhar histórias reais de coragem: mulheres que enfrentam medos, descobrem uma nova versão de si na maternidade, superam desafios e mostram que a força feminina é silenciosa, mas imensa. 🤍
Que hoje e todos os dias você se lembre do seu valor.
Que nunca aceite menos do que merece.
Que cuide da sua saúde, do seu corpo e da sua mente com o mesmo amor que oferece aos outros.
Feliz 8 de março para todas as minhas pacientes, amigas, alunas e mulheres que fazem parte da minha caminhada. 💐
Vocês são inspiração. Sempre. ✨

🖤 Nas primeiras 24 a 48 horas, o bebê elimina o mecônio. É aquela evacuação escura, preto-esverdeada, bem pegajosa, quas...
06/03/2026

🖤 Nas primeiras 24 a 48 horas, o bebê elimina o mecônio. É aquela evacuação escura, preto-esverdeada, bem pegajosa, quase tipo piche e sem cheiro. Ele é formado ainda durante a gestação, com líquido amniótico, bile e células. Pode ser difícil de limpar, então usar óleo ou azeite na região ajuda bastante.
Se o bebê não evacuar até 48 horas após o parto, é importante avisar o pediatra para investigar.
🟡 Entre o 3º e o 5º dia, surge o cocô de transição. A cor f**a verde acastanhada, a textura mais mole e às vezes com pequenos grumos. Esse é um ótimo sinal: signif**a que o bebê está mamando bem.
🟨 Depois da primeira semana, em bebês que mamam no peito, o cocô costuma f**ar amarelo mostarda, pastoso ou cremoso, podendo ter gruminhos brancos (que são gordura do leite, totalmente normal!). O cheiro costuma ser suave e até adocicado.
A frequência pode variar muito: pode evacuar a cada ma**da ou apenas a cada 7 a 10 dias. Ambos podem ser normais!
🤎 Já os bebês que usam fórmula costumam ter fezes mais firmes, com coloração marrom clara a esverdeada, cheiro mais forte e menor frequência.
🚨 Alguns sinais merecem atenção:
Fezes vermelhas podem indicar sangue, geralmente por fissura a**l ou alergia à proteína do leite.
Fezes brancas ou acinzentadas podem indicar que precisam de avaliação imediata.
Fezes pretas após a primeira semana, ou diarreia com muco e sangue, também precisam de investigação.
💚 E um lembrete que tranquiliza muitas famílias: fezes verdes costumam ser normais, principalmente no aleitamento materno.
Nos primeiros dias, cada fralda é uma descoberta. Logo você estará especialista nisso… e vai perceber que até o cocô do seu bebê conta uma história sobre a saúde dele

Endereço

Teresina, PI
64002-510

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