Dr Marlon Moreno

Dr Marlon Moreno CIRURGIÃO APARELHO DIGESTIVO RQE -1658
CIRURGIÃO BARIÁTRICO RQE- 3260
Fellow Hôpital Saint Elo CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA

25/03/2026

VEJA A MÁGICA ATÉ O FIM !

Abordar uma hérnia ventral de 10,7 cm pela técnica eTEP (Enhanced-View Totally Extraperitoneal) é um desafio técnico de alto nível, pois o tamanho do defeito exige uma dissecção ampla e, invariavelmente, a realização de uma Liberação do Transverso Abdominal (TAR) para garantir o fechamento da fáscia sem tensão excessiva.

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A exploração laparoscópica da via biliar em pacientes com estenose de anastomose hepático-jejunal prévia e litíase intra...
23/03/2026

A exploração laparoscópica da via biliar em pacientes com estenose de anastomose hepático-jejunal prévia e litíase intra-hepática representa um dos maiores desafios técnicos da cirurgia minimamente invasiva. A distorção anatômica e o processo inflamatório crônico exigem uma abordagem metódica e precisa.

​O principal obstáculo é o acesso à anastomose devido às aderências firmes (frequentemente entre o fígado, o estômago e a alça em Y de Roux).

​Acesso Inicial: A lise de aderências deve ser cuidadosa para expor a região do hilo hepático e a alça jejunal anastomosada. O uso de energia ultrassônica é preferível para minimizar o dano térmico lateral.

​Identif**ação da Estenose: A estenose cicatricial costuma apresentar-se como uma fibrose densa na junção bilioentérica.
Simplesmente remover os cálculos não é suficiente se a causa mecânica, a estenose, persistir.

​Remodelagem da Anastomose: Frequentemente é necessário reabrir a anastomose anterior, realizar a ressecção do tecido fibrótico e confeccionar uma nova hepático-jejunostomia ampliada (muitas vezes unindo os ductos hepáticos direito e esquerdo, técnica de Hepp-Couinaud adaptada à laparoscopia).

​Stents Temporários: Em casos de inflamação severa, o uso de drenos trans-hepáticos pode ser considerado para manter a patência durante a cicatrização.

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22/03/2026

A realização de uma jejunostomia videolaparoscópica em pacientes com neoplasia obstrutiva da transição esofagogástrica (TEG) é uma estratégia fundamental para garantir o aporte nutricional, seja como suporte para neoadjuvância ou como medida paliativa.
​Abaixo, descrevo os pontos técnicos essenciais para a execução do procedimento com foco em segurança e funcionalidade.
Cuidados Pós-Operatórios
​Início da Dieta: Geralmente iniciado com água/soro após 12 a 24 horas, progredindo para dieta enteral se houver boa tolerância e ausência de distensão abdominal.
​Fixação Externa: Garantir que a sonda esteja bem segura à pele para evitar tração acidental no período de cicatrização da enteropexia.
Abordagem Paliativa
​Em casos de doença irressecável, a jejunostomia laparoscópica serve como medida de conforto:
​Controle de Sintomas: Evita internações recorrentes por desidratação ou inanição.
​Manutenção Domiciliar: Oferece uma via segura e de fácil manejo para cuidadores e familiares, permitindo que o paciente permaneça em ambiente extra-hospitalar.

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SERVIÇO DE EXCELÊNCIA EM CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA DO APARELHO DIGESTIVO

19/03/2026

EM AÇÃO NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO HU-UFPI !

REALIZAÇÃO DE UMA ESOFAGECTOMIA IVOR LEWIS NO TRATAMENTO DO MEGAESÔFAGO AVANÇADO.
CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DOS NOSSOS RESIDENTES DA CIRURGIA GERAL HU-UFPI.

DR DANIEL ITALIANO
DR AURICLENES ANJOS

SERVIÇO DE CIRURGIA DIGESTIVA MINIMAMENTE INVASIVA AVANÇADA

O tratamento dos cistos de via biliar (cistos de colédoco) é predominantemente cirúrgico, devido ao risco elevado de com...
19/03/2026

O tratamento dos cistos de via biliar (cistos de colédoco) é predominantemente cirúrgico, devido ao risco elevado de complicações como colangite, pancreatite e, principalmente, a degeneração maligna (colangiocarcinoma).

