Juliana Formigari Ψ Psicóloga e Psicanalista Clínica

Juliana Formigari Ψ Psicóloga e Psicanalista Clínica Auto Conhecimento - Compreensão - Aprendizado - Potencial Individual - Transformação

👩‍⚕️Psicóloga | Psicanalista (Adultos e Crianças)
📍Atendimento Presencial | Online 🌎
Ψ Supervisão | Mentoria
👩‍🏫 Docente em Psicanálise
🎤Palestrante
🏭Consultoria Corporativa

29/01/2026

Nem sempre o caminho certo é o mais cheio.
Às vezes, ele é apenas o que sobra quando tu decides não te trair.

Enquanto muitos seguem juntos, há quem fique.
Não por orgulho.
Por coerência interna.

Na vida, e não só na teoria, aprendemos cedo que pertencer acalma.
Mas quase ninguém fala do preço.
Do quanto, aos poucos, a gente se ajusta, se cala, se dobra, só para não andar só.

O sintoma nem sempre nasce do excesso de dor.
Às vezes, nasce da repetição de escolhas que não nos representam mais.

Há caminhos que parecem seguros porque são coletivos.
Mas que, internamente, geram ruído, ansiedade, cansaço sem nome.
Não é solidão.
É desencontro consigo.

Crescer exige suportar esse intervalo estranho: quando tu já não cabes onde estava, mas ainda não sabes exatamente onde pertences.

Seguir sozinho, em certos momentos, é só um gesto de honestidade psíquica.
Uma recusa silenciosa ao automatismo.
Um jeito de preservar algo que, se perdido, cobra caro depois.

Talvez o maior desafio não seja caminhar só, mas sustentar quem tu és quando não há testemunhas.

O que em ti está pedindo fidelidade, mesmo sem aprovação externa?

Juliana Formigari
Psicóloga | Psicanalista
CRP 06/213192





Hoje, vida.
24/01/2026

Hoje, vida.

31/12/2025

🔥😌✨

29/12/2025

✈️😌

28/12/2025
❤️💚🤍
28/12/2025

❤️💚🤍

Noite Especial de Natal ✨
25/12/2025

Noite Especial de Natal ✨

23/12/2025

Modo recesso ativado 😌
Aqui a psicóloga descansa, e os pacientes seguem protegidos.





20/12/2025

mode: off. 🫶

20/12/2025

Nem todo relacionamento adoecido se reconhece de imediato.

Quase nunca começa de forma brusca.
Começa no detalhe: no comentário que desorganiza, na ironia recorrente, na necessidade de se explicar o tempo todo, no cuidado que, aos poucos, vira controle.

Quando uma mulher fala publicamente sobre um relacionamento abusivo, não é apenas um relato individual. É um recorte de algo que se repete em silêncio no cotidiano de muitas relações.
A ciência chama de violência psicológica, a forma mais frequente e, ao mesmo tempo, a mais difícil de identif**ar.

Pesquisas indicam que a violência emocional é o tipo mais prevalente nos relacionamentos íntimos, especialmente contra mulheres, e está fortemente associada a ansiedade, depressão, confusão emocional e perda de autonomia. Não porque o outro “bate”, mas porque corrói.

Na prática clínica e na vida, o que aparece não é um vilão evidente.
É a relação que deixa de ser lugar de descanso e passa a exigir vigilância.
É quando o afeto vem acompanhado de medo, culpa ou esvaziamento.
Quando amar começa a pedir que alguém se diminua para caber.

Relacionamentos saudáveis ampliam.
Os abusivos estreitam.

Talvez este texto não fale apenas sobre ela.
Talvez fale daquela sensação difícil de explicar, mas fácil de reconhecer, de quando algo está errado, mesmo sem saber exatamente o quê.

👉 Tu já sentiu que, para manter uma relação, precisou deixar partes de si para trás?

Juliana Formigari
Psicóloga | Psicanalista
CRP 06/213192





Entre encontros, escutas e presenças.Hoje foi dia de confraternizar aquilo que se construiu ao longo das sextas-feiras, ...
19/12/2025

Entre encontros, escutas e presenças.
Hoje foi dia de confraternizar aquilo que se construiu ao longo das sextas-feiras, com quem pôde estar e com quem também fez parte do caminho, mesmo fora da foto. 🫶





19/12/2025

Nem tudo o que te aconteceu foi escolha tua.
Mas o que tu fazes com isso, hoje, é.

A dor marca.
Algumas vivências nos deixam mais defensivos, mais duros, mais reativos.
Não por fraqueza, mas como forma de sobreviver.

O problema começa quando a ferida vira identidade.
Quando, sem perceber, passamos a tratar o mundo a partir daquilo que nos feriu.
Aí a dor não f**a no passado.
Ela se repete.

Na clínica, isso aparece como repetição psíquica: não do fato em si, mas da posição que o sujeito ocupa diante dele.
O mesmo afastamento, a mesma desconfiança, o mesmo tom.
Como se o outro tivesse que pagar uma conta antiga.

Pessoas feridas tendem a ferir.
Não por maldade, mas por identif**ação com a própria dor.
Já quem elabora não precisa transformar o outro em campo de batalha.
A dor, quando atravessada, aprofunda, não endurece.

Carl Jung sintetizou bem: não somos o que fizeram de nós, somos o que escolhemos nos tornar a partir disso.

A maturidade emocional não se revela no discurso, mas na forma como alguém trata quem frustrou, quem falhou, quem decepcionou.
Ali se vê o nível de elaboração.
Ou de repetição.

A vida inevitavelmente nos apresenta seus “Judas”.
Mas nem toda traição precisa nos transformar em algo que não somos.
Entre reagir e escolher, existe um espaço.
E é ali que o sujeito aparece.

O que as tuas experiências estão te ensinando a repetir…
e o que tu ainda escolhes elaborar?

Juliana Formigari
Psicóloga | Psicanalista
CRP 06/213192





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📍Rua Luiz Spiandorelli Neto, Nº 60/Paiquerê/Edifício Paineira/Sala 606/Condomínio: Vértice
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