15/12/2025
Sabe uma coisa que eu observo muito?
Principalmente nas mulheres…
Elas querem melhorar a relação.
Querem se comunicar melhor.
Querem mais prazer.
Mais presença.
Mais respeito.
Querem dividir a carga da vida, pra vida f**ar menos pesada.
Querem fazer terapia, cursos, vivências, retiros…
Querem crescer juntas.
Mas aí acontece uma coisa curiosa.
Elas querem.
E o parceiro… não.
Aí eu fico pensando…
Imagina que a relação fosse um comércio.
Um pequeno negócio.
Vocês são sócios.
Um dos sócios quer investir, expandir, melhorar o atendimento, crescer, contratar gente boa, mudar o padrão.
O outro diz:
“Pra quê mexer nisso?”
“Tá bom assim.”
“Dá trabalho.”
“Depois a gente vê.”
E o negócio segue ali…
Sobrevivendo.
Pequeno.
Limitado.
Sem visão.
Agora me responde com honestidade:
Quanto tempo você f**aria nessa sociedade?
Porque no mundo dos negócios, quando o sócio não quer crescer, a gente entende rápido:
Ou a empresa quebra…
Ou a gente sai.
Mas nos relacionamentos, não.
A gente romantiza o mínimo.
A gente se adapta à escassez.
A gente chama de amor o que, muitas vezes, é medo de mudar.
E aí vem a pergunta que dói — mas liberta:
👉 Até quando eu vou viver o mínimo porque o outro não quer viver o máximo?
Até quando vale insistir em alguém que não quer aprender, não quer crescer, não quer investir?
Porque amar não é segurar a mão de quem parou.
Amar é caminhar junto.
E talvez a grande reflexão não seja:
“Por que ele não quer?”
Mas sim:
“Por que eu continuo aceitando tão pouco, quando sinto que nasci pra viver muito mais?.”