Livia Brunê

Livia Brunê 😍 Olá!

Eu sou Livia Brunê, Pediatra e especialista em psiquiatria infantil.

💡O caminho para um futuro mais leve começa aqui.
🌱Acolhimento, ciência e afeto!

🧠Saúde Mental | TEA | TDAH | TOD
🩺CRM:5311 RQE:5282

O problema nunca foi a tela em si, mas a falta de repertório para lidar com o tédio e a desconexão que o mundo digital i...
24/02/2026

O problema nunca foi a tela em si, mas a falta de repertório para lidar com o tédio e a desconexão que o mundo digital impõe. 📱💔

Para crianças com TDAH ou Autismo, o tablet muitas vezes vira refúgio sensorial. É fácil, é previsível e brilha. Mas o desenvolvimento real acontece no toque, no olhar e até na frustração de um brinquedo que não funciona de primeira.

Não se culpe por ter usado a tela como refúgio em dias difíceis, afinal, todos precisamos de fôlego às vezes. O risco não está no uso pontual, mas em deixar que a tela substitua o aprendizado que só o mundo real oferece.

23/02/2026

Desenvolvimento infantil não é receita de bolo. 🎂❌

Como pediatra, estudei anos de teoria. Como mãe da Maria e do José, aprendi a prática: comportamento não se analisa fora de contexto.

Entendi que para o plano de cuidado funcionar, ele precisa caber na rotina e nas angústias de cada pai e de cada mãe. É por isso que minhas consultas priorizam a conversa profunda.

Quando a família se sente escutada, o tratamento deixa de ser uma imposição e vira uma parceria. O resultado? Uma criança que responde melhor e uma família mais segura.

Como a maternidade mudou sua forma de enxergar o mundo? Me conta aqui nos comentários. 👇

Muitas vezes, por medo de sobrecarregar uma criança com TDAH ou TEA, acabamos fazendo tudo por elas. Mas a ciência nos m...
19/02/2026

Muitas vezes, por medo de sobrecarregar uma criança com TDAH ou TEA, acabamos fazendo tudo por elas. Mas a ciência nos mostra o contrário: a rotina de tarefas domésticas é uma das ferramentas mais poderosas de reabilitação neuropsicológica que existem.

Cada meia dobrada ou prato levado à pia é uma conexão neural sendo fortalecida. Vamos estimular essa autonomia?

Lívia Brunê
Médica Pediatra
CRM 5311 RQE 5282

12/02/2026

O silêncio não protege, ele isola. 💙

Muitas famílias guardam o diagnóstico de autismo como um segredo, muitas vezes por medo do julgamento ou na tentativa de “proteger” o filho de rótulos. Mas a verdade é que o autismo não desaparece quando deixamos de falar sobre ele.

Quando a criança não entende por que se sente diferente, ela pode crescer achando que o problema é ela, que é “errada” ou “incapaz”. O silêncio retira o apoio e a validação que são essenciais para uma saúde mental fortalecida.

Falar sobre o autismo é abrir portas para:

• Cuidado especializado e adaptações.

• Pertencimento e comunidade.

• Uma autoestima saudável e compreensão de si.

O diagnóstico não limita seu filho; o que limita é a falta de suporte. Vamos quebrar esse silêncio?

Entrei na trend só pra eternizar o que mais amo na vida ✨ Minha vida todinha … ❤️ Meu José e minha Maria 🥰
11/02/2026

Entrei na trend só pra eternizar o que mais amo na vida ✨ Minha vida todinha … ❤️ Meu José e minha Maria 🥰

Uma das maiores angústias dos pais quando a medicação é indicada para o TDAH é a pergunta: “Meu filho vai precisar tomar...
10/02/2026

Uma das maiores angústias dos pais quando a medicação é indicada para o TDAH é a pergunta: “Meu filho vai precisar tomar remédio pra sempre?”

Eu entendo esse medo, eu também sou mãe e essa foi uma das minhas maiores dúvidas quando minha filha iniciou o tratamento.

O que eu aprendi ao longo do processo é que o foco não deve ser o tempo de uso e sim o desenvolvimento da criança, pois, quando a medicação é bem indicada e acompanhada, ela ajuda o cérebro a funcionar melhor, para que ela possa aprender, se organizar, evoluir e ter mais autonomia.

