14/04/2026
Quem disse que não dá pra surfar de veleiro monotipo?
Neste domingo, no dia máximo da maré de sizígia, resolvemos apimentar a velejada aproveitando para surfar as ondas que estavam quebrando no parcel da baía do Itaguá.
A aventura começou já na saída, para atravessar a arrebentação, mesmo antes de conseguirmos subir no veleiro. As ondam batiam tanto no meio na baía, como no raso.
O vento estava fraco, e precisávamos de mais velocidade para pegar a onda. Então foram várias tentativas fustradas até consguirmos. Afinal, o veleiro não tem remo como um caiaque, nem conseguimos remar com os braços, como numa prancha de surf. Como todo veleiro, precisamos do Vento, que é o Combustível Propoulsor de nossa embarcação.
Depois é a técnica... buscar o momento certo para colocar a popa (parte de trás do veleiro) olhando para onda, manter o rumo perpendicular, levantar bolina (uma peça que f**a pra baixo do veleiro para evitar que o veleiro ande de lado) e jogar com o peso do corpo para lentar a proa (parte da frente do veleiro) ou neutralizar.
Por fim, conseguimos chegar numa onda até a areia. Foi muito divertido!!!
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