19/03/2026
O tratamento dos cistos de via biliar (cistos de colédoco) é predominantemente cirúrgico, devido ao risco elevado de complicações como colangite, pancreatite e, principalmente, a degeneração maligna (colangiocarcinoma).
A estratégia depende da classif**ação de Todani, mas as condutas modernas seguem estas diretrizes:
1. Ressecção Completa e Reconstrução
Para os tipos mais comuns (Tipo I e Tipo IV), o padrão-ouro é a exérese completa do cisto. A permanência de tecido da parede do cisto está associada a um risco residual de câncer.
Reconstrução: Após a retirada, a continuidade biliar é restabelecida preferencialmente através de uma Hepaticojejunostomia em Y de Roux.
Abordagem: Atualmente, a cirurgia minimamente invasiva (laparoscópica ou robótica) é amplamente utilizada, oferecendo recuperação mais rápida e excelente visualização das estruturas hilares.
2. Tratamento por Tipos Específicos
Tipo II (Divertículo): Ressecção simples do divertículo com fechamento primário da via biliar.
Tipo III (Coledococele): Localizados na porção intraduodenal. Podem ser tratados via endoscópica (papilotomia) ou ressecção duodenal, dependendo do tamanho.
Tipo V (Doença de Caroli): O tratamento é complexo. Se localizado em apenas um lobo hepático, realiza-se a hepatectomia parcial. Se for difuso e evoluir com cirrose ou colangites de repetição, o transplante hepático pode ser a única opção definitiva.
Seguimento: Mesmo após a ressecção, o acompanhamento a longo prazo é essencial para monitorar estenoses anastomóticas ou formação de cálculos intra-hepáticos.
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CRM 4208
CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO RQE 1658
Áreas de atuação:
Cirurgia Bariátrica - RQE N°:3260
Cirurgia Videolaparoscópica - RQE N°:3945