Dra. Andréia Santos - Psiquiatra

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Embora muitas vezes sejam usados como sinônimos no senso comum, narcisista e psicopata não são a mesma coisa. Ambos pode...
05/01/2026

Embora muitas vezes sejam usados como sinônimos no senso comum, narcisista e psicopata não são a mesma coisa. Ambos podem apresentar comportamentos difíceis no convívio social, mas têm motivações e padrões emocionais diferentes.

O narcisista é movido pela necessidade constante de admiração e validação. Ele constrói uma autoimagem grandiosa, tem dificuldade em lidar com críticas e costuma se colocar no centro de tudo. Pode até demonstrar empatia em alguns momentos, mas geralmente ela é limitada e condicionada ao próprio interesse. Quando se sente contrariado ou ignorado, reage com irritação, vitimização ou desprezo.

O psicopata, por outro lado, apresenta um padrão mais profundo de ausência de empatia, culpa e remorso. Suas relações tendem a ser frias e utilitárias: as pessoas são vistas como meios para um fim. Diferente do narcisista, o psicopata não precisa ser admirado — ele quer controle, vantagem e poder. Pode ser extremamente manipulador, mentir com facilidade e agir sem considerar consequências morais ou emocionais.

Os benzodiazepínicos são medicamentos amplamente utilizados para o tratamento de ansiedade, insônia, crises de pânico e ...
02/01/2026

Os benzodiazepínicos são medicamentos amplamente utilizados para o tratamento de ansiedade, insônia, crises de pânico e outras condições, por sua ação calmante e ansiolítica no sistema nervoso central. Quando bem indicados, podem trazer alívio importante dos sintomas, especialmente em fases agudas.

No entanto, o uso prolongado desses medicamentos envolve riscos relevantes. Com o tempo, o organismo pode desenvolver tolerância, exigindo doses maiores para o mesmo efeito, além do risco de dependência física e psicológica. A interrupção sem orientação pode causar sintomas de abstinência, como insônia intensa, irritabilidade, tremores e ansiedade exacerbada.

Por isso, o uso de benzodiazepínicos deve sempre ocorrer com acompanhamento médico, respeitando dose, tempo de tratamento e estratégia adequada de redução quando necessário. Avaliação regular, alternativas terapêuticas e acompanhamento individualizado são fundamentais para garantir segurança, eficácia e cuidado com a saúde mental a longo prazo.

Feliz Ano Novo! Que este seja um tempo de recomeço, com espaço para escrever uma nova história, guiada pela positividade...
31/12/2025

Feliz Ano Novo! Que este seja um tempo de recomeço, com espaço para escrever uma nova história, guiada pela positividade, pela esperança e por escolhas que tragam crescimento e paz.

Burnout é um estado de esgotamento emocional, mental e físico provocado pela exposição contínua a excesso de demandas, p...
29/12/2025

Burnout é um estado de esgotamento emocional, mental e físico provocado pela exposição contínua a excesso de demandas, pressão e responsabilidade, especialmente no trabalho. Ele não surge de um dia para o outro, mas se instala aos poucos, quando o corpo e a mente são levados além do que conseguem sustentar. Cansaço constante, irritabilidade, queda de desempenho, dificuldade de concentração e sensação de vazio são sinais frequentes desse quadro.

É importante deixar claro: burnout não é fraqueza. Ele é o resultado de limites ultrapassados, muitas vezes em ambientes que normalizam a sobrecarga e silenciam o sofrimento. Reconhecer o problema, buscar ajuda e repensar rotinas não é desistir — é um passo necessário para preservar a saúde e recuperar o equilíbrio.

As mulheres adoecem mentalmente mais do que os homens por uma combinação complexa de fatores biológicos, genéticos, soci...
26/12/2025

As mulheres adoecem mentalmente mais do que os homens por uma combinação complexa de fatores biológicos, genéticos, sociais e culturais, que atuam de forma simultânea e acumulativa ao longo da vida. Do ponto de vista biológico, oscilações hormonais ligadas ao ciclo menstrual, gravidez, puerpério e menopausa influenciam diretamente neurotransmissores associados ao humor, como serotonina e dopamina. Além disso, há uma predisposição genética maior para transtornos como depressão e ansiedade, o que aumenta a vulnerabilidade feminina quando esses fatores biológicos encontram ambientes adversos.

No entanto, o peso maior está nas questões sociais e na sobrecarga estrutural imposta às mulheres. Desde cedo, elas são ensinadas a cuidar, ceder, sustentar relações e assumir múltiplos papéis — profissional, mãe, esposa, filha, cuidadora emocional da família — muitas vezes sem rede de apoio e sem reconhecimento.

A cobrança para “dar conta de tudo”, aliada à desigualdade salarial, à dupla ou tripla jornada, à violência doméstica, ao assédio e às expectativas irreais sobre corpo, maternidade e sucesso, cria um estado constante de estresse crônico. Esse acúmulo silencioso de responsabilidades e pressões, frequentemente naturalizado pela sociedade, mina a saúde mental e explica por que tantas mulheres adoecem, não por fragilidade, mas por excesso de carga emocional e falta de suporte real.

Um feliz Natal! Muita paz, harmonia e amor para você e sua família! Que o nascimento de Jesus inspire momentos felizes p...
24/12/2025

Um feliz Natal! Muita paz, harmonia e amor para você e sua família! Que o nascimento de Jesus inspire momentos felizes para todos que te rodeiam.

Parcialmente falso. A psicopatia não surge de uma única causa nem pode ser explicada apenas pelo nascimento. Estudos ind...
22/12/2025

Parcialmente falso. A psicopatia não surge de uma única causa nem pode ser explicada apenas pelo nascimento. Estudos indicam que existem fatores biológicos e genéticos que podem predispor uma pessoa a traços psicopáticos, como alterações em áreas do cérebro ligadas à empatia, ao controle emocional e à tomada de decisões. No entanto, isso não determina sozinho o desenvolvimento do transtorno.

O ambiente tem papel fundamental. Experiências precoces, como negligência, abuso, violência, vínculos afetivos frágeis e ausência de limites, podem influenciar fortemente a forma como esses traços se manifestam ao longo da vida. Ou seja, ninguém “nasce pronto” psicopata: há uma interação complexa entre predisposição biológica e contexto social. Entender isso é essencial para evitar rótulos simplistas e ampliar o debate sobre prevenção, diagnóstico e acompanhamento adequado.

A disfunção sexual pode ocorrer durante o uso de antidepressivos e inclui redução da libido, dificuldade de excitação, a...
19/12/2025

A disfunção sexual pode ocorrer durante o uso de antidepressivos e inclui redução da libido, dificuldade de excitação, atraso ou ausência do orgasmo e alterações na ereção ou lubrificação. Isso não é “frescura” nem apenas psicológico: há mecanismos biológicos bem estabelecidos, especialmente com medicamentos que atuam na serotonina, que podem interferir nas vias do desejo e da resposta sexual. Além disso, a própria depressão e a ansiedade já afetam a sexualidade, o que exige uma avaliação cuidadosa para entender o que é efeito do transtorno e o que é efeito do medicamento.

O principal mito é achar que não há solução ou que é preciso interromper o tratamento por conta própria. Na prática psiquiátrica, existem estratégias seguras e individualizadas, como ajustes de dose, troca gradual de medicação, associações terapêuticas e abordagem de fatores associados (sono, hormônios, estresse, relacionamento). Falar sobre o tema abertamente é essencial: o objetivo do tratamento é melhorar a saúde mental sem abrir mão da qualidade de vida, incluindo a vida sexual.

A insônia vai muito além da dificuldade para dormir. Ela é um sinal de que o corpo e, principalmente, a mente não estão ...
17/12/2025

A insônia vai muito além da dificuldade para dormir. Ela é um sinal de que o corpo e, principalmente, a mente não estão conseguindo descansar como deveriam. Durante o sono, o cérebro organiza pensamentos, consolida memórias, regula emoções e restaura o equilíbrio do organismo. Quando esse descanso é interrompido ou insuficiente, o corpo segue funcionando, mas em estado de alerta constante, o que compromete a saúde física e emocional.

Ansiedade, depressão e estresse estão entre as principais causas da insônia. Pensamentos acelerados, preocupações excessivas, sensação de angústia ou esgotamento mental impedem que a mente desacelere no momento de dormir. Com o tempo, esse ciclo se intensifica: a falta de sono piora o humor, reduz a concentração, aumenta a irritabilidade e potencializa sintomas emocionais, criando um círculo difícil de romper.

Dormir bem não é um luxo, é uma necessidade biológica. Respeitar o descanso da mente é essencial para preservar a saúde, a clareza emocional e a qualidade de vida. Quando a insônia se torna frequente, é fundamental olhar para além do sono em si e buscar compreender o que o corpo e a mente estão tentando sinalizar. Cuidar da saúde mental também é cuidar do sono — e, consequentemente, de todo o organismo.

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é uma condição de saúde mental que pode surgir após a vivência de situaçõ...
15/12/2025

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é uma condição de saúde mental que pode surgir após a vivência de situações traumáticas, como acidentes graves, violência, perdas intensas ou eventos que colocam a vida em risco. Ele não se resume a “lembranças ruins”: o TEPT pode causar revivescências do trauma, pesadelos, ansiedade constante, irritabilidade, dificuldade para dormir, hipervigilância e evitamento de situações que lembram o ocorrido. Esses sintomas afetam o trabalho, os relacionamentos e a qualidade de vida, muitas vezes de forma silenciosa.

A boa notícia é que o estresse pós-traumático tem tratamento. Com acompanhamento profissional adequado, que pode incluir psicoterapia e, em alguns casos, medicação, é possível reduzir os sintomas, retomar o equilíbrio emocional e reconstruir a rotina com mais segurança e bem-estar. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas um passo importante para cuidar da saúde mental e voltar a viver com mais tranquilidade.

O Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM) é uma condição de saúde mental ligada ao ciclo menstrual e vai muito além da...
12/12/2025

O Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM) é uma condição de saúde mental ligada ao ciclo menstrual e vai muito além da tensão pré-menstrual comum. Ele se manifesta, geralmente, na fase que antecede a menstruação e provoca sintomas emocionais intensos, como irritabilidade acentuada, tristeza profunda, ansiedade, sensação de descontrole emocional, alterações de humor bruscas e, em alguns casos, pensamentos negativos persistentes. Esses sinais costumam desaparecer poucos dias após o início do fluxo menstrual, mas, enquanto estão presentes, podem impactar de forma significativa a rotina, os relacionamentos e a qualidade de vida.

Diferente da TPM, o TDPM exige atenção clínica. O diagnóstico é feito com base na observação dos sintomas ao longo de alguns ciclos e o tratamento pode envolver acompanhamento psiquiátrico e ginecológico, uso de medicação, psicoterapia e ajustes no estilo de vida. Reconhecer que esses sintomas não são “exagero” ou “fraqueza” é fundamental. O TDPM é uma condição real, tratável, e buscar ajuda é o primeiro passo para retomar o equilíbrio emocional e o bem-estar.

A ansiedade nem sempre se apresenta da forma mais óbvia — como crises intensas, palpitações ou falta de ar. Em muitos ca...
10/12/2025

A ansiedade nem sempre se apresenta da forma mais óbvia — como crises intensas, palpitações ou falta de ar. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira silenciosa, discreta e constante, escondida nos pequenos sinais do dia a dia. Insônia frequente, dificuldade em relaxar após um dia comum, cansaço que não passa, dores de cabeça recorrentes, irritabilidade sem explicação e tensão muscular podem ser alertas do corpo de que algo não está bem.

Como um visitante silencioso, a ansiedade se infiltra na rotina e, quando não identificada, pode comprometer a qualidade de vida, o sono, o humor e o rendimento no trabalho ou nos estudos. Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para buscar ajuda, compreender as causas e encontrar estratégias para cuidar da mente com a mesma atenção que damos ao corpo. Falar sobre saúde emocional é fundamental — e pedir apoio não é fraqueza, é maturidade e autocuidado.

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