Consultório de Psicologia - Octávia Barros

Consultório de Psicologia - Octávia Barros Consultório de Psicologia. Atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Doutora em Saúde Mental IPUB/UFRJ

A proposta desta página é divulgar o serviço de atendimento psicológico a pessoas de todas as idades, que inclui suporte emocional aos familiares. O atendimento psicológico consiste em sessões de Psicoterapia, através de um projeto terapêutico singular (ou seja, cada caso demanda um trabalho específico) a fim de proporcionar novas posturas em relação a si mesmo e aos demais. Com o desenrolar deste

processo, há muitos benefícios, entre eles, o aumento da autoestima, maior capacidade para lidar com os problemas e iniciar novas experiências, melhorar e ampliar o relacionamento interpessoal, desenvolver capacidades e competências, satisfação pessoal.

A gente aprende cedo a se moldar.A ser o que pedem, o que aprovam, o que não assusta. E vai f**ando tão bom nisso que um...
21/04/2026

A gente aprende cedo a se moldar.
A ser o que pedem, o que aprovam, o que não assusta. E vai f**ando tão bom nisso que um dia percebe que não sabe mais muito bem onde termina o que é seu e começa o que é dos outros.
Existe um olhar que carregamos mesmo quando estamos sozinhas. O olhar de quem nos formou, de quem nos avaliou, de quem decidiu — antes que pudéssemos decidir — o que era aceitável sentir, ocupar, querer. Esse olhar vira régua. E a gente passa anos se medindo por ele sem perceber que a régua nunca foi nossa.
O vazio que f**a disso não é ausência. É espaço ainda não habitado por si mesma. E a maioria de nós, em vez de f**ar com ele, corre para preenchê-lo — com aprovação, com desempenho, com a certeza de que está sendo vista.
O caminho que trilho é meu? Ou estou andando no traçado que desenharam para mim?
Essa pergunta já é um começo.
Se algo aqui ficou em você — uma pergunta, um peso, um reconhecimento — talvez valha a pena sentar com isso. Estou em Três Rios e atendo online. 🌿

Existe uma solidão que não aparece nas fotos.Você está em todo lugar — nas conversas, nas reuniões, nos grupos, nas mens...
18/04/2026

Existe uma solidão que não aparece nas fotos.
Você está em todo lugar — nas conversas, nas reuniões, nos grupos, nas mensagens que chegam e saem o tempo todo. E mesmo assim, ao final do dia, há algo que não foi tocado. Uma parte sua que esteve presente em tudo e ausente de si mesma.
Não é ingratidão. Não é falta de amor por quem está ao redor. É a experiência de estar no mundo sem ser verdadeiramente encontrada. De falar muito — e dizer pouco do que importa. De ser vista — sem ser reconhecida.
Essa sensação tem raízes, não é excesso de sensibilidade. É algo que veio de algum lugar — das relações que formaram a gente, dos lugares onde aprendemos que era melhor não ocupar muito espaço, das histórias que carregamos sem saber que carregamos.
Quando a gente para para escutar o que essa solidão está pedindo, o vazio encontra forma, nome, movimento. Não desaparece de vez — mas deixa de ser mudo.
Se algo aqui ficou em você, estou aqui. Atendo em Três Rios e online. 🌿

A gente aprende a amar antes de aprender a encontrar.Aprende a precisar, a esperar, a depositar no outro aquilo que aind...
16/04/2026

A gente aprende a amar antes de aprender a encontrar.

Aprende a precisar, a esperar, a depositar no outro aquilo que ainda não sabe carregar sozinho. E quando o outro não corresponde à imagem que construímos — e ele nunca corresponde, porque essa imagem é nossa, não dele — vem a decepção. Às vezes vem a raiva. Às vezes vem o vazio.

Não porque o amor falhou. Mas porque confundimos amor com fusão, e encontro com salvação.

Existe outra possibilidade.

