04/02/2026
Há partos que não cabem em uma foto.
Há nascimentos que atravessam o corpo, a alma, o tempo.
Estive com Jéssica e Geovane na espera de Malik, sustentando o processo, respeitando os ritmos, escutando o que o corpo dizia — e também o que ele já não conseguia mais dizer.
O caminho precisou mudar, e mudar também é um ato de coragem.
Nem todo parto termina onde começou,
mas todo parto pode ser vivido com presença, cuidado e verdade.
Malik chegou.
Jaya ganhou um irmão.
Uma família se transformou.
E eu sigo acreditando:
partejar é estar junto — seja qual for a forma de nascer. 🤍 Com respeito aos processos, sempre.