​A estratégia depende da classif**ação de Todani, mas as condutas modernas seguem estas diretrizes:

​1. Ressecção Completa e Reconstrução
​Para os tipos mais comuns (Tipo I e Tipo IV), o padrão-ouro é a exérese completa do cisto. A permanência de tecido da parede do cisto está associada a um risco residual de câncer.
​Reconstrução: Após a retirada, a continuidade biliar é restabelecida preferencialmente através de uma Hepaticojejunostomia em Y de Roux.
​Abordagem: Atualmente, a cirurgia minimamente invasiva (laparoscópica ou robótica) é amplamente utilizada, oferecendo recuperação mais rápida e excelente visualização das estruturas hilares.

​2. Tratamento por Tipos Específicos
​Tipo II (Divertículo): Ressecção simples do divertículo com fechamento primário da via biliar.
​Tipo III (Coledococele): Localizados na porção intraduodenal. Podem ser tratados via endoscópica (papilotomia) ou ressecção duodenal, dependendo do tamanho.
​Tipo V (Doença de Caroli): O tratamento é complexo. Se localizado em apenas um lobo hepático, realiza-se a hepatectomia parcial. Se for difuso e evoluir com cirrose ou colangites de repetição, o transplante hepático pode ser a única opção definitiva.

Seguimento: Mesmo após a ressecção, o acompanhamento a longo prazo é essencial para monitorar estenoses anastomóticas ou formação de cálculos intra-hepáticos.

VOCÊ SABIA QUE TEMOS UM CENTRO DE EXCELÊNCIA NO TRATAMENTO DOS CISTOS DA VIA BILIAR PELA TÉCNICA MINIMAMENTE INVASIVA?

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CRM 4208

CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO RQE 1658

Áreas de atuação:

Cirurgia Bariátrica - RQE N°:3260

Cirurgia Videolaparoscópica - RQE N°:3945

No tratamento da hérnia inguinal por via minimamente invasiva, a escolha da "melhor" técnica geralmente orbita entre dua...
17/03/2026

No tratamento da hérnia inguinal por via minimamente invasiva, a escolha da "melhor" técnica geralmente orbita entre duas abordagens principais, sendo a decisão baseada na anatomia do paciente, no histórico cirúrgico e na expertise do cirurgião.
​As duas técnicas padrão-ouro são:

​1. TAPP (Transabdominal Pré-Peritoneal)
​É a técnica mais utilizada globalmente devido à sua versatilidade.
​Como funciona: O cirurgião acessa a cavidade abdominal, incisa o peritônio acima do defeito herniário, reduz o conteúdo e coloca a tela no espaço pré-peritoneal. O peritônio é então fechado sobre a tela.
​Vantagens: Permite uma excelente visualização da anatomia interna e a identif**ação de hérnias contralaterais ou femorais não diagnosticadas. É ideal para casos de hérnias encarceradas ou recidivadas após cirurgia aberta (Lichtenstein).

​2. TEP (Totalmente Extraperitoneal)
​Nesta abordagem, o cirurgião trabalha inteiramente fora da cavidade abdominal.
​Como funciona: O espaço de trabalho é criado entre o músculo reto abdominal e o peritônio. A tela é posicionada sem que o peritônio seja violado.

​Vantagens: Como não entra na cavidade peritoneal, o risco de lesões viscerais ou formação de aderências intra-abdominais é teoricamente menor. Além disso, dispensa a necessidade de sutura do peritônio.

​Desvantagem: Possui uma curva de aprendizado mais íngreme e um espaço de manobra mais restrito.
​Atualmente, as diretrizes da International Endohernia Society (IEHS) sugerem que ambas apresentam resultados equivalentes em termos de taxas de recorrência e dor crônica, desde que os princípios do "Critical View of Myopectineal Or***ce" (VOM) sejam respeitados.
​A escolha deve priorizar a técnica em que o cirurgião possui maior volume cirúrgico, garantindo a cobertura completa do orifício miopectíneo de Fruchaud com uma tela de tamanho adequado (geralmente 10 x 15 cm).

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05/03/2026

Tratar um GIST (Tumor Estromal Gastrointestinal) em um paciente de 87 anos exige um equilíbrio delicado entre a eficácia oncológica e a preservação da qualidade de vida. Quando o tumor está localizado na pequena curvatura, a abordagem laparoscópica oferece benefícios signif**ativos em comparação à cirurgia aberta tradicional.
​Aqui estão as principais vantagens dessa técnica para pacientes nessa faixa etária:
​1. Recuperação Acelerada e Menor Trauma
​Pacientes idosos possuem uma reserva fisiológica reduzida. A laparoscopia é considerada "minimamente invasiva" porque:
​Reduz o estresse metabólico: O corpo reage de forma menos agressiva a pequenas incisões do que a uma grande abertura abdominal.
​Retorno precoce da função intestinal: O íleo paralítico (quando o intestino demora a funcionar) é menos comum, permitindo que o paciente volte a se alimentar mais cedo.
​2. Redução de Complicações Pós-Operatórias
​A idade avançada é um fator de risco para complicações sistêmicas. A laparoscopia ajuda a mitigar esses riscos:
​Menos complicações respiratórias: Como a dor é menor, o paciente consegue respirar profundamente e tossir com mais facilidade, prevenindo pneumonias.
​Mobilização precoce: O paciente consegue sair da cama e caminhar muito mais rápido (geralmente no primeiro dia), o que reduz drasticamente o risco de Trombose Venosa Profunda (TVP) e embolia pulmonar.
​3. Precisão Técnica na Pequena Curvatura
​A pequena curvatura é uma região ricamente vascularizada e próxima a nervos importantes (como o nervo vago).
​Visão ampliada: A câmera de alta definição permite ao cirurgião identif**ar estruturas vitais com clareza milimétrica.
​Ressecção em cunha: Para a maioria dos GISTs, não é necessário remover o estômago inteiro. A laparoscopia facilita a técnica de wedge resection (ressecção em cunha), preservando a anatomia e a capacidade gástrica do paciente.
​4. Menor Dor e Menor Uso de Opióides
​A dor no pós-operatório é um dos maiores gatilhos para delirium em idosos.
​Incisões menores resultam em menos dor.
​Isso reduz a necessidade de analgésicos potentes (opióides), que podem causar confusão mental, sonolência e constipação no paciente de 87 anos.

26/02/2026

. A técnica de abandono do s**o herniário (ou "sac-splitting") é uma estratégia valiosa, especialmente em hérnias inguinoescrotais volumosas (tipo L3 da classif**ação de Nyhus ou EHS), para evitar complicações como o orquidopatia isquêmica ou seromas volumosos.

​🛠️ Planejamento Cirúrgico

​Via de Acesso: Laparoscópica Transabdominal Pré-Peritoneal (TAPP).
​Justif**ativa para o Abandono do S**o: Hérnia tipo indireta de grande volume com íntima adesão aos elementos do cordão espermático. A dissecção completa até o fundo escrotal aumentaria o risco de:

1-​Trauma aos vasos testiculares e ducto deferente.

2-​Hemorragia excessiva

3-​Orquite isquêmica pós-operatória.

O abandono do s**o transforma uma cirurgia potencialmente traumática em um procedimento seguro e reprodutível por via laparoscópica, desde que a base do s**o seja bem isolada.

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Cicatrizes extensas de cirurgias abertas anteriores (laparotomias) em contraste com as pequenas incisõesVantagens da Cir...
20/02/2026

Cicatrizes extensas de cirurgias abertas anteriores (laparotomias) em contraste com as pequenas incisões

Vantagens da Cirurgia Minimamente Invasiva

​Redução do Trauma na Parede Abdominal: Diferente das grandes cicatrizes transversais e verticais visíveis na imagem, as incisões milimétricas preservam a integridade dos músculos e nervos da parede abdominal.

​Menor Risco de Hérnias Incisionais: Grandes laparotomias, como a cicatriz diagonal superior na foto, têm um risco signif**ativamente maior de desenvolver hérnias ao longo do tempo. As pequenas incisões reduzem drasticamente essa complicação.

​Recuperação Mais Rápida: O paciente geralmente consegue caminhar, alimentar-se e retornar às suas atividades rotineiras em um tempo muito menor do que nas cirurgias abertas prévias.

​Menos Dor Pós-Operatória: Como há menos manipulação de tecidos e cortes menores, a necessidade de analgésicos potentes (como opioides) é reduzida.

​Menor Risco de Infecção: Feridas menores têm menos exposição ao ambiente, diminuindo a probabilidade de infecções de sítio cirúrgico.

​Resultado Estético: Embora este paciente já possua cicatrizes extensas, a nova abordagem não adiciona grandes marcas, mantendo o foco na funcionalidade e na cicatrização discreta.

Observação Importante
​Em pacientes com múltiplas cirurgias abertas prévias (como o caso da imagem), a cirurgia minimamente invasiva pode ser mais desafiadora devido à presença de aderências (tecidos cicatriciais internos). No entanto, quando viável, os benefícios citados acima tornam-se ainda mais valiosos para evitar novos traumas em um abdome já sensibilizado.

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04/02/2026

A abordagem eTEP (enhanced-view Totally Extraperitoneal) representa uma evolução signif**ativa na cirurgia de parede abdominal. Quando tratamos de uma hérnia ventral recidivada (que já voltou após uma cirurgia anterior), o desafio é maior devido à presença de cicatrizes e, muitas vezes, de telas antigas.

​Aqui estão as principais vantagens dessa técnica:

​Menos aderências: A tela não entra em contato direto com o intestino, reduzindo drasticamente o risco de obstruções ou fístulas futuras.

​Barreira natural: O peritônio e a fáscia posterior são mantidos entre a tela e os órgãos internos.

​Melhora funcional: Não se trata apenas de "tapar o buraco", mas de devolver a força contrátil à musculatura abdominal.
​Estética: Evita o abaulamento (efeito "pneu murcho") que muitas vezes ocorre em técnicas que não fecham o defeito.

​Como a tela f**a protegida fora da cavidade peritoneal, não é obrigatório o uso de telas "biológicas" ou de "dupla face" (caríssimas).

​É possível colocar telas maiores, garantindo uma sobreposição (overlap) de segurança muito superior, o que é crucial em casos de recidiva.

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Sou cirurgião do aparelho digestivo, especializado no tratamento de doenças do trato digestivo alto — que compreende esô...
29/01/2026

Sou cirurgião do aparelho digestivo, especializado no tratamento de doenças do trato digestivo alto — que compreende esôfago, estômago, duodeno, pâncreas e vias biliares. Minha atuação é focada em cirurgia minimamente invasiva , técnica que permite intervenções precisas com uma recuperação mais rápida e menos dolorosa para o paciente. Com expertise tanto em patologias benignas (como refluxo e hérnias) quanto no tratamento oncológico (tumores malignos), meu compromisso é aliar a tecnologia de ponta a um cuidado humanizado e individualizado.

CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO -RQE No: 1658

Áreas de atuação:

•Cirurgia Bariátrica - RQE N°:3260

•Cirurgia Videolaparoscópica - RQE N°:3945

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28/01/2026

PRECISÃO E SEGURANÇA NO ISOLAMENTO DOS VASOS ILEOCÓLICOS DURANTE UMA COLECTOMIA DIREITA POR LAPAROSCOPIA

AQUI TEMOS UM VÍDEO REDUZIDO DURANTE O PROCEDIMENTO DA NOSSA EQUIPE EM AÇÃO

O isolamento dos vasos ileocólicos por laparoscopia utilizando energia monopolar é um passo crítico em cirurgias como a colectomia direita. Embora a energia monopolar seja onipresente, ela exige precisão técnica redobrada devido à proximidade com estruturas vitais.

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Dr Marlon Moreno

CIRURGIÃO APARELHO DIGESTIVO RQE -1658

CIRURGIÃO VIDEOLAPAROSCÓPICO RQE -3945

Endereço

Hospital São Marcos Rua Olavo Bilac, 2300 , Centro
Terezina, PI
64049-280

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:00
Quarta-feira 09:00 - 12:00

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