Quando duas pessoas conseguem estar juntas sem exigir que o outro preencha o que falta em cada uma — quando o desejo de um não sufoca o desejo do outro — alguma coisa leve se instala. Não a ausência de dificuldade, mas a presença de um espaço onde cada um ainda é inteiro.

Se isso é suportável para ambos, já é muito.
Talvez seja o suficiente.

Se esse tema vive em você de alguma forma — em perguntas, em dores, em dúvidas sobre o que sente —, estou aqui. Atendo em Três Rios e online. 🌿

Tem um aperto no peito que não passa com fim de semana.Não é exagero. Não é fraqueza. É o corpo dizendo que algo dentro ...
13/04/2026

Tem um aperto no peito que não passa com fim de semana.
Não é exagero. Não é fraqueza. É o corpo dizendo que algo dentro de você pede atenção — não mais força de vontade, não mais produtividade, não mais esforço para parecer bem.
Há dias em que a gente acorda já cansada. Em que os ciclos se repetem e a sensação é de estar no mesmo lugar, mesmo quando tudo ao redor mudou. Em que o corpo treme antes de uma reunião, o peito aperta sem motivo aparente, a mente não desliga às três da manhã.
Esse sofrimento tem uma história. Não nasceu do nada — veio de algum lugar, carrega alguma coisa, quer dizer algo que ainda não encontrou palavras.
Quando a gente consegue parar e escutar o que esse aperto está pedindo, algo começa a se mover. Não some de uma vez. Mas deixa de pesar sozinho.
Se isso chegou até você, estou aqui. Atendo em Três Rios e online. 🌿

Muitas pessoas chegam à terapia depois de ouvir:“Você precisa fazer terapia.”“Isso é coisa para tratar em análise.”“Todo...
06/03/2026

Muitas pessoas chegam à terapia depois de ouvir:

“Você precisa fazer terapia.”
“Isso é coisa para tratar em análise.”
“Todo mundo faz.”

E, de fato, a terapia pode ser um espaço precioso.

Mas existe uma diferença delicada entre procurar porque sente que precisa
e procurar porque disseram que seria melhor.

Às vezes o movimento nasce de dentro —
de um cansaço que não passa,
de uma repetição que incomoda,
de uma dor que quer ser compreendida.

Outras vezes, nasce do desejo de melhorar, evoluir, se cuidar.

E está tudo bem.

O que faz a terapia funcionar não é a pressão externa.
É o encontro com o próprio desejo de se escutar.

Terapia não é obrigação.
Não é tendência.
Não é comparação.

É um espaço onde você pode, no seu tempo,
descobrir o que realmente quer cuidar.

Se você está pensando em começar, talvez a pergunta não seja
“eu preciso?”

Talvez seja:

“eu estou pronta para me ouvir?”

O mundo moderno nos quer sempre adiante.No próximo prazo.Na próxima meta.Na próxima versão de nós mesmas.Mas… de onde ve...
05/03/2026

O mundo moderno nos quer sempre adiante.
No próximo prazo.
Na próxima meta.
Na próxima versão de nós mesmas.

Mas… de onde vem a força quando o cansaço vira rotina?

Quando o corpo já não acompanha a pressa da mente?

Diante da água que corre, da terra que sustenta, algo muda.
A natureza não acelera.
Ela continua.

E, de repente, lembramos:
não somos máquinas de produtividade.
Somos corpo.
Somos território.
Somos ciclo.

Voltar ao que é ancestral não é fuga.
É reencontro.

É diminuir o ruído externo
para conseguir ouvir o próprio ritmo.

Permita-se desaguar o que pesa.
O descanso não é fraqueza.
É reconexão.
E, às vezes, é exatamente ali que o poder retorna.

🌿 🌿

Tem algo que me inquieta no nosso tempo.As pessoas chegam já tentando se encaixar em um nome.“Eu acho que sou…”“Eu me id...
03/03/2026

Tem algo que me inquieta no nosso tempo.

As pessoas chegam já tentando se encaixar em um nome.

“Eu acho que sou…”
“Eu me identifiquei com…”
“Será que eu tenho…?”