E o mais importante: o tratamento é sempre individual. A medicação pode ser ajustada, reduzida ou até suspensa, de acordo com a evolução.

Precisamos olhar para o impacto de não tratar. Confie no seu médico(a) e na sua criança!

Com carinho,
Lívia Brunê.

05/02/2026

O diagnóstico de TDAH não é um carimbo de limitação. Pelo contrário: é o que retira os rótulos injustos que a sociedade impõe. 🧠

Muitas crianças carregam um fardo que não é delas apenas por terem uma captação de dopamina diferente. Elas não precisam que peçam mais “foco”; elas precisam de um ambiente que entenda como o cérebro delas processa o mundo.

Neste vídeo, falo sobre:

A diferença entre caráter e funcionamento cerebral.

Por que a comparação com os outros é tão prejudicial.

A importância de oferecer ferramentas, não apenas cobranças.

O potencial está lá. Só precisamos da chave certa para abrir.

03/02/2026

Nem toda criança com TDAH é um “furacão”. 🌪️❌

Muitas vezes, o sinal não é o excesso de energia, mas o excesso de silêncio. É aquela criança que parece estar sempre no “mundo da lua”, que esquece o material, que demora a começar o dever de casa e que é injustamente rotulada como “preguiçosa”.

No meu consultório, vejo que essas crianças não dão trabalho... elas sofrem em silêncio. Elas crescem acreditando que não são capazes, quando, na verdade, o cérebro delas apenas processa o mundo de um jeito diferente.

O diagnóstico correto não serve para colocar um rótulo, mas para tirar o peso de um fardo que elas não deveriam carregar sozinhas. 🧠✨

Quando falamos de funções executivas, falamos da parte do cérebro responsável por iniciar ações, organizar etapas, mante...
22/01/2026

Quando falamos de funções executivas, falamos da parte do cérebro responsável por iniciar ações, organizar etapas, manter o foco e regular impulsos. No TDAH, essas funções funcionam de forma diferente.

Por isso, muitas crianças sabem o que precisa ser feito, mas travam na hora de começar, isso acontece porque o cérebro ainda está aprendendo a organizar esse processo.

Ao longo do carrossel, explico o que realmente ajuda nesses momentos.

Informação orienta escolhas mais conscientes.

Com carinho, Lívia Brunê
Médica Pediatra
CRM PI 5311 RQE 5282

20/01/2026

Muitas famílias chegam ao consultório com uma dúvida comum: “Meu filho não f**a me encarando, isso é um sinal de alerta?”

Precisamos desmistif**ar o contato visual. Não é sobre obrigar a criança a olhar fixamente, nem sobre um olhar forçado. O que nós, pediatras, observamos é a atenção compartilhada.

Ela olha quando é chamada?

Ela acompanha uma brincadeira com o olhar?

Ela percebe e reage à presença do outro?

O contato visual espontâneo é a base da comunicação e da interação social. Quando ele é muito raro ou ausente, não buscamos um rótulo, buscamos entender como aquele cérebro está se organizando para oferecer o estímulo certo.

Lembre-se: Cada criança tem seu tempo, mas desenvolvimento não é só esperar, é acompanhar!

18/01/2026

Poda neural: seu filho não está perdendo conexões, ele está ganhando eficiência! 💡

O cérebro da criança é sábio. Ele observa o que é mais usado e fortalece esses caminhos, enquanto descarta o que não faz sentido manter. É assim que o aprendizado se consolida.

Mas atenção: para o cérebro saber o que “vale a pena f**ar”, ele precisa de experiência. Menos telas, mais interações. Menos pressa, mais trocas reais. O desenvolvimento acontece no detalhe do cotidiano.

Vamos olhar para os estímulos que estamos oferecendo? ❤️

Entrando na trend … 2016 o ano que eu ganhei o amor da minha vida ♥️ … Há 10 anos meus dias são mais felizes .. Meu José...
18/01/2026

Entrando na trend … 2016 o ano que eu ganhei o amor da minha vida ♥️ … Há 10 anos meus dias são mais felizes .. Meu José 🥰

Endereço

Teresina, PI

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