Dr. Carlos Magno

Dr. Carlos Magno O Dr. Carlos Magno é cirurgião geral e cirurgião do aparelho digestivo, com enfoque no tratamento.

O Dr. Carlos Magno é cirurgião geral e cirurgião do aparelho digestivo, com enfoque no tratamento clínico e cirúrgico dessas doenças. Além disso, é capacitado para a realização de cirurgia bariátrica e metabólica, de endoscopia digestiva alta. O Dr. Carlos Magno possui formação médica pela FACIPLAC em 2012, com atuação em atendimento pré-hospitalar, emergencista e em unidade de terapia intensiva d

e 2012 até 2019. Possui Residência em Cirurgia Geral pela Santa Casa de Rio Grande de 2019 até 2021, Residência de Cirurgia do Aparelho Digestivo pelo Hospital Geral de Goiânia de 2021 até 2023 (finalização em fevereiro/2023), enfatizando tratamentos cirúrgicos das doenças do aparelho digestivo, Cirurgia Bariátrica e Endoscopia Digestiva Alta.

Obesidade grave não tratada pode reduzir a expectativa de vida em até 10 anos. Não é exagero. É o que os estudos mostram...
14/04/2026

Obesidade grave não tratada pode reduzir a expectativa de vida em até 10 anos. Não é exagero. É o que os estudos mostram.

Ela aumenta em até 7 vezes o risco de diabetes tipo 2, dobra o risco de doenças cardiovasculares e está associada a pelo menos 13 tipos de câncer.

Cada ano sem tratamento é um ano em que o organismo acumula dano silencioso no coração, nos rins, no fígado e nas articulações.

Tratar a obesidade não é estética. É uma decisão que protege anos de vida com qualidade. E quanto antes essa decisão é tomada, maior o impacto.

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre pacientes que estão considerando a cirurgia bariátrica ou iniciando um tratamen...
10/04/2026

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre pacientes que estão considerando a cirurgia bariátrica ou iniciando um tratamento para obesidade. E merece uma resposta honesta.

A pele é um órgão elástico, mas tem um limite. Quando o peso é acumulado ao longo de anos, as fibras de colágeno e elastina se estiram progressivamente. Quando a perda de peso acontece de forma rápida e significativa, a pele não consegue se retrair no mesmo ritmo, gerando o excesso de pele, especialmente em abdômen, braços, coxas e mamas.

Alguns fatores influenciam diretamente esse processo: idade, genética, quantidade de peso perdido, tempo em que o paciente ficou com obesidade e qualidade do acompanhamento nutricional durante o emagrecimento.

Perda de peso gradual, ingestão adequada de proteína, hidratação e acompanhamento médico contínuo ajudam a minimizar esse efeito. Em casos mais significativos, procedimentos cirúrgicos de remoção do excesso de pele podem ser necessários após a estabilização do peso.

O excesso de pele não deve ser motivo para evitar o tratamento. É uma consequência manejável de uma transformação que salva vidas.

A balança é um dado. Não é o único e muitas vezes não é o mais importante.Quando acompanho um paciente em tratamento clí...
09/04/2026

A balança é um dado. Não é o único e muitas vezes não é o mais importante.

Quando acompanho um paciente em tratamento clínico para obesidade, o que avalio vai muito além do peso. Pressão arterial controlada, glicemia estabilizada, colesterol melhorado, disposição recuperada, sono de qualidade e dor articular reduzida são resultados reais que aparecem antes mesmo de o peso atingir a meta.

Pacientes que focam apenas no número da balança tendem a se frustrar mais, abandonar o tratamento antes do tempo e ignorar conquistas clínicas significativas que estão acontecendo por dentro.

Perder 10% do peso corporal com acompanhamento médico já reduz significativamente o risco cardiovascular, melhora marcadores inflamatórios e transforma a qualidade de vida do paciente.

O corpo muda antes da balança mostrar. E reconhecer esse progresso faz parte do tratamento.

Se você sente cansaço constante, inchaço sem explicação e não consegue emagrecer mesmo fazendo esforço, seu corpo pode e...
07/04/2026

Se você sente cansaço constante, inchaço sem explicação e não consegue emagrecer mesmo fazendo esforço, seu corpo pode estar mandando um sinal que precisa ser investigado.

A inflamação crônica de baixo grau é silenciosa, não dói e não aparece nos exames convencionais. Mas ela interfere diretamente no metabolismo, dificulta a queima de gordura, altera hormônios relacionados à fome e à saciedade e compromete a disposição no dia a dia.

A obesidade é uma das principais causas dessa inflamação. E enquanto ela não for tratada, qualquer tentativa de emagrecer encontra resistência do próprio organismo.

Esses sintomas não são frescura. São sinais de que algo precisa ser investigado e tratado com seriedade. Se você se identifica com esse quadro, agende uma consulta.

É um sinal de que o corpo precisa de ajuda médica de verdade.Esse paciente não precisa comer menos. Precisa de avaliação...
01/04/2026

É um sinal de que o corpo precisa de ajuda médica de verdade.

Esse paciente não precisa comer menos.

Precisa de avaliação clínica aprofundada, investigação hormonal e metabólica e um protocolo construído para reverter essa adaptação.

Comer pouco e não emagrecer não é frescura.

Isso é o que me move: devolver ao paciente o que a doença tirou.
31/03/2026

Isso é o que me move: devolver ao paciente o que a doença tirou.

25/03/2026

Toda vez que alguém diz que bariátrica é o caminho fácil, eu penso nos meus pacientes.

Penso em quem passou semanas em dieta líquida antes da cirurgia. Em quem enfrentou náusea, vômito e intolerância alimentar nos primeiros meses. Em quem precisou reaprender a comer do zero, uma colher de cada vez.

Penso em quem foi ao psicólogo para entender a relação com a comida. Em quem tomou suplemento todo dia e fez exame todo mês. Em quem precisou lidar com a transformação do corpo sem estar emocionalmente preparado para ela.

Bariátrica é uma cirurgia séria, seguida de um processo ainda mais sério. O paciente que obtém resultado é aquele que enfrenta esse processo com comprometimento, acompanhamento e muita coragem.

Fácil é julgar de fora. Difícil é transformar a própria vida de dentro para fora.

Nem todo paciente responde ao tratamento clínico da mesma forma. E quando isso acontece, não significa falha do paciente...
24/03/2026

Nem todo paciente responde ao tratamento clínico da mesma forma. E quando isso acontece, não significa falha do paciente. Significa que o tratamento precisa evoluir.

Quando mesmo com medicação adequada, acompanhamento nutricional e mudança de hábitos o resultado não é suficiente, esse é um sinal clínico importante. É nesse momento que a cirurgia bariátrica entra como próximo passo dentro de um protocolo estruturado.

A decisão não é tomada por impulso nem por pressão. É baseada em critérios clínicos, histórico do paciente, exames e uma conversa honesta sobre expectativas e riscos.

Meu papel como cirurgião é garantir que cada paciente receba a conduta certa, no momento certo. Às vezes essa conduta é clínica.

Às vezes é cirúrgica. O que realmente importa, é o compromisso com o resultado.

Protocolo clínico é diferente. Ele começa por uma avaliação completa do paciente e define condutas individualizadas, que...
19/03/2026

Protocolo clínico é diferente. Ele começa por uma avaliação completa do paciente e define condutas individualizadas, que podem incluir medicação, acompanhamento nutricional e suporte psicológico.

Obesidade é uma doença crônica. Exige tratamento contínuo, não solução pontual. Se você já tentou emagrecer várias vezes sem resultado duradouro, talvez o que faltou foi um protocolo de verdade.

Tem gente que precisa de cirurgia bariátrica e não faz por causa de informação errada. Vou desfazer os principais mitos....
18/03/2026

Tem gente que precisa de cirurgia bariátrica e não faz por causa de informação errada. Vou desfazer os principais mitos.

Bariátrica é perigosa? Quando bem indicada e realizada por equipe experiente, o risco cirúrgico é menor do que o risco de continuar com obesidade grave sem tratamento.

É o caminho fácil? Não existe nada de fácil em mudar a relação com a alimentação, passar por uma cirurgia e manter acompanhamento por anos.

Nunca mais pode comer normal? Após o período de adaptação, o paciente volta a se alimentar de forma variada. O que muda é a quantidade e a qualidade.

Só funciona para quem tem muito peso? A indicação não é baseada apenas no peso. É baseada no IMC, nas doenças associadas e no histórico clínico do paciente.

Mito não trata doença. Informação correta, sim. Se você tem dúvidas sobre a bariátrica, agende uma consulta.

Remédio para emagrecer funciona. Mas sozinho, sem acompanhamento, ele resolve muito menos do que você imagina.Os medicam...
17/03/2026

Remédio para emagrecer funciona. Mas sozinho, sem acompanhamento, ele resolve muito menos do que você imagina.

Os medicamentos para obesidade atuam reduzindo o apetite, aumentando a saciedade ou regulando hormônios relacionados ao peso. E fazem isso bem, quando bem indicados e monitorados.

O problema é o que acontece sem acompanhamento médico. O paciente emagrece enquanto toma, para de tomar, volta a sentir fome, volta aos hábitos anteriores e recupera o peso. Às vezes mais do que perdeu.

Medicamento é parte de um tratamento. Não é o tratamento inteiro.

Quando ele vem acompanhado de avaliação clínica e mudança de hábito, os resultados são completamente diferentes e muito mais duradouros.

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