Como se o sofrimento precisasse de um diagnóstico para ser válido.

Como se a dor só pudesse existir depois de virar sigla.

Mas escute com cuidado:

Você não é um código.
Não é um CID.
Não é um recorte de manual.

Diagnóstico é ferramenta clínica.
É orientação técnica.
É cuidado estruturado.

Mas não é identidade.

Existe uma diferença profunda entre organizar o sofrimento
e reduzir alguém a ele.

Nem todo cansaço é transtorno.
Nem toda angústia é patologia.
Nem toda intensidade precisa ser medicada.

Às vezes, o que você tem não é um transtorno.
É excesso de exigência.
É história não elaborada.
É mundo demais dentro de um corpo só.

Antes de perguntar “qual é o meu diagnóstico?”
talvez a pergunta seja:

“O que está tentando ser escutado em mim?”

Porque escuta não rotula.
Escuta sustenta.

O domingo tem uma qualidade diferente.Ele desacelera o corpo.Mas, às vezes, acelera os pensamentos.É no domingo que muit...
01/03/2026

O domingo tem uma qualidade diferente.

Ele desacelera o corpo.
Mas, às vezes, acelera os pensamentos.

É no domingo que muita gente sente o que evitou a semana inteira.
O cansaço.
A solidão.
A dúvida.
A insatisfação que ficou adiada entre tarefas.

Sem o barulho da rotina, o que foi empurrado começa a aparecer.

E isso não é fraqueza.

É silêncio suficiente para escutar.

Nem todo incômodo de domingo é “ansiedade da segunda-feira”.
Às vezes é um sinal.
Um pedido de mudança.
Ou apenas um convite para olhar com mais honestidade para si.
Sem performance.
Sem produtividade emocional.
Sem obrigação de resolver a própria vida até amanhã.

Domingo não precisa ser produtivo.
Pode ser verdadeiro.

Por aqui, o modo "professora" já está ativado. Estou revisando os cronogramas e selecionando as melhores referências tan...
29/01/2026

Por aqui, o modo "professora" já está ativado. Estou revisando os cronogramas e selecionando as melhores referências tanto para as minhas turmas da graduação quanto para o nosso Clube de Prática Clínica, que estreia agora em fevereiro.

A gente ensina, mas nunca para de estudar. Afinal, a psicologia exige movimento constante.

Ansiosa para compartilhar tudo o que estou preparando para vocês. Quem aqui também volta à rotina de estudos mês que vem? 👇

28/01/2026
🌺✨ Escola de Mulheres: Cuidado, Criação e Corpo ✨🌺Você sente que carrega o mundo nas costas? Já se perguntou onde f**a o...
16/05/2025

🌺✨ Escola de Mulheres: Cuidado, Criação e Corpo ✨🌺

Você sente que carrega o mundo nas costas? Já se perguntou onde f**a o seu desejo no meio de tantas cobranças?
A Escola de Mulheres nasce como um espaço de pausa, escuta e transformação. Um lugar para respirar, refletir, criar e se fortalecer junto de outras mulheres.

São encontros quinzenais aos sábados, pensados com carinho, sensibilidade e escuta atenta. A cada módulo, mergulhamos em temas que atravessam nossas vidas: sobrecarga, maternidade, trabalho, afetos, raízes, autonomia.

Aqui, a partilha é cura.
O cuidado é político.
E o corpo é linguagem.

🌿 Encontros com roda de conversa, escrita, expressão simbólica, arteterapia e muito afeto.
💬 Facilitado por duas psicólogas comprometidas com o cuidado sensível e interseccional.
📍 Presencial, em Três Rios (RJ)

📆 Início do próximo módulo: 14 de junho!
📲 Vagas limitadas – informações e inscrições no direct ou pelos contatos abaixo.

💌 Traga sua história. Traga uma amiga. Traga você.
Vamos juntas?

Endereço

Rua Maestro Costa Barros, 39 Sala 302/Centro
Três Rios, RJ
25805090

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