Psicóloga Carmen Ferretti

Psicóloga Carmen Ferretti Tratamentos em geral para transtormos mentais e emocionais; dependência química; Orientação familiar

Além da psicoterapia realizo: Tratamento para tabagismo e alcoolismo; Prevenção ao uso indevido de dr**as em geral para escolas, empresas, grupos; Reeducação alimentar (aspectos comportamentais e mudanças de hábitos).

Maio chegou e com ele um convite: olhar para os vínculos da sua vida sem medo.Porque a verdade é que nem toda relação qu...
03/05/2026

Maio chegou e com ele um convite: olhar para os vínculos da sua vida sem medo.

Porque a verdade é que nem toda relação que aperta é um abraço. E nem toda distância é abandono.

Este mês vamos juntos aprender a reconhecer:

🌿 Vínculos que curam → te sustentam, te acolhem, te permitem ser imperfeito.

⚠️ Vínculos que adoecem → te diminuem, te esgotam, te fazem duvidar de si mesmo.

Diferente do que vimos no mês de fevereiro, quando falamos sobre limites e dependência emocional, agora vamos focar no que cura, no que segura, e em como as emoções que regulamos em abril transformam nossas relações.

💬 Você já parou para pensar: essa relação me fortalece ou me esgota?

Salva esse post para voltar aqui durante o mês. E me conta nos comentários: qual vínculo você quer olhar com mais carinho em maio? ❤️‍🩹

🔗 Link na bio para agendar atendimento.

Um mês inteiro dedicado a olhar para o que, muitas vezes, a gente aprendeu a esconder.Foram dias falando sobre o peso da...
30/04/2026

Um mês inteiro dedicado a olhar para o que, muitas vezes, a gente aprendeu a esconder.

Foram dias falando sobre o peso da raiva, o silêncio da tristeza, o aperto do medo, a ferida da vergonha, o incômodo da culpa. Sobre a dificuldade de dar nome ao que aperta o peito. Sobre as feridas que o corpo guarda quando a mente não consegue processar.

Não foram conversas fáceis. Mas foram verdadeiras.

Se você esteve aqui, mesmo que de passagem, saiba: você já deu um passo importante. O primeiro passo para sair do automático e começar a escutar os sinais que suas emoções tentam enviar.

O principal que f**a de abril é uma permissão:
Você não precisa lutar contra o que sente. Não precisa se livrar das emoções difíceis. Elas não são inimigas. São, na verdade, mensageiras.

Aos poucos, com prática e acolhimento, você pode aprender a escutá-las, sem medo, sem vergonha, sem culpa!

Agradeço por cada minuto da sua atenção neste mês.
Sua presença aqui faz diferença.

Maio vem com novos caminhos.
E eu sigo aqui, neste espaço, para acompanhar você.

💛 Até lá. Cuide-se.

📲 Manda este post para alguém que também precisava ouvir que sentir não é fraqueza.

💾 Salva para lembrar nos dias que as emoções apertarem.

Durante este mês de abril, a gente conversou sobre:* Emoções difíceis não serem defeitos e sim sinais* A dificuldade de ...
28/04/2026

Durante este mês de abril, a gente conversou sobre:
* Emoções difíceis não serem defeitos e sim sinais
* A dificuldade de nomear o que se sente
* A diferença entre vergonha e culpa
* A raiva como guardiã de limites
* Ferramentas de regulação: respiração, grounding, pausa
* E como o corpo guarda o que a mente tenta evitar

Talvez, ao longo desses dias, você tenha se reconhecido em algum lugar. Sentiu que algumas dessas dores ou dificuldades também são suas.

E talvez tenha pensado: "o que eu faço com isso agora?"

A psicoterapia pode ser esse lugar.
Não porque você esteja "quebrado" ou "em crise". Mas porque aprender a sentir, de verdade, sem medo, sem vergonha é um processo. E a gente não aprende sozinho.

Na terapia, você encontra:
* Um espaço para falar o que não se diz em nenhum outro lugar
* Alguém que não vai te julgar pelo que sente
* Ferramentas para entender seus padrões e escolher respostas, não só reagir
* Aos poucos, uma relação mais gentil com as suas emoções

Abril foi um convite para olhar para dentro.
Maio pode ser o próximo passo.

💛 Se você sente que está na hora de ter um espaço como esse, meu contato está no link da Bio.

📲 Compartilha com alguém que também pode estar precisando desse lembrete.

💾 Salva este post para voltar aqui quando se sentir pronto(a).

Você já sentiu aquela dor de cabeça que não tem causa física? Aquele nó na garganta que aparece em situações difíceis? A...
24/04/2026

Você já sentiu aquela dor de cabeça que não tem causa física? Aquele nó na garganta que aparece em situações difíceis? Aquela tensão nos ombros que nunca passa?

Não é "frescura". Não é "coisa da sua cabeça" (no sentido de ser imaginário).

É o seu corpo falando.

O que é psicossomatização?
É quando um sofrimento emocional, que não foi reconhecido, nomeado ou acolhido, encontra um caminho para se expressar pelo corpo.

Dores de cabeça tensionais
Problemas gastrointestinais sem causa orgânica
Fadiga crônica
Tensão muscular generalizada
Insônia (quando a mente não desliga)

O corpo não mente.
Ele testemunha o que vivemos. Ele guarda o que a mente muitas vezes precisa evitar para seguir em frente.

A psicossomatização não é fraqueza. É um sinal. Uma comunicação do seu sistema nervoso dizendo: "Algo aqui precisa de atenção."

O que fazer?
Se exames físicos não apontam causas orgânicas, vale a pena perguntar: o que meu corpo está tentando me dizer? Que emoção não foi sentida? Que situação não foi resolvida?

Não se trata de substituir o médico. Mas de ampliar o olhar. Mente e corpo não estão separados. E o cuidado também não deveria estar.

Você já sentiu algo no corpo que não conseguia explicar?

👇 Se você se sentir confortável, me conta nos comentários.

💾 Salva este post para lembrar que ouvir o corpo é parte do cuidado.

Quando a emoção chega forte, o cérebro entra em modo alerta. A parte racional f**a offline. O corpo reage antes que a me...
21/04/2026

Quando a emoção chega forte, o cérebro entra em modo alerta. A parte racional f**a offline. O corpo reage antes que a mente processe.

Nesses momentos, não adianta tentar "pensar". O que funciona são estratégias que agem no corpo.

4 ferramentas simples para o dia a dia:

① RESPIRAÇÃO CONSCIENTE
Inspire 4s, segure 4s, expire 6s. A expiração longa ativa o sistema de descanso.

② GROUNDING 5-4-3-2-1
5 coisas que vê → 4 que toca → 3 que ouve → 2 que cheira → 1 que saboreia. Volta para o presente.

③ NOMEAR EM VOZ ALTA
"Estou sentindo raiva." Nomear reduz a intensidade e ativa o cérebro racional.

④ PAUSAR ANTES DE REAGIR
Respire. Conte até 5. Escolha a resposta. Você não precisa responder no susto.

💾 Salva este post para ter sempre à mão.

📲 Compartilha com alguém que também precisa dessas ferramentas.

👇 Qual dessas 4 você vai testar hoje?

Vamos combinar: regular emoção não é a mesma coisa que controlar, suprimir ou fingir que está tudo bem.Muita gente apren...
19/04/2026

Vamos combinar: regular emoção não é a mesma coisa que controlar, suprimir ou fingir que está tudo bem.

Muita gente aprendeu que "se controlar" signif**a não sentir. Segurar o choro. Engolir a raiva. Não demonstrar fraqueza.

Só que isso não é regulação, é repressão!

E repressão tem um custo: ansiedade, cansaço, explosões inesperadas, sintomas no corpo.

✅ REGULAÇÃO É:
Perceber a emoção chegando
Respirar antes de agir
Escolher a resposta, não só reagir
Deixar a onda passar

❌ REGULAÇÃO NÃO É:
Engolir o choro
Fingir que nada está acontecendo
Explodir depois de dias acumulando
Nunca sentir nada "negativo"

Regular emoções é sobre atravessar o que é difícil, com pausa, com ferramentas e com autocompaixão.

👇 Você também aprendeu que regular = se anular?

💾 Salva este post para lembrar que sentir não é descontrole.

Vergonha e culpa andam juntas, mas não são a mesma coisa. E a diferença entre elas muda tudo na forma como você se trata...
16/04/2026

Vergonha e culpa andam juntas, mas não são a mesma coisa. E a diferença entre elas muda tudo na forma como você se trata.

VERGONHA: "Eu sou ruim." Ela ataca o ser, a identidade. Dói fundo e costuma levar ao isolamento.

CULPA: "Eu fiz algo ruim." Ela aponta o comportamento, não quem você é. Dói, mas pode levar à reparação e ao aprendizado.

Por que isso importa? Porque vergonha crônica adoece. Ela corrói a autoestima, gera ansiedade social e pode levar à depressão. Já a culpa saudável é um termômetro moral, nos ajuda a reparar erros e crescer.

O problema é quando "fiz algo errado" vira "sou alguém errado". Aí a culpa virou vergonha.

Você consegue perceber a diferença no seu dia a dia?

👇 Me conta nos comentários: você vive mais com vergonha ou com culpa?

💾 Salva este post para lembrar dessa diferença.

📲 Compartilha com alguém que também confunde essas duas emoções.

A raiva é, provavelmente, a emoção mais injustiçada de todas.A gente aprendeu, desde cedo, que sentir raiva é feio, peri...
14/04/2026

A raiva é, provavelmente, a emoção mais injustiçada de todas.

A gente aprendeu, desde cedo, que sentir raiva é feio, perigoso, inadequado.
Que "pessoa boa não sente raiva".
Que o certo é engolir, respirar fundo e seguir em frente.

O resultado?
Uma legião de pessoas que não conseguem reconhecer quando um limite foi desrespeitado.
Que acumulam mágoas até explodir por algo pequeno.
Que confundem raiva com agressividade.

Mas vamos separar as coisas:

🔴 Raiva saudável é uma emoção legítima.
Ela surge quando algo importante para você é ameaçado, violado ou desrespeitado.
A raiva saudável tem uma função: proteger.
Ela sinaliza: "isso não está certo", "aqui não", "comigo não".

⚡ Agressividade é um comportamento.
É quando a raiva se transforma em ataque, contra o outro (gritos, ofensas, violência) ou contra si mesmo (autocrítica feroz, punição).
Agressividade não é emoção. É ação.

A diferença é crucial:
Raiva saudável → comunica um limite.
Agressividade → fere, humilha, controla.
Raiva saudável → pode ser sentida sem medo.
Agressividade → precisa ser contida e trabalhada.
Raiva saudável → "Isso me magoou."
Agressividade → "Você é um id**ta."

O que fazer com a raiva, então?
Reconheça — "Estou sentindo raiva." Sem julgamento.
Pergunte — "O que foi violado aqui? Um limite meu? Um valor meu?"
Escolha — "O que eu faço com isso agora?" (Respirar, sair de perto, falar depois, escrever, ir para a terapia…)
Comunique — Quando possível, com calma: "Quando isso aconteceu, me senti desrespeitado."

Você aprendeu que raiva é feia? Ou aprendeu a usá-la como um sinal de que algo precisa mudar?

👇 Me conta nos comentários.

💾 Salva este post para lembrar que sentir raiva não é um defeito, é um termômetro de autorespeito.

Sabe quando você sente alguma coisa forte, mas não consegue dizer exatamente o quê?Não é "tristeza", não é bem "raiva", ...
12/04/2026

Sabe quando você sente alguma coisa forte, mas não consegue dizer exatamente o quê?
Não é "tristeza", não é bem "raiva", não é exatamente "medo"… é um embrulho no peito sem nome?

Isso tem um motivo. E tem um jeito de começar a desembaraçar.

A gente não nasce sabendo nomear emoções. Isso é um aprendizado. E como todo aprendizado, começa com perguntas simples, não com respostas prontas.

Um exercício para você salvar e testar hoje mesmo:

Pare por um minuto. Respire. E pergunte para si:

O que estou sentindo agora é desconfortável ou confortável?
(Só isso já ajuda a orientar o olhar.)

Se for desconfortável:
É mais sobre um limite que foi desrespeitado? Uma perda ou saudade? Uma insegurança ou ameaça?

Se for confortável:
É mais sobre algo que deu certo? Um peso que aliviou? Uma conexão que aconteceu?

Você não precisa acertar de primeira.
O exercício não é sobre perfeição, é sobre praticar a escuta interna.

Com o tempo, nomear vai f**ando mais natural.
E quando você nomeia, a emoção sai daquele lugar vago e assustador e vira algo que você pode, enfim, acolher.

💾 Salva este carrossel para ter sempre à mão naqueles dias em que as emoções estiverem confusas.

👇 Me conta: você costuma conseguir nomear o que sente ou isso é um desafio para você?

11/04/2026

Às vezes a correria toda não é só "falta de tempo".
Às vezes é um jeito silencioso de não sentir.

A gente aprendeu, em algum lugar, que emoções difíceis devem ser evitadas.
Que sentir é perda de tempo.
Que parar é perigoso.

Só que o corpo e a mente falam, mesmo quando a gente não quer escutar.

Se você vive se perguntando "por que estou tão cansado?" ou "por que explodo por tão pouco?"... talvez não seja falta de organização, de força de vontade ou de sorte.

Talvez seja um sinal de que tem uma emoção esperando para ser acolhida.

Cinco sinais silenciosos de que você pode estar evitando o que sente:

Correria sem fim – agenda lotada, sempre ocupado. Porque o silêncio incomoda.
Irritação à toa – pequenas coisas viram gatilho. A raiva que sente não é só sobre o trânsito ou a fila.
Anestesia rápida – comer, beber, rolar feed. O alívio é imediato, mas dura pouco.
Corpo que fala – tensão, dor, cansaço sem explicação. O corpo guarda o que a mente empurra para baixo.
Medo de parar – f**ar quieto gera ansiedade. Porque no vazio, as emoções aparecem.

Nenhum desses sinais é "errado".
Eles são, na maioria das vezes, estratégias de sobrevivência que aprendemos.

Mas se você se reconheceu em algum deles, f**a um convite:
que tal, aos poucos, começar a parar?
Nem que seja por um minuto.
Só para perguntar: "O que está acontecendo aqui dentro?"

💾 Salva este post para lembrar quando a correria tentar te convencer de que parar é desperdício.

👇 E me conta: qual desses sinais mais apareceu na sua vida ultimamente?

Você já parou para pensar que a dificuldade de sentir certas emoções pode não ser um "defeito seu", mas sim um aprendiza...
09/04/2026

Você já parou para pensar que a dificuldade de sentir certas emoções pode não ser um "defeito seu", mas sim um aprendizado?

Desde a infância, recebemos mensagens, explícitas ou silenciosas, sobre quais sentimentos são aceitáveis e quais deveriam ser escondidos.

"Isso não é motivo para chorar."

"Raiva é feia, vai pro seu quarto."

"Homem não sente medo."

O que acontece? A gente aprende a evitar o que é difícil. No começo, é uma proteção. Com o tempo, vira um hábito automático: engolir a tristeza, morder a raiva, ignorar o medo.

Só que bloquear uma emoção não faz ela desaparecer. Ela f**a guardada e costuma voltar em forma de ansiedade, irritação, cansaço inexplicável ou até sintomas no corpo.

O caminho não é simples. Mas ele começa com uma mudança importante: parar de lutar contra o que você sente e começar a perguntar o que aquela emoção está tentando comunicar.

Você se lembra de alguma emoção que aprendeu a esconder?

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Valinhos, SP
13271-070

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