07/05/2026
Não é a incisão. Não é o procedimento em si.
Para muitos pacientes, o momento mais crítico é a indução, os primeiros minutos da anestesia.
É quando o organismo transita entre dois estados completamente diferentes. E é exatamente aí que o anestesiologista precisa estar mais presente, mais atento, mais preciso.
Não é sobre apertar um botão e esperar. É sobre calcular, observar e agir em tempo real.
O que você mais temia antes de entrar numa cirurgia?
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