22/04/2026
Na psicanálise, a transferência não é um detalhe do processo — ela é parte central do trabalho.
Ela aparece quando o paciente passa a supor que o analista sabe algo sobre ele. Não um saber pronto, mas um saber sobre aquilo que ainda não foi dito, compreendido ou elaborado.
É essa suposição que faz a fala acontecer de outra forma.
Você já deve ter percebido: dependendo de quem escuta, você fala diferente. Algumas coisas aparecem, outras não. Certos padrões se repetem.
Na análise, isso não é por acaso.
A transferência coloca em cena a forma como você se relaciona, deseja e se posiciona. E é a partir disso que algo pode, de fato, se transformar.
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Dr. Luciano Rateke
Psiquiatria e psicanálise
RQE 122134
Membro sócio da sociedade de psicanálise internacional APOLa (Apertura para Otro Lacan)