Behavior - Clínica de Psicologia

Behavior - Clínica de Psicologia Voltada ao atendimento psicoterapêutico ao adolescente, adulto, casal e idoso. Qualidade e excelên

Janeiro costuma ser um mês estranho pra quem convive com depressão. A rotina muda, a cobrança aumenta, e parece que todo...
05/01/2026

Janeiro costuma ser um mês estranho pra quem convive com depressão. A rotina muda, a cobrança aumenta, e parece que todo mundo “virou a chave”… menos você. Só que depressão não é falta de vontade. É energia emocional e cognitiva que já vinha no limite.Se você está se sentindo mais apagado, sem prazer, mais lento, ou sem força, isso merece cuidado, não bronca.


🔁 Se isso descreve seu começo de ano, comenta “eu” (ou só salva).

04/01/2026

Ansiedade tem tratamento. E não, você não precisa atravessar isso sozinha. Muita gente só olha para a ansiedade quando vem a crise. Mas quem convive com uma mente ansiosa sabe: o cansaço maior está no dia a dia. No excesso de alerta, na dificuldade de desligar, no corpo que nunca descansa de verdade. Isso desgasta, confunde e, com o tempo, limita. Ansiedade não é frescura, não é falta de força e muito menos algo que você “precisa aprender a conviver”. É um funcionamento que pode, e deve, ser tratado com estratégia, acompanhamento e ciência.

Quando a gente entende o que o cérebro está fazendo, o cuidado deixa de ser genérico e passa a ser direcionado. E é aí que o tratamento começa a fazer sentido.

Existe um remédio natural, silencioso e profundamente poderoso que atua direto no nosso cérebro. Ele não vem em cápsulas...
04/01/2026

Existe um remédio natural, silencioso e profundamente poderoso que atua direto no nosso cérebro. Ele não vem em cápsulas, não tem bula e nem promessa milagrosa. Mas produz efeitos reais. Esse “remédio” estimula a liberação de neurotransmissores ligados ao bem-estar, fortalece circuitos neurais, aumenta a plasticidade cerebral e favorece a criação de novas conexões. Ele ajuda o cérebro a sair do modo de defesa constante e a entrar em um estado mais seguro, mais vivo.

📍Esse remédio é a interação humana de qualidade.

Estar com pessoas que nos fazem bem não é detalhe emocional. É intervenção em saúde mental. Conversas genuínas, risadas espontâneas, presença sem cobrança, vínculos que acolhem, tudo isso regula o sistema nervoso. O cérebro entende: “não estou sozinho”, “estou seguro”, “posso relaxar”. Em estados depressivos, isso faz diferença. Não porque “resolve tudo”, mas porque muda o terreno. O isolamento aprofunda o adoecimento. A conexão, aos poucos, abre espaço para novos sentidos, novas respostas, novas possibilidades internas. Cuidar da saúde mental também é escolher com quem você compartilha seu tempo.

Porque há encontros que não só aquecem o coração, eles literalmente reorganizam o cérebro.

03/01/2026

Muita gente olha um vídeo como esse e pensa que é só mais um “antes e depois”. Mas aqui não tem estética, tem dado. O que aparece no início é um mapeamento cerebral típico de um quadro de ansiedade, com padrões de hiperativação e dificuldade de autorregulação. O que aparece depois é o cérebro após 10 sessões de neurofeedback, treinado de forma direcionada, com protocolo baseado em evidência, não em tentativa e erro. Neurofeedback não atua no sintoma isolado. Ele atua no funcionamento. O cérebro aprende a sair do estado de alerta constante e, quando aprende, o corpo responde diferente, o pensamento desacelera e o sintoma perde força. Isso não é opinião pessoal, é neurociência aplicada à clínica, com estudos mostrando mudanças reais e sustentadas na atividade cerebral quando o treino é bem conduzido. Esse tipo de resultado não vem de promessa rápida nem de abordagem genérica. Vem de avaliação, mapeamento, leitura correta dos dados e intervenção específica. O cérebro é plástico, aprende ao longo da vida e responde quando o treino é feito da forma certa.

👉🏽Se você ainda acha que isso é alternativo, talvez o problema não seja a técnica, mas a falta de acesso à ciência que já está disponível.

psicologiabaseadaemevidencias saudemental

03/01/2026

Esses dias, uma paciente me perguntou se tomaria antidepressivo para sempre. E essa pergunta quase nunca é só sobre o remédio.
É sobre medo, dependência e se um dia a vida volta a fazer sentido sem apoio químico. A verdade é que, em muitos casos, a medicação não é para sempre. Ela entra, ajuda, organiza e pode ser ajustada ou retirada com critério.

Mas tem algo que quase sempre fica…

*️⃣ Sono tratado como base.
*️⃣ Rotina com mínimo de previsibilidade.
*️⃣ Luz do dia, movimento possível, alimentação organizada.
*️⃣ Menos estímulo à noite, menos excesso durante o dia.
*️⃣ Limites claros com trabalho, relações e com a própria cobrança.

Isso não é frase bonita. É funcionamento cerebral. O cérebro responde ao ambiente que você oferece a ele. E quando esse ambiente é caótico, nenhum remédio sustenta sozinho. Por isso eu falo em hábitos antidepressivos. Eles não prometem felicidade constante. Eles constroem estabilidade.

Remédio pode não ser para sempre. Esses hábitos, quase sempre, são!






psicologiabaseadaemciencia

31/12/2025

2025 me atravessou. Foi intenso, desafiador, cheio de ajustes, decisões difíceis e muito aprendizado. Teve conquistas, teve cansaço, teve recomeço. Teve ciência, estudo, clínica, presença… e também pausas necessárias para não me perder de mim. Agradeço por tudo que foi possível viver, inclusive pelo que doeu, porque me reorganizou.

Que 2026 venha com mais consciência do que pressa,mais verdade do que expectativa
e mais presença do que perfeição.

Respeitar limites também é saúde.Nem todo cansaço é físico. Muitas vezes, é emocional, mental e neurológico. O corpo não...
30/12/2025

Respeitar limites também é saúde.

Nem todo cansaço é físico. Muitas vezes, é emocional, mental e neurológico. O corpo não “falha” do nada. Ele desacelera quando a mente passa tempo demais sendo ignorada, sem pausa, sem escuta, sem cuidado. Na saúde mental, aprender a parar antes do esgotamento é um dos maiores atos de prevenção.

Se eu fosse sua psicóloga neste fim de ano, eu te diria algo importante: antes de pensar em metas, pense em terreno.Não ...
29/12/2025

Se eu fosse sua psicóloga neste fim de ano, eu te diria algo importante: antes de pensar em metas, pense em terreno.

Não adianta planejar constância com o sono desorganizado. Nem exigir produtividade com o corpo exausto. Nem prometer mudanças profundas vivendo em modo de sobrevivência. O cérebro não responde à força de vontade por muito tempo. Ele precisa de rotina possível, repetição simples e menos cobrança. Se você quer começar diferente, comece ajustando o básico.

*️⃣ Horários mais previsíveis.
*️⃣ Menos estímulo à noite.
*️⃣ Expectativas mais humanas.

Não plante pressa esperando estabilidade. O cérebro confia no que é repetido, não no que é intenso. E respeitar o tempo não é desistir de si. É criar condições para sustentar o que vem depois. Nem toda pausa é atraso. Às vezes, é o descanso necessário antes da próxima fase. Talvez o que você precise agora não seja de mais metas, mas de um terreno que permita que elas cresçam.

📍Salve para reler com calma.

28/12/2025

Na fase mista do transtorno bipolar, o sono não some por falta de esforço. Ele some porque o cérebro entra em um estado paradoxal: cansado e acelerado ao mesmo tempo. Isso não é “ansiedade comum”. É uma desorganização real entre os sistemas de ativação e inibição do cérebro. Por isso, o sono não é consequência da melhora. Ele faz parte do tratamento.

Quando a pessoa não dorme, o cérebro não consegue regular:
*️⃣ emoções
*️⃣ impulsos
*️⃣ energia

E a crise tende a se manter ativa. Algumas orientações ajudam, mas não substituem acompanhamento:
*️⃣ reduzir estímulos à noite
*️⃣ manter horário fixo para deitar
*️⃣ evitar decisões importantes à noite
*️⃣ desacelerar o corpo (não forçar o sono)

Se a insônia persiste, isso precisa ser reavaliado.
Ajustar tratamento não é fracasso. É cuidado adequado para um cérebro em sofrimento. A fase mista cansa. E dormir, aqui, não é detalhe, é parte central do caminho para estabilizar.

Para muitas pessoas, o Ano Novo vem carregado de expectativa, planos longos e energia alta.Para quem convive com bipolar...
27/12/2025

Para muitas pessoas, o Ano Novo vem carregado de expectativa, planos longos e energia alta.
Para quem convive com bipolaridade, depressão ou ansiedade, a experiência costuma ser diferente. Não porque falte desejo de mudança.
Mas porque o corpo e a mente funcionam de outro jeito. Enquanto alguns entram em clima de euforia, outros entram em modo de cuidado. O foco deixa de ser promessa e passa a ser estabilidade. Dormir melhor. Oscilar menos. Manter uma rotina possível. Evitar excessos que desorganizam o sistema nervoso. Esse início de ano costuma ser mais interno. Menos comparação. Mais observação dos próprios sinais.

Imperfeição, aqui, não significa fracasso. Significa realidade sendo respeitada. Viver com atenção aos limites não é falta de ambição, é estratégia de saúde. O Ano Novo, para essas pessoas, não começa com grandes viradas. Começa com pequenos ajustes que sustentam o ano inteiro.

*️⃣ Seguir com o que é possível hoje já é um começo legítimo.

Nem sempre o cansaço do Natal vem de brigas.Às vezes ele vem do excesso de adaptação. O cérebro entra em modo de autopro...
26/12/2025

Nem sempre o cansaço do Natal vem de brigas.
Às vezes ele vem do excesso de adaptação. O cérebro entra em modo de autoproteção antes mesmo da gente perceber. Ativa memórias antigas, retoma papéis familiares, ensaia respostas, tenta evitar conflitos, críticas e comparações. Tudo isso acontece rápido, silencioso, no corpo.

Por isso você chega bem…
e, pouco tempo depois, já se sente diferente. Não é mudança de humor. É esforço emocional. Ouvir demais, engolir seco, sustentar quem sempre “não dá trabalho”, tentar manter o equilíbrio do grupo. O corpo reconhece esses padrões antes da mente conseguir explicar. E quando surge a vontade de ir embora, quase sempre vem junto a culpa. Mas sair não é frieza.
É autorregulação do sistema nervoso. O cansaço que aparece depois, mesmo com risadas, mesmo sem conflito, é real. O cérebro trabalhou o tempo todo tentando se adaptar emocionalmente.

Reconhecer isso não é fraqueza. É consciência.

📍E talvez esse seja um dos maiores cuidados possíveis nessa época do ano: perceber o que pesa, respeitar limites e não se abandonar tentando caber